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Engenharia Hídrica

Engenharia hídrica

Engenharia Hídrica é o ramo da engenharia que trata da exploração e do uso da água. O engenheiro hídrico planeja e orienta o uso da água de bacias hidrográficas. Ele também desenvolve planos de redes de água e de esgotos, irrigação e drenagem, além de projetar canais, portos e barragens. O profissional também acompanha a exploração de lençóis subterrâneos e o tratamento de águas contaminadas. A organização, a iniciativa e o interesse por questões sociais e ecológicas são alguns traços de personalidade que ajudam o profissional a ter sucesso no mercado de trabalho. O engenheiro hídrico pode atuar em empresas voltadas à criação de sistemas de irrigação, drenagem, saneamento, bombeamento e desenvolvimento de canais, portos e barragens, projeto de pequenas centrais hidrelétricas (PCH) e desenvolvendo projetos de investigação e remediação de solos e águas subterrâneas contaminadas. No Brasil, o exercício da profissão exige inscrição no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). Categoria:Engenharia

Água

A água, ou óxido de hidrogênio, é uma substância abundante na Terra. Existe em vários lugares e formas: em sua maioria nos oceanos e nas calotas polares de nosso planeta, mas também em nuvens, água de chuva, rios, etc. Sob um ponto de vista químico, a água é um líquido incolor e inodoro, composto de hidrogénio e oxigénio, sua fórmula química é H2O. Todas as formas conhecidas de vida precisam de água. Os humanos consomem "água de beber" (água compatível com as características de nosso corpo). Esta fonte natural está tornando-se escassa com a crescente população mundial, e sua disponibilidade em várias regiões povoadas está na agenda de muitas organizações, que defendem sua preservação.

Propriedades da água


- Ponto de fusão
  - H2O: 0ºC (273,152518 K)
  - D2O: 3,82ºC
  - T2O: 4,49ºC
- Ponto de ebulição
  - H2O: 100,0ºC (373,124 K)
  - D2O: 101,42ºC
  - T2O: 101,51ºC
- Ponto crítico
  - H2O: TC= 647,096 K PC= 22,0664MPa d=322kg m3
  - D2O: TC= 643,847 K PC= 21,671MPa d=356kg m3
- Constante dielétrica
  - H2O: 87,9 (OºC) 78,4 (25ºC) 55,6 (100ºC)
  - H2O: gelo lh 99 (-2OºC) 171 (-120ºC)
  - H2O: gás 1,0059 (10OºC, 101 325 KPa)
  - H2O: 78,06 (25ºC)

Propriedades importantes para os organismos vivos

A água possui muitas propriedades incomuns que são críticas para a vida: é um bom solvente e possui alta tensão superficial (0,07198 N m-1 a 25ºC). A água pura tem sua maior densidade em 3,984ºC: 999.972 kg m3 e tem valores de densidade menor ao se esfriar e ao se aquecer. Como uma molécula polar estável na atmosfera, desempenha um papel importante como absorvente da radiação infravermelha, crucial no efeito estufa da atmosfera. A água também possui um calor específico peculiarmente alto (75,327 J mol-1 K-1 a 25 ºC), que desempenha um grande papel na regulação do clima global. A água é um bom solvente e dissolve vários tipos de substâncias, como vários sais e açúcar, e facilita sua interação química, que ajuda metabolismos complexos. Apesar disso, algumas substâncias não se misturam bem com a água, incluindo óleos e outras substâncias hidrofóbicas. Membranas celulares, compostas de lipídios e proteínas, levam vantagem destas propriedades para controlar as interações entre seus conteúdos e químicos externos. Isto é facilitado pela tensão da superfície da água.

Distribuição

Na Terra há cerca de 1.360.000.000 km³ de água que se distribuem da seguinte forma:
- 1.320.000.000 km³ (97%) são água do mar.
- 40.000.000 km³ (3%) são água doce.
  - 25.000.000 km³ (1,8%) como gelo.
  - 13.000.000 km³ (0,96%) como água subterrânea.
  - 250.000 km³ (0,02%) em lagos e rios.
  - 13.000 km³ (0,001%) como vapor de água.

