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Cristal (desambiguação)Cristal pode ser:
- Cristal - sólido no qual os constituintes são átomos, moléculas, ou íons
- Cristal - município brasileiro do Rio Grande do Sul
- Cristal - bairro da cidade de Porto Alegre
Cristal
Um cristal é um sólido no qual os constituintes átomos, moléculas, ou íons. Na química e mineralogia, um cristal é uma forma de matéria na qual as suas moléculas são agregadas regularmente constituindo uma estrutura cristalina, com a forma externa de um sólido de faces planas simetricamente arranjadas.
- Em electrónica, um cristal é uma peça cristalina de um semicondutor utilizado num dispositivo, como um receptor de rádio, devido às suas propriedades de condução eléctrica.
condução eléctrica
Artigos Relacionados
- Estrutura cristalina
- cristal líquido
Categoria:Cristalografia
Categoria:Química
ja:結晶
ÁtomoUm átomo é a menor porção em que pode ser dividido um elemento químico, mantendo ainda as suas propriedades físico-químicas mínimas.
É sabido que o átomo isoladamente não tem:
- Ponto de fusão.
- Ponto de ebulição.
- Volume molar.
- Densidade.
Também é sabido que o átomo tem:
- Raio atômico.
- Raio iônico.
- Energia de ionização.
O ÁTOMO
Os átomos são os componentes básicos das moléculas e da matéria comum.
São compostos por partículas subatómicas. As mais conhecidas são os prótons, os nêutrons e os elétrons.
Compreender o átomo é fundamental para o estudo da química, da física e da tecnologia do mundo moderno.
O átomo é a unidade fundamental da matéria, o que significa dizer que toda matéria é constituída de átomos.
A sua nomenclatura deriva do grego, em que significa indivisível (a = não, tomos = parte), pois quando de sua descoberta, julgava-se que era impossível a sua decomposição em unidades menores.
O átomo é formado por duas regiões básicas: o núcleo atômico e a eletrosfera, no qual se situam suas partículas componentes.
O núcleo é constituído de prótons (cargas positivas) e nêutrons (cargas neutras). Os nêutrons estabilizam o núcleo, uma vez que cargas de mesmo sinal tendem a se repelir.
Em torno do núcleo, na eletrosfera, estão os elétrons (cargas negativas). Os elétrons são atraídos pela carga positiva dos prótons e então ficam ao seu redor, na eletrosfera.
Havendo dois prótons no núcleo, devido à força nuclear forte, haverão dois nêutrons, e devido à força eletromagnética dois elétrons orbitando este núcleo.
Como a carga do elétron é igual à carga do próton, embora de naturezas opostas, para haver um equilíbrio eletrodinâmico no átomo, existe a necessidade da anulação ou neutralização das cargas eletromagnéticas. Desta maneira, quando existir uma determinada quantidade de cargas positivas no núcleo, a quantidade de cargas negativas externas deve ser a mesma num átomo em seu estado fundamental. Ocorrendo esta condição, pode-se dizer que o átomo é eletricamente neutro.
História
Estrutura
O átomo é composto por três partículas: o elétron, o próton e o nêutron. Estas partículas localizam-se em duas regiões do átomo: o núcleo atômico (prótons e nêutrons), e a eletrosfera (elétrons).
O elétron e o próton possuem a mesma carga, porém não a mesma massa. O próton é 1836,11 vezes mais massivo que o elétron. Usando, como exemplo hipotético, um átomo de vinte prótons e vinte nêutrons em seu núcleo, e este estando em equilíbrio eletrodinâmico, terá vinte elétrons orbitando em suas camadas exteriores. Sua carga elétrica estará em perfeito equilíbrio eletrodinâmico, porém 99,97% de sua massa encontrará-se no núcleo. Apesar do núcleo conter praticamente toda a massa, seu volume em relação ao tamanho do átomo e de suas orbitais é minúsculo. O núcleo atômico mede em torno de 10-43 centímetros de diâmetro, enquanto que o átomo mede cerca de 10-8 centímetros.
O átomo é cem mil vezes maior que seu núcleo, e sua estrutura interna pode ser considerada , para efeitos práticos, oca; pois para encher todo este espaço vazio de prótons e nêutrons (ou núcleos) necessitaríamos de um bilhão de milhões de núcleos.
