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Domínio: ||
Eukaryota
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Reino ||
Animalia
|{Ver também{Links externos
Aquático
O adjectivo aquático qualifica coisas ou ações que se desenvolvem na água -
plantas aquáticas,
animais aquáticos,
ambiente aquático,
desportos aquáticos, etc.
-
terrestre
-
anfíbio
-
submarino
-
marinho
-
náutico
-
água doce
-
água do mar
-
oceano
-
rio
-
lago
Categoria:Hidrografia
Apêndice
Um apêndice pode ser:
-
apêndice - um conjunto de informações suplementares normalmente no fim de um livro ou outra publicação;
- o
apêndice vermiforme do
intestino humano e de outros
mamíferos;
-
apêndice - uma extensão do corpo de um
animal.
Peixe
Um peixe é um
animal aquático
poiquilotérmico. As principais adaptações a este meio de vida são o corpo
fusiforme, as
guelras ou
brânquias com que respira o
oxigénio dissolvido na água, os
membros transformados em
barbatanas e, na sua maior parte, o corpo coberto de
escamas.
Os peixes (28.500 espécies catalogadas na [http://www.fishbase.org/search.cfm?lang=Portuguese FishBase]) são, na maior parte das vezes, divididos nos seguintes grupos:
-
peixes ósseos (
Osteichthyes, com mais 22.000 espécies) à qual pertencem as
sardinhas, as
garoupas, o
bacalhau, o
atum e, em geral, todos os peixes com o esqueleto ósseo;
-
peixes cartilaginosos (
Chondrichthyes, mais de 800 espécies) à qual pertencem os
tubarões e as
raias; e
- vários grupos de peixes sem maxilas (antigamente classificados como
Agnatha ou
Cyclostomata, com cerca de 80 espécies), incluindo as
lampréias e as
mixinas.
A palavra peixe usa-se por vezes para designar vários animais aquáticos (por exemplo na palavra
peixe-mulher para designar o
dugongo). Mas a maior parte dos organismos aquáticos muitas vezes designados por "peixe", incluindo as
medusas e água-vivas, os
moluscos e
crustáceos e mesmo animais muito parecidos com os peixes como os
golfinhos, não são peixes.
Os peixes encontram-se em praticamente todos os
ecossistemas aquáticos, tanto em
água doce como salgada, desde a água da praia até às grandes profundezas dos
oceanos (ver
biologia marinha). Mas há alguns lagos hiper-salinos, como o Grande Lago Salgado, nos
Estados Unidos da
América do Norte onde não vivem peixes.
Os peixes têm uma grande importância para a humanidade e desde tempos imemoriais foram
pescados para a sua alimentação. Muitas espécies de peixes são criadas em condições artificiais (ver
aquacultura), não só para alimentação humana, mas também para outros fins, como os
aquários.
aquário
Há algumas espécies perigosas para o Homem, como os peixes-escorpião que têm espinhos venenosos e algumas espécies de tubarão, que podem atacar pessoas nas praias. Mas é necessário referir que muitas espécies de peixe se encontram ameaçadas de
extinção, quer por
pesca excessiva, quer por deterioração dos seus
habitats.
Os peixes bebem água, eles retiram oxigênio da
água para respirar. Uma
enguia, por exemplo, toma o equivalente a uma colher de sopa de água por dia. Os peixes também retiram uma certa quantidade de água dos alimentos. Por viverem em meio líquido, não precisam beber água para hidratar a pele, como fazem os animais terrestres.
Os peixes urinam, mas nem todos urinam da mesma maneira. Os peixes de água doce precisam eliminar o excesso de
água que se acumula em seus corpos. Seus rins produzem muita urina para evitar que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina.
O ramo da
zoologia que estuda os peixes do ponto de vista da sua posição
sistemática é a
ictiologia. No entanto, os peixes são igualmente estudados no âmbito da
ecologia, da
biologia pesqueira, da
fisiologia, etc.
Ecologia dos peixes
Classificação ecológica
Uma forma de classificar os peixes é segundo o seu
comportamento relativamente à região das águas onde vivem; este comportamento determina o papel de cada grupo no
ambiente aquático:
-
pelágicos (do latim
pelagos, que significa o "mar aberto") – os peixes que vivem geralmente em
cardumes, nadando livremente na coluna de água; fazem parte deste grupo as sardinhas, as anchovas, os atuns e muitos
tubarões.