Estados da água

Encontramos a água em diversos estados. Na atmosfera ela está em estado gasoso, proveniente da evaporação de todas as superfícies úmidas – mares, rios e lagos; em estado líquido é a mais usual forma da água, encontrada nos grandes depósitos do planeta, nos oceanos e mares (água salgada), nos rios e lagos (água doce) e também no subsolo, constituindo os chamados lençóis freáticos em estado líquido. Para finalizar, também encontramos a água no estado sólido, nas regiões frias do planeta. Do estado gasoso, presente na atmosfera, a água se precipita em estado líquido, como chuva, orvalho ou nevoeiro, ou em estado sólido, como neve ou granizo. Certas águas continentais são enquadradas genericamente como água doce e até inequivocamente estudadas como então, embora apresentem pequenas mas evidentes concentrações de sais metálicos, ou seja alguma salinidade, portanto devendo ser vistas como águas de “baixa salobridade” ou até mesmo “águas oligohalinas continentais”. São águas que percorrem solos (internos e/ou expostos), contendo carbonatos de cálcio, magnésio, sódio, etc.. Apresentam dureza e alcalinidade bem mais elevada que as comumentemente denominadas de “doce”. Como exemplo típico temos a maioria das águas localizadas na região da Serra da Bodoquena/MS-Br, com alcalinidade e dureza variando de 150mgCaCO3/l até acima de 300mgCaCO3/l.

Água engarrafada

Porquê água engarrafada?

Em condições normais o corpo exige dois litros de água por dia. Sabendo isto, tem-se verificado que as pessoas se têm virado em massa para o consumo de água engarrafada para satisfazer as necessidades do seu organismo, em parte ou na sua totalidade. Assistimos frequentemente a um número elevado de doenças e escândalos sobre alimentos e bebidos, sobretudo em países industrializados. Assim, as pessoas procuram nestes países segurança contra todas estas inseguranças que se levantam no nosso dia a dia. Mas o aumento dos consumo de água engarrafada também se verifica nos países em desenvolvimento e menos industrializados que os anteriormente referidos. Nestes países as doenças são mesmo visíveis e para as evitar o consumo deste tipo de água dispara. vapor de água
- É consumida uma média de 15 litros de água engarrafada por pessoa, anualmente.
- Os europeus são os principais consumidores de água engarrafada, sendo que bebem metade da água engarrafada de todo o Mundo, tendo uma média de 85 litros por pessoa num ano.
- Os mercados de água engarrafada mais promissores são a Ásia e Oceânia que tiveram um crescimento de anual de 15%, no período de 1999-2001. Podemos por todos estes motivos afirmar que o consumo de água engarrafada está a crescer a olhos vistos em todo o Mundo, pelo menos nos últimos trinta anos. Actualmente, é considerado como sendo o sector mais dinâmico e um dos mais lucrativos de toda a indústria de alimentos e bebidas, pois o consumo deste tipo de água aumenta cerca de 12% em cada ano. Este aumento só se justifica pelo receio que a maior parte da população tem em consumir água da torneira, pois a água engarrafada sai bastante mais cara do que o consumo da água da torneira que abastece as nossas casas.

Diferentes tipos de água engarrafada

Água mineral natural – Esta água é caracterizada por ser uma água do subsolo protegida contra todos os tipos de poluição e por ter um nível constante de sais minerais e outros compostos. Esta água não é tratada, nem é acrescida de sais ou quaisquer outros elementos, tais como os aditivos. Ex: Alardo, Caldas de Monchique, Carvalhelhos, Luso, Pedras Salgadas, Vidago,... Água de mina – Água que deriva de uma formação subterrânea, da qual a água corre natural-mente para a superfície terrestre. As águas de nascente fazem parte deste grupo de águas engarrafadas. É de salientar que águas de diferentes minas podem ser vendidas sob a mesma marca registada. Ex: Água da Penha, Água Serra da Estrela, Caramulo, Sete Fontes,... Água purificada – Água subterrânea ou de superfície previamente tratado para se adequar na íntegra ao consumo humano. É basicamente igual à água das torneiras, sendo de custo maior e distribuída através de garrafas. Água artesiana – Água que vêm de poços profundos e que é aproveitada para consumo. Água gasosa – Água que sofre um tratamento e adicionamento de dióxido de carbono. No fim do seu tratamento terá a mesma quantidade de dióxido de carbono que teria na fonte donde foi extraída.