Interação atômica
Se tivermos dois átomos hipotéticos, cuja carga elétrica seja neutra, presume-se que estes não se afetarão mutuamente por causa da neutralidade da força electromagnética entre si.
A distribuição de cargas no átomo se dá de forma diversa. A carga negativa é externa, a carga positiva é interna, isto ocorre por que os elétrons orbitam o núcleo. Quando aproximamos dois átomos, mesmo estando em perfeita neutralidade interna, estes se repelem, se desviam ou ricocheteiam.
Exemplo típico ocorre no elemento hélio (He) onde seus átomos estão em eterno movimento de mútuo ricochete.
Em temperatura ambiente, o gás hélio tem no movimento de seus átomos um rápido ricochete. Ao diminuir a temperatura, o movimento oscilatório diminui, o volume fica menor e a densidade aumenta. Chegaremos teoricamente num ponto em que o movimento de ricochete diminuirá tanto que não se poderá mais retirar energia deste. A este nível térmico, damos o nome de zero absoluto, este é –273,18 ° C.
Força de Van der Waals
A carga eletrônica, não se distribui de maneira uniforme, algumas partes da superfície atômica são menos negativas que outras. Em função disto, a carga positiva que se encontra no interior do átomo infiltrar-se-á pelas áreas menos negativas externas, por isso haverá uma débil atração eletrostática entre os dois átomos chamada de força de Van der Waals.
Em baixíssima temperatura, os átomos de hélio movem-se muito lentamente, seu ricochete diminui a tal grau que é insuficiente para vencer as forças de Van der Waals, como o átomo de hélio é altamente simétrico, por este motivo as forças atuantes neste elemento são muito fracas. A contração do hélio ocorre e este acaba por se liquefazer a 4,3 graus acima do zero absoluto.
Nos demais gases presentes na natureza sua distribuição de cargas é menos simétrica que no hélio, as forças de Van der Waals são maiores ocasionando uma liquefação em temperaturas maiores.
Atração atômica
Nas regiões externas dos átomos, a distribuição eletrônica se dá em camadas, sua estrutura apresenta a estabilidade máxima se estas estiverem completas. Com exceção do hélio e outros elementos com estabilidade e simetria semelhante, geralmente a camada mis exterior do átomo é incompleta, ou podem possuir excesso de elétrons. Em função disto pode haver a transferência de um ou dois elétrons do átomo em que estão em excesso, para o átomo em que estão em falta, deixando as camadas externas de ambos em equilíbrio.
O átomo que recebe elétrons ganha carga negativa, o que perdeu não equilibra totalmente sua carga nucléica, positiva. Ocorre então o aglutinamento atômico.
Existe ainda o caso de dois átomos colidirem, ocorrendo, há o compartilhamento eletrônico entre ambos que passam a ter suas camadas mais externas completas desde que permaneçam em contato.
Tipos de Átomos (ou elementos químicos) conhecidos
A Tabela Periódica dos Elementos
Elementos Radiativos
Uma vez partilhados eletronicamente os átomos podem possuir entre si uma ligação tão forte que para separá-los é necessária uma quantidade razoável de energia, portanto, permanecem juntos. Estas combinações são chamadas de moléculas, nome derivado do latim que significa pequeno objeto.
Nem sempre dois átomos em contato são suficientes para ter estabilidade, havendo necessidade de uma combinação maior para tê-la.
Para formar uma molécula de hidrogênio são necessários dois átomos deste elemento, uma molécula de oxigênio, necessita de dois átomos de oxigênio, e assim sucessivamente.
Para a formação de uma molécula de água são necessários dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio; metano, necessita de um átomo de carbono e quatro de hidrogênio; dióxido de carbono (bióxido), um carbono, e dois oxigênios e assim sucessivamente.
Existem casos de moléculas serem formadas por uma grande quantidade de átomos, são as chamadas macromoléculas. Isto ocorre principalmente com compostos de carbono, pois o átomo de carbono pode partilhar elétrons com até quatro elementos diferentes simultaneamente. Logo, pode ser possível a constituição de cadeias, anéis, e ligações entre estas moléculas longas, que são a base da chamada química orgânica.
Essa é a base das moléculas que caracterizam o tecido vivo, ou seja, a base da vida. Quanto maior a molécula e menos uniforme a distribuição de sua carga elétrica, mais provável será a reunião de muitas moléculas e a formação de substâncias líquidas ou sólidas. Os sólidos são mantidos fortemente coesos pelas interações eletromagnéticas dos elétrons e prótons e entre átomos diferentes e entre moléculas diferentes.
