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Aviação Militar

Aviação militar

Aviação militar é o uso de aeronaves nas forças militares de um país, incluíndo em áreas como transporte, treinamento, vigia de fronteira, operações de busca e resgate, manutenção da paz e operações militares. Para a aviação baseada em barcos como porta-aviões, o termo "aviação naval" às vezes é usada. porta-aviões Categoria:Aviação

Aeronave

Aeronaves são quaisquer máquinas capazes de sustentar vôo, e a grande maioria deles também são capazes de alçar vôo por meios próprios.

Classificação

Aeronaves podem ser divididas em dois grupos distintos:

Mais leve do que o ar

Aeronaves mais leves do que o ar fazem uso de um gás menos denso do que o ar ao seu redor, como hélio ou ar aquecido, como modo de alçar e sustentar vôo.

Balões

Balões Um balão aquece ar à sua volta com o uso de inflamadores. O ar aquecido torna-se menos denso que o ar ao seu redor, e sobe e fica presa no compartimento de ar do balão, que o faz alçar vôo. Um balão, no ar, é guiado pelas correntes de vento, isto é, uma pessoa não pode "pilotar" o balão, apenas controlá-la. Balões possuem uma capacidade muito pequena de carga, podendo carregar de duas a no máximo sete pessoas, dependendo do volume do compartimento de ar quente. Seu alcance, ou, mais exatamente, o tempo máximo de vôo de um balão, é limitado pela quantidade de combustível carregada a bordo, que não é muito.

Dirigíveis

Dirigíveis por várias grandes empresas.]] Dirigíveis fazem uso de um gás menos denso que o ar atmosférico, geralmente, hélio. O gás é lacradado em uma gigantesca câmera de ar, que permite aos dirigíveis a capacidade de ficar indefinitivamente no ar. Podem carregar mais peso do que balões, até 10 pessoas e peso similar de carga podem ser carregadas sem dificuldades. Dirigíveis diferenciam-se dos balões pelo fato de que a rota de vôo de um dirigível não somente pode ser controlada por uma pessoa, mas como sua também a sua velocidade. Isto porque dirigíveis possuem turbo-hélices que a propulsionam, e um leme. Um dirigível pode atingir velocidades de até 60 km/h.

Mais pesado do que o ar

Aeronaves mais pesadas do que o ar usam uma asa como meio de sustentação. A grande maioria é capaz de alçar vôo por meios próprios.

