:: wikimiki.org ::
| Manuel Fraga |
Manuel FragaManuel Fraga Iribarne é um político espanhol, nascido em 1922 em Vilalba (província de Lugo, Galiza).
Licenciou-se em Direito e em Ciências Políticas e Económicas, e iniciou a actividade política em 1952, como secretário-geral do Instituto de Cultura Hispânica, e ocupou em seguida vários cargos na área da educação e da cultura. Em 1962 foi nomeado ministro da Informação e Turismo, na época em que a Espanha se tornou numa das principais potências do turismo.
Em 1973 é nomeado embaixador de Espanha no Reino Unido, e regressou ao seu país dois anos depois para integrar o primeiro Governo da reinstuarada monarquia, como vice-presidente e responsável pelos Assuntos Internos. Entre 1977 e 1978 fez parte do grupo que redige a Constituição espanhola e fundou a Aliança Popular, antecessora do actual Partido Popular (PP), cuja liderança deixa em 1987, quando é eleito deputado ao Parlamento europeu.
Desde a transição democrática, Fraga Iribarne apresentou-se a todas as eleições até 1986, tendo sido eleito deputado pela comunidade de Madrid nas eleições legislativas de 1977, 1979, 1982 e 1986.
Em 1989 liderou a lista do Partido Popular às eleições regionais da Galiza, vencendo com maioria absoluta, e tornando-se presidente da Junta. O êxito eleitoral veio a repetir-se nas três eleições seguintes - 1993, 1997 e 2001. Aos 82 anos, nas eleições regionais galegas de Junho de 2005, perde por um deputado a maioria absoluta (37 deputados do PP, 25 do PSOE e 13 do Bloco Nacionalista Galego) e abandona a presidência da Junta.
Autor de mais de 87 livros em castelán e 2 em galego.
Fraga
Espanha
A Espanha é um país europeu localizado na Península Ibérica. Faz fronteira, a norte com o Mar Cantábrico, a França e Andorra, a leste e a sul com o Mar Mediterrâneo, a sul com o território britânico de Gibraltar a oeste com Portugal e a sul e oeste com o Oceano Atlântico. Além da porção ibérica, a Espanha possui também os arquipélagos das Baleares no Mediterrâneo e das Canárias no Atlântico e as cidades de Ceuta e Melilla (além de várias ilhotas e rochedos junto à costa africana), e o enclave de Llívia, rodeado por França. A capital é Madrid.
O país está dividido em comunidades autónomas. Algumas destas comunidades, como a Galiza (Galicia), o País Basco (Pais Vasco ou Euskadi) e a Catalunha (Catalunya em catalão e Cataluña em espanhol), têm identidade nacional e línguas próprias.
Desde a sua adesão à União Europeia em 1986, a Espanha tornou-se um país altamente industrializado e uma das 10 maiores economias mundiais.
História
Política
A Espanha é uma monarquia constitucional hereditária desde 1975 quando S.M. o Rei Juan Carlos I assumiu a Chefia do Estado. O poder executivo é assegurado por um conselho de ministros, em que o Presidente do Governo (comparado a primeiro-ministro) é nomeado pelo monarca, depois de eleito pela Assembleia Nacional, na sequência de eleições legislativas.
O poder legislativo é assegurado pelo parlamento - bicameral, a Corte ou Asamblea Nacional composta pelo Congresso de Deputados (Congreso de los Diputados) com 350 membros, eleitos pelo voto popular com mandato de 4 anos e o Senado com 259 membros, dos quais 208 são directamente eleitos pelo povo e 51 indicados pelos legisladores regionais, com um mandato também de 4 anos.
Subdivisões
Artigos principais: Comunidades autônomas da Espanha e Províncias da Espanha
Províncias da Espanha
Desde a Constituição de 1978, a Espanha está dividida em 17 Comunidades Autónomas e as duas cidades autónomas de Ceuta e Melilla, gozando estas de estatuto intermediário entre o município e a Comunidade. Das 17 comunidades autónomas 3 delas (Galiza, País Basco e Catalunha) gozam da condição de "nacionalidade histórica" reconhecida na constituição, jun tamente com um "Estatuto de autonomia" o que reverte num maior poder e capacidade de decisão e soberania com respeito às outras comunidades.
As Comunidades se dividem ainda em cinquenta províncias. Eis uma lista das Comunidades e Cidades Autónomas:
Geografia
soberania
A Espanha ocupa a maior parte da península Ibérica. Limita-se ao norte com o golfo de Biscaia, a nordeste com a França e Andorra, a leste e a sul com o mar Mediterrâneo, a oeste com Portugal e o oceano Atlântico. Mais da metade do país é constituída de planaltos, chamada Meseta Central, onde está situada Castela e La Mancha (de onde é Dom Quixote) - possui altura média de 600 m, onde se destaca a Cordilheira Central. O clima é continental no interior, mediterrânico na costa leste, sul, ilhas Baleares, Ceuta e Melilla, e oceânico no norte. Os principais rios são: Tejo (Tajo), Ebro, Douro (Duero), Guadiana, Guadalquivir e Minho (Miño).
Agricultura: beterraba 1,2 milhões de toneladas - cevada 7,5 milhões - trigo 4,3 milhões - batata 4 milhões - uvas 3,1 milhões - tomates 3 milhões
Pecuária: ovinos 23 milhões - suínos 18 milhões - bovinos 5 milhões
Indústria: automobilística - construcão naval - química - siderúrgica - têxtil - calçado - alimentar
Demografia
Cultura
Tópicos diversos
Links Externos
- [http://www.la-moncloa.es/ Moncloa] - Página do governo espanhol
- [http://www.infohostal.com Infohostal.com] - Informação do turista em Espanha
- [http://www.explorerspain.com ExplorerSpain.com] - Directório de hostales e de hotéis espanhóis
- [http://www.cheapstudents.com Students in Spain] - Informação para estudantes estrangeiros
- [http://www.suapesquisa.com/paises/espanha Espanha] - Dados e Informações
-
Categoria:Países da Europa
fiu-vro:Hispaania
ja:スペイン
ko:에스파냐
ms:Sepanyol
simple:Spain
th:ประเทศสเปน
zh-min-nan:Se-pan-gâ
Província de LugoLugo é uma província localizada no noroeste da Espanha, e no nordeste da comunidade autônoma de Galiza. Limita-se com as províncias de Astúrias, León, Ourense, Pontevedra e A Coruña, bem como com o Oceano Atlântico. Sua população é de 361.782 habitantes. Um quarto da população da província vive na capital, Lugo.
Lugo
Galiza
Galiza (nomeada às vezes no Brasil Galícia; em castelhano Galicia; em galego Galiza) é uma comunidade autónoma do norte de Espanha, sobre Portugal, com estatuto de nacionalidade histórica.
Localiza-se no noroeste da Península Ibérica, é limitada a oeste e norte pelo Oceano Atlântico, a leste pelas comunidades de Astúrias e de Castela e Leão e a sul com o país luso.
Geografia
luso
- Galiza divide-se em quatro províncias:
- A Corunha
- Lugo
- Ourense
- Ponte Vedra
- A capital é Santiago de Compostela, na província da Corunha.
- As províncias subdividem-se em comarcas:
- Comarcas da Galiza
- E as comarcas subdividem-se em Concelhos:
- Concelhos da Galiza
- Cidades principais e população aproximada: Vigo (292.059), A Corunha (240.000), Ourense (109.000), Santiago de Compostela (93.000), Lugo (89.000), Ferrol (80.000) e Pontevedra (76.000). Área: 29.575 km². População aproximada: 2.730.000 milhões. Densidade de população: 92,8 habitantes/km².