Em algumas ligações atômicas onde os elétrons podem ser transferidos formam-se os chamados cristais (substâncias iônicas). Nestes, os átomos podem estar ligados em muitos milhões, formando padrões de grande uniformidade. No átomo, sua interação nuclear diminui à medida em que aumenta a distância.
Energia atômica
- Energia nuclear
- Fissão nuclear
- Fusão nuclear
Usinas atômicas
- Reator nuclear
- Central nuclear
Bombas atômicas
- Bomba atômica
Atomo
ja:原子
ko:원자
ms:Atom
simple:Atom
th:อะตอม
MoléculaUma molécula é um conjunto electricamente neutro de dois ou mais átomos unidos por pares compartilhados de elétrons (ligações covalentes) que se comportam como uma única partícula. Uma substância que apresente somente ligações covalentes e formada por moléculas discretas é chamada de substância molecular cuja ligação suficientemente forte caracteriza como uma identidade estável.
A molécula é a menor parte de uma substância pura que ainda é aquela substância. Pode ser formada por um único átomo como o hélio (He), por mais de um átomo do mesmo elemento como o oxigênio (O2), ou por átomos de elementos diferentes, por exemplo, a água (H2O).
Um antigo conceito diz que a molécula é a menor parte de uma substância que mantém suas características de composição e propriedades químicas, entretanto tem-se conhecimento atualmente que as propriedades químicas de uma substância não são determinadas por uma molécula isolada, mas por um conjunto mínimo destas.
Muitas substâncias familiares são feitas de moléculas (por exemplo açúcar, água, e a maioria dos gases) enquanto muitas outras substâncias igualmente familiares não são moleculares em sua estrutura (por exemplo sais, metais, e os gases nobres).
gase
Quando iniciou-se o estudo e formulação da teoria atômica, era dado o nome de átomo a qualquer entidade química que poderia ser considerada fundamental e indivisível. As observações no comportamento dos gases levaram ao conceito de átomo como unidade básica da matéria e relacionada ao elemento químico, desta forma, houve uma distinção da molécula como "porção fundamental de todo composto", obtida pela união de vários átomos por ligações de natureza diferente.
Basicamente, o átomo abriga em seu núcleo partículas elementares de carga elétrica positiva (prótons) e neutra (nêutrons), este núcleo atômico é rodeado por uma nuvem de elétrons em movimento contínuo (eletrosfera). A maioria dos elementos não são estáveis, por isso, quando dois átomos se aproximam, há uma interação das nuvens eletrônicas entre si. Esta interação se dá também com os núcleos dos respectivos átomo, isto acaba por torná-los estáveis. Os átomos se ligam e formam agregados de moléculas.
A natureza das moléculas determina as propriedades químicas das substâncias, se caracterizam pela natureza dos átomos que as integram, pela relação de proporção entre esses átomos e pelo seu arranjo dentro de si.
Uma ligação entre dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (H2O), forma uma molécula de água; dois átomos de cada um desses mesmos elementos produz peróxido de hidrogênio (H2O2), vulgarmente chamado de água oxigenada, cujas propriedades são diferentes da água.
Os átomos também se ligam em proporções idênticas, mas podem formar isômeros, que são moléculas diferentes. No álcool etílico (CH3CH2OH) e o éter metílico (CH3OCH3), é a diferença de arrumação dos átomos que estabelece ligações diferentes dentro da molécula.
A distribuição espacial dos átomos que formam uma molécula depende das propriedades químicas e do tamanho destes. Quando muito eletronegativos os átomos formam ligações classificadas como covalentes, pois apresentam aspecto equilibrado e simétrico.
Se houver maior afinidade sobre os elétrons compartilhados, a distribuição espacial é deformada e modificam-se os ângulos da ligação, que passa a ser polar. Nas ligações covalentes, os conceitos de orbital molecular e orbital atômico são fundamentais.
As possíveis combinações dos números quânticos definem o estado físico de um átomo. Podemos distinguir quatro tipos de orbitais atômicos, definidos pelo número quântico principal: s, de simetria esférica, e p, d e f, constituídos por estruturas em forma helicoidal dispostas ao longo ou entre os eixos direcionais das três dimensões.