Água da torneira / Água engarrafada

A água engarrafada não é escolhida por muitas pessoas em vão. Muitos portugueses pensam que este tipo de água tem um sabor melhor do que a água da torneira. Para além disso afirma-se muito convictamente que esta água é mais segura e de melhor qualidade. Não necessariamente! Muitas destas opiniões surgem inconscientemente aquando se dá o negócio das companhias de água engarrafada. Muitos anúncios persuasivos fazem com que vejamos esta água como uma alternativa saudável em relação a outras bebidas. Então e por este motivo é comprada para fazer com que as pessoas se sintam bem e percam peso, por exemplo. Conteúdo mineral De acordo com a Organização das Nações Unidas da Alimentação e Agricultura (FAO) e segundo a Organização Mundial de Saúde (WHO), não existem directrizes indicando a recomendação de concentrações mínimas nestas águas. Existe também uma incerteza em relação ao factor nutricional mineral da água engarrafada comparada à água de torneira. É por isso que consumir água engarrafada não significa que ela seja de melhor qualidade ou mais segura do que a água da torneira que já se encontra em nossas casas. A Segurança e a Saúde A água da torneira pode ser facilmente contaminada por químicos ou micróbios prejudiciais à saúde pública. No entanto, certos factores e parâmetros podem ser mais facilmente controláveis. Para além disso, é mais difícil conseguir água engarrafada do que água da torneira. Isto deve-se simplesmente ao facto de água engarrafada ser aquecida a temperaturas mais altas do que a água que é normalmente distribuída nos sistemas de tubulação. É, portanto, verdade que micro-organismos de pouco ou nenhum conhecimento público podem crescer em altos níveis. O imprevisível é saber se isso acontecerá em águas engarrafadas ou em águas da torneira, pois, teoricamente, ambas podem ser contamináveis.

Impactos ambientais


- O mercado de água engarrafada no mundo representa um volume de 89 biliões de litros e está estimado em um valor de 25 biliões de euros.
- 75% do mercado é dominado por produtores e empresas locais.
- Mais de metade (59%) da água engarrafada bebida no mundo é água purificada os restantes (41%) consomem água de mina ou mineral.
- Enquanto que a água engarrafada se origina em fontes protegidas, como por exemplo aquíferos no subsolo e nascentes, a água de torneira vem sobretudo de rios e lagos.
- Garrafas plásticas O plástico é feito de petróleo e gás natural, dois recursos não renováveis. Para além disso, são usadas mais de 1,5 milhões de toneladas de plástico só para fabricar garrafas de água. Os processos usados para fazer plástico podem causar graves problemas de poluição que afectarão a saúde humana e o ambiente, se deixados sem regulamentação. A maioria da garrafas de plástico não são reciclados e, consequentemente, vão para aterros sanitários. O mundo está assim cheio de aterros sanitário e, como as garrafas de plástico se decompõe a velocidade muito baixas, permanecerão nos aterros por largas centenas de anos.
- Transporte Um quarto da água engarrafada em todo o mundo é consumida fora do país de origem. Assim, emissões de dióxido de carbono, provocando o efeito de estufa, fazem com que existam mudanças climáticas globais. Ainda assim, cerca de 75% da água produzida é consumida à escala regional, limitando estes emissões de gases poluentes.

Corpo Humano

No corpo humano a água é o principal componente. É dito que o envelhecimento pode ser considerado um processo de secagem, uma vez que da infância até a velhice a quantidade de água no corpo diminui gradativamente.

Importante sobre a água


- Água do mar
- Água mineral
- Água potável
- Chuva
- Desidratação
- Hidrografia
- Hidrologia
- Indústria da água
- Irrigação
- Manejo sustentável dos recursos hídricos

Links externos


- [http://www.worldwaterforum.org/ Fórum Mundial da Água] (em inglês)
- [http://www.lsbu.ac.uk/water/ Estrutura e comportamento da água] (em inglês) Categoria:Hidrografia Categoria:Compostos químicos als:Wasser ja:水 ko:물 ms:Air simple:Water th:น้ำ

Bacia hidrográfica

Bacia hidrográfica é o conjunto de meios hídricos (aquáticos) cujos cursos (ou leitos) se interligam. É um conjunto de terras banhadas por um rio principal e seus tributários (afluentes, subafluentes etc.) A bacia hidrográfica é considerada como uma unidade de relevo que contribui para um único coletor de águas pluviais. Em termos ambientais, é a unidade ecossistêmica e morfológica que melhor reflete os impactos das interferências antrópicas, seja na ocupação de terras com atividades agrícolas ou na urbanização. A formação da bacia hidrográfica dá-se através dos desníveis dos terrenos que direcionam os cursos da água, sempre das áreas mais altas para as mais baixas. E é essa tendência que a água tem em seguir uma determinada orientação dada pelo relevo e pelo efeito da gravidade pode ser chamada de bacia hidrográfica. Essas orientações dadas pelo relevo fazem com que as águas de uma determinada região convirjam para um mesmo local, isso é chamado de drenagem. É correto, por exemplo, dizer que o rio tal drena as águas de tal região ou tal município ou cidade. O completo entendimento do funcionamento de uma bacia hidrográfica exige simultâneo conhecimento de seus sistemas aquáticos e terrestres, pois quando uma bacia é fortemente modificada, principalmente pela mudança do uso do solo, grande diversidade de problemas ambientais irão ocorrer com destino final nos seus recursos hídricos. Catalogações de especialistas em geografia, de acordo com a maneira como fluem as águas, classificam as bacias hidrográficas em:
- exorréicas, quando as águas drenam direto para o mar;
- endorréicas, quando as águas se perdem nas depressões; e
- arréicas, quando as águas acham-se privadas do escoamento superficial.


