Home About us Products Services Contact us Bookmark
:: wikimiki.org ::
Súber

Súber

Em botânica, o súber é um tecido vegetal de protecção mecânica e impermeabilizante que substitui o córtex das plantas vasculares com crescimento secundário - é a "casca" das plantas lenhosas. A cortiça é o resultado da morte deste tecido, ou seja, quando as células perdem o citoplasma e fica apenas a parede celular suberificada. O súber é um parênquima formado do lado externo do caule pelo câmbio cortical (também chamado câmbio suberoso ou meristema subero-felodérmico). Estas células revestem a parede com um material chamado suberina, impermeabilizando-as e protegendo assim o tronco. Do lado interno, o câmbio cortical forma a feloderme. categoria:botânica

Botânica

Botânica é o estudo científico da vida das plantas, fungos e algas. Como um campo da biologia, é também muitas vezes referenciado como a Ciência das Plantas ou Biologia Vegetal. A Botânica abrange uma miríade de disciplinas científicas que estudam crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução da vida das plantas. Plantas, também chamadas de Embriófitas, são seres vivos fotossintetizantes que possuem embriões multicelulares envolvidos por material materno e estágio sexuado em alguma parte do ciclo de vida. Distintas dos demais seres vivos por seu ciclo de vida mais que pela fotossíntese (algumas espécies são heterotróficas secundárias, sem pigmentos verdes). Adaptadas basicamente para a vida na terra. Composta de dois grupos informais: avasculares e vasculares, sendo o último subdividido em plantas sem e com sementes. As plantas com sementes podem ainda formar ou não flores. Todas as células das plantas possuem plastídeos que quando expostos à luz podem converter-se em cloroplastos. As algas não são plantas basicamente por dois motivos: não possuem embriões multicelulares nem diferenciação verdadeira de tecidos. São organismos fotossintetizantes uni ou multicelulares com clorofila A e B e amido como substância de reserva. Paredes celulares formadas por polissacarídedos, algumas vezes celulose. Células móveis com 2 flagelos apicais. Maioria aquática, também terrícolas, rupícolas e diversos ambientes. Os fungos, por sua vez, são organismos Heterotróficos. O reino Plantae é dividido em divisões (Usa-se o termo "divisão" ao invés do termo "filo" nos animais).
- Marchantiophyta
- Anthocerophyta
- Bryophyta
- Lycophyta
- Psilophyta
- Sphenophyta
- Pterophyta
- Cycadophyta
- Ginkgophyta
- Gnetophyta
- Coniferophyta, Gimnospermas
- Anthophyta, Plantas com flores
  - Liliopsida, Monocotiledôneas
  - Magnoliopsida, Dicotiledôneas Destas, as mais conhecidas entre as pessoas comuns são Bryophyta (musgos), Pterophyta (samambaias), Coniferophyta (gimnospermas), que são plantas coníferas, e Anthophyta (angiospermas), que são plantas com flores. Angiospermas são divididas em dois grupos, Dicotiledôneas e Monocotiledôneas. Dicotiledôneas têm dois cotilédones (folhas embrionárias), enquanto as monocotiledôneas têm apenas um cotilédone. Os nomes "Pinophyta" e "Magnoliophyta" são usados frequentemente para "Coniferophyta" e "Anthophyta". Do mesmo modo, as monocotiledôneas e docotiledôneas são chamadas "Liliopsida" and "Magnoliopsida" respectivamente.

Foco e Motivação da Botânica

Como outras formas de vida na Biologia, a vida das plantas pode ser estudada em uma variedade de níveis, do molecular, genético e bioquímico através de organelas, células, tecidos e a biodiversidade de plantas inteiras. No topo desta escala, plantas podem ser estudadas em populaçoes, comunidades e ecossistemas (como em ecologia). Em cada um destes níveis um botânico pode se dedicar à classificação (taxonomia), estrutura (anatomia) ou função (fisiologia) da vida vegetal. Historicamente, botânicos estudavam todos os organismos não geralmente considerados como animais. Algumas destes organismos "semelhantes a plantas" incluem: fungos (estudados em Micologia); bactérias e vírus (estudados em Microbiologia); e algas (estudadas em Ficologia). A maior parte das algas, fungos e micróbios não são mais considerados como membros do Reino Vegetal. Entretanto, atenção ainda é dada a estes por botânicos; e bactérias, fungos, e algas são usualmente mencionados, ainda que superficialmente, em cursos de botânica. Então por que estudar plantas? Plantas são fundamentais para a vida na Terra. Elas geram oxigênio, alimento, fibras, combustíveis e remédios que permitem aos humanos e outras formas de vida existir. Enquanto realizam tudo isso, plantas ainda absorvem dióxido de carbono, um importante gás do efeito estufa, através da fotossíntese. Uma boa compreensão das plantas é crucial para o futuro de nossa sociedade, já que nos permite:
- Alimentar o mundo
- Entender processos fundamentais
- Utilizar remédios e materiais
- Entender mudanças ambientais

Alimentar o Mundo

Virtualmente todo alimento que consumimos provêm das plantas, tanto diretamente de frutas, verduras e legumes, como indiretamente através do gado que comemos, que por sua vez dependem de plantas para se alimentar. Em outras palavras, plantas são a base de quase todas as teias alimentares, ou o que os ecólogos chamam de nível trófico. Compreender como as plantas produzem o alimento que comemos é, portanto, importante para sermos capazes de aimentar o mundo e fornecer segurança alimentar para as futuras gerações, como exemplo através do cruzamento entre plantas. Nem todas as plantas são benéficas aos humanos, e plantas daninhas são um problema considerável para a agricultura, e a botânica fornece o conhecimento básico para compreender como minimizar seu impacto.