Aviões

Aviões alçam e sustentam vôo através de reações aerodinâmicas que acontecem quando ar passa em alta velocidade pela suas asas. Todo avião necessita de um trecho de terra longo e plano (geralmente, parte de um aeroporto), para conseguir alcançar a velocidade necessária para o pouso, bem como para freiar seguramente em uma aterrisagem. Alguns aviões são adaptados de modo a permitir seu pouso e decolagem em um corpo de água, como lagos e rios de baixa correnteza. Eles são conhecidos como hidroplanos. Aviões podem ser divididos em três categorias:
Aviões turbo-hélices
hidroplano.]] Aviões turbo-hélices fazem uso de motores de combustão, que por sua vez, fazem girar uma hélice, que cria o empuxo necessário para a movimentação da aeronave para frente. São relativamente silenciosos, mas possuindo velocidades, capacidade de carga e alcance menores do que similares a jato. Porém, são sensilvemente mais baratas e econômicas do que aviões a jato, o que torna aviões turbo-hélices a melhor opção para pessoas que querem possuir um avião próprio ou para pequenas companhias de transporte de passageiros e/ou carga.
Aviões a jato
hélice da BMI.]] Aviões a jato fazem uso de turbinas para a criação da força necessária para a movimentação da aeronave para frente. Aviões a jato possuem muito mais força e criam um empuxo muito maior do que aviões que fazem uso de turbo-hélices. Como consequência, podem carregar muito mais peso e possuem maior velocidade do que turbo-hélices. Um porém é a grande quantidade de som criada por uma turbina; isto torna aviões a jato uma fonte de poluição sonora. Grandes widebodies, como o Airbus A340 e o Boeing 777, podem carregar centenas de passageiros e várias toneladas de carga, podendo pecorrer uma distância de até 13 mil quilometros, pouco mais que um quarto da circuferência terrestre. Aviões a jato possuem altas velocidades de cruzeiro (700 a 900 km/h) e velocidades de decolagem e pouso (150 a 250 km/h). Numa operação de aterrisagem, devido à alta velocidade, o avião a jato faz grande uso de flaps e aletas nas asas para o controle de velocidade, e de reverse engine (a turbina gera um fluxo de ar para frente, ao invés para trás, com o intuito de diminuir a velocidade da aeronave) no pouso propriamente dito.
Aviões super-sonicos
aletas Aviões super-sonicos fazem uso de turbinas especiais que geram a potência necessária para o vôo super-sonico. Além disso, o desenho do avião super-sônico é sensivelmente diferente daquele usado em outros tipos de aeronaves, tudo de modo a superar do modo mais fácil possível a barreira do som. Podem alcançar velocidades de até Mach 1.8 a 3. Duas desvantagens dos aviões super-sonicos são a enorme poluição sonora criada em vôo super-sonico e os altos gastos com manutenção. Com a aposentadoria do Concorde, em 2003, aviões super-sonicos estão atualmente limitados apenas a fins militares. Outro avião super-sonico que foi desenvolvido para fins não-militares foi o soviético Tupolev Tu-144, que alçou vôo pela primeira vez dois meses antes do Concorde, foi a primeira aeronvave comercial a ultrapassar Mach 2, mas foi pouco usado para usos comerciais, por um curto período de tempo.

Helicópteros

Helicóptero Os helicópteros, ou aeronaves de asa rotativas, alçam e sustentam vôo graças às suas hélices, que agem como asas e também propulsionam a aeronave. Helicópteros possuem extrema manobrilidade, podendo voar de ré e pairar no ar, por exemplo. Isto deve-se à presença de um rotor traseiro que atua como leme. Helicópteros podem decolar e pousar verticalmente, sem a necessidade das longas pistas de pouso e decolagem das quais os aviões necessitam. Porém, helicópteros são lentos (até 180 a 300 km/h) e possuem alcance e capacidade de carga limitada.

Planadores

O funcionamento de um planador é essencialmente a mesma de um avião, exceto que o planador não possui motores. Isto torna a decolagem impossível para um planador, por meios próprios. A maioria dos planadores precisam ser lançados do ar, através de outro avião, ou através de outro mecanismo como catapultas, mas não possuem meios próprios de decolar e de aumentar e/ou manter sua atitude por muito tempo. Certos planadores possuem um motor que permite ao planador decolar e sustentar vôo, mas mesmo assim, tais aeronaves são consideradas planadores porque são feitos especialmente apenas para planeio. Uma vez no ar, o planador sustenta-se através de suas asas. O piloto de planador procura guiar a aeronave através de certas bolhas e correntes de ar, com o intuito de maximizar a distância a ser pecorrida. Planadores possuem alcance bastante limitado, não são designados a transportar passageiros e carga, e não são um meio prático de transporte. São mais usados como hobbies e treinamento de pilotos. Da mesma maneira, girocópteros são muito semelhantes aos helicópteros, mas seu rotor principal não é motorizado.

Usos de aeronaves

Uso Civil

girocóptero voando lado a lado. Ambos são exemplos de aeronaves especialmente desenhados para uso militar]] Estão incluidas nesta categoria aeronaves que fazem vôos regulares de transporte de carga e passageiros (geralmente, usando aviões), e a aviação geral, aeronaves como helicópteros servindo forças policiais, médicas ou equipes jornalísticas, pequenos aviões de treinamento, etc.