- Hidrografia Categoria:Geografia

Porto

O Porto é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto (do qual é a sede de distrito), encontrando-se geograficamente inserida na Região Norte, mais concretamente na província de Douro Litoral. É usual designar por Grande Porto ao conjunto da cidade do Porto e seus concelhos vizinhos. Esta cidade possui uma área de cerca de 41,66 km², uma população de 263 131 habitantes (Census 2001), e uma densidade populacional de 6 337,4 hab/km². No contexto de políticas sub-regionais de desenvolvimento e de mobilidade a cidade do Porto pertence à Grande Área Metropolitana do Porto, que é constituída pelos concelhos de Arouca, Espinho,Gondomar, Maia, Matosinhos,Póvoa de Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Valongo, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia, que no seu total contabiliza 1 260 679 habitantes, cobrindo uma área de 1574,2km². O concelho do Porto, que corresponde exactamente à cidade, é constítuido por 15 freguesias. Este concelho é limitado a norte pelos municípios de Matosinhos e da Maia, a leste por Gondomar, a sul pelo Rio Douro, encontrando-se na outro margem o concelho de Vila Nova de Gaia, e a oeste pelo oceano Atlântico. Não obstante a sua reduzida dimensão geográfica, o Porto é a segunda maior cidade do país, situada a pouco mais de 300 km da capital do país, Lisboa, na margem direita do Rio Douro. Responsáveis pelos transportes públicos intra-urbanos e inter-urbanos são a STCP e a Metro do Porto. Devido aos sacrifícios que fizeram para apoiar a preparação da armada que partiu, em 1415, para a conquista de Ceuta, tendo a população do Porto oferecido aos expedicionários toda a carne disponível, ficando apenas com as tripas para a alimentação, os naturais do Porto ganharam a alcunha de "tripeiros", uma expressão mais carinhosa que pejorativa. É também esta a razão pela qual o prato tradicional da cidade ainda é, hoje em dia, as "tripas à moda do Porto". Um outro prato típico desta cidade é a "francesinha", um prato que é inventado nos anos sessenta.

História

História Tem origem num povoado pré-romano. Na época romana designava-se Cale ou Portus Cale, sendo a origem do nome de Portugal. Desempenhou um papel fundamental na defesa dos ideais do liberalismo nas batalhas do século XIX. Aliás, a coragem com que suportou o cerco das tropas miguelistas durante a guerra civil de 1832-34 e os feitos valerosos cometidos pelos seus habitantes valeram-lhe mesmo a atribuição, pela rainha D. Maria II, do título – único entre as demais cidades de Portugal – de Invicta Cidade do Porto (ainda hoje presente no listel das suas armas), donde o epíteto com que é frequentemente mencionada por antonomásia - a «Invicta»). O vinho do Porto é um produto sobejamente apreciado pelo mundo produzido nas encostas do rio Douro é o produto da cidade mais conhecido internacionalmente. Como pontos turísticos destacam-se a Torre dos Clérigos, da autoria de Nasoni, e a Fundação de Serralves, um museu de arte contemporânea. O Centro Histórico é património da humanidade, classificado pela UNESCO. Foi capital europeia da cultura em 2001 e acolheu vários jogos do Europeu de Futebol de 2004, nomeadamente o jogo de abertura.