Língua
A língua oficial da Galiza é a língua galega, por vezes chamada português da Galiza em oposição ao que os galegos chamam português luso-brasileiro, que seria o português falado em Portugal e no Brasil, sendo as duas línguas mutuamente comprensíveis.
Nos tempos da ditadura de Franco a língua galega foi fortemente perseguida, a única língua empregada nas escolas era o espanhol, e ensinava-se que a maneira como falavam os galegos era um dialecto corrupto do espanhol, próprio de gente inculta e sem estudos.
Depois do começo da democracia o governo espanhol passou a considerar o galego como língua oficial da Galiza, mas algumas pessoas consideram o padrão da Real Academia Galega uma espécie de portunhol.
A situação actual está a mudar uma vez que a norma mais próxima do português, elaborada pela Associaçom Galega da Língua (AGAL), foi recentemente considerada oficialmente como aceitável.
O movimento que considera que o português da galiza e o português luso-brasileiro nunca chegarão a separar-se e portanto continuam a ser a mesma língua chama-se reintegracionismo; e o movimento que defende a separação do português e do galego chama-se isolacionismo.
História
Até ao século XIX, a Galiza estava dividida em sete províncias: Mondonhedo, Lugo, Ourense, Tui, Santiago, Corunha e Betanços. Desde essa época, as províncias foram reduzidas a apenas quatro.
Órgãos de governo próprios: Junta da Galiza ou Xunta de Galicia e o Parlamento Galego.
Nacionalidade galega
Actualmente os dois partidos que acordaram um governo de coligação (bipartito PSdG-BNG) consideram urgente realizar um novo Estatuto de autonomia e ambos defendem a consideração da Galiza como "nação", tal como expuseram publicamente no chamado «debate da investidura», em que foi eleito presidente Emilio Perez Touriño (PSdG). Anxo Quintana (BNG) será o vice-presidente no governo de coligação.
O número actual de deputados no parlamento galego é o seguinte:
- Partido Popular de Galicia (PP-G): 37 deputados
- Partido Socialista da Galiza (PSdG): 25 deputados
- Bloco Nacionalista Galego (BNG): 13 deputados
O número de votos das forças políticas com representação parlamentar nas últimas eleições (19-Julho-2005) foi:
PPdeG:756.202
PSdeG: 555.246
BNG: 311.839
O Hino Galego
A comunidade autónoma galega tem o seu hino nacional próprio, com letra de um poema de Eduardo Pondal e com música composta por Pascual Veiga. Pode-se destacar que o autor do hino galego considerava aos portugueses o povo irmám do povo galego e que ambos paises falavam a mesma língua.
Os Pinos (em galego reintegrado; lembremos que o Tribunal Superior de Justiça da Galiza reconheceu em sentença nº1998/1998, a validez oficial da normativa AGAL (normativa gráfica provençal semelhante ao português), ao par da normativa da RAG (normativa gráfica castelhana)
"Que dim os rumorosos
na costa verdescente,
ao raio transparente
do prácido luar?
Que dim as altas copas
de oscuro arume arpado
c'o seu bem compassado
monótono fungar?
Do teu verdor cinguido
e de benignos astros,
confím dos verdes castros
e valeroso chám,
nom dês a esquecemento
da injúria o rude encono;
desperta do teu sono,
Fogar de Breogám.
Os bons e generosos
a nossa voz entendem,
e com arroubo atendem
o nosso rouco som,
mais só os inhorantes,
e féridos e duros,
imbéciles e escuros,
nom nos entendem, nom.
Os tempos som chegados
dos bardos das idades,
que as vossas vaguedades
cumprido fim terám;
pois, donde quer, gigante
a nossa voz pregoa
a redençom da boa
Naçom de Breogám.
(PONDAL: Queixumes dos pinos))
Os Pinos
"Que din os rumorosos
na costa verdecente,
ao raio transparente
do prácido luar?
Que din as altas copas
de escuro arume arpado
co seu ben compasado
monótono fungar?
Do teu verdor cinguido
e de benignos astros,
confín dos verdes castros
e valeroso chan,
non deas a esquecemento
da inxuria o rudo encono;
esperta do teu sono,
Fogar de Breogán.
Os bos e xenerosos
a nosa voz entenden,
e con arroubo atenden
o noso rouco son,
mais só os ignorantes,
e féridos e duros,
imbéciles e escuros,
non os entenden, non.
Os tempos son chegados
dos bardos das idades,
que as vosas vaguedades
cumprido fin terán;
pois, donde quer, xigante
a nosa voz pregoa
a redenzón da boa
Nazón de Breogán.
(PONDAL: Queixumes dos pinos)
Produto de uma cultura própia e das circunstáncias culturais e sociais que forom conformando ao longo da história uma identidade singular: o povo galego.
O hino galego aparece como o símbolo acústico mais solemne e trascendental da Galiza como comunidade política. O motivo central é um apelo à Galiza para que acorde do sonho no que está dormida e emprenda o caminho cara a liberdade.
O texto na sua versão completa apela também aos própios galegos para lembrar-lhes que são filhos dos celtas (gauleses e bretões) peregrinos que desde a Gália (França) ou desde as Ilhas Britânicas levam fazendo desde há séculos o Caminho de Santiago cara Galiza e que porém devem ser fortes até conseguirem a liberdade.
O nome da Galiza não figura em nenhuma parte do poema, como é muito frequente em Pondal, sendo cambiado por Fogar de Breogão (Breogão é o heroi nacional dos galegos) Eduardo Pondal prega no seu poema que Galiza acorde do seu sonho, que não esqueça nunca as injúrias às que foi sometida baixo o domínio castelhano e que escute a voz dos pinheiros rumorosos, que não é mais que o própio povo galego.
Normalmente o Hino Galego é interpretado por bandas marciais de gaitas de foles como símbolo de força, autoridade e solemnidade.
Símbolos da Galiza: http://institucions.info/Instituciones/autonomia/simbolos/paginas/intro.html
- Galécia
Notas
# A Real Academia Galega e o Instituto da Língua Galega admitiram Galiza e Galicia na sua normativa de concórdia no verão de 2003. A AGAL (Associaçom Galega da Língua) admite apenas Galiza. O Tribunal Superior de Justiça da Galiza reconheceu em sentença nº 1998/1998, a validez oficial da normativa da AGAL (normativa gráfica provençal semelhante ao português), ao par da normativa da RAG (normativa gráfica castelhana) denominada normativa de concórdia a partir do verão de 2003.
Categoria:Comunidades da Espanha
-
ja:ガリシア
1952Séculos: (Século XIX - Século XX - Século XXI)
Décadas: 1900 - 1910 - 1920 - 1930 - 1940 - 1950 - 1960 - 1970 - 1980 - 1990 - 2000
Anos: 1947 1948 1949 1950 1951 - 1952 - 1953 1954 1955 1956 1957
----
Eventos
- 6 de Fevereiro - Elizabeth II se torna Rainha do Reino Unido.
- 26 de Fevereiro - Winston Churchill anuncia que o Reino Unido possui a bomba atômica.
- 10 de Março – O General Fulgencio Batista toma o poder em Cuba.
- 14 de Maio - Primeira apresentação da Esquadrilha da Fumaça.
- 19 de Julho a 3 de Agosto - Jogos Olímpicos em Helsinki.
- Alberto Ascari torna-se campeão mundial de Fórmula 1.
Nascimentos
- 21 de Fevereiro - Carlos Manuel Brandão Simões Leitão, arquitecto português.
- 14 de Maio - David Byrne, cantor.
- 17 de Julho - Isabel Pires de Lima, Ministra da Cultura do XVII Governo Constitucional de Portugal.
- 25 de Julho - Eduardo Souto de Moura, arquitecto português.
- 25 de Setembro - Christopher Reeve, o mais famoso Super-Homem do cinema.(m. 2004).
- 7 de Outubro - Vladimir Putin, Presidente da Rússia.