Uso militar

Aeronaves de uso militar é pequeno, quando se compara com o número de aeronaves de uso civil. Estão incluidas nesta categoria caças, helicópteros e outros aviões especialmente criados com intuito militar, bem como aviões e helicópteros fabricados para uso civil, mas modificados para uso militar menores, como transporte de carga e soldados e treinamento de pilotos.


- Aviação
- História da aviação
- Navegação

Categoria:Aeronáutica ja:%E8%88%AA%E7%A9%BA%E6%A9%9F zh-min-nan:Hui-ki simple:Aircraft

Porta-aviões

(direita), envidenciando as diferenças em tamanho entre um super-porta-aviões e um porta-aviões ligeiro do tipo V/STOL.]] V/STOL, Inglaterra, enquanto a tripulação descansa.]] Inglaterra] Inglaterra] Um porta-aviões é um navio de guerra cujo papel principal é servir de base aérea móvel. Permite, portanto, que uma força naval possa projectar o seu poderio aéreo a grandes distâncias, sem necessitar depender de bases terrestres (fixas) para os aviões. As Marinhas modernas, que operam estes navios, consideram os porta-aviões como a peça central da frota; papel que era desempenhado anteriormente pelo navio de guerra. Esta mudança, parcialmente atribuída à intensificação da guerra aérea, iniciou-se na Segunda Guerra Mundial. Os porta-aviões sem escolta são considerados vulneráveis a ataques de mísseis e, consequentemente, navegam em grupos de navios. Os porta-aviões são, geralmente, os maiores navios operados pela Marinha. Um porta-aviões da classe Nimitz com dois reactores nucleares e quatro turbinas de vapor mede cerca de 333 m (1092 ft) de comprimento e custa cerca de $5 biliões. Os Estados Unidos da América constituem o país com mais porta-aviões, com mais de uma dúzia em serviço, representando um símbolo da projecção do país como potência militar. Apenas nove países mantêm porta-aviões: Estados Unidos, França, Índia, Rússia, Espanha, Brasil, Itália, Tailândia, e Reino Unido. A Marinha da República da China (Marinha das Forças Armadas de Salvação Popular) dispõe ainda do porta-aviões Varyag da antiga URSS, embora exista um consenso por parte dos analistas navais acerca da sua intenção de o utilizar. Porém, estão, aparentemente, a usar o Varyag para compreender as operações navais com este tipo de navios para um futuro porta-aviões chinês.

Configurações básica

Os porta-aviões têm duas configurações base. A mais comum é a de deque superior plano que serve uma pista de decolagem e aterragem. Uma catapulta acelera o avião, com os motores ligados no máximo, de 0 a 265 km/h (165 mph) em 2 segundos para ajudar o avião a atingir a velocidade mínima necessária para decolar. Na aterragem, o avião, movendo-se a cerca de 240 km/h (150mph), deve estar equipado com ganchos de retenção que encaixam num dos quatro cabos estirados ao longo do deque, o que permite travar completamente o avião numa distância de 100 m (320 ft) após o engate no cabo. A segunda e mais recente configuração, desenvolvida pela Marinha Real, tem uma rampa numa das extremidades do deque plano, que ajuda a decolagem do avião. Esta medida foi desenhada para uso de aviões VTOL ou STOVL capazes de decolar ou aterrar com pouco ou nenhum movimento horizontal. Estes aviões não necessitam da catapulta nem dos cabos de travagem do modelo anterior. Em qualquer dos modelos descritos, o navio pode navegar a velocidades até 35 nós (65 km/h) na direcção do vento durante as operações de decolagem e aterragem para aumentar a velocidade do vento aparente, reduzindo assim o requisito de velocidade do avião relativamente ao navio.