Cidade das Pontes

A cidade do Porto é tambem conhecia pela imponência e inovação das suas pontes sendo a cidade com maior número de pontes num rio, na Europa.
- Ponte das Barcas A Ponte das Barcas foi a primeira ponte a ser contruída sobre o rio Douro. A necessidade de haver uma travessia para a margem Sul do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, constituiu uma preocupação permanente ao longo dos séculos. A travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões. A Ponte das Barcas construída com objectivos mais duradouros foi projectada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de Agosto de 1806, e era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. Foi nessa ponte que se deu a tristemente célebre catástrofe da Ponte das Barcas, em que milhares de vítimas pereceram quando fugiam, através da ponte, às cargas de baioneta das tropas invasoras do Marechal Soult, em 29 de Março de 1809.
- Ponte Pênsil A Ponte Pênsil foi a primeira obra permanente no rio Douro. O aumento do tráfego entre Gaia e a cidade o Porto, emergiu a necessidade da construção de uma nova ponte. Em 2 de Maio de 1841 foi lançada a primeira pedra da Ponte Pênsil com projecto dos engenheiros Mellet e Bigot. A ponte era constituida por dois obeliscos de alvenaria de 18 m de altura, de cada lado, do cimo dos quais pendiam os cabos de suspensão do tabuleiro de 6 m de largura, incluindo os passeios laterais com 1 m cada um. O vão central tinha 150 m, de um total de 170 m, entre a escarpa dos Guindais e o sítio do Penedo, em Gaia. Oito cabos, com 220 fios de ferro cada, mantinham o tabuleiro a 10 m acima do nível das águas e estavam ancorados em poços verticais de 8 m (lado do Porto) e de 14 m (do lado de Gaia). Concluída 21 meses depois, abrindo ao trânsito a 17 de Fevereiro de 1843. O primeiro teste de carga da ponte pesava 106.770 kg sendo constituído por 103 pipas de água. Após a construção foi erguida uma casa em cada extremidade da ponte para abrigo de guardas militares que zelavam pela ordem e vigilância da ponte e também pela cobrança de uma portagem, 5 réis por cada pessoa a pé, 20 réis por cada cavalo e 40 por um carro com uma junta de bois, cada cadeirinha de mãos pagava 60 réis. Todos estes preços duplicavam à noite, ou seja passados três quartos de hora do pôr do sol, voltando às taxas normais três quartos de hora antes do nascer do sol. Hoje só são visíveis os dois pilares e o resto da casa do guarda na margem do Porto.
- Ponte Maria Pia A Ponte Maria Pia, assim chamada em honra de Maria Pia de Sabóia, é uma obra de grande beleza arquitectónica, projectada pelo Eng.º Théophile Seyrig e construída, entre Janeiro de 1876 e 4 de Novembro de 1877, pela empresa de Gustave Eiffel. Foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do Douro. No último quartel do século XX tornou-se evidente que a velha ponte já não respondia de forma satisfatória às necessidades. Dotada de uma só linha, obrigava à passagem de uma composição de cada vez, a uma velocidade que não podia ultrapassar os 20 km/h e com cargas limitadas. Encontra-se desactivada desde que foi substituída pela moderna Ponte de São João. Ninguém tem dúvidas sobre a enorme riqueza deste património, mas tal não tem impedido que a Ponte de Dona Maria se vá degradando ano após ano, já que ainda não lhe foi atribuída uma utilização prática para o futuro.
- Ponte de Dom Luís Oficialmente designada "Ponte Luiz I", construída de acordo com o projecto do Eng.º Teófilo Seyrig -- que já colaborara com Eiffel na Ponte Maria Pia --, foi inaugurada em 31 de Outubro de 1886 pelo próprio rei D. Luís. A Ponte de Dom Luís -- que veio substituir a Ponte Pênsil -- é constituída por um arco de ferro e cinco pilares e tem a particularidade de ter dois tabuleiros metálicos com 8 m de largura cada. O tabuleiro superior tem de comprimento 395 m e o inferior 174 m. A ponte é uma autêntica filigrana de ferro -- particularmente bela com a iluminação nocturna -- e, juntamente com a Torre dos Clérigos, é um dos ex-libris do Porto. A Ponte de Dom Luís permitiu uma ligação rodoviária desafogada entre as zonas baixa e alta de Vila Nova de Gaia e do Porto e, de uma forma mais geral, entre o norte e o sul do país, durante largas décadas. A partir da segunda metade do século XX, no entanto, começou a revelar-se insuficiente para assegurar sozinha o trânsito automóvel entre as duas margens. Após profundas obras de melhoria e reforço da estrutura metálica, o tabuleiro superior da ponte é agora utilizado pela linha D do Metro do Porto que liga o Hospital de São João à Câmara de Gaia.
- Ponte da Arrábida A Ponte da Arrábida é uma elegante ponte de betão armado de autoria do Eng.º Edgar Cardoso. Começou a ser construída em Maio de 1957 e foi inaugurada em 22 de Junho de 1963. Constituía o tramo final da auto-estrada n.º 1 (A1) ligando Lisboa ao Porto. O arco da ponte -- cuja corda teórica é de 270 m e a flecha de 52 m -- era, à data da construção, o maior do mundo em betão armado. O grande arco é formado por duas costelas, com a largura constante de 8 m cada. Todo o interior do arco é vazado, podendo percorrer-se de ponta a ponta. O tabuleiro da ponte tem de comprimento 493 m. Inicialmente a ponte tinha duas faixas de rodagem com 8 m cada, separadas por uma faixa sobreelevada de 2 m de largura; duas pistas para ciclistas de 1,70 m cada e dois passeios marginais de 1,50 m de largura, também sobreelevados. Mais tarde, foram acrescentadas uma faixa de rodagem em cada sentido, construídas à custa da eliminação das pistas para ciclistas e da redução do separador central. Apesar da construção da Ponte do Freixo, mais a montante, a Ponte de Arrábida continua a ser a principal ligação entre a cidade do Porto e a margem sul do Douro.
- Ponte de São João Tal como a Ponte da Arrábida, também a Ponte de São João foi da autoria do Eng.º Edgar Cardoso. É uma ponte ferroviária e foi construída para substituir a centenária Ponte Maria Pia. Ao contrário das outras pontes construídas até à data, a Ponte de São João não é em arco, mas adopta uma solução em pórtico, com três vãos -- dois de 125 m e um de 250 m -- apoiados em dois majestosos pilares fundados no leito do rio. Fazendo jus ao seu nome, a ponte foi inaugurada no dia de São João (24 de Junho) de 1991. Tal como a Ponte da Arrábida, à data da sua inauguração, também a Ponte de São João com o seu vão central constituiu um recorde mundial neste tipo de pontes.
- Ponte do Freixo Das pontes que ligam o Porto a Vila Nova de Gaia, a Ponte do Freixo é a que está mais a montante do rio e é também a menos bela de todas. Projecto de autoria do Prof. António Reis, a Ponte do Freixo foi construída na tentativa de minimizar os congestionamentos ao trânsito automóvel vividos nas Pontes da Arrábida e de Dom Luís, particularmente notórios desde finais da década de 1980. Trata-se, na verdade, de duas pontes construídas lado a lado e afastadas 10 m uma da outra. A ponte tem oito vãos, sendo o principal de 150 m. É uma ponte rodoviária com oito faixas de rodagem (quatro em cada sentido), mas com um tabuleiro a cotas muitos inferiores à de todas as restantes pontes que ligam o Porto a Gaia.
- Ponte do Infante A Ponte do Infante, baptizada em honra do Infante D. Henrique, nascido no Porto, é a mais recente e, segundo muitos, a mais esbelta ponte que liga Porto e Gaia. Foi construída para substituir o tabuleiro superior da Ponte Dom Luís, entretanto convertida para uso da "Linha Amarela" (Hospital de São João/Santo Ovídio) do Metro do Porto. Foi construída pouco a montante da Ponte de Dom Luís, em plena zona histórica, ligando o bairro das Fontaínhas (Porto) à Serra do Pilar (Vila Nova de Gaia). A ponte é constituída por uma viga caixão com 4,5 m de altura apoiada num arco flexível com 1,50 m de espessura. Trata-se de uma ponte à cota alta com uma extensão de 371 m e 20 m de largura no tabuleiro. Apresenta uma solução de arco semelhante à adoptada pelo engenheiro suíço Robert Maillart nas suas pontes alpinas, com uma flecha de 11,2 m para um vão de arco com 280 m, o que -- como já vem sendo tradição nas pontes entre o Porto e Gaia -- constituiu um recorde mundial nesta tipologia de pontes. Tem duas faixas de rodagem em cada sentido, com 3,25 m cada, e um separador central com 1 m de largura. A iluminação está colocada à cota baixa, permitindo uma perfeita iluminação da via, sem sombras.