No caso das substâncias iônicas, é nítida a diferença no que se refere à força de atração entre os elétrons, estes se deslocam de um átomo para outro. No caso do sal de cozinha, (cloreto de sódio - NaCl), no estado sólido, consiste de íons positivos de sódio e íons negativos de cloro. As forças elétricas existentes entre esses íons formam os seus cristais.
Categoria:Física atômica e molecular
als:Molekül
ja:分子
ko:분자
simple:Molecule
th:โมเลกุล
Íon
Um íon, ou ião é, geralmente, um átomo ou molécula carregada eletricamente. Íons carregados negativamente são conhecidos como ânions, ou aniões (que são atraídos para ânodos), enquanto íons carregados positivamente são conhecidos como cátions, ou catiões (que são atraídos por cátodos).
Campos científicos
Em química, um íon é uma molécula ou átomo electricamente carregado, que ganhou ou perdeu electrões do seu complemento normal num processo conhecido como ionização.
Em física, núcleos atómicos completamente ionizados, como os da radiação alfa, são habitualmente designados como partículas carregadas. A ionização é geralmente alcançada pela aplicação de elevadas energias aos átomos, ou através de voltagem eléctrica ou por via de radiação de alta energia. Um gás ionizado é chamado plasma.
História
Os iões foram pela primeira vez teorizados por Michael Faraday por volta de 1830, para descrever as porções de moléculas que viajam quer para um anião, quer para um catião. No entanto, o mecanismo através do qual o fenómeno se processa só foi descrito em 1884 por Svante August Arrhenius na sua tese de doutoramento na Universidade de Uppsala. A teoria de Arrhenius a princípio não foi aceite (ele conseguiu o doutoramento com a nota mais baixa possível), mas acabou por ganhar o Prémio Nobel de Química em 1903 pela mesma dissertação.
Análise
Para átomos isolados num vácuo, existem constantes físicas associadas ao processo de ionização. A energia necessária para remover electrões de um átomo é chamada energia de ionização, ou potencial de ionização. Estes termos são também usados para descrever a ionização de moléculas e sólidos, mas os valores não são constantes, porque a ionização pode ser afectada pela química, geometria e temperatura locais.
As energias de ionização decrescem ao longo de um grupo da Tabela Periódica, e aumentam da esquerda para a direita ao longo de um período. Estas tendências são o exacto oposto das tendências para o raio atómico. Electrões em átomos mais pequenos são atraídos mais fortemente para o núcleo, e portanto a energia de ionização é mais elevada. Em átomos maiores, os electrões não estão presos com tanta força, e portanto a energia de ionização é mais baixa.
A primeira energia de ionização é a energia necessária para remover um electrão, a segunda para remover dois electrões, etc. As energias de ionização sucessivas são sempre maiores que a anterior, e há uma certa n-ésima energia de ionização que é significativamente mais elevada que as demais. Por esta razão, os iões tendem a formar-se só de certas formas. Por exemplo, o sódio encontra-se na forma Na+, mas não, geralmente, na forma Na2+ devido à grande quantidade de denergia de ionização que seria necessária. Do mesmo modo, o magnésio encontra-se como Mg2+, mas não como Mg3+ e o alumínio pode existir como um catião Al3+.
Etimologia
As diversas variantes ião, íon, ionte, iônio, iono e ion provêm do grego ion, particípio presente de ienai, "vai", ou seja, "o que vai". "Anion" e "cation" significam "o que vai para cima" e "o que vai para baixo", e "ânodo" e "cátodo" significam "caminho para cima" e "caminho para baixo" (hodos = estrada, caminho).
Ion
ja:イオン
ko:이온
ms:Ion
simple:Ion
Cristal (Rio Grande do Sul)
Cristal é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 30º59'59" Sul e a uma longitude 52º02'54" Oeste, estando a uma altitude de 500 metros. Sua população estimada em 2004 era de 6 918 habitantes.
Possui uma área de 682,14 km2. É um município que conta com as águas do rio Camacuã.
categoria:Municípios do Rio Grande do Sul
ja:結晶
Porto Alegre
Porto Alegre é a capital do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Pertence à Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e à Microrregião Porto Alegre. É localizada junto ao Guaíba no extremo sul do país. A cidade se constituiu a partir da chegada de casais açorianos portugueses em 1742. No século XIX contou com o influxo de muitos imigrantes alemães, poloneses e italianos. O feriado de Porto Alegre é o dia 2 de fevereiro, o dia de Nossa Senhora dos Navegantes, padroeira da cidade.