Entendendo Processos Fundamentais

Plantas são organismo convenientes nos quais os processos fundamentais (como divisão celular e síntese de proteínas, por exemplo) podem ser estudadas, sem o dilema ético destes estudos em animais ou humanos. As leis de herança genética foram descobertas desta maneira por Gregor Mendel que estava estudando a maneira pela qual a forma das ervilhas era herdada. O que Mendel aprendeu estudando plantas teve um alcance muito além da botânica. Mais recentemente, Barbara McMlintock descobriu "genes saltitantes" ao estudar milho. Embora ela não fosse uma botânica "clássica", seu trabalho demonstra a crescente relevância do estudo de plantas para o entendimento de processos biológicos fundamentais.

Utilizando Remédios e Materiais

Muitas drogas, medicinais ou não, vêm do Reino Vegetal. Aspirina, originalmente era extraída da casca de salgueiros, é um exemplo. Podem haver curas para uma grande variedade de doenças fornecidas por vegetais esperando para serem descobertas. Estimulantes populares como café, chocolate, tabaco e chá também têm origem em plantas. A maior parte das bebidas alcoólicas são obtidas da fermentação de plantas, como lúpulo e uvas. Plantas também nos fornecem muitos materiais naturais: algodão, madeira, papel, linho, óleos vegetais, alguns tipos de cordas e borracha são apenas alguns exemplos. A produção de seda não seria possível sem o cultivo de amoreiras. Canas-de-açúcar e outras plantas têm sido recentemente utilizadas como biocombustíveis, importantes como alternativa aos combustíveis fósseis. Este é apenas um punhado de exemplos de como a vida vegetal fornece à humanidade remédios e materiais importantes.

Entendendo Mudanças Ambientais

Plantas podem também auxiliar na compreensão de mudanças ambientais de muitas maneiras. Compreender a destruição dos habitates e a extinção das espécie depende de um acurado e completo inventário de plantas providenciado pela sistemática e taxonomia. Respostas das plantas à radiação ultravioleta pode nos ajudar a monitorar problemas, como o buraco na camada de ozônio. Análise de pólen depositado pelas plantas milhares de anos atrás podem ajudar cientistas a reconstruir climas do passado e predizer os do futuro, uma parte essencial da pesquisa sobre mudanças climáticas. Líquens, sensíveis às condições atmosféricas, têm sido extensivamente usados como indicadores de poluição. Então, de muitas maneiras, plantas podem agir um pouco como "canário de mineiro", um antigo sistema de alarme, nos alertando de importantes mudanças no meio ambiente. Acrescentando a essas razões práticas e científicas, plantas são extremamente valiosas como recreação a milhões de pessoas que apreciam jardinagem, horticultura e culinária todos os dias. Botânicos também argumentam que a botânica é um tópico fascinante e recompensador por si só.

Historia da botânica

Botânica Antiga

Entre os primeiros estudos botânicos, escritos por volta de 300 AC, estão dois grandes tratados de Teofrasto: "Sobre a História das Plantas" (Historia Plantarum) e "Sobre as Causas das Plantas". Juntos, estes livros constituem-se na contribuição mais importante à ciência botânica durante a antigüidade e a Idade Média. O médico e escritor romano Dioscórides, fornece importantes evidências sobre o conhecimento das plantas entre os gregos e romanos. Em 1665, usando um microscópio primitivo, Robert Hooke descobriu células em cortiça; pouco tempo depois em tecidos vegetais vivos. O alemão Leonhart Fuchs, o suíço Conrad Gessner, e os autores britânicos Nicholas Culpeper e John Gerard, publicaram herbais (livros sobre ervas) com informações de usos das plantas.

Botânica Moderna

Uma quantidade considerável de conhecimento é gerada hoje em dia do estudo de plantas "modelo", como Arabidopsis thaliana. Esta mostarda ruderal foi uma das primeiras plantas a ter seu genoma seqüenciado. Outras mais comercialmente importantes como arroz, trigo, milho e soja estão tendo seu genoma seqüenciado, embora algumas delas sejam mais desafiadoras por possuírem mais de uma cópia de seus cromossomos, uma condição conhecida como poliploidia. A alga verde unicelular Chlamydomonas reinhardtii é outro organismo modelo que tem sido extensivamente estudado e fornece importantes informações sobre a biologia celular.

Assuntos relacionados


- Árvores
- Frutos
- Ervas
- Folhas
- Hortaliças

Veja também


- Lista de Botânicos
- Lista de Jardins Botânicos
- kimjongilia
- Plantas do Brasil Botânicos e Naturalistas
- Alexandre Rodrigues Ferreira
- Harri Lorenzi
- Roldão de Siqueira Fontes Categoria:Divisões da Biologia
-
ja:植物学 ko:식물학 simple:Botany th:พฤกษศาสตร์

Tecido (histologia)