Monumentos e outros pontos de interesse

Os seguintes monumentos fazem parte da história da cidade do Porto:
- Alfândega Nova
- Arco ou Porta de Sant'Ana
- Cadeia da Relação
- Casa Almeida Garrett
- Casa da Reboleira Nº 55
- Casa da Rua da Reboleira, Nº 59
- Casa da Rua de D. Hugo N° 5
- Casa de Serralves
- Casa do Beco dos Redemoinhos
- Casa do Infante
- Castelo de S. Jõao da Foz
- Edifício do Governo Cívil
- Estação S.Bento
- Faculdade de Ciências
- Farol/Capela de S. Miguel-o-Anjo
- Feitoria Inglesa
- Forte de S. Francisco Xavier
- Hospital de Santo António
- Igreja da Lapa
- Igreja da Lapa
- Mercado Ferreira Borges
- Monumento a D. Pedro IV
- Monumento Almeida Garrett
- Monumento aos Heróis da Guerra Peninsular
- Muralhas Fernandinas
- Muralha Primitiva
- Paço Episcopal
- Paços do Concelho
- Palácio da Bolsa
- Palácio de S. João Novo
- Palácio do Freixo
- Pilares da Ponte Pênsil
- Postigo do Carvão
- Praça da Batalha
- Praça e Cais da Ribeira
- Ruína Medieval da Casa da Câmara
- Sé Catedral
- Teatro S. João
- Torre Medieval
- Torre dos Clérigos