A Região Metropolitana de Porto Alegre conta com mais de 30 cidades. Entre elas as principais são: Canoas, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Gravataí.
Em 2001, foi a cidade sede do I Fórum Social Mundial, evento, agora itinerante, que enfoca as questões sociais do mundo atual. Foi sede deste evento também em 2002, 2003 e 2005.
História
: Artigo principal: História de Porto Alegre.
O primeiro nome dado à atual Porto Alegre foi o de Porto de Viamão, no século XVIII. Como ainda não existia um centro urbano, os estancieiros da região aproveitavam o Guaíba como meio de comunicação com Rio Grande e Rio Pardo. A região, na época conhecida como campos de Viamão, era um distrito de Laguna (em Santa Catarina). O porto, assim, era conhecido como Porto de Viamão.
Em 1740, a área foi concedida como sesmaria a Jerônimo de Ornelas Meneses de Vasconcelos, português nascido na ilha da Madeira. Em decorrência, o porto passou ser chamado de "Porto do Dorneles". De acordo com o historiador Walter Spalding, o porto propriamente dito ficava na foz de um pequeno riacho, onde atualmente está localizada a Ponte de Pedra do Largo dos Açorianos.
Nessa mesma época, o governo português incentivou a vinda de casais açorianos à região, com o intuito de resolver dois problemas: o primeiro era o superpovoamento das ilhas dos Açores, e o segundo era assentar a dominação portuguesa no sul do Brasil, região ameaçada pelas colônias espanholas do sul e oeste do continente sul-americano. Assim, em 1752 chegou a primeira leva de casais açorianos, que se instalaram no então Porto de Dorneles e serviram de ponto de apoio aos novos casais imigrantes que chegavam para se instalar em outras regiões do Rio Grande do Sul. Com essa leva de casais, o porto passou a ser conhecido como o "Porto dos Casais".
Em 1763, com a invasão espanhola da cidade de Rio Grande, então capital do Estado, a sede do governo acabou por ser transferida para Viamão, cidade adjacente ao Porto dos Casais. Com o desenvolvimento do porto e sua posição estratégica à beira do rio Guaíba, o governador da época, José Marcelino de Figueiredo, resolveu transferir a capital de Viamão para Porto dos Casais em 1773, trocando nessa ocasião o nome para Porto Alegre.
Os nomes de Porto Alegre
- Porto do Viamão (cerca de 1730)
- Porto dos Dorneles (cerca de 1740)
- Porto dos Casais (cerca de 1752)
- Porto de São Francisco dos Casais (1772)
- Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre (1773)
- Vila de Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre (1809)
- Cidade de Porto Alegre (1822)
- Leal e Valorosa Cidade de Porto Alegre (a partir de 1841)
Obs: o nome Leal e Valorosa decorre do fato de Porto Alegre ter se mantido fiel ao Império Brasileiro durante a Guerra dos Farrapos. No brasão da cidade está grafado Valerosa.
Política
Foi administrada por 16 anos pelo Partido dos Trabalhadores, PT. Em 1988 Olívio Dutra foi eleito, seguido por Tarso Genro, Raul Pont, Tarso Genro (novamente) que renunciou a fim de concorrer ao Governo do Estado (no que não obteve êxito) dando lugar a seu vice, João Verle. Em 2004 foi eleito José Fogaça, que concorreu pelo PPS e assumiu a prefeitura em 1 de janeiro de 2005.