Do ponto de vista da biologia, um tecido é um conjunto de células especializadas, iguais ou diferentes entre si, separadas ou não por líquidos e substâncias intercelulares, que realizam determinada função num organismo multicelular. O estudo dos tecidos biológicos chama-se histologia; na medicina, o estudos dos tecidos como meio de diagnóstico duma doença é a histopatologia. Os instrumentos clássicos mais usados no estudo dos tecidos incluem o bloco de parafina (fixação), os corantes biológicos, o micrótomo e o microscópio óptico, ainda que os desenvolvimentos recentes na área da microscopia electrónica, a imunofluorescência e o corte por congelação tenham permitido, nas duas últimas décadas, um enorme avanço neste ramo científico. Com estas novas técnicas, a aparência dos tecidos pode ser examinada, permitindo a comparação entre tecidos saudáveis e doentes, o que é bastante importante para a eficiência dos diagnósticos e prognósticos clínicos. Os tecidos biológicos podem dividir-se em:
- Tecidos animais
- Tecidos vegetais Alguns exemplos de tecidos do corpo humano são os epitélios, que forram a superfície dos órgãos, o tecido muscular, o tecido que forma os ossos (tecido ósseo), o sangue, o tecido nervoso e os vários tecidos glandulares. Nas plantas "superiores", os tecidos vasculares, ou seja, o equivalente aos vasos sanguíneos dos vertebrados são o xilema e o floema. Outros tecidos das plantas são os parênquimas e os meristemas, que são equivalentes às células da medula óssea dos vertebrados, que produzem as células do sangue. categoria:biologia categoria:histologia ja:組織 (生物学) ms:Tisu biologi simple:Tissue (biological)

Vegetal

Vegetal é um termo usado na botânica para caracterizar os seres vivos pertencentes ao Reino Plantae. Pode também significar o mesmo que planta ou hortaliça, mas é utilizado mais frequentemente como adjectivo que se aplica às estruturas e outros conceitos relacionados com as plantas (células vegetais, órgãos vegetais, etc). Tradicionalmente o termo Vegetal pode também ser usado para designar o Reino inteiro Planta, como empregue por Lineu nos Reinos Animal, Vegetal, e Mineral. ---- O termo vegetal é também usado para referir-se a um paciente com lesão cerebral severa, ou que está em estado vegetativo persistente. Vegetal também é um dos nomes dados à Ayahuasca por algumas das religiões que bebem esse chá. Categoria:Botânica ja:野菜 ms:Sayur simple:Vegetable

Crescimento

Todos os seres vivos aumentam de tamanho desde o seu nascimento até atingirem as dimensões máximas características de cada espécie, que dependem igualmente das condições ambientais. É a esse processo de aumento natural de tamanho que se chama crescimento individual. Em ecologia chama-se crescimento populacional ao aumento do número de indivíduos de uma espécie que vivem em determinado ecótopo. Este processo é estudado pela dinâmica das populações.

Crescimento individual

Qualquer célula viva aumenta de tamanho, por absorção e metabolização de nutrientes, desde o momento em que separa da sua célula-irmã até atingir um tamanho a partir do qual a célula, ou se divide para dar origem a duas células-filhas (ver ciclo celular), ou exerce a sua função específica (no caso de ser uma célula diferenciada) até ao momento da sua morte. Os seres vivos multicelulares aumentam de tamanho por divisão celular nos seus tecidos e também por crescimento individual das suas células.

Crescimento das plantas

As "plantas" multicelulares, incluindo as plantas verdes, os fungos e as algas, têm a facilidade de aumentarem o volume do seu corpo ou "cormo" por simples divisão celular dos seus tecidos.

Crescimento das plantas vasculares

As plantas vasculares - plantas verdes com órgãos diferenciados, que incluem as espermatófitas (as plantas que produzem sementes) e as pteridófitas - apresentam dois tipos de crescimento:
- crescimento primário, baseado no meristema apical, que promove o crescimento linear do caule e da raiz, e na formação de gomos, que dão origem aos ramos e folhas; e
- crescimento secundário, promovido pelo câmbio vascular, que dá origem à madeira, e pelo câmbio cortical, que dá origem ao córtex, ou seja, a "casca" das plantas lenhosas. Categoria:Biologia

Lenho

Em botânica, lenho é o nome dado ao xilema. Em troncos divide-se em cerne e alburno. Categoria:Botânica

Morte

Morte ou óbito são termos que podem referir-se tanto ao término da vida de um organismo como ao estado desse organismo depois do evento. Uma alegoria comum da morte é um Anjo da Morte, a cor negra, ou o famoso túnel com luminosidade ao fundo. Biologicamente, a morte pode ocorrer para o todo, para parte do todo ou para ambos. Por exemplo, é possível para células individuais, ou mesmo orgãos morrerem, e ainda assim o organismo como um todo continuar a viver; muitas células individuais vivem por apenas pouco tempo, e a maior parte das células de um organismo são continuamente substituídas por novas células. Também é possível que o organismo morra (geralmente, num caso de morte cerebral) e que suas células e órgãos vivam, e sejam usadas para transplantes. Porém, neste caso, os tecidos sobreviventes precisam de ser removidos e transplantados rapidamente ou morrerão também. Em raros casos, algumas células podem sobreviver, como no caso de Henrietta Lacks (no caso dela, células cancerígenas foram retiradas do seu corpo por um cientista, continuando a multiplicar-se indefinidamente). Irreversibilidade é constantemente citada como um atributo da morte. Cientificamente, é impossível ressuscitar um organismo morto; se um organismo vive, é porque não morreu anteriormente. De qualquer maneira, muitas pessoas não acreditam que a morte é sempre e necessariamente irreversível; enquanto algumas pessoas acreditam em ressuscitação do espírito ou do corpo, outras têm esperança que futuros avanços científicos e materiais possa trazê-las de volta à vida, como a criogenia ou outros meios tecnológicos de ressuscitação. Alguns biólogos acreditam que a função da morte é primariamente permitir a evolução.