-
demersais – os que vivem a maior parte do tempo em associação com o
substrato, quer em fundos arenosos como os
linguados, ou em fundos rochosos, como as
garoupas. Muitas espécies demersais têm
hábitos territoriais e defendem o seu
território activamente – um exemplo são as
moreias, que se comportam como verdadeiras
serpentes aquáticas, atacando qualquer animal que se aproxime do seu
esconderijo.
-
batipelágicos – os peixes que nadam livremente em águas de grandes profundidades.
-
mesopelágicos – espécies que fazem grandes migrações verticais diárias, aproximando-se da superfície à noite e vivendo em águas profundas durante o dia. Exemplo deste grupo são os peixes-lanterna.
Hábitos alimentares
Os peixes
pelágicos de pequenas dimensões como as
sardinhas são geralmente
planctonófagos, ou seja,
alimentam-se quase passivamente do
plâncton disperso na água, que
filtram à medida que "respiram", com a ajuda de
branquispinhas, que são excrecências
ósseas dos
arcos branquiais (a estrutura que segura as brânquias ou guelras).
Algumas espécies de maiores dimensões têm também este hábito alimentar, incluindo algumas
baleias (que não são peixes, mas
mamíferos) e alguns
tubarões como os zorros (género
Alopias). Mas a maioria dos grandes peixes pelágicos são
predadores activos, ou seja, procuram e capturam as suas
presas, que são também
organismos
pelágicos, não só peixes, mas também
cefalópodes (principalmente
lulas),
crustáceos ou outros.
Os peixes
demersais podem ser predadores, mas também podem ser
herbívoros, se se alimentam de plantas aquáticas,
detritívoros, ou seja, que se alimentam dos restos de animais e plantas que se encontram no
substrato, ou serem
comensais de outros organismos, como a
rémora que se fixa a um
atum ou tubarão através dum disco adesivo na topo da cabeça e se alimenta dos restos de comida que caem da boca do seu hospedeiro (normalmente um grande predador), ou mesmo
parasitas de outros organismos.
Alguns peixes
abissais e também alguns
neríticos, como os
diabos (família Lophiidae) apresentam excrescências, geralmente na cabeça, que servem para atrair as suas
presas; essas espécies costumam ter uma boca de grandes dimensões, que lhes permitem comer animais quase do seu tamanho. Numa destas espécies, o
macho é parasita da
fêmea, fixando-se pela boca a um "
tentáculo" da sua cabeça.
Ver também:
-
biologia marinha
-
interacções biológicas
Hábitos de reprodução
A maioria dos peixes são
dióicos,
ovíparos, a
fertilização dos
óvulos é externa e não existem
cuidados parentais. Nas espécies que vivem em
cardumes, as fêmeas
desovam nas próprias águas onde os cardumes vivem e, ao mesmo tempo, os
machos libertam o
esperma na água, promovendo a fertilização. Em alguns peixes
pelágicos, os
ovos flutuam livremente na água – e podem ser comidos por outros organismos, quer
planctónicos, quer
nectónicos; por essa razão, nessas espécies é normal cada
fêmea libertar um enorme número de óvulos. Noutras espécies, os ovos afundam e o seu desenvolvimento realiza-se junto ao fundo – nestes casos, os óvulos podem não ser tão numerosos, uma vez que são menos vulneráveis aos
predadores.
No entanto, existem excepções a todas estas características e neste artigo referem-se apenas algumas. Abaixo, na secção Migrações dos Peixes encontram-se os casos de
espécies que se
reproduzem na água doce, mas crescem na água salgada e vice-versa.
Em termos de separação dos
sexos, existem também (ex.: família
Sparidae, os
pargos) casos de
hermafroditismo e casos de mudança de sexo - peixes que são fêmeas durante as primeiras fases de maturação sexual e depois se transformam em machos (
protoginia) e o inverso (
protandria).
Os cuidados parentais, quando existem, apresentam casos bastante curiosos. Nos
cavalos-marinhos (género
Hypocampus), por exemplo, o macho recolhe os ovos
fecundados e
incuba-os numa bolsa
marsupial. Muitos
ciclídeos (de que faz parte a
tilápia e algumas famosas espécies de
aquário endémicas do
Lago Niassa (também conhecido por Lago Malawi, na fronteira entre
Moçambique e o
Malawi) guardam os filhotes na boca, quer do macho, quer da fêmea, ou alternadamente, para os protegerem dos predadores.