- 16 de Novembro - Shigeru Miyamoto, criador do Mario Bros. e de muitas mais lendas da Nintendo
Falecimentos
- 6 de Fevereiro – Rei George VI do Reino Unido.
- 7 de Fevereiro - Sebastião da Gama, poeta setubalense.
- 5 de Abril - Fala, cão do Presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Roosevelt (n. 1940)
- 1 de Junho - John Dewey, filósofo e pedagogo norte-americano (n. 1859)
- 26 de Julho - Eva Perón, esposa de Juan Perón.
- 16 de Novembro - Charles Maurras, poeta e jornalista francês (n. 1868)
- 20 de Novembro - Benedetto Croce, filósofo italiano
Prémios Nobel
- Física - Felix Bloch, Edward Mills Purcell.
- Química - Archer John Porter Martin, Richard Laurence Millington Synge.
- Medicina - Selman Abraham Waksman.
- Literatura - François Mauriac.
- Paz - Albert Schweitzer.
Categoria:Anos do século XX
ja:1952年
ko:1952년
ms:1952
simple:1952
th:พ.ศ. 2495
1962Séculos: (Século XIX - Século XX - Século XXI)
Décadas: 1910 - 1920 - 1930 - 1940 - 1950 - 1960 - 1970 - 1980 - 1990 - 2000 - 2010
Anos: 1957 1958 1959 1960 1961 - 1962 - 1963 1964 1965 1966 1967
----
Eventos
- Acre torna-se um estado federativo do Brasil ao invés de território.
- 8 de maio - emancipação do município de Antônio Martins (Brasil).
- 31 de julho - Argélia proclama independência da França.
- 14 de outubro - Início da Crise dos Mísseis, em Cuba. Temor mundial por conflito nuclear.
- 20 de novembro - Fim da Crise dos Mísseis, Kennedy levanta a quarentena em Cuba.
- The Beatles lançam seu primeiro disco, Please, Please Me.
- Graham Hill vence o Campeonato Mundial de Fórmula 1.
- Realização da VII Copa do Mundo de Futebol, no Chile. Campeão: Brasil.
Nascimentos
- 11 de Fevereiro - Sheryl Crow, cantora norte-americana.
- 25 de Março - Marcia Cross, actriz natural dos Estados Unidos da América.
- 26 de Março - Yuri Gidzenko, cosmonauta russo.
- 29 de Agosto - Jutta Kleinschmidt, piloto alemã.
- 9 de Dezembro - Felicity Huffman, actriz natural dos Estados Unidos da América.
Falecimentos
- 30 de janeiro - Manuel Dias de Abreu, médico brasileiro (n. 1894).
- 6 de Fevereiro - Candido Portinari, pintor brasileiro.
- 19 de Fevereiro - Georgios Papanikolaou médico grego.
- 10 de Abril - Stuart Sutcliffe, baixista e membro dos Beatles (n. 1940)
- 6 de julho - William Faulkner, escritor estado-unidense, Nobel de literatura 1949 (n. 1897)
- 5 de Agosto - Marilyn Monroe, actriz estado-unidense.
- 3 de Setembro - E. E. Cummings, poeta estado-unidense.
- 3 de Novembro - Ralph Hodgson, poeta inglês; (n. 1871)
Prêmios Nobel
- Física - Lev Landau
- Química - John C. Kendrew, Max F. Perutz
- Medicina - Francis Crick, James Watson, Maurice Wilkins
- Literatura - John Steinbeck
- Paz - Linus Pauling
Categoria:Anos do século XX
ja:1962年
ko:1962년
ms:1962
simple:1962
th:พ.ศ. 2505
1977Séculos: (Século XIX - Século XX - Século XXI)
Décadas: 1920 - 1930 - 1940 - 1950 - 1960 - 1970 - 1980 - 1990 - 2000 - 2010 - 2020
Anos: 1972 1973 1974 1975 1976 - 1977 - 1978 1979 1980 1981 1982
----
Eventos
- 27 de Junho - o Djibouti alcança a independência
- 20 de Agosto - Lançada a Voyager 2
- 6 de Setembro - polícia sul-africana prende Steve Biko, que morreria assassinado 6 dias depois
- É lançado o primeiro filme da saga Star Wars - A New Hope (Uma Nova Esperança)
- Lançado o primeiro microcomputador moderno, o Apple II
- François Truffaut filma O Homem que Amava as Mulheres
- Salvador Dalí pinta Dalí Lifting the Skin of the Mediterranean Sea to Show Gala the Birth of Venus (par estereoscópico de quadros)
- George W. Bush cria a Arbusto Energy
- Ayrton Senna vence o campeonato sul-americano de kart
- Bülent Ecevit substitui Süleyman Demirel como primeiro-ministro da Turquia
- Süleyman Demirel substitui Bülent Ecevit como primeiro-ministro da Turquia
- Jimmy Carter torna-se o 39º presidente dos Estados Unidos da América, substituindo Gerald R. Ford
- Kate Wilhelm vence o Hugo para melhor romance, com Where Late the Sweet Birds Sang
- O Sport Club Corinthians Paulista conquista o Campeonato Paulista de Futebol
- O São Paulo Futebol Clube vence o Campeonato Brasileiro de futebol
- Bernard Thévenet (França) vence a 64ª edição da Volta à França em bicicleta
- O grupo A Cor do Som é criado.
- Niki Lauda sagra-se bicampeão mundial de Fórmula 1.
- Os Sex Pistols lançam seu primeiro e único álbum, Never Mind The Bollocks.
Nascimentos
- 2 de Fevereiro, Shakira, cantora colombiana.
- 27 de Agosto, Anderson Luiz de Sousa, futebolista, mais conhecido por Deco.
- 8 de Dezembro, Ryan Newman, piloto de automóvel americano
Falecimentos
- 14 de Janeiro - Anaïs Nin, escritora francesa (n. 1903).
- 14 de Janeiro - Anthony Eden, político britânico.
- 3 de Junho - Roberto Rosselini, cineasta italiano.
- 16 de Junho - Wernher von Braun, cientista e engenheiro alemão.
- 2 de Julho - Vladimir Nabokov, escritor de origem russa.
- 16 de Agosto - Elvis Presley, músico e ator estado-unidense.
- 12 de Setembro - Steve Biko, activista anti-apartheid sul-africano.
- 25 de Dezembro - Charlie Chaplin, actor e realizador de cinema britânico.
- Charles Alston, pintor.
- 9 de dezembro - Clarice Lispector, escritora brasileira.
- Física - Philip Warren Anderson, Sir Nevill Francis Mott, John Hasbrouck van Vleck
- Química - Ilya Prigogine
- Medicina - Roger Guillemin, Andrew V. Schally, Rosalyn Yalow
- Literatura - Vicente Aleixandre
- Paz - Amnistia Internacional
- Economia - Bertil Ohlin e James E. Meade
categoria:Anos do século XX
als:1977
ja:1977年
ko:1977년
simple:1977
th:พ.ศ. 2520
1978Séculos: (Século XIX - Século XX - Século XXI)
Décadas: 1920 - 1930 - 1940 - 1950 - 1960 - 1970 - 1980 - 1990 - 2000 - 2010 - 2020
Anos: 1973 1974 1975 1976 1977 - 1978 - 1979 1980 1981 1982 1983
----
Eventos
- 3 de Março - O corpo de Charlie Chaplin é roubado do cemitério, numa tentativa de extorsão.
- 19 de Junho - Publica-se pela primeira vez a tira de quadrinhos Garfield.
- 22 de Junho - James Walter Christy descobre Caronte, satélite de Plutão.
- 7 de Julho - Independência das Ilhas Salomão.
- 26 de Agosto - O Papa João Paulo I sucede ao Papa Paulo VI.