Morte humana: definição e significância

evolução De longe o mais importante e significante tipo de morte para os seres humanos é a morte de um dos seus. Pensar sobre a morte humana levanta muitas questões. Primeiro, como podemos identificar o momento exacto em que a morte ocorreu? Isto parece importante, porque identificar o momento pode permitir-nos registar a hora exacta da morte nas certidões de óbito, ter a certeza que o corpo será libertado após se verificar que a pessoa está realmente morta, e em geral, e saber como agir perante uma pessoa viva e uma pessoa morta. Em particular, identificar o momento exacto da morte é importante nos casos de transplante de orgãos, porque tais orgãos precisam de ser transplantados (cirurgicamente) o mais rápido possível. Historicamente, tentativas de definir o momento exacto da morte foram problemáticas. Morte foi uma vez definida como paragem cardíaca e respiratória,mas com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e desfibrilação, por exemplo, surgia um dilema: ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas (em vários casos, respiração e pulso cardíaco podem ser restabelecidos). A primeira explicação foi aceite, e actualmente, a definição de morte é conhecida como morte clínica - morte cerebral ou paragem cardíaca irreversível, por exemplo. Actualmente, quando requerida, a morte geralmente é esclarecida como morte cerebral ou morte biológica: pessoas são dadas como mortas quando a actividade cerebral acaba por completo. Presume-se que a cessação de actividade eléctrica no cérebro indica fim de consciência. Porém, aqueles que mantêm que apenas o neo-córtex do cérebro é necessário para a consciência argumentam que só a actividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada para definir a morte. Na maioria das vezes, é usada uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da actividade eléctrica no cérebro como um todo, e não apenas no neo-córtex, é adoptada, como, por exemplo, na Definição Uniforme de Morte (Act) nos Estados Unidos. Até nesses casos, a definição de morte pode ser difícil. EEGs podem detectar pequenos impulsos eléctricos onde nenhum existe, enquanto houve casos onde actividade cerebral em um dado cérebro mostrou-se baixa demais para que EEGs os detectassem. Por causa disso, vários hospitais possuem elaborados protocolos determinando morte envolvendo EEGs em intervalos separados. A História médica contem muitas referências anedotais a pessoas que foram declaradas mortas por médicos e que voltaram à vida, às vezes dias depois, já no seu caixão ou durante procedimentos para embalsamento. Histórias de pessoas enterradas vivas (e assumindo que não foram embalsamadas) levaram um inventor no começo do século XX a desenhar um sistema de alarme que poderia ser activado dentro do caixão. Por causa das dificuldades na definição de morte, na maioria dos protocolos de emergência, mais de uma confirmação de morte (de médicos diferentes) é necessária. Alguns protocolos de treinamento, por exemplo, afirmam que uma pessoa não deve ser considerada morta a não ser que indicações óbvias que a morte ocorreu existam, como decapitação ou dano extremo ao corpo. Face qualquer possibilidade de vida, e na ausência de uma ordem de não-ressuscitação, equipas de emergência devem proceder ao transporte o mais imediato possível até ao hospital, para que o paciente possa ser examinado por um médico. Isso leva à situação comum de um paciente ser dado como morto à chegada do hospital. Talvez a morte não ocorra num momento em particular e se desenvolva durante um período de tempo. Em todo o caso, talvez não seja muito significativo falar em "momento exacto da morte", pelo menos a nível biológico.

O que acontece ao ser humano depois da morte?

A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte (ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente) é uma interrogação frequente, latente mesmo, na psique humana. Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte é comum e antiga (veja submundo). Para muitos, a crença e informações sobre a vida após a morte são uma consolação ou uma cobardia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da sua própria morte. Por outro lado, medo do Inferno ou de outras consequências negativas podem tornar a morte algo mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de Neanderthal/Homo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte. Enquanto existem estudos modernos sobre vida após a morte, a aceitação da sua existência ou não-existência continua a ser um acto de fé para a maioria das pessoas.

Personifição da morte

"A Morte" ou a personificação da Morte é também uma figura mitológica que tem existido na mitologia e na cultura popular desde o surgimento dos contadores de histórias. A típica imagem Ocidental da Morte, conhecida como "O Ceifador" ou Grim Reaper, é empregue nas culturas modernas sob várias formas, entre as quais numa carta de tarot e em vários trabalhos televisivos e cinematográficos. Uma das formas dessa personificação é um grande personagem da série Discworld de Terry Pratchett, com grande parte dos romances centrando-se nela como personagem pricipal. Uma personificação incomum da morte Death (Sandman) aparece no romance gráfico de Neil Gaiman, Sandman. A Morte também é personagem das histórias dos personagens de Maurício de Souza, Penadinho. Outra aparição da Morte enquanto alegoria está no trabalho de Ingmar Bergman, O Sétimo Selo "The Seventh Seal", no qual o protagonista joga um jogo de xadrez contra a Morte na praia - essa cena é parodiada no filme Bill and Ted's Bogus Journey (onde os protagonistas viajam no tempo dentro de uma cabine telefónica). A Morte é entendida como o fim da sensibilidade do ego.

Taxa de mortalidade

A taxa de mortalidade é a relação do número de óbitos numa determinada população num período de tempo e área delimitados. Um exemplo seria 2 mortes em cada 10,000 pessoas por ano.