Refere-se acima que a maioria dos peixes são ovíparos, mas existem também espécies
vivíparas e
ovovivíparas, ou seja, em que o
embrião se desenvolve dentro do
útero materno. Nestes casos, pode haver fertilização interna - embora os machos não tenham um verdadeiro
pênis, mas possuem uma estrutura para introduzir o esperma dentro da fêmea. Muitos destes casos encontram-se nos
peixes cartilagíneos (tubarões e raias), mas também em muitos peixes de água doce e mesmo de aquário.
Hábitos de repouso
Os peixes não dormem. Eles apenas alternam estados de vigília e repouso. O período de repouso consiste num aparente estado de imobilidade, em que os peixes mantêm o equilíbrio por meio de movimentos bem lentos.
Como não tem pálpebras, seus olhos ficam sempre aberto. Algumas espécies se deitam no fundo do mar ou no rio, enquanto os menores se escondem em buracos para não serem comigos enquanto descansam.
Migrações dos peixes
Muitas espécies de peixes (principalmente os
pelágicos) realizam
migrações regularmente, desde migrações diárias (normalmente verticais, entre a superfície e águas mais profundas), até anuais, percorrendo distâncias que podem variar de apenas alguns metros até várias centenas de quilómetros e mesmo pluri-anuais, como as migrações das
enguias.
Na maior parte das vezes, estas migrações estão relacionadas ou com a reprodução ou com a
alimentação (procura de locais com mais alimento). Algumas espécies de
atuns migram anualmente entre o norte e o sul dum
oceano, seguindo
massas de água com a
temperatura ideal para eles.
Os peixes migratórios classificam-se da seguinte forma:
-
diádromos – peixes que migram entre os rios e o mar:
-
anádromos – peixes que vivem geralmente no mar, mas se reproduzem em
água doce;
-
catádromos – peixes que vivem nos rios, mas se reprouzem no mar;
-
anfídromos – peixes que mudam o seu habitat de água doce para salgada durante a vida,
mas não para se reproduzirem (normalmente por relações
fisiológicas, ligadas à sua
ontogenia);
-
potamódromos – peixes que realizam as suas migrações sempre em água doce, dentro dum rio ou dum rio para um
lago; e
-
oceanódromos – peixes que realizam as suas migrações sempre em águas marinhas.
Os peixes anádromos mais estudados são os
salmões (ordem Salmoniformes), que desovam nas partes altas dos rios, se desenvolvem no curso do rio e, a certa altura migram para o oceano onde se desenvolvem e depois voltam
ao mesmo rio onde nasceram para se reproduzirem. Muitas espécies de salmões têm um grande valor económico e cultural, de forma que muitos rios onde estes peixes se desenvolvem têm barragens com passagens para peixes (chamadas em inglês "fish ladders" ou "
escadas para peixes"), que lhes permitem passar para montante da
barragem.
O exemplo mais bem estudado de catadromia é o caso da
enguia europeia que migra cerca de 6000 km até ao
Mar dos Sargaços (na parte central e ocidental do
Oceano Atlântico) para desovar, sofrendo grandes metamorfoses durante a viagem; as
larvas, por seu lado, migram no sentido inverso, para se desenvolverem nos rios da Europa.
Fonte: Carl E. Bonds, Biology of Fishes, 2nd ed. (Saunders, 1996), pp. 599-605.
Camuflagem e outras formas de protecção
Os peixes ocenódromos, como o salmão ultilizam sua migração para se produzir e também para alimentar seus filhotes, eles voltam para o rio onde nasceram enfrentando várias barreras que os enfraquecem até que eles possam morrer para dar alimento a seus filhos.
Anatomia dos peixes
Anatomia interna
esqueleto
Coração
Aparelho digestivo / dentes
Bexiga natatória
A
bexiga natatória é um
órgão que auxilia o peixe a manter-se a determinada profundidade através do controlo da sua
densidade relativamente à da água. É um saco de paredes flexíveis, derivado do intestino que pode expandir-se ou contrair de acordo com a
pressão; tem muito poucos vasos
sanguíneos, mas as paredes estão forradas com cristais de
guanina, que a fazem impermeáveis aos gases.
A bexiga natatória possui uma
glândula que permite a introdução de gases, principalmente
oxigénio, na bexiga, para aumentar o seu volume. Noutra região da bexiga, esta encontra-se em contacto com o sangue através doutra estrutura conhecida por "
janela oval", através da qual o oxigénio pode voltar para a corrente sanguínea, baixando assim a pressão dentro da bexiga natatória e diminuindo o seu tamanho.