Tipos de porta-aviões

Existem vários tipos de porta-aviões, alguns dos quais são obsoletos:
- Porta-hidroaviões, como o HMS Engadine, em desuso após a década de 1950.
- Navios de frota, como o USS Essex, geralmente de 20,000 a 65,000 toneladas.
- Navios de escolta, como o USS Barnes, construídos apenas durante a II Guerra Mundial e utilizados pela Marinha Real e Marinha dos EUA.
- Porta-aviões ligeiro, como o USS Independence, concebidos para transporte de caças.
- Navios CAM, como o SS Michael E, navios mercantes capazes de lançar mas não receber caças. Estas embarcações foram uma medida de emergência durante a II Guerra Mundial.
- Porta-aviões mercadores, como o MV Empire MacAlpine, outra medida de emergência que transformou navios de carga em navios equipados com deques.
- Navios de assalto anfíbio, como o USS Tarawa, que serviu também no transporte e descarga de soldados.
- Navio de guerra anti-submarinos, como o HMS Invincible, também conhecido como porta-helicópteros.
- Super-porta-aviões, como o USS Nimitz, tipicamente de 75,000 toneladas ou mais. Os porta-aviões são geralmente acompanhados de um determinado número de outros navios, para disporem de protecção contra a sua vulnerabilidade, transporte de mantimentos, e poder ofensivo adicional. A designação para este grupo de navios é geralmente grupo naval ou grupo de porta-aviões. Muitos dos Cruzadores e navios principais do período entre guerras dispunham de hidroaviões lançados por catapulta para reconhecimento. Estes seriam lançados com a catapulta e recuperados com um bote após aterrarem. Os hidroaviões seriam removidos quase na totalidade durante a Segunda Guerra Mundial. Muitos navios de guerra dispõem de pista de aterragem para helicópteros e os navios de assalto com helicóptero representam uma novo modelo de porta-aviões.

História e marcos

Segunda Guerra Mundial]

Origens

Eugene Ely foi o primeiro piloto a decolar de um navio estacionado em Novembro de 1910. O navio era o cruzador USS Birmingham, estacionado em Hampton Roads na Virginia, e a aterragem deu-se em Willoughby Spit após um vôo de 5 minutos. A 18 de Janeiro de 1911 tornou-se o primeiro piloto a aterrar num navio estacionado. Decolou da pista de corridas de Tanforan e aterrou no USS Pennsylvania ancorado em São Francisco (Califórnia). O comandante Charles Samson, RN, tornou-se o primeiro piloto a decolar de um navio em movimento a 2 de Maio de 1912. Decolou do navio de guerra HMS Hibernia num Shorts S27, com o navio a uma velocidade de 10,5 nós (19 km/h) durante a Inspecção da Frota Real, em Weymouth. O primeiro ataque conduzido a partir de um porta-aviões contra um alvo terrestre teve lugar a 19 de Julho de 1918. Sete Sopwith Camel lançados a partir do HMS Furious atacaram a base alemã de Zeppelin em Tondern. Vários aviões e balões foram destruídos.

O primeiro porta-aviões de deque plano

O Tratado Naval de Washington de 1922 impôs limites rígidos acerca dos pesos e carga dos navios de guerra e cruseiros de guerra para a maioria das potências navais a seguir à Primeira Guerra Mundial. Consequentemente, muitos navios em construção (ou em serviço) foram convertidos em porta-aviões. O primeiro deles a ter um deque plano completo foi o HMS Argus, cuja conversão foi completada em Setembro de 1918. O primeiro navio concebido especificamente como um porta-aviões foi o Hosho japonês, que entrou ao serviço em Dezembro de 1922, seguido do HMS Hermes que entrou ao serviço em Julho de 1923. De facto, a construção do Hermes iniciou-se anteriormente, mas a entrega foi atrasada devido a numerosos testes e experiências. No final da década de 1930 os porta-aviões de todo o mundo suportavam três tipos de aviões: torpedeiros, também usados para bombardeamentos convencionais e reconhecimento; bombardeiros de mergulho, também usados para reconhecimento (na Marinha dos EUA estes eram conhecidos como "bombadeiros-batedores"); e os caças para defesa aérea da frota e escolta dos bombardeiros. Devido às restrições de espaço nos porta-aviões, todos estes aviões seriam pequeno, do tipo motor único, tipicamente com asas flexíveis para optimizar o espaço do estacionamento.