A Morte na literatura

Como Oscar Wilde escreveu tão elegantemente: "(...) Morte é o fim da vida, e toda a gente teme isso, só a Morte é temida pela Vida, e as duas reflectem-se em cada uma (...)" "(...) desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor (...)" (Filipensis 2:12) A visão da Bíblia sobre a Morte. A morte é considerada através de várias perspectivas na literatura de todo o mundo. Encaramos a morte, lidamos com o falecimento de entes queridos e desconhecidos, discutimos o seu significado religioso, filosófico, social, etc. Muitos autores usaram-na como via para expressar o que há depois da vida, várias teorias, sendo algumas das mais divulgadas a teoria do Céu e do Inferno, a Reencarnação, ou a Extinção Absoluta.

Ver também


- Suicídio
- Além-morte
- Apoptose
- Autópsia
- Morte cerebral
- Enterro
- Cemitério
- Morte clínica
- Caixão
- Coma
- Cremação
- Eutanásia
- Funeral
- Carro fúnebre
- Imortalidade
- Extensão da vida
- Morte maternal
- Experiência de quase-morte
- Estado vegetativo persistente
- Intervalo post mortem
- Imortalidade quântica
- Reencarnação
- Doença terminal
- Tanatologia (O estudo científico da morte, suas causas e fenômeno)
- Tanatose fingir a morte
- Lista de pessoas que morreram antes dos trinta anos

Indicações Bibliográficas


- Chiavenato, Júlio José, 1939 -
- A morte, uma abordagem sociocultural/ Julio José Chiavenato.
- Moderna, 1988
- Coleção Polêmica
- ISBN: 89-16-01863-6 Categoria:Medicina Categoria:Filosofia Categoria:Morte ja:死 ms:Ajal simple:Death

Célula

As células são as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos. A célula representa a menor porção de matéria viva dotada da capacidade de auto-duplicação independente. As células foram descobertas em 1665 pelo inglês Robert Hooke. Ao examinar em um microscópio rudimentar uma lâmina de cortiça, Hooke verificou ser ela constituída por cavidades poliédricas, às quais chamou de células (do latim cella, pequena cavidade). Na realidade Hooke observou paredes de células vegetais mortas. As células são envolvidas pela membrana celular e preenchidas com uma solução aquosa concentrada de substâncias químicas, o citoplasma em que encontram-se dispersos organelos (por vezes escrito organelas, organóides, orgânulos ou organitos). As formas mais simples de vida são organismos unicelulares que se propagam por cissiparidade. As células podem também constituir arranjos ordenados, os tecidos. De acordo com a organização estrutural, as células são divididas em:
- Células Procariontes
- Células Eucariontes

Células Procariontes

As células procariontes ou procarióticas, também chamadas de protocélulas, são muito diferentes das eucariontes. Sua principal característica é a ausência de cariomembrana individualizando o núcleo celular, pela ausência de alguns organelos e pelo pequeno tamanho que acredita-se se deva ao fato de não possuírem compartimentos membranosos originados por evaginação ou invaginação. Também possuem DNA na forma de um anel não-associado a proteínas (como acontece nas células eucariontes, nas quais o DNA se dispõe em filamentos espiralados e associados à histonas). Estas células são desprovidas de mitocôndrias, plastídeos, complexo de Golgi, retículo endoplasmático e sobretudo cariomembrana o que faz com que o DNA fique disperso no citoplasma. A este grupo pertencem seres unicelulares ou coloniais:
- Bactérias
- Cianófitas (algas cianofíceas, algas azuis ou ainda Cyanobacteria)
- PPLO ("pleuro-pneumonia like organisms")

Células incompletas

As bactérias dos grupos das rickettsias e das clamídias são muito pequenas, sendo denominadas células incompletas por não apresentarem capacidade de auto-duplicação independente da colaboração de outras células, isto é, só proliferarem no interior de outras células completas, sendo, portanto, parasitas intracelulares obrigatórios. Diferem dos vírus por apresentarem:
- conjuntamente DNA e RNA;
- parte da máquina de síntese celular necessária para reproduzirem-se;
- uma membrana semipermeável, através da qual realizam as trocas com o meio envolvente.

Células Eucariontes

As células eucariontes ou eucarióticas, também chamadas de eucélulas, são mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados são dotados deste tipo de células. É altamente provável que estas células tenham surgido por um processo de aperfeiçoamento contínuo das células procariontes. Não é possível avaliar com precisão quanto tempo a célula "primitiva" levou para sofrer aperfeiçoamentos na sua estrutura até originar o modelo que hoje se repete na imensa maioria das células, mas é provável que tenha demorado muitos milhões de anos. Acredita-se que a célula "primitiva" tivesse sido bem pequena e para que sua fisiologia estivesse melhor adequada à relação tamanho × funcionamento era necessário que crescesse. Acredita-se que a membrana da célula "primitiva" tenha emitido internamente prolongamentos ou invaginações da sua superfície, os quais se multiplicaram, adquiriram complexidade crescente, conglomeraram-se ao redor do bloco inicial até o ponto de formarem a intrincada malha do retículo endoplasmático. Dali ela teria sofrido outros processos de dobramentos e originou outras estruturas intracelulares como o complexo de Golgi, vacúolos, lisossomos e outras. Quanto aos cloroplastos (e outros plastídeos) e mitocôndrias, atualmente há uma corrente de cientistas que acreditam que a melhor teoria que explica a existência destes orgânulos é a Teoria da Endossimbiose, segundo a qual um ser com uma célula maior possuía dentro uma célula mais pequena mas com melhores características, fornecendo uma o refúgio à mais pequena e esta a capacidade de fotossintetizar ou de sintetizar proteínas com interesse para a outra. Nesse grupo encontram-se:
- Células Animais (sem cloroplastos e sem parede celular; vários pequenos vacúolos)
- Células Vegetais (com cloroplastos e com parede celular; normalmente, apenas, um grande vacúolo central) Outros componentes celulares:
- Cílios e Flagelos
- Cromossomos