- 28 de Agosto - Alfredo Nobre da Costa substitui Mário Soares no cargo de primeiro-ministro de Portugal.
- 1 de Outubro - Independência de Tuvalu.
- 14 de Outubro - Aberto o canal de desvio do Rio Paraná para permitir o arranque das obras de Itaipu.
- 16 de Outubro - O Papa João Paulo II sucede ao Papa João Paulo I.
- 3 de Novembro - Independência da Dominica.
- 22 de Novembro - Carlos de Mota Pinto substitui Alfredo Nobre da Costa no cargo de primeiro-ministro de Portugal.
- 31 de Dezembro - No Brasil, Ernesto Geisel envia emenda ao congresso para acabar com o AI-5.
- François Truffaut filma O Quarto Verde.
- Deng Xiaoping inicia reformas na República Popular da China.
- Tem lugar no Havai a primeira competição importante de triatlo, o Ironman Triathlon.
- Na Espanha é adotada uma nova Constituição.
- George W. Bush concorre à Câmara dos Representantes e é derrotado pelo democrata Kent Hance.
- A primeira versão de The Hitch Hikers Guide To The Galaxy, de Douglas Adams, é emitida pela Radio 4 da BBC.
- A Grécia adota a sua bandeira atual.
- Bülent Ecevit substitui Süleyman Demirel como primeiro-ministro da Turquia.
- Julio César Turbay Ayala substitui Alfonso López Michelsen como presidente da Colômbia.
- Frederik Pohl conquista o Hugo com Gateway.
- Surge a primeira drive de disquetes barata, concebida por Steve Wozniak.
- O Guarani conquista o Campeonato Brasileiro em futebol.
- Bernard Hinault (França) vence a 65ª edição da Volta à França em bicicleta.
- Suicídio em massa dos seguidores do pastor Jim Jones, que tomaram veneno, morrendo cerca de 912 pessoas.
- É criado o avião Boeing 767.
- Mario Andretti é campeão mundial de Fórmula 1.
- Realização da XI Copa do Mundo de Futebol, na Argentina. Campeão: Argentina.
- Março: o grupo Secos e Molhados, liderado por João Ricardo, lança seu terceiro disco, com nova formação: Lili Rodrigues (vocais), Vander Taffo (guitarra), João Ascesão (baixo) e Gel Fernandes (bateria).
- Jean Michel Jarre grava Equinoxe.
Nascimentos
- 20 de março - Emerson Batagini, compositor brasileiro
- 25 de Julho - Louise Brown, o primeiro bebé-proveta
- 4 de Agosto - Kurt Busch, piloto de automóvel americano.
Falecimentos
- 14 de Janeiro - Kurt Gödel, matemático austríaco, naturalizado americano (n. 1906)
- 13 de Maio - Jim Jones, líder religioso
- 6 de Agosto - Papa Paulo VI, 263º papa.
- 28 de Setembro - Papa João Paulo I, 264º papa.
- Giorgio de Chirico, pintor
- Otto Maria Carpeaux, crítico brasileiro (n. 1900)
- Física - Pyotr Kapitsa, Arno Penzias, Robert Woodrow Wilson
- Química - Peter D. Mitchell
- Medicina - Werner Arber, Daniel Nathans, Hamilton O. Smith
- Literatura - Isaac Bashevis Singer
- Paz - Mohamed Anwar Al-Sadat e Menachem Begin
- Economia - Herbert A. Simon
Categoria:Anos do século XX
als:1978
ja:1978年
ko:1978년
ms:1978
simple:1978
th:พ.ศ. 2521
Partido Popular (Espanha)O Partido Popular é o principal partido político conservador da Espanha. Faz oposição ao PSOE.
Categoria:Partidos políticos da Espanha
Parlamento Europeu]
Instituição da União Europeia. Eleito por um período de 5 anos por sufrágio universal directo pelos cidadãos dos estados-membros, o Parlamento Europeu é a expressão democrática de 374 milhões de cidadãos europeus. Constitui assim a Assembleia eleita nos termos dos Tratados, do Acto de 20 de Setembro de 1976. No Parlamento Europeu estão representadas, a nível de formações políticas paneuropeias, as grandes tendências políticas existentes nos países membros. Tem sede em Estrasburgo, na França.
A mais recente eleição decorreu durante a primeira quinzena de Junho de 2004 e permitiu formar a sexta legislatura (2004-2009). O presidente do Parlamento Europeu é Josep Borrell.
O Parlamento tem três funções essenciais:
- Partilha com o Conselho da União Europeia a função legislativa, ou seja, adopta a legislação europeia (directivas, regulamentos, decisões). A sua participação contribui para garantir a legitimidade democrática dos textos adoptados.
- Partilha com o Conselho da União Europeia a função orçamental, ou seja, pode alterar as despesas comunitárias. Em última instância, adopta o orçamento na sua integralidade.
- Exerce um controlo democrático sobre a Comissão Europeia. Aprova a designação dos seus membros e dispõe do direito de votar uma moção de censura. Exerce igualmente um controlo político sobre o conjunto das instituições.
Grupos políticos
Na sexta legislatura os grupos políticos são:
- PPE-DE - Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos) e dos Democratas Europeus, com 268 deputados.
- PSE Grupo Socialista no Parlamento Europeu, com 200 deputados.
- ALDE Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa, com 87 deputados.
- Verts/ALE Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia, com 42 deputados.
- GUE/NGL Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde, com 41 deputados.
- IND/DEM Grupo Independência/Democracia, com 37 deputados.
- UEN Grupo União para a Europa das Nações, com 27 deputados.
- NI Não-inscritos, com 29 deputados.
Deputados por país
Ver também
- Partido político europeu
Links Externos
[http://www.europarl.eu.int/home/default_pt.htm Página do Parlamento Europeu]
----
Categoria:União Europeia
ja:欧州議会
ko:유럽 의회
1986Século: (Século XIX - Século XX - Século XXI)
Década: Década de 1950 - Década de 1960 - Década de 1970 - Década de 1980 - Década de 1990 - Década de 2000 - Década de 2010
Anos: 1981 1982 1983 1984 1985 - 1986 - 1987 1988 1989 1990 1991
----
Eventos
- Alain Prost vence seu segundo título na Fórmula 1.
- Chernobyl é assolada por um desastre nuclear
- Realização da XIII Copa do Mundo de Futebol, no México. Campeão: Argentina.
- Criciúma Esporte Clube conquista o Campeonato Catarinense de futebol.
- Flamengo vence o Campeonato Carioca deste ano.
Falecimentos
- 24 de Janeiro - L. Ron Hubbard, escritor de ficção científica e fundador da cientologia (n. 1911)
- 11 de Fevereiro - Frank Herbert, escritor estadunidense.
- 9 de Maio - Tenzing Norgay, alpinista sherpa nepalês (n. 1914).
- 14 de Abril - Simone de Beauvoir, escritora e filósofa francesa.
- 14 de Junho - Jorge Luis Borges, escritor argentino.
- 19 de Outubro - Samora Machel, presidente de Moçambique.
- 28 de dezembro - Andrei Tarkóvski, cineasta soviético (n. 1932).
Prêmios Nobel
- Física - Gerd Binnig, Heinrich Rohrer, Ernst Ruska
- Química - Dudley R. Herschbach, Yuan T. Lee, John C. Polanyi
- Medicina - Stanley Cohen, Rita Levi-Montalcini
- Literatura - Wole Soyinka
- Paz - Elie Wiesel
- Economia -James M. Buchanan Jr.;
Categoria:Anos do século XX
als:1986
ja:1986年
ko:1986년
ms:1986
simple:1986
th:พ.ศ. 2529
Madrid
Madrid (ou Madri) é a capital de Espanha e um município da comunidade autónoma de Madrid. A sua população de quase 3,2 milhões de habitantes (2004) e de pouco mais de 5 milhões em toda a sua área metropolitana, configuram-na como um dos núcleos urbanos mais habitados da União Europeia depois de Londres e Paris.