Segunda Guerra Mundial

Marinha dos EUA Os porta-aviões tiveram um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial. O Japão começou a guerra com 10 (dez) porta-aviões - a maior e mais moderna frota de porta-aviões do mundo, naquela altura. No início da guerra só existiam 6 porta-aviões americanos com apenas 3 a operar no Pacífico, e 3 porta-aviões britânicos, dos quais apenas um operava no oceano Índico. As principais batalhas no Pacífico envolveram porta-aviões. A mais notavél, e que provocou a entrada dos EUA na guerra, foi o ataque Japonês a Pearl Harbor. A batalha de Midway - onde quatro porta-aviões Japoneses foram afundados num ataque supresa por aviões de três porta-aviões Americanos - costuma ser considerada o ponto de viragem da guerra no Pacífico. A partir deste momento, o porta-aviões substituiu o navio de guerra como a embarcação dominante naval no Pacífico. Além do ataque a Pearl Harbor, o porta-aviões foi também utilizado em ataques supresa. Um deles, e o único a usar os porta-aviões britânicos, foi o ataque supresa contra os navios de guerra Italianos, eliminando assim grande parte da frota Italiana. Outra operação foi o ataque Doolittle, um ataque inovador e único que lançou bombardeiros num ataque a Tóquio em pleno alto mar.

Pós-guerra

Durante a Segunda Guerra Mundial, os aviões podiam aterrar no deque paralelo ao eixo longo do navio. Uma vez aterrado, o avião seria estacionado no deque, na extremidade anterior do navio. Uma barreira de choque era erguida atrás para evitar que algum avião que falhasse a zona de aterragem, em caso de insucesso no engatilhamento do gancho de travagem, o que provocaria sérios prejuízos (físicos e materiais). Se a barreira não fosse forte o suficiente poderia ocorrer também a destruição dos navios estacionados. Uma importante inovação na década de 1940, pelo Reino Unido, foi o deque inclinado, em que a pista ficava inclinada num ângulo de poucos graus ao longo do navio. Devido a esta inclinação do deque, que conduz ao mar, se o piloto falhar os cabos de travagem, terá que aumentar a potência do motor para o máximo, de modo a ser içado novamente para o ar, por forma a não atingir os aviões estacionados. A imagem do USS John C. Stennis no início deste artigo mostra um deque de aterragem inclinado. A catapulta moderna, a vapor (vindo das caldeiras do navio), foi inventada pelo comandante C. C. Mitchell RNVR. Foi amplamente adoptada a seguir à demonstração no HMS Perseus entre 1950 e 1952, onde provou ser mais potente e fiável que as catapultas de ar comprimido introduzidas na década de 1930. Como actualmente apenas os porta-aviões nucleares têm caldeiras na sua propulsão nativa, a maioria está equipada com sistemas vapor apenas para as catapultas. década de 1930 A Marinha dos Estados Unidos tentou antecipadamente tornar-se uma força nuclear estratégica com o projecto de construção do USS United States, denominado CVA (sendo o "A" inicial de "atómico"). Este navio iria transportar bombardeiros de propelante-gémeo (twin-propeller bombers), cada um transportando uma bomba atómica. O projecto foi cancelado, e a letra "A" foi reciclada para significar "ataque". Porém, isto apenas atrasou o desenvolvimento dos porta-aviões. As armas nucleares seriam levadas para o mar, não obstante as objecções da USAF em 1955 a bordo do USS Forrestal (CVA-59). De facto, no final da década de 1950 a Marinha teria muitos aviões armados com bombas nucleares. Os anos do pós-guerra também favoreceram o desenvolvimento dos helicópteros, em diferentes vertentes, de modo a tornarem-se máquinas de guerra aérea. Embora os aviões de asas fixa sejam orientados para combate ar-ar e ataque ar-terra, os helicópteros podem ser utilizados para transportar equipamento e pessoal, podendo também ser utilizados na caça anti-submarino, devidamente equipados com sonar e mísseis. mísseis]]