Prefeitos
- 1897 - 1924 - José Montaury, PRR
- 1924 - 1928 - Otávio Rocha, PRR
- 1928 - 1937 - Alberto Bins
- 1937 - 1943 - José Loureiro da Silva
- 1948 - 1954 - Ildo Meneghetti
- 1955 - Manoel Sarmanho Vargas
- 1956 - Leonel de Moura Brizola
- 1958 - Tristão Sucupira Viana
- 1960 - 1964 - José Loureiro da Silva
- 1964 - Sereno Chaise
- 1964 - Célio Marques Fernandes
- 1969 - Telmo Thompson Flores
- 1975 - Guilherme Socias Villela
- 1983 - João Antonio Dib
- 1986 - Alceu de Deus Collares, PDT
- 1988 - Olívio Dutra, PT
- 1992 - Tarso Genro, PT
- 1996 - Raul Pont, PT
- 2000 - Tarso Genro, PT
- 2002 - João Verle, PT
- 2004 - José Fogaça, PPS
Demografia
PPS
População
- ~1800: 6.000;
- 1822: 12.000;
- 1872: 43.998 (IBGE);
- 1890: 52.421 (IBGE);
- 1900: 73.647 (IBGE);
- 1920: 179.263 (IBGE);
- 1940: 272.232 (IBGE);
- 1950: 394.151 (IBGE);
- 1960: 635.125 (IBGE);
- 1970: 885.545 (IBGE);
- 1980: 1.125.477 (IBGE);
- 1991: 1.263.403 (IBGE);
- 1996: 1.286.879 (IBGE);
- 2000: 1.360.590 (IBGE);
- 2004: 1.416.363 (IBGE - estimada).
- 2005: 1.428.696 (IBGE - estimada).
Bairros de Porto Alegre
Cultura
Porto Alegre possui uma série de eventos e atividades culturais invejados por diversas outras cidades. Além da programação tradicional, há grandes eventos que marcam a passagem do tempo com um calendário peculiar.
No verão, por exemplo, enquanto muitos estão preocupados em ir à praia, Porto Alegre oferece para seus habitantes o Porto Verão Alegre, circuito de peças teatrais que em 2005 contou com 67 peças diferentes.
Fórum Social Mundial
Ainda no verão, em 2001, 2002, 2003 e 2005 a cidade foi sede do Fórum Social Mundial, reunindo mais de 100 mil pessoas (com exceção do primeiro) de mais de 100 países em cada edição para discussões, debates e mobilização. Há um compromisso de que o Fórum viajará o mundo, como já o fez em 2004, na Índia, mas sempre voltará para a sua cidade natal.
Tradicionalismo
Em setembro, o Acampamento Farroupilha enche a cidade de orgulho gaúcho. Centenas de piquetes montam suas barracas e fazem os seus churrascos no Parque Harmonia. Essa parte do centro da cidade ganha ares de estância, onde a hospitalidade gaúcha aconchega os visitantes.
Feira do Livro
Em outubro ocorre a Feira do Livro de Porto Alegre, a maior feira de livros a céu aberto da América. A primeira edição da Feira foi em 1955, a primeira do Brasil. Estima-se que quase 2 milhões de pessoas visitam a Feira.
Futebol
A Capital do Gaúchos tem diversos clubes de futebol. Os dois grandes são o o Sport Club Internacional, tri-campeão brasileiro, e o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense que já conquistou um título mundial, dois títulos da Libertadores da América, dois títulos nacionais e quatro títulos da Copa do Brasil. Também destacam-se pela tradição o Esporte Clube São José e o Esporte Clube Cruzeiro. Há algum tempo, a equipe do Lami começou a participar dos torneios profissionais organizados pela Federação Gaúcha de Futebol.
Futebol Amador
O futebol amador também é destacado na cidade, tendo a Copa Paquetá de Futebol Amador como uma das maiores competições entre times da várzea. O Campeonato Municipal organizado pela Prefeitura é o maior e mais importante campeonato da cidade e é disputado por clubes de tradição como o Pombal Futebol Clube (1922) e o Clarão da Lua (1946).
Ligas de Futebol Amador de Porto Alegre
- Liga de Futebol Amador Ramiro Souto (Redenção) http://www.byweb.com.br/liga
- Liga do Parcão (Parque Moinhos de Vento)
- Liga do Araribóia
Pontos turísticos
Artigos relacionados
- Hino de Porto Alegre
Porto-alegrenses
Pessoas relacionadas a Porto Alegre
- Mário Quintana
- Luis Fernando Verissimo
Jornais
- Correio do Povo
- O Pioneiro
- Zero Hora
- Diário Gaúcho
- O Sul
Páginas externas
- http://www.portoalegre.rs.gov.br/ - Página oficial
-
Categoria:Municípios do Rio Grande do Sul
Categoria:Capitais do Brasil
ja:ポルト・アレグレ
Host-based intrusion detection systemA Host-based Intrusion Detection System (HIDS), as a special category of an Intrusion-Detection System, focuses its monitoring and analysis on the internals of a computing system rather than on its external interfaces (as a Network Intrusion Detection System (NIDS) would do).