Museus


- Sé do Porto
- Castelo do Queijo
- Casa Museu Fernando de Castro
- Casa Museu Guerra Junqueiro
- Casa Museu Marta Ortigão Sampaio
- Casa-Oficina António Carneiro
- Centro Português de Fotografia
- Fundação Engº António de Almeida
- Fundação Maria Isabel Guerra Junqueiro e Luís Pinto de Mesquita Carvalho
- Gabinete de Numismática - Casa Tait
- Museu da Indústria
- Museu da Misericórdia
- Museu de Arte Contemporânea de Serralves
- Museu de Arte Sacra
- Museu de História Natural
- Museu de Transportes e Comunicações
- Museu do Carro Eléctrico
- Museu do Papel Moeda
- Museu do Vinho do Porto
- Museu Militar do Porto
- Museu Nacional da Imprensa, Jornais e Artes Gráficas
- Museu Nacional Soares dos Reis
- Museu Romântico da Quinta da Macieirinha
- Casa Museu do Infante - Museu Medieval - Museu da Cidade Outros pontos de interesse:
- Casa da Música (http://www.casadamusica.com)
- Parque da Cidade
- Casa das Artes
- Jardim Botânico
- Galeria do Palácio
- Pavilhão da Água
- Planetário do Porto
- Estádio do Dragão

Instituições Desportivas


- Futebol Clube do Porto (http://www.fcporto.pt)
- Boavista Futebol Clube (http://www.boavistafc.pt
- Sport Comércio e Salgueiros (http://www.scsalgueiros.pt)

Festas e Romarias


- Festas da Cidade
- São João

Freguesias do Porto


- Aldoar
- Bonfim
- Campanhã
- Cedofeita
- Foz do Douro
- Lordelo do Ouro
- Massarelos
- Miragaia
- Nevogilde
- Paranhos
- Ramalde
- Santo Ildefonso
- São Nicolau
-
- Vitória

Tripeiros ilustres


- Almeida Garrett
- Infante D. Henrique
- Soares dos Reis
- Vieira Portuense
- Sophia de Mello Breyner Andresen
- Eugénio de Andrade
- Jorge Chaminé
- Luís Costa
- Helena Costa
- Madalena Costa
- Manoel de Oliveira
- Pedro Burmester
- António Carneiro
- Cláudio Carneiro
- Guilhermina Suggia
- Francisco Sá Carneiro
- Siza Vieira
- Eduardo Souto de Moura
- Miguel Sousa Tavares
- Júlio Machado Vaz
- Jorge Nuno Pinto da Costa
- Belmiro de Azevedo
- Daniel Bessa
- Miguel Cadilhe Miguel Cadilhe


- Metro do Porto


- [http://www.cm-porto.pt/ Câmara Municipal do Porto]
- [http://www.stcp.pt STCP - Transportes Públicos]
- [http://www.metro-porto.pt Metro do Porto]
- [http://www.up.pt Universidade do Porto]
- [http://www.exponor.pt Exponor - Feira Internacional do Porto]
- [http://www.pbase.com/diasdosreis/distrito_porto O PORTO EM FOTOGRAFIA] Categoria:Patrimônio Mundial da UNESCO Categoria:Cidades de Portugal ja:ポルト

Ecologia

Ecologia é o estudo das interações dos seres vivos entre si e com o meio ambiente. A palavra e o conceito foram iniciados em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel da palavra grega "oikos", que significa "casa", e "logos", que significa "estudo". Para os ecólogos, o meio ambiente inclui não só os fatores abióticos como o clima e a geologia, mas também os seres vivos que habitam uma determinada comunidade ou biótopo. O conjunto dos seres vivos e não-vivos que habitam um determinado espaço geográfico chama-se ecossistema. O conjunto dos ecossistemas da Terra é conhecido por biosfera. O meio ambiente afeta os seres vivos não só pelo espaço necessário à sua sobrevivência e reprodução -- levando, por vezes, ao territorialismo -- mas também às suas funções vitais, incluindo o seu comportamento (estudado pela etologia, que também analisa a evolução dos comportamentos), através do metabolismo. Por essa razão, o meio ambiente -- a sua qualidade -- determina o número de indivíduos e de espécies que podem viver no mesmo habitat. Por outro lado, os seres vivos também alteram permanentemente o meio ambiente em que vivem. O exemplo mais dramático é a construção dos recifes de coral por minúsculos invertebrados, os pólipos coralinos. As relações entre os diversos seres vivos existentes num ecossistema incluem a competição pelo espaço, pelo alimento ou por parceiros para a reprodução, a predação duns organismos por outros, a simbiose entre diferentes espécies que cooperam para a sua mútua sobrevivência, o comensalismo, o parasitismo e outras (ver a página Relações Ecológicas). Da evolução destes conceitos e da verificação das alterações de vários ecossistemas -- principalmente a sua degradação -- pelo homem, levou ao conceito da Ecologia Humana que estuda as relações entre o Homem e a Biosfera, principalmente do ponto de vista da manutenção da sua saúde, não só física, mas também social. Por outro lado, apareceram também os conceitos de Conservação e do Conservacionismo que se impuseram na actuação dos governos, quer através das acções de regulamentação do uso do ambiente natural e das suas espécies, quer através de várias organizações ambientalistas que promovem a disseminação do conhecimento sobre estas interações entre o Homem e a Biosfera.