Construída no local de uma fortaleza moura chamada Magerit, foi escolhida como capital substituindo Toledo em 1561. De 1601 até 1606, a capital foi temporariamente transferida para Valladolid.
A cidade de Madrid, além da capital e sede da Casa Real, das instituções políticas e administrativas do Estado espanhol e do Arcebispado católico, é um centro de grande importância comercial, financieira e cultural a nível nacional e internacional. Em Madrid encontram-se cinco universidades públicas, numerosos teatros, museios e exposições.
O gentilício dos habitantes de Madrid é madrilenho.
Geografia
Ubicação
Madrid está praticamente no centro da Península ibérica a 667 m.s.n.m., 3° 40' de longitude oeste e 40° 23' de latitude norte. A cidade, que é atravessada pelo rio Manzanares, pertenece à região histórica de Castela. Ao noroeste da cidade encontra-se a Serra de Guadarrama e ao oeste o Vale do Henares, no qual a autovia e os caminhos de ferro com direcção a Zaragoza e Barcelona passam.
Divisão administrativa
A cidade de Madrid está dividida em 21 distritos, os que comprendem alguns bairros. Os distritos são:
- 1. Centro
- 2. Arganzuela
- 3. Retiro
- 4. Salamanca
- 5. Chamartín
- 6. Tetuán
- 7. Chamberí
- 8. Fuencarral
- 9. Moncloa - Aravaca
- 10.Latina
- 11.Carabanchel
- 12.Usera
- 13.Puente de Vallecas
- 14.Moratalaz
- 15.Ciudad Lineal
- 16.Hortaleza
- 17.Villaverde
- 18.Villa de Vallecas
- 19.Vicálvaro
- 20.San Blas
- 21.Barajas
Clima
O clima de Madrid pode ser definido como mediterráneo continental com um regime de chuvas estepário. Os invernos são frios com geadas frecuentes e neve ocasional. Os verãos são cálidos e secos com temperaturas máximas que muitas vezes superam os 35°C. As precipitações são escasas, mas bem distribuidas em todo o ano.
A temperatura média máxima anual é de 19,5°C e a mínima anual de 9,5°C. Janeiro é o mes mais frio com temperaturas que oscilam entre 2-10°C e julho o mais quente (18-32°C). A quantidade prómedio de chuva recolhida num ano é de 435 mm.
- [http://www.comadrid.es/ Comunidad de Madrid] - governo, transportes, emprego, etc. (em espanhol)
- [http://www.elitepilates.net Pilates Madrid]
Categoria:Cidades da Espanha
Categoria:Capitais da Europa
Madrid
Madrid
ja:マドリード
ko:마드리드
simple:Madrid
th:มาดริด
Junta de GalizaA Junta de Galiza ou simplemente Junta aparece definida no Estatuto de Autonomía de Galiza como o órgão colegiado do Governo de Galiza. É composta pelo Presidente, Vice-presidentes e conselheiros. Os Vice-presidentes e os conselheiros são nomeados pelo presidente. As funções administrativas da Galiza são efectuadas através da Junta e das conselharías. A Presidência da Junta de Galiza está sediada no Pazo de Rajoi.
A Junta regula os seus próprios tributos, elabora as normas para gerir os impostos estatais e elabora e aplica o orçamento de Galiza. Tem também competências exclusivas, no que se refere a: organização das suas instituições de autogoverno e das comarcas e paróquias rurais como entidades próprias de Galiza; ordenação do território e do litoral, urbanismo e habitação; actuações em relação às instituições do Direito Civil galego; normas processuais e procidementos administrativos que derivem do Dereito especificamente galego ou da organização dos poderes públicos; obras públicas; vias férreas, estradas e transporte; portos, aeroportos e heliportos; aproveitamentos forestais, hidráulicos e relativos à energia eléctrica; águas minerais e termais; pesca nos rios e águas interiores; feiras e mercados; artesanato, património artístico, bibliotecas, museus, conservatórios de música e serviços de Belas Artes; fomento da cultura e da investigação; promoção e ensino da língua galega, do turismo e do desporto; assistência social; criação de uma Polícia Autónoma; regime das fundações; casinos, jogos e apostas; centros de contratação de mercadorias e valores; confrarias de pescadores, câmaras distintas e normas adicionais sobre protecção do meio ambiente.
Conselharías
- Conselharía de Presidência, Administrações Públicas e Justiza
- Conselharía de Economía e Facenda
- Conselharía de Política Territorial, Obras Públicas e Transportes
- Conselharía de Educação e Ordenação Universitaria
- Conselharía de Sanidade
- Conselharía de Pesca e Asuntos Marítimos
- Conselharía de Medio Ambiente e Desenvolvemento Sustentable
- Conselharía de Trabalho
- Conselharía de Industria, Turismo, Comercio e Innovação
- Conselharía de Cultura e Desporte
- Conselharía de Desenvolvemento Rural
- Conselharía de Vivenda e Solo
Cargos
- Presidente: Emilio Pérez Touriño (PSdeG)
- Vice-presidente: Anxo Quintana (BNG)
- Conselheiro da Presidência, Administrações Públicas e Justiça: José Luis Méndez Romeu (PSdeG)
- Conselheiro de Economia e Fazenda: José Ramón Fernández Antonio (PSdeG)
- Conselheira de Política Territorial, Obras Públicas e Transportes: María José Caride (PSdeG)
- Conselheira de Educação e Ordenação Universitária: Laura Sánchez Piñón (PSdeG)
- Conselheiro de Sanidade: María José Rubio Vidal (PSdeG)
- Conselheira de Pesca e Asuntos Marítimos: Carmen Galego (PSdeG)
- Conselheiro de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável: José Manuel Vázquez (PSdeG)
- Conselheiro de Trabalho: Ricardo Varela (PSdeG)
- Conselheiro de Indústria, Turismo, Comércio e Inovação: Fernando Blanco Álvarez (BNG)
- Conselheira de Cultura e Desporto: Ángela Bugallo (BNG)
- Conselheiro de Desenvolvimento Rural: Alfredo Suárez Canal (BNG)
- Conselheira de Habitação e Solo: Teresa Táboas Veleiro (BNG)
Localização
- Edificios Administrativos San Caetano San Caetano s/n 15704 Santiago de Compostela- A Corunha
- Pazo de Rajoi Praça do Obradoiro 15705 Santiago de Compostela- A Corunha
- Parlamento galego
- Emilio Pérez Touriño
- Partido Socialista de Galiza
- [http://www.xunta.es Junta de Galiza] página oficial.
- [http://www.h-debate.com/cbarros/spanish/xunta.htm As origens medievais da Junta de Galiza] História da Junta de Galiza.
categoria:Galiza
categoria:Administração da Espanha
Bloco Nacionalista GalegoO Bloco Nacionalista Galego (BNG) é o principal partido nacionalista galego de esquerda da Galiza. O BNG possui 12 000 militantes (2002), concelheiros e prefeitos em diversos concelhos da Galiza, deputados no Parlamento de Galiza e no Congresso dos Deputados.
O porta-voz Nacional é Anxo Quintana González.
Galiza Nova é a organização juvenil do Bloco Nacionalista Galego.