Overview
A HIDS will monitor all or part of the dynamic behavior and of the state of a computer system. Much as a NIDS will dynamically inspect network packets, a HIDS might detect which program accesses what resources and assure that (say) a word-processor hasn't suddenly and inexplicably started modifying the system password-database. Similarly a HIDS might look at the state of a system, its stored information, whether in RAM, in the file-system, or elsewhere; and check that the contents of these appear as expected.
One can think of a HIDS as an agent that monitors whether anything/anyone - internal or external - has circumvented the security policy that the operating system tries to enforce.
Monitoring dynamic behavior
Many computer users have encountered tools that monitor dynamic system behavior in the form of anti-virus (AV) packages. While AV programs often also monitor system state, they do spend a lot of their time looking at who is doing what inside a computer - and whether a given program should or should not access one or another system resource. The lines become very blurred here, as many of the tools overlap in functionality.
Monitoring state
The principle of operation of a HIDS depends on the fact that successful intruders (crackers) will generally leave a trace of their activities. (In fact, such intruders often want to own the computer they have attacked, and will establish their "ownership" by installing software that will grant the intruders future access to carry out whatever activity ( keyboard logging, identity theft, spamming, botnet activity, spyware-usage etc.) they envisage.)
In theory, a computer user has the ability to detect any such modifications, and the HIDS attempts to do just that and reports its findings.
Ideally a HIDS works in conjunction with a NIDS, such that a HIDS finds anything that slips past the NIDS.
Ironically, most successful intruders, on entering a target machine, immediately apply best-practice security techniques to secure the system which they have infiltrated, leaving only their own backdoor open, so that other intruders can not take over their computers. (Crackers are a competitive bunch...) Again, one can detect (and learn from) such changes.
Technique
In general a HIDS uses a database (object-database) of system objects it should monitor - usually (but not necessarily) file-system objects. A HIDS could also check that appropriate regions of memory have not been modified, for example - the system-call table comes to mind for Linux, and various vtable structures in Microsoft Windows.
For each object in question a HIDS will usually remember its attributes (permissions, size, modifications dates) and perhaps create a checksum of some kind (an MD5 hash or similar) for the contents, if any. This information gets stored in a database for later comparison (checksum-database). Note that a matching MD5 hash does not provide a complete guarantee that an intruder or other unauthorised user has not tampered with the target file. Recent ( 2004) research has resulted in claims (still under debate) that the probability of such tampering may exceed what one might hope.
Operation
At installation time - and whenever any of the monitored objects change legitimately - a HIDS must initialise its checksum-database by scanning the relevant objects. Persons in charge of computer security need to control this process tightly in order to prevent intruders making un-authorized changes to the database(s). Such initialisation thus generally takes a long time and involves cryptographically locking each monitored object and the checksum databases or worse. Because of this, manufacturers of HIDS usually construct the object-database in such a way that makes frequent updates to the checksum database unnecessary.
Computer systems generally have many dynamic (frequently changing) objects which intruders want to modify - and which a HIDS thus should monitor - but their dynamic nature makes them unsuitable for the checksum technique. To overcome this problem, HIDS employ various other detection techniques: monitoring changing file-attributes, log-files that decreased in size since last checked, and a raft of other means to detect unusual events.
Once a system administrator has constructed a suitable object-database - ideally with help and advice from the HIDS installation tools - and initialized the checksum-database, the HIDS has all it requires to scan the monitored objects regularly and to report on anything that may appear to have gone wrong. Reports can take the form of logs, e-mails or similar.
Protecting the HIDS
A HIDS will usually go to great lengths to prevent the object-database, checksum-database and its reports from any form of tampering. After all, if intruders succeed in modifying any of the objects the HIDS monitors, nothing can stop such intruders from modifying the HIDS itself - unless security administrators take appropriate precautions. Many worms and viruses will try to disable anti-virus tools, for example. Sadly, a lot of them succeed in doing so.
Apart from crypto-techniques, HIDS might allow administrators to store the databases on a CD-ROM or on other read-only memory devices (another factor militating for infrequent updates...) or storing them in some off-system memory. Similarly, a HIDS will often send its logs off-system immediately - in some instances via one-way communications channels, such as a serial port which only has "Transmit" connected, for example.