Porta-aviões modernos

Utilizações mais recentes de porta-aviões incluem a Guerra das ilhas Falkand, em que o Reino Unido conseguiu vencer um conflito a 13 000 km de distância, grande parte devido à utilização dos navios HMS Hermes e HMS Invincible. Esta guerra viria a demonstrar o valor de um avião V/STOL — o Hawker Harrier. Os EUA também fizeram uso de porta-aviões na Guerra do Golfo, Afeganistão e para proteger os seus interesses no Pacífico. Mais recentemente, a invasão do Iraque em 2003 colocou em evidência os porta-aviões norte-americanos como base primária para o poderio aéreo dos Estados Unidos. Mesmo sem a capacidade de transferir números consideráveis de aviões para bases no Médio Oriente, os Estados Unidos foram capazes de conduzir vários ataques com esquadrões apoiados por porta-aviões. No início do século XXI, os porta-aviões em todo o mundo teriam a capacidade de transportar cerca de 1250 aviões. Dos Estados Unidos seriam cerca de 1000; o segundo país no topo da lista seria o Reino Unido que suportaria 50 aviões. O Reino Unido e a França conduzem actualmente uma expansão drástica da sua capacidade (com uma classe de navios comum).

Porta-aviões na ficção


- No filme The Final Countdown, de 1980, é sobre um encontro entre o USS Nimitz com porta-aviões japoneses mesmo antes do ataque a Pearl Harbor.
- O filme Top Gun, 1986, inculi combate e patrulhamento aéreo com aviões lançados do porta-aviões USS Enterprise.
- Classe Nimitz de Patrick Robinson centra-se em volta do afundamento de um navio de classe Nimitz, o fictício USS Thomas Jefferson.


- Lista de porta-aviões
- Lista de navios anfíbios


- [http://www.hazegray.org/navhist/carriers/ Listas de Porta-aviões da Haze Gray & Underway] Categoria:Tipos de navios Categoria:Marinha ja:航空母艦 ko:항공모함 ms:Kapal induk