Estrutura interna
O nascimento do BNG surge com a intenção de aglutinar, no seu interior, toda a ampla gama ideológica do nacionalismo. Por esta razão, a sua organização é frentista. Dentro dele convivem partidos nacionalistas que têm as suas próprias assembléias e os seus próprios secretários gerais. Eis alguns deles:
- Colectivo Socialista
- Esquerda Nacionalista
- Inzar
- Partido Nacionalista Galego-Partido Galeguista
- Unidade Galega (a partir de 1994)
- União do Povo Galego
= História =
Nos anos 60 fundou-se a União do Povo Galego (UPG) e o Partido Socialista Galego (PSG), partidos nacionalistas de carácter comunista e socialista. No ano 1975 foi fundada a Assembléia Nacional-Popular Galega (AN-PG), frente impulsionada pela União do Povo Galego como plataforma de mobilização social e base para o futuro estabelecimento de uma candidatura eleitoral nacionalista.
Em outubro de 1981 celebrou-se a primeira convocatória para eleger o governo galego. Estas eleições foram vencidas pela Aliança Popular. Os partidos nacionalistas galegos tiveram um resultado discreto .
A 26 de setembro de 1982 tem lugar na Corunha a Assembleia fundadora do Bloco Nacionalista Galego que agrupava a AN-PG, a UPG, o PSG e outros colectivos independentes. Quase um ano depois, em 1983, o PSG abandona o BNG, juntamente com um grupo substancial de militantes do PSG. O PSG fundir-se-ia com a Esquerda Galega.
Nas eleições autonómicas de 1985 o BNG só consegue um assento enquanto que a Coalição Galega consegue 11, e o Partido Socialista Galego-Esquerda Galega ganha 3. As eleições são ganhas, de novo, pela Alianza Popular com o nome de Coalição Popular de Galicia.
En 1987 e 1988 diversos grupos independentistas unem-se ao BNG. O BNG tem que escolher a direcção política a tomar e escolhe o caminho moderado. O BNG, liderado por Beiras desradicaliza-se para tentar ganhar mais votos. Na terceira assembleia, o Partido Comunista de Liberação Nacional (que logo se converte na FPG) abandona a coligação por apoiar a Herri Batasuna.
Nas eleições autonómicas de 1989 o BNG conseguiu 5 deputados e criou um grupo parlamentar próprio. O Partido Nacionalista Galego-Partido Galeguista (PNG-PG) e a Frente Popular Galega (FPG) não obtiveram qualquer assento parlamentar. O PSG-EG conseguiram dois.
Inzar, PNG-PG e Unidade Galega (antigo Partido Socialista Galego-Esquerda Galega) unem-se ao Bloco Nacionalista Galego, e nas eleições autonómicas de 1993 o BNG consegue eleger 13 deputados.
Nesta época o BNG vive a sua época mais dourada. Nas eleições gerais de 1996 o BNG elege dois deputados no Congresso dos Deputados. Nas eleições autonómicas de 1997 é a segunda força política na Galiza diante do PSdeG-PSOE. Nas Eleições europeias de 1999 na Galiza obteve um eurodeputado.
Nas eleições autonómicas de 2001 o BNG e o PSdeG-PSOE empataram com 17 deputados. Na derradeira Assembleia Nacional houve uma mudança geracional no BNG, em que Anxo Quintana tornou Beiras como porta-voz nacional e candidato à presidência da Junta de Galiza.
Nas eleições gerais de 2004 na Galiza, o BNG começa uma crise pelo contínuo retrocesso de votos, já que só consegue 2 assentos no Congresso dos Deputados e nenhum no Senado.
A crise agrava-se com as eleições europeias de 2004, em que depois de apresentar-se em coligação com o PNV e CiU (GalEusCa), não consegue quaisquer eurodeputados.
Assim, en julho do 2004, Anxo Quintana, estabelece mudanças na cúpula do partido.
= Evolução do voto =
Eleições autonómicas (autárquicas)
Eleições ao Congresso
- A candidatura de 2004, com GalEusCa
Eleições municipais
= Ligações externas =
- [http://www.bng-galiza.org Bloque Nacionalista Galego] Web oficial do Bloco Nacionalista Galego.
- [http://www.galizanova.org Galiza Nova] Web oficial de Galiza Nova.
Categoria:Partidos políticos da Galiza
Galego
Galego. Do latim "Gallaecus/i" (habitante/s da Gallaecia) que à sua vez é uma latinização do etnónimo grego "Kalláikos/oi". Pode referir-se a:
- Algo ou alguém da Comunidade Autónoma da Galiza, na Espanha.
- Língua galega, a língua falada actualmente na Galiza.
- Algo ou alguém do Norte de Portugal que, anteriormente, em conjunto com a Galiza, fez parte da província romana de Gallaecia e também do Reino Suevo.
- Alguém loiro, de cabelos claros, em certas partes da região sul do Brasil e em praticamente todo o Nordeste brasileiro.
- Sinónimo do idioma português ou galego-português na Galiza
Ver também
- Galaico-português.
Lord Chancellor
The Lord High Chancellor of Great Britain, or Lord Chancellor and in former times Chancellor of England, is one of the most senior and important functionaries in the government of the United Kingdom. He is a Great Officer of State, and is appointed by the Sovereign on the advice of the Prime Minister and is, by convention, always a peer, although there is no legal impediment to the appointment of a commoner. The Lord Chancellor's responsibilities are wide-ranging: they include presiding over the House of Lords; participating in the Cabinet; acting as the custodian of the Great Seal; and heading the judiciary. Concerns over these wide-ranging powers have led to Tony Blair's administration proposing the abolition of the office. The Constitutional Reform Act 2005 will transfer many of the powers to others. Since 2003, Lord Falconer of Thoroton has served as Lord Chancellor and also Secretary of State for Constitutional Affairs.
A Lord Keeper of the Great Seal may be appointed instead of a Lord Chancellor. The two offices entail exactly the same duties; the only distinction is in the mode of appointment. Furthermore, the office of Lord Chancellor may be exercised by a committee of individuals known as "Lords Commissioners of the Great Seal". Since the 19th century, however, Lord Chancellors have been exclusively appointed, the other offices aforementioned having fallen into disuse.
History
The office of Lord Chancellor may trace its origins to the Carolingian monarchy, in which a Chancellor acted as the keeper of the royal seal. In England, the office dates at least as far back as the Norman Conquest (1066), and possibly earlier. Some give the first Chancellor of England as Angmendus, in 605. Other sources suggest that the first to appoint a Chancellor was Saint Edward the Confessor, who is said to have adopted the practice of sealing documents instead of personally signing them. In any event, the office has been continuously occupied since the Norman Conquest.
Formerly, the Lord Chancellor was almost always an ecclesiastic, as during the Middle Ages the clergy were amongst the few literate men of the realm. The Lord Chancellor performed multiple functions—he was the Keeper of the Great Seal, the chief royal chaplain, and advisor in both spiritual and temporal matters. Thus, the position emerged as one of the most important ones in government. He was only outranked in government by the Justiciar (whose post is now obsolete).
Justiciar.]]
As one of the King's ministers, the Lord Chancellor attended the Curia Regis, or Royal Court. If a bishop, the Lord Chancellor received a writ of summons; if an ecclesiastic of a lower degree, or if a layman, he attended without any summons. The Curia Regis would later evolve into Parliament, the Lord Chancellor becoming the prolocutor of its upper house, the House of Lords. As was confirmed by a statute passed during the reign of Henry VIII, a Lord Chancellor could preside over the House of Lords even if not a Lord himself.
The Lord Chancellor's judicial duties also evolved through his role in the Curia Regis. Petitions for justice were normally addressed to the King and the Curia, but in 1280, Edward I instructed his justices to examine and deal with petitions themselves as the Court of King's Bench. Important petitions were to be sent to the Lord Chancellor for his decision; even more significant ones were to be brought to the King's attention. By the reign of Edward III, however, a separate tribunal for the Lord Chancellor had developed. In this body, which became known as the High Court of Chancery, the Lord Chancellor would determine cases according to fairness (or "equity") instead of according to the strict principles of common law. The Lord Chancellor also became known as the "Keeper of the King's Conscience". Ecclesiastics continued to dominate the Chancellorship until the 16th century. In 1529, after Thomas Cardinal Wolsey, who was Lord Chancellor and Archbishop of York, was dismissed for failing to procure the annulment of Henry VIII's first marriage, ecclesiastics fell out of the royal favour, and laymen came to appointed to the office. Ecclesiastics made a brief return during the reign of Mary I, but thereafter, almost all Lord Chancellors have been laymen.