- Os Vírus
- Biologia Celular
- Citologia
- Ciclo celular
- Divisão celular
- Mitose
- Meiose Categoria:Citologia ja:細胞 ko:세포 ms:Sel simple:Cell th:เซลล์ (ชีววิทยา)

Parede celular

A parede celular é uma estrutura que envolve as células de muitos seres vivos, como as plantas verdes, as algas, os fungos e muitas bactérias. Tem funções de protecção e suporte e geralmente é permeável à troca de iões entre o exterior e o interior da célula.

Parede celular das plantas verdes

A parede celular das plantas verdes (incluindo as plantas vasculares, os musgos e as algas verdes) é formada essencialmente por microfibrilhas de celulose. Na primeira camada, formada quando a célula ainda está a crescer, as microfibrilhas não apresentam uma direcção definida e encontram-se ligadas por ligações hidrogénio, o que torna a estrutura mais flexível. Nas camadas seguintes, as microfibrilhas já se apresentam orientadas numa determinada direcção, conferindo maior rigidez à parede celular. Quando as células se dividem, têm de formar uma nova parede celular. Para isso, forma-se ao longo do eixo de divisão uma camada de microtúbulos, chamada fragmoplasto que ajuda à deposição das microfibrilhas de celulose. Uma diferença importante entre as células das algas verdes e das restantes plantas verdes é que, nas primeiras - com exceção das Charophyta - os microtúbulos alinham-se perpendicularmente ao eixo da divisão celular, formando o que se chama de ficoplasto. Células vizinhas comunicam entre si através de poros na parede celular chamados plasmodesmos. Estas ligações explicam como as infecções ou outras doenças se espalham rapidamente por todos os tecidos das plantas. Para além destas ligações, existe ainda uma camada gelatinosa entre as paredes celulares das células vizinhas que as mantém ligadas. Esta camada, chamada lamela média é formada por fibras de celulose entrelaçadas por moléculas de pectatos e hemiceluloses. A parede celular das plantas verdes é normalmente permeável aos fluidos, exceto quando impregnada com lenhina ou suberina, nas plantas com crescimento secundário.

Parede celular das algas

Nos restantes grupos de seres vivos tradicionalmente considerados algas, a parede celular encontra-se normalmente presente e também formada por polissacarídeos, mas que podem ser de tipos diferentes da celulose. Nas algas vermelhas as paredes celulares são formadas por um complexo de microfibrilhas dentro duma matriz mucilaginosa. Agar and carragenina são as duas espécies de mucilagem típicas das algas vermelhas. O ácido algínico (ou alginato) juntamente com celulose são os componentes típicos da parede celular das algas castanhas. As diatomáceas têm as células protegidas por frústulas compostas por duas peças que se encaixam como os pratos duma caixa de Petri, formadas de sílica opalina, polimerizada. Os dinoflagelados possuem um envólucro exterior (teca) formado por duas camadas membranosas, no meio das quais se encontra um complexo de vesículas achatadas que, nas formas "tecadas", contêm placas de celulose. Muitas espécies de dinoflagelados, no entanto, apresentam células "nuas" - sem uma verdadeira parede celular.

Parede celular dos fungos

A constituição da parede celular dos fungos é uma das características que levou à sua separação num reino separado entre os seres vivos - ela é composta por fibras de quitina, o mesmo carboidrato que compõe o exosqueleto dos insetos e outros artrópodes.

Parede celular das bactérias

As paredes celulares das bactéria são tipicamente compostas por peptidoglicanos (polímeros de polissacarideoss ligados a proteínas). Quando a parede exterior tem esta composição, a célula tinge de cor púrpura quando fixada com violeta-cristal, uma preparação conhecida como técnica de Gram - bactérias "Gram-positivas". Outras bactérias possuem uma parede celular dupla, em que a interna é uma fina camada de peptidoglicanos, enquanto que a exterior á formada por carboidratos, lípidos e proteínas. Estas bactérias não tingem de púrpura com o corante de Gram - "Gram-negativas". Muitos antibióticos, incluindo a penicilina e seus derivados, atacam especificamente a parede celular das bactérias. categoria:biologia categoria:citologia ja:細胞壁

Parênquima

Em biologia, particularmente em histologia, chama-se parênquima ao conjunto de células responsáveis pela função de determinado órgão. Por exemplo: no fígado, o tecido conjuntivo constitui o estroma, e as células hepáticas constituem o parênquima. ---- Nos animais, chama-se parênquima ao tecido que forma a parte funcional de muitos órgãos, como os pulmões ou os rins. ---- Nas plantas, chama-se parênquima ao tecido pouco especializado que forma a parte interior de muitos órgãos, como a raiz e o caule jovens e as folhas das plantas vasculares ou das frondes e talos das algas. Um parênquima com cloroplastos toma o nome de clorênquima. categoria:biologia categoria:botânica categoria:anatomia categoria:histologia

Caule

Em botânica, chama-se caule ao órgão das plantas vasculares que serve fundamentalmente como suporte das folhas, flores e frutos e para transportar das raízes para os órgãos aéreos da planta os nutrientes, gases e substâncias orgânicas necessárias para a sua subsistência.