Categoria:Aviação

Categoria:Meios de transporte Categoria:Força aérea ja:Category:航空 ko:분류:항공 교통

List of political parties in Flanders

Belgium has a multi-party political system, with numerous parties in which no one party often has a chance of gaining power alone, and parties must work with each other to form coalition governments. Belgian political parties are divided into two main groups, Dutch-speaking parties and Francophone parties. The Flemish parties operate in Flanders and in the Brussels-Capital Region. The Francophone parties operate in Wallonia and in the Brussels-Capital Region. There are also parties operating in the comparatively small German-speaking community. Political parties are thus organised along community lines, especially for the two main communities. There are no representative parties active in both communities. Even in Brussels, all parties presenting candidates are either Flemish parties, either French-speaking. As such, the internal organisation of the political parties reflects the fundamentally dual nature of Belgian society. From the creation of the Belgian state in 1830 and throughout most of the 19th century, two political parties dominated Belgian politics: the Catholic Party (Church-oriented and conservative) and the Liberal Party (anti-clerical and progressive). In the late 19th century the Socialist Party arose to represent the emerging industrial working class. These three groups still dominate Belgian politics, but they have evolved substantially in character. After World War II, the Catholic (now Christian Democratic) Party severed its formal ties with the Church. It became a mass party of the center, somewhat like a political party in the United States. In 1968, the Christian Democratic Party, responding to linguistic tensions in the country, divided into two independent parties: the Parti Social Chrétien (PSC) in French-speaking Belgium and the Christelijke Volkspartij (CVP) in Flanders. The two parties pursue the same basic policies but maintain separate organizations. The CVP is the larger of the two, getting more than twice as many votes as the PSC. The chairman of the Flemish catholic party is now Yves Leterme. Deputy Joëlle Milquet is president of the francophone catholic party. Following the 1999 general elections, the CVP and PSC were ousted from office, bringing an end to a 40-year term on the government benches. In 2001, the CVP changed its name to CD&V (Christen-Democratisch en Vlaams). In 2002, the PSC also changed its name to cdH (Centre démocrate humaniste). The modern Belgian Socialist parties have lost much of their early Marxist trappings. They are now primarily labor-based parties similar to the German Social Democratic Party and the French Socialist Party. The Socialists have been part of several postwar governments and have produced some of the country's most distinguished statesmen. The Socialists also split along linguistic lines in 1978. Steve Stevaert is the current head of the Flemish Socialist Party and Elio Di Rupo is the current president of the Francophone Socialists. In general, the Walloon Socialists tend to concentrate on domestic issues. In the eighties, the Flemish Socialists focused heavily on international issues, and on security in Europe in particular, where they frequently opposed U.S. policies. However, first with Willy Claes, then Frank Vandenbroucke and with Erik Derycke as Foreign Minister, all three Flemish Socialists, the party made a significant shift to the center adopting less controversial stances on foreign policy issues. The francophone Socialists are mainly based in the industrial cities of Wallonia (Liège, Charleroi, and Mons). The Flemish Socialists' support is less regionally concentrated. The Flemish Socialists changed their party's name to SP.a (Socialistische Partij anders) in 2002. The Liberal Parties chiefly appeal to businesspeople, property owners, shopkeepers, and the self-employed, in general. In American terms the Liberals' economic positions would be considered to reflect a moderate conservative ideology. There are two Liberal parties, formed along linguistic lines: The Flemish Liberals and Democrats (VLD, Vlaamse Liberalen en Democraten) who opened up their ranks to Volksunie defectors some years ago, are the largest political force in Belgium. The VLD is currently headed by Karel De Gucht, member of the Flemish regional parliament. The Party of Reform and Liberty (PRL) on the francophone side is headed by Antoine Duquesne, although Louis Michel, the Minister of Foreign Affairs, is generally considered to be the strong man. The PRL has merged with the christian-democratic split-off, MCC and the Brussels-based FDF which is particularly strong electorally in Brussels. This merger has taken the name Reformist Movement, Mouvement Réformateur. A postwar phenomenon in Belgium was the emergence of one-issue parties whose only reason for existence was the defense of the cultural, political, and economic interests of one of the linguistic groups or regions of Belgian society. See Flemish movement. The most militant Flemish regional party in Parliament in the 1950s and 1960s, the Volksunie (VU), once drew nearly one-quarter of Belgium's Dutch-speaking electorate away from the traditional parties. The Volksunie was in the forefront of a successful campaign by the country's Flemish population for cultural and political parity with the nation's long dominant French-speaking population. However, in recent elections the party has suffered severe setbacks. In October 2001 the party disintegrated. The left-liberal wing founded Spirit, while the more traditional Flemish nationalist wing continued under the banner Nieuw-Vlaamse Alliantie (NV-A). A year later, a number of prominent Spirit politicians left the party to join the VLD. Another special-interest party is the Front Democratique des Bruxellois Francophones (FDF). The Flemish (Agalev) and francophone (Ecolo) Ecologist parties made their Parliamentary breakthrough in 1981. They focus heavily on environmental issues and are the most consistent critics of U.S. policy. Following significant gains made in the 1999 general elections, the two green parties joined a federal coalition cabinet for the first time in their history, but were ousted after the next elections. Another one-issue party is the far right Vlaams Blok (Flemish Block) which broke away from the Volksunie in 1976. Originally a mainly Flemish regionalist and republican party, it has developed into the Flemish equivalent of the French National Front, concentrating on anti-immigration themes, often accused with xenophobia and racism. Party President was Euro-MP Frank Vanhecke, but Filip Dewinter is considered by many to have been the party's real leader. Many studies shows that a major share (if not a majority) of the party's electorate opposed its separatist and republican standpoints. Long dismissed as a "fringe" party by mainstream politicians, the Flemish Block shocked observers when in the 1991 elections it posted respectable scores in much of Flanders, but especially in Antwerp, The party scored even better in later local, regional and federal elections and still seemed to be winning support until it was disbanded in November 2004. The party was declared illegal on grounds of racism, and was disbanded. A new party, basically the same in organisation, membership and party programme, except for anyhting that could be seen as racist, was founded and labeled Vlaams Belang (Flemish Interest). A minor row about party-funding (Belgian political parties obtain government funding provided they have seats in the various parliaments and/or senate and per vote obtained in previous elections.) Vlaams Belang is in all but name the same as its predecessor, the "Vlaams Blok", which might in turn give rise to new complaints about racism. Equally opposed to the presence of immigrants is the Front National. Officially, it is a bilingual party, but in reality, it is a purely French-speaking group. The German speaking parties do not play an important role on federal level. The main German speaking parties are the CSP (christian-democratic), the PFF (liberal), the SP (social-democratic) and PJUPDB (regionalist). Some of the smaller parties have made alliances with the larger more traditional parties, especially in the Flemish Region. Both parties in any alliance remain independent, but both parties would field canditates on one combined list at elections. The smaller party would be assured of gaining seats, and the larger party would be assured of obtaining a larger overall share of the vote. This was especially true for the CD&V / NV-A alliance, whereby CD&V became the largest party by votes in the Flemish regional elections, so therefore it could initiate coalition talks and the party could appoint the leader of the Flemish regional government. The VLD / Vivant alliance did not perform well in the polls. The proposed SP.a / Spirit / Groen! alliance did not happen, instead the SP.a / Spirit alliance went to the polls.