The Office
Formerly, when the office was held by ecclesiastics, a "Keeper of the Great Seal" acted in the Lord Chancellor's absence. Keepers were also appointed when the office of Lord Chancellor fell vacant, and discharged the duties of the office until an appropriate replacement could be found. When Elizabeth I became Queen, Parliament passed an Act providing that a Lord Keeper of the Great Seal would be entitled to "like place, pre-eminence, jurisdiction, execution of laws, and all other customs, commodities, and advantages" as a Lord Chancellor. The only difference between the two offices is the mode of appointment—a Lord Chancellor is appointed by formal letters patent, but a Lord Keeper is appointed by the delivery of the Great Seal into his custody.
Formerly, it was customary to appoint commoners to the office of Lord Keeper, and peers to the office of Lord Chancellor. A Lord Keeper who acquired a peerage dignity would subsequently be appointed Lord Chancellor. The last Lord Keeper was Robert Henley, who was created a Baron in 1760 and was appointed Lord Chancellor in 1761. Since then, commoners as well as peers have been appointed to the post of Lord Chancellor; however, a commoner would normally be created a peer shortly after his appointment.
It is also possible to put the office of Lord Chancellor into commission (that is to say, to entrust the office to a group of individuals rather than a single person). The individuals who exercise the office become known as "Lords Commissioners of the Great Seal". Lords Commissioners of the Great Seal have not been appointed since 1836.
Formerly, there were separate Chancellors of Scotland and Ireland. When England and Scotland united to form Great Britain under the Act of Union 1707, a single Lord Chancellor was appointed for the entire realm. Similar provision was not made when Great Britain and Ireland merged into the United Kingdom under the Act of Union 1800. Thus, the separate office of Lord Chancellor of Ireland continued to exist until the formation of the Irish Free State in 1922. The office of Lord Chancellor of Ireland was abolished, and its duties transferred to the Secretary of State for Northern Ireland. Thus, the Lord Chancellor remains "Lord High Chancellor of Great Britain", instead of "Lord High Chancellor of the United Kingdom".
Legislative functions
The Lord Chancellor is the Speaker (presiding officer) of the House of Lords. There is no statute explicitly granting him such a power; rather, he is Speaker by right of prescription. Even a Lord Chancellor who is a commoner may preside over the House of Lords, though in practice the Lord Chancellor is always a peer nowadays. There are, however, certain instances when the Lord Chancellor does not preside: for instance, the Chairman of Committees presides over the Committee of the Whole House. Furthermore, Deputy Speakers appointed by the Sovereign may take the place of an absent Lord Chancellor.
A further historical instance may be mentioned: formerly, when peers had the right to be tried for felonies or for high treason by other peers in the House of Lords (instead of commoners on juries), the Lord High Steward, instead of the Lord Chancellor, would preside. (The office of Lord High Steward has generally remained vacant since 1421. Whenever a peer was to be tried in the House of Lords, a Lord High Steward would be appointed pro hac vice (for this occasion). In many cases, the Lord Chancellor would merely be elevated to the office of Lord High Steward temporarily.) This distinction is obsolete, as trials of peers in the House of Lords were abolished in 1948.
The Lord Chancellor, when presiding over debates, sits on the Woolsack, wearing a full ceremonial uniform or court dress. The robes are black, with gold lace embroidery. Like other judges, the Lord Chancellor also wears a ceremonial wig. His powers as Speaker are not as broad as those of his counterpart in the House of Commons. Unlike the Speaker of the House of Commons, the Lord Chancellor can neither determine who is to speak when two individuals rise at the same time, nor rule on points of order, nor discipline members who violate the rules of the House—all these functions are performed by the House of Lords as a whole. Furthermore, whilst speeches in the House of Commons are addressed to "Mr Speaker", those in the House of Lords are addressed to "My Lords". In practice, the only task of the Lord Chancellor in the Lords Chamber is to formally put the question before a vote, to announce the result of any vote, and to act (where appropriate) as the House's mouthpiece. Furthermore, the Lord Chancellor may end the adjournment of the House (or "recall" the House) during a public emergency.
Whenever the Sovereign appoints Lords Commissioners to perform certain actions on his or her behalf (for example, to formally declare in Parliament that the Royal Assent has been granted), the Lord Chancellor serves as the principal or senior Lord Commissioner. The other Lords Commissioners, by convention, are members of the House of Lords who are Privy Counsellors. Instead of wearing the court dress described above, he wears Parliamentary Robes—a full-length scarlet wool gown decorated with miniver fur. The Lord Chancellor wears a tricorne hat, but the other Lords Commissioners wear bicorne hats.
Unlike the Speaker of the House of Commons, the Lord Chancellor is not expected to remain non-partisan whilst in office. Rather, the Lord Chancellor continues to serve as an active spokesperson for the government in the House of Lords. The Lord Chancellor may participate in debates; he either keeps his full court dress on and speaks from beside the Woolsack, or relinquishes his place to a Deputy Speaker, dons normal clothing and speaks from the Government Front Bench. Whilst the Speaker of the House of Commons cannot cast a vote (except when the other members are equally divided), the Lord Chancellor votes together with the other members.
During debates in the House of Lords, the Lord Chancellor and former Lord Chancellors are referred to by appellations in the form, "the noble and learned Lord, Lord X". Most other Lords are merely "the noble Lord, Lord X".
Executive functions
The Lord Chancellor is a member of the Privy Council and of the Cabinet. The office he heads was formerly known as the Lord Chancellor's Department. When Lord Falconer of Thoroton was appointed Lord Chancellor in 2003, however, the Department was renamed, becoming the Department for Constitutional Affairs. The Lord Chancellor gained the additional position of Secretary of State for Constitutional Affairs. Like all other Ministers, the Lord Chancellor must face Question Time, during which he answers the questions of members of his House.
The Department headed by the Lord Chancellor has many responsibilities, such as the constitutional reforms (including reforms of the office of Lord Chancellor itself) and the administration of the courts. Furthermore, the Lord Chancellor nominates many judges in the courts of England and Wales, who are then appointed by the Sovereign. The Prime Minister retains the power to nominate senior judges—Lords of Appeal in Ordinary, Lords Justices of Appeal and the Heads of the Divisions of the High Court—but in practice does so after consulting with the Lord Chancellor. Furthermore, for historical reasons, lay magistrates in the Duchy of Lancaster are nominated by the Chancellor of the Duchy of Lancaster. The Lord Chancellor also determines which barristers are to be raised to the rank of Queen's Counsel.
Custody of the Great Seal of the Realm is entrusted to the Lord Chancellor. Documents to which the Great Seal is affixed include letters patent, writs and royal proclamations. The sealing is actually performed under the supervision of the Clerk of the Crown in Chancery (who holds the additional office of Permanent Secretary to the Lord Chancellor). The Lord Chancellor does not maintain custody of the Great Seal of Scotland (which is kept by the First Minister of Scotland) or of the Great Seal of Northern Ireland (which is kept by the Secretary of State for Northern Ireland).