Crescimento do caule

O caule desenvolve-se, durante a germinação da semente, a partir dum tecido embriónico chamado hipocótilo. O crescimento do hipocótilo leva os cotilédones, a plúmula (precursora das primeiras folhas) e o meristema apical a sairem do tegumento para formarem a nova planta. As células do hipocótilo diferenciam-se:
- as da superfície, em células da epiderme;
- as da camada imediatamente interior, em colênquima, células com parede celular mais espessa, que fornecem suporte ao novo caule;
- as do interior, em parênquima. O meristema apical, para além de assegurar o crescimento vertical do caule, preside à formação do xilema e floema primários, os tecidos de transporte dos líquidos, que também contribuem para o suporte do caule. Nas espécies de plantas com crescimento secundário, formam-se meristemas secundários, o câmbio vascular e o câmbio cortical) que irão formar novos tecidos (respectivamente, o lenho e o córtex, transformando o caule num tronco. Muitas vezes, o caule ramifica-se a partir de gomos axilares, ficando os ramos com a mesma estrutura do caule principals.

Estrutura do caule

O caule das plantas vasculares completamente desenvolvido é um corpo sub-cilíndrico formado por camadas sucessivas de diferentes tecidos:
- o córtex formado pela epiderme (nas plantas jovens) e pelo parênquima cortical; ou
- o súber nas plantas com crescimento secundário;
- o câmbio cortical (apenas nas plantas com crescimento secundário);
- o floema;
- o câmbio vascular (apenas nas plantas com com crescimento secundário);
- o xilema que, nas plantas com crescimento secundário, forma o lenho; e
- a medula, a camada parênquimatosa central (que, nas plantas com crescimento secundário, pode ter desaparecido). Categoria:Botânica

Meristema

Em botânica chamam-se meristemas aos tecidos das plantas que asseguram o seu crescimento. Os meristemas consistem em células indiferenciadas com capacidade de divisão contínua. O primeiro meristema a aparecer, nas extremidades da radícula e dos cotilédones da semente, chama-se meristema apical e é formado por células iguais. Mas estas células vão-se diferenciando em três tipos de meristema primário:
- A protoderme, a camada exterior, que dá origem à epiderme das folhas, caule e raizes jovens;
- O procâmbio, a camada seguinte, que vai dar origem ao xilema primário, ao floema primário e ao câmbio vascular (que dará origem ao xilema e floema secundários); e
- O meristema basal, que dá origem à medula e ao câmbio cortical (que, por sua vez, dará origem ao cortex - ou cortiça, no sobreiro - nas plantas que se tornam em árvores).

Meristema apical

Para além de promover a germinação da semente, os meristemas apicais continuam a actuar durante o crescimento da planta, por vezes promovendo a formação de gomos ou "rebentos", que podem dar origem a folhas ou ramificações do caule ou da raiz. Os meristemas apicais secundários são formados por várias camadas de células, cujo número e forma são característicos das diferentes espécies. A camada exterior chama-se túnica e a interior, corpo. Nas monocotiledóneas, é a túnica que determina a forma da folha, enquanto que nas dicotiledóneas é o corpo que a determina. ---- Referência: Biology, 6th ed., por Neil A. Campbell e Jane B. Reece. Benjamin Cummings. Categoria:Botânica

Feloderme

Parte da periderme contituída por células do parênquima. A feloderme origina-se por divisão das células do felogénio em direção à parte interna da planta. Categoria:Biologia

Panathinaikos Athens

Panathinaikos Sports Club (Greek: Παναθηναϊκός Αθλητικός Όμιλος, Panathinaikos Athlitikos Omilos, i.e. Pan-Athenian Athletic Club) is a sport organisation and the biggest sport club in Greece as it has the most single departments and the most titles in Greece. It was founded by George Kalafatis in 1908. It is often referred to by its initials, PAO. The club emblem is the three-leaf clover in green. Panathinaikos initially consisted of a single department, the football team. Before the club took the name P.A.O. it was called P.O.A. (Athens Football Club). In 1909 it changed to P.P.O. (Panhellenic Football Club) and finally, in 1924 to the well known name of P.A.O. (Panathenian Athletic Club). Over the years Panathinaikos has established departments in 21 sports. Some of them are:
- Athletics (track and field), established in the 30's
- Basketball, established in 1937
  - The basketball team is a major force on the European stage, having won the continent's top club competition, the Euroleague, three times (1996, 2000, 2002)
- Swimming and Water Polo, established in 1950
- Volleyball, established in 1919
- Cycling, established in 1928
- Table-Tennis, established in 1935
- Boxing, established in 1948
- Chess, established in 1959
- Fencing, established in 1960
- Weightlifting, established in 1963
- Wrestling, established in 1965
- Gymnastics, established in 1965
- Water Skiing, established in 1965

Football club successes

Panathinaikos is one of the most successful greek football clubs, mostly going well in European competitions, having participated in one European Champions Cup Final (1971 at Wembley Stadium, London, where they lost 2-0 to Ajax Amsterdam) and having twice reached the semifinals of the same competition (later renamed the Champions' League): in 1985 against Liverpool and in 1996 against Ajax (1 - 0, 0 - 3).