The parties

Flemish


- Christian-Democratic and Flemish (Christen-Democratisch en Vlaams)
- Flemish Interest (Vlaams Belang)
- Flemish Liberals and Democrats (Vlaamse Liberalen en Democraten)
- Green! (Groen!)
- Left Socialist Party (Linkse Socialistische Partij)
- New-Flemish Alliance (Nieuw-Vlaamse Alliantie)
- Social Progressive Alternative (Sociaal Progressief Alternatief) -- also known as Socialist Party - Different (Socialistische Partij - Anders)
- Spirit

Francophone


- Citizens' Movement for Change (Mouvement des Citoyens pour le Changement)
- Democratic Front of Francophones (Front Démocratique des Francophones)
- Ecolo
- Humanist Democratic Centre (Centre Démocrate Humaniste)
- Movement for a Socialist Alternative (Mouvement pour une Alternative Socialiste)
- National Front (Front National)
-
Reformist Movement (Mouvement Réformateur)
-
Socialist Party (Socialist Party (francophone Belgium)|Parti Socialiste)

German


-
Christian Social Party (Christlich Soziale Partei)
-
Party for Freedom and Progress (Partei für Freiheit und Fortschritt)

Bilingual


-
Belgische Unie/Union Belge (Belgian Union)
-
Workers Party of Belgium (Partij van de Arbeid van Belgiuml/Parti du Travail de Belgique)
-
Vivant

See also


- Index of political parties to browse parties by name
- List of political parties to browse parties by country
- List of political parties by ideology to browse parties by name
- Membership of internationals to browse parties by membership of internationals
- Liberalism in Belgium
- Politics of Flanders
- Politics of Wallonia

External links


- [http://homepage.mac.com/vedeze/PhotoAlbum35.html/index.shtml satire on Belgian political parties] Belgium Category:Political parties in Belgium

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