Judicial functions
The Lord Chancellor performs several different judicial roles. He may participate in judicial sessions of the House of Lords, and is a member of the Judicial Committee of the Privy Council. (Former Lord Chancellors under the age of seventy-five years may do the same.) The Lord Chancellor is the President of the Supreme Court of England and Wales, and therefore supervises the Court of Appeal of England and Wales, the High Court of Justice of England and Wales and the Crown Court of England and Wales. He is also, ex officio, a judge in the Court of Appeal and the President of the Chancery Division. (Formerly, he was the chief judge of the High Court of Chancery, which was replaced by the Chancery Division in 1873.) The Lord Chancellor is not a member of the courts of either Scotland or Northern Ireland.
Modern Lord Chancellors have in practice exercised their judicial functions very sparingly. The convention has developed that Lord Chancellors do not sit as judge in a case which involves the Government; in addition, many cases, will be outside the expertise or interest of the Lord Chancellor of the day. His functions in relation to the House of Lords and the Judicial Committee of the Privy Council are usually delegated to the Senior Lord of Appeal in Ordinary. The task of presiding over the Chancery Division is delegated to the Vice-Chancellor, a senior judge.
The present Lord Chancellor, Lord Falconer of Thoroton, has announced that, pending the reform or abolition of the office, he will no longer sit as a judge. Nevertheless, he has taken the judicial oath, and it is often said that the most important job of the Lord Chancellor is to preserve the independence of the judiciary, and to argue for the judiciary in the Cabinet.
Ecclesiastical functions
The Lord Chancellor performs various functions relating to the established Church of England. He appoints clergymen in such of the ecclesiastical livings under the patronage of the Crown as are officially listed as being worth less than £20 per annum. Furthermore, he exercises the same prerogative in regard to the less valuable livings in the Duchy of Cornwall when there is no Duke of Cornwall, or when the Duke of Cornwall is a minor. (The heir-apparent to the Crown, if he is the Sovereign's eldest son, is automatically Duke of Cornwall.) Finally, the Lord Chancellor is in some cases the patron of an ecclesiastical living in his own right. Thus, in total, he appoints clergymen in over four hundred parishes and twelve cathedral canonries.
By law, the Lord Chancellor must be consulted before appointments may be made to certain ecclesiastical courts. Judges of Consistory Courts, the Arches Court of Canterbury, the Chancery Court of York and the Court of Ecclesiastical Causes Reserved are appointed only after consultation with the Lord Chancellor.
The Lord Chancellor is, ex officio, one of the thirty-three Church Commissioners, who manage the assets of the Church of England. Furthermore, in his capacity as Speaker of the House of Lords, he appoints fifteen Lords to the Ecclesiastical Committee of Parliament, which considers Measures passed by the Church's General Synod before they become law.
Formerly, Roman Catholics were thought to be ineligible for the office of Lord Chancellor, as the office entailed functions relating to the Church of England. Most legal restrictions on Roman Catholics were lifted by the Catholic Relief Act 1829, which, however, provides, "nothing herein contained shall … enable any Person, otherwise than as he is now by Law enabled, to hold or enjoy the Office of Lord High Chancellor, Lord Keeper or Lord Commissioner of the Great Seal". The words "as he is now by Law enabled", however, caused considerable doubt, as it was unclear if Roman Catholics were disqualified from holding the office in the first place. For the removal of all doubt, Parliament passed an Act in 1974, declaring that there was never any impediment to the appointment of a Roman Catholic. The Act nevertheless provided that, if a Roman Catholic were appointed to the office, then the Sovereign may temporarily transfer the Lord Chancellor's ecclesiastical functions to the Prime Minister or another minister.
Other functions
Under the Regency Act 1937, the Lord Chancellor is one of the five persons who participate in determining the capacity of the Sovereign to discharge his or her royal duties—the other individuals so empowered are the Sovereign's spouse, the Speaker of the House of Commons, the Lord Chief Justice of England and Wales and the Master of the Rolls. If any three or more of these individuals determine that the Sovereign suffers from a mental or physical infirmity, the royal functions may be transferred to a Regent.
The Lord Chancellor is also the Keeper of the Queen's Conscience. As Keeper of the Queen's Conscience, the Lord Chancellor was once also the chief judge of the court of Chancery in London, dispensing equity to soften the harshness of the law.
The Lord Chancellor acts as the Visitor of many universities, colleges, schools, hospitals and other charitable organisations throughout the United Kingdom. When the rules of the organisation do not designate a Visitor, or when a vacancy in the office arises, the Sovereign serves as Visitor, but delegates the functions to the Lord Chancellor. Furthermore, some organisations explicitly provide that the Lord Chancellor is to act as Visitor; these bodies include St. George's Chapel, Windsor, the Royal Institution, the University of Newcastle upon Tyne and three colleges of Oxford University (namely Oriel College, St. Antony's College and University College).
The power to appoint members of certain organisations is vested in the Lord Chancellor. These organisations include the governing bodies of Harrow School, Rugby School and Charterhouse School.
Ceremonies
Like the Speaker of the House of Commons, the Lord Chancellor has an official residence within the Palace of Westminster. Before each day's sitting of the House of Lords, the Lord Chancellor forms part of a procession that marches from his residence to the Lords Chamber. The Lord Chancellor is preceded by the Deputy Serjeant-at-Arms or Principal Doorkeeper of the House (who bears the Mace) and by the Purse-Bearer (who carries a large purse embroidered and decorated the Royal Arms and cypher.) The Lord Chancellor is followed by his Train-Bearer; the procession is later joined by the Gentleman Usher of the Black Rod. The Mace is placed on the Woolsack, where the Lord Chancellor sits after a bishop has led the House in prayers.
The Lord Chancellor participates in the ceremony of introduction, which takes place every time a newly created peer joins the House of Lords. Formerly, the ceremony involved an elaborate ritual. First, the new peer would have to kneel before the Lord Chancellor and present his writ of summons (which indicates a peer's right to a seat in the House of Lords). After a clerk read the writ aloud, the new peer would proceed to his seat along with two other peers. All three, after taking their seats, would immediately rise, doff their hats and bow to the Lord Chancellor, and then repeat the practice two more times. The ceremony of kneeling before the Lord Chancellor and of doffing hats was deemed undignified and unnecessary, and was changed in 1998; now, new peers must merely shake hands with the Lord Chancellor during introductions.
The Lord Chancellor is also involved in the annual ceremony known as the State Opening of Parliament, during which the Sovereign delivers the Speech from the Throne (also known as the King's or Queen's Speech), outlining the agenda of the Government for the upcoming parliamentary session. (The content of the Speech is determined not by the Sovereign, but by the Prime Minister and other ministers.) When all are ready to begin, the Lord Chancellor proceeds up the steps to the Throne, kneels and presents a piece of vellum on which the Speech is written to the Sovereign. As he descends the steps to the Throne, the Lord Chancellor walks backwards, so as to keep from turning his back to the Sovereign. Upon the conclusion of the Speech, the Lord Chancellor once again kneels before the Sovereign to receive the piece of parchment, and once again descends the steps walking backwards. The ceremony of kneeling was dispensed with in the case of Lord Hailsham of St Marylebone, who suffered from arthritis. Lord Irvine of Lairg announced that he would not walk backwards whilst descending the steps to the Throne, but (despite much speculation) his successor, Lord Falconer of Thoroton, restored the tradition. At the most recent Queen's Speech, the Lord Chancellor did however announce that no one would be walking backwards and duly no one did.
Precedence and privileges
The Lord High Chancellor outranks all other Great Officers of State, with the exception of the Lord High Steward, which office, as aforementioned, has generally been vacant since the 15th century. Under modern conventions, the office of Lord High Steward is only filled on the day of a new monarch's coronation; thus, at all other times, the Lord Chancellor remains the highest ranking Great Officer. The importance of the office is reflected by the Statute of Treasons 1351, which makes it high treason to slay the Lord Chancellor. A Lord High Treasurer would be entitled to the same protection—but the office is now held in commission—as would a judge whilst actually in court, determining a case.
The Lord Chancellor's pos | | |