Famous football players who played for Panathinaikos


- George Kalafatis
- Michalis Papazoglou
- Mimis Pierrakos
- Kostas Tsiklitiras
- Loukas Panourgias
- Angelos Messaris
- Antonis Miyiakis
- Apostolos Nikolaidis
- Takis Loukanidis
- Kostas Linoxilakis
- Mimis Domazos
- Takis Oikonomopoulos
- Antonis Antoniadis
- Juan Ramón Verón
- Dimitris Saravakos
- Juan Ramon Rocha
- Velimir Zajec
- Krzysztof Warzycha
- Takis Fyssas
- Giorgos Karagounis
- Yourkas Seitaridis
- Angelos Basinas
- Sotiris Kyrgiakos

Famous basketball players who played for Panathinaikos


- Antonio Davis (1990-92)
- Nikos Galis
- Arijan Komazec
- Stojan Vrankovic
- Alexander Volkov
- Zarko Paspalj
- Panagiotis Giannakis
- Dominique Wilkins
- John Salley
- Byron Scott
- Dino Radja
- Dejan Bodiroga
- Zeljko Rebraca

Famous volleyball players who played for Panathinaikos


- Andre Nascimento
- Cleber De Oliviera

Titles

Total Titles: 363 41 titles in football: 16 Greek Championships (1930, 1949, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1969, 1970, 1972, 1986, 1990, 1991, 1995, 1996, 2004) 14 Greek Cups (1940, 1948,1967, 1969, 1977, 1982, 1984, 1986, 1988, 1989, 1991, 1993, 1995, 2004) 4 Super Cups (1970, 1988, 1993, 1994) 1 Balkan Cup (1978) 42 titles in Basketball: 1 Intercontinental Cup (1996) 3 European Championships (1996, 2000, 2002) 26 Greek Championships (1947, 1951, 1954, 1961, 1962, 1967, 1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1998, 1999, 2000, 2001, 2003, 2004, 2005) 8 Greek Cups (1979, 1982, 1983, 1986, 1993, 1996, 2003, 2005) 3 Women's Greek Championships (1998, 2000, 2005) 1 Women's Greek Cup (2000) 39 titles in Volleyball: 17 Greek Championships (1963, 1965, 1966, 1967, 1970, 1971, 1972, 1973, 1975, 1977, 1982, 1984, 1985, 1986, 1995, 1996, 2004) 3 Greek Cups (1982, 1984, 1985) 18 Women's Greek Championships (1970, 1971, 1972, 1973, 1977, 1978, 1979, 1982, 1983, 1985, 1988, 1990, 1991, 1992, 1993, 1998, 2000, 2005) 1 Women's Greek Cup (2005) +241 titles in other sports. Most popular fan clubs are: Gate 13, PALEFIP.

Football squad


Basketball Players (14)


Volleyball Players (13)


External links


- [http://www.pao.gr Official football site] (in Greek and English)
- [http://www.paobc.gr Official basketball site] (in Greek and English)
- [http://www.paovolleyball.gr Official volleyball site] (in Greek and English)
- [http://www.panathinaikos1908.gr Official amateur departments' site] (in Greek)
- [http://www.greenwebfans.com Comprehensive Fan Site] (in Greek)
- [http://www.panatha.gr Multimedia Fan Site] (in Greek) Category:Greek football clubs Category:Sport in Athens __NOTOC__ ja:パナシナイコス

gambling aminokwasy backup software download mBank Strona Informacyjna litera h










































:: RELATED NEWS ::
I acute
The acute accent ( ´ ) is a diacritic mark used in many modern written languages with alphabets based on the Latin and Greek scripts. The word acute is derived from the Latin acutus ("sharp"), itself a loan translation o
O acute
The acute accent ( ´ ) is a diacritic mark used in many modern written languages with alphabets based on the Latin and Greek scripts. The word acute is derived from the Latin acutus ("sharp"), itself a loan translation o
U acute
The acute accent ( ´ ) is a diacritic mark used in many modern written languages with alphabets based on the Latin and Greek scripts. The word acute is derived from the Latin acutus ("sharp"), itself a loan translation o
Inverted exclamation
An exclamation mark, exclamation point' or bang, "!", is usually used after an interjection or exclamation to indicate strong feeling. An exclamation mark is a punctuation mark, and like the full stop (or period), it marks the end of a sentence. A sentence ending in an exclamation mark is either an actual
Intl. currency sign
:For current exchange rates, see Exchange links. A currency is a unit of exchange, facilitating the transfer of goods and services. It is a form of money, where money is defined as a medium of exchange (rather than e.g. a store of value). A currency zone is a country or region in which a specific currency is the dominant medium of exchange.
Degree sign
This article describes the typographical or mathematical symbol. For other meanings, see Degree (disambiguation) The degree symbol (°) is a typographical symbol, or glyph, that is used to represent degrees of arc (see Geographic coordinate system ) or temperature. The
British pound
:GBP redirects here. For other uses, see GBP (disambiguation). :For details of notes and coins, see British coinage and British banknotes. The pound sterling is the official currency of the United Kingdom (UK). It is often simply called the pound, with "pound sterling" used mainly in formal contexts or when it is n
A grave
The grave accent ( ` ) is a diacritic mark used in written Greek until 1982 (polytonic orthography), French, Catalan, Welsh, Italian,
E grave
The grave accent ( ` ) is a diacritic mark used in written Greek until 1982 (polytonic orthography), French, Catalan, Welsh, Italian,
I grave
The grave accent ( ` ) is a diacritic mark used in written Greek until 1982 (polytonic orthography), French, Catalan, Welsh, Italian,
All Rights Reserved 2005 wikimiki.org