Grupos ou Associações Ambientalistas ou Ecológicas


- ADEAJS
- CDDN
- Fundação Mata Atlântica
- Greenpeace
- O Eco
- Quercus
- WWF

Conceitos ecológicos importantes


- comunidade
- ecossistema
- meio ambiente
- nicho ecológico
- população
- Relações ecológicas

Páginas relacionadas


- Ecólogos e Conservacionistas
- Educação Ambiental

Recursos Exteriores à Wikipédia

[http://www.personal.dundee.ac.uk/~amjones/dundee/36biomes.htm Allan Jones' Biosphere Support page]
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categoria:Biologia als:Ökologie ja:生態学 ko:생태학 ms:Ekologi simple:Ecology th:นิเวศวิทยา


PCH

PCH é a abreviatura de Pequena Central Hidroelétrica. A classificação de PCH é variável conforme o país. No Brasil, a resolução ANEEL Nº 652 de 09/12/2003 define PCH como a usina hidroelétrica que: a. possua capacidade instalada até 30 MW e b1. o reservatório possua área inferior a 3,0 km2 ou b2. atenda à inequação: A< 14,3 x P/H Sendo: P = potência elétrica instalada em (MW); A = área do reservatório em (km2); Hb = queda bruta em (m); b3. o reservatório tenha sido dimensionado para outro uso que não a geração de energia elétrica (controle de cheias, abastecimento público,navegação, etc) As PCH'S são consideradas fontes de energia alternativa e os empreendimentos contam com benefícios tarifários em muitos países, incluindo o Brasil. Tambem podem fazer jus aos créditos de carbono, negociáveis atrevés do mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL)estabelecidos no protocolo de Kioto. Uma PCH típica normalmente opera a fio d'água, isto é, o reservatório não permite a homogeneização do fluxo d´água. Com isso, em muitas ocasiões a vazão disponível é menor que a capacidade das turbinas, causando ociosidade. Em outras situações, as vazões sao maiores que a capacidade de engolimento das máquinas, desperdiçando água. Por esse motivo, o custo da energia elétrica produzida pelas PCH's é maior que o de uma usina hidroelétrica de grande porte, onde o reservatório pode ser manejado de forma a diminuir a ociosidade ou os desperdícios d'água. Os principais componentes de uma PCH são os mesmos de uma hidroelétrica convencional -reservatório e barragem -adução por tubulação ou túnel -casa de força, contendo as turbinas, geradores e equipamentos auxiliares de controle e serviço -subestação elétrica

CREA

Os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia são entidades pertencentes à esfera estadual e constituem a manifestação regional do CONFEA, sendo responsáveis pela representação classista das profissões ligadas à área tecnológica. Categoria:Engenharia

Walter Zirpins

Dr. Walter Zirpins (
- 26. Mai 1901 in Oberschlesien; † 17.Februar 1976) war Sachverständiger im Reichstagsbrandprozess 1933. Während der faschistischen Diktatur war er SS-Sturmbannführer und Kriminaldirektor im Amt IV (Gestapo) des Reichssicherheitshauptamtes. Im Zweiten Weltkrieg war Zirpins bei der "Endlösung der Judenfrage" in den Ghettos Warschau und Litzmannstadt eingesetzt. Nach 1945 war er Oberregierungsrat und Leiter des Landeskriminalamtes Niedersachsen. Er sagte zum Komplex des Reichstagsbrandes sowohl 1948 in Nürnberg als auch 1961 vor einem ordentlichen deutschen Gericht aus. Dr. Walter Zirpins war Fritz Tobias' Kronzeuge im Historikerstreit um die These zur Alleinschuld Marinus van der Lubbes. Somit ist er einziger Bürge für die zumindest in der Geschichtsschreibung feststehende These von der Alleinschuld van der Lubbes am Reichstagsbrand in der Nacht vom 27. Februar auf den 28. Februar 1933.

Literatur

Dieter Schröder, Rolf Surmann: Der lange Schatten der NS-Diktatur. Mit dem Kapitel: Vom NS-Goldräuber zum führenden Wirtschaftskriminologen der Bundesrepublik Die Karriere des Dr. Walter Zirpins. ISBN: 3-89771-801-4 Zirpins, Walter Zirpins, Walter Zirpins, Walter Kategorie:Gestorben 17.Februar 1976

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