One could argue that the trusted platform module comprises a type of HIDS. Although its scope differs in many ways from that of a HIDS, fundamentally it provides a means to identify whether anything/anyone has tampered with a portion of a computer. Architecturally this provides the ultimate (at least at this point in time) host-based intrusion detection, as depends on hardware external to the CPU itself, thus making it that much harder for an intruder to corrupt its object and checksum databases.
See also
- Intrusion detection system
- Network Intrusion Detection System
- tripwire - a pioneering HIDS
- Trusted Computing Group
- Trusted platform module
External links
- [http://md5deep.sourceforge.net/ md5deep - an Open Source HIDS]
- [http://sourceforge.net/projects/aide Aide - an Open Source HIDS that aims to do what tripwire does]
- [http://la-samhna.de/samhain/ Samhain - an Open Source HIDS]
- [http://www.snort.org Snort - an Open Source NIDS]
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Category:Computer security
Category:System administration
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| :: RELATED NEWS :: |
Bélier hydraulique
Catégorie:HydrologieCatégorie:Hydraulique
Le bélier hydraulique est un dispositif permettant de pomper de l'eau à une certaine hauteur sans autre énergie que la force de la même eau.
C'est une invention de Joseph Michel Mongolfier, celui qui construisit avec son frère, Jacques Etienne, le premier ballon à air chaud.
Joseph Michel Mongolfier eut l'idée en
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Soaring
Surf des airs. (littéralement monter c’est-à-dire prendre les ascendants, les courants chauds montant le long des parois collines ou montagnes)
- Vol à voile
- parapente
Catégorie:Vol à voile
sous-préfectures de la Haute-Vienne.
Les 3 arrondissements actuels ont comme chef-lieu : Limoges, Bellac, Rochechouart
- Arrondissement de Bellac
- Villeneuve-les-Convers
La Villeneuve-les-Convers est une commune française, située dans le département de la Côte-d'Or et la région Bourgogne.
Petite commune essentiellem
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Pascal Obispo
Pascal Obispo, est un chanteur, interprète et compositeur français, né à Bergerac le 8 janvier 1965.
Alors qu'il chante et joue de la musique depuis les années 80, il doit attendre 1990 pour signer son premier album. Dès son deuxième album, ses chansons rencontrent un vif succès qui ne l'a depuis jamais quitté, par exemple "Plus que tout au monde", "Laurelenn", "Tombé pour elle", "Lucie", "Personne" etc. Connu aussi pour ses frasques (ses tenues vest
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Ordre de bourse
Un ordre de Bourse est un ordre passé par une personne ou une institution à un intermédiaire (courtier...) pour acheter ou vendre en Bourse.
Cet ordre indique essentiellement :
- le sens de l'opération (vendre ou acheter),
- la nature des titres, biens ou contrats dérivés concernés,
- la quantité offerte ou demandée,
- et éventuellement une date limite et un prix limite pour exécuter l'ordre.
Il désigne aussi le marché sur lequel doit se fair
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MAdrid LinuX
MAX, acronyme de MAdrid LinuX, est un système d'exploitation GNU/Linux basé sur un Live-CD de type Debian. Elle a été créée par le Consejería de Educación (en français, conseil de l'éducation) de la communauté autonome de Madrid.
Lien externe
- [http://www.educa.madrid.org/web/madrid_linux/ Site officiel]
Catégorie:Distribution Linux
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Arve
L'Arve est un torrent des Alpes qui prend sa source dans le massif du Mont-Blanc.
Né dans la montagne de Balme sur les hauteurs du village du Tour (vallée de Chamonix), l'Arve est gonflé par de nombreux torrents de montagne tels l'Arveyron, torrent exutoire de la Mer de gl
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DUT Gestion du Développement et de l'Action Humanitaire
Catégorie:Études supérieures en France
catégorie:diplôme
DUT Gestion du Développement et de l'Action Humanitaire, au sein du Département Carrières Sociales de l'Université Michel de Montaigne Bordeaux 3.
Créé en 1993 à l'IUT, ce DUT s'adresse à ceux qui se destinent à une activité professionnelle de niveau intermédiaire da
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40 (nombre)
Catégorie:nombre
:Quarante redirige ici. Cet article est relatif au nombre 40. Pour l'année, voir 40 et Quarante (homonymie).
40 (quarante) est l'entier naturel qui suit 39 et qui précède 41. En anglais, (forty) est le seul nombre dont les lettres apparaissent
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