Nem todos os peixes possuem este órgão: os
tubarões controlam a sua posição na água apenas com a
locomoção; outros peixes têm reservas de
tecido adiposo para essa finalidade.
A presença de bexiga natatória traz uma desvantagem para o seu portador: ela proíbe a subida rápida do animal dentro da coluna de água, sob o risco daquele órgão rebentar.
A denominação bexiga natatória, foi substituída por Vesicula Gasosa.
Anatomia externa
Para além de mostrar diferentes adaptações
evolutivas dos peixes ao meio aquático, as características externas destes animais (e algumas internas, tais como o número de
vértebras) são muito importantes para a sua classificação
sistemática
Forma do corpo
A forma do corpo dos peixes "típicos" – basicamente
fusiforme – é uma das suas melhores adaptações à locomoção dentro de água. A maioria dos peixes
pelágicos (ver acima), principalmente os que formam
cardumes activos, como os
atuns, apresentam esta forma "típica".
No entanto, há bastantes variações a esta forma típica, principalmente entre os
demersais e nos peixes
abissais (que vivem nas regiões mais profundas dos oceanos). Nestes últimos, o corpo pode ser
globoso e apresentar
excrescências que servem para atrair as suas
presas.
A variação mais dramática do corpo dos peixes encontra-se nos
Pleuronectiformes, ordem a que pertencem os
linguados e as
solhas. Nestes animais, adaptados a viverem escondidos em fundos de
areia, o corpo sofre
metamorfoses durante o seu desenvolvimento
larvar, de forma que os dois
olhos ficam do mesmo lado do corpo – direito ou esquerdo, de acordo com a
família.
Muitos outros peixes
demersais têm o corpo achatado
dorsi-ventralmente para melhor se confundirem com o fundo. Alguns, como os
góbios, que são peixes muito pequenos que vivem em
estuários, têm inclusivamente as
barbatanas
ventrais transformadas num
disco adesivo, para evitarem ser arrastados pelas
correntes de
maré
Os
Anguilliformes (
enguias,
congros e
moreias) têm o corpo "anguiliforme", ou seja em forma de
serpente, assim como algumas outras
ordens de peixes.
Barbatanas
As
barbatanas são os
órgãos de
locomoção dos peixes. São extensões da
derme (a camada profunda da
pele suportadas por
lepidotríquias, que são
escamas modificadas e funcionam como os raios das rodas de
bicicleta. Por essa razão, chamam-se raios os que são flexíveis, muitas vezes
segmentados e
ramificados, ou
espinhos, qando são rígidos e podem ser ocos e possuir um canal para a emissão de
veneno.
Os números de espinhos e raios nas barbatanas dos peixes são importantes caracteres para a sua classificação, havendo mesmo
chaves dicotómicas para a sua identificação em que este é um dos principais factores.
Tipicamente, os peixes apresentam os seguintes tipos de barbatanas:
- uma barbatana dorsal
- uma barbatana anal
- uma barbatana caudal
- um par de barbatanas ventrais (ou barbatanas pélvicas) e
um par de barbatanas peitorais.
Apenas as barbatanas pares têm relação
evolutiva com os membros dos restantes
vertebrados.
Algumas ou todas estas barbatanas podem faltar ou estar unidas - já foi referida a transformação das barbatanas peitorais dos góbios num disco adesivo – mas as uniões mais comuns são entre as barbatanas ímpares, como a dorsal com a caudal e anal com caudal (caso de algumas espécies de
linguados).
As barbatanas têm formas e cores típicas em alguns grupos de peixes – são bem conhecidas as barbatanas dorsais dos tubarões! Para além de avisarem os banhistas para sairem da água, em praias onde eles podem aparecer e ser perigosos, são um importante petisco na
China.
Para além da coloração do corpo, a forma e cor das barbatanas são decisivas para os
aquaristas, de tal forma que chegam a ser produzidas variedades de
espécies com barbatanas espectaculares, como o famoso
cauda-de-véu, uma variedade do
peixinho-dourado (
Carassius auratus).
Alguns grupos de peixes, para além da barbatana dorsal com espinhos e raios (que podem estar separadas), possuem uma
barbatana adiposa, normalmente perto da caudal. É o caso dos
salmões e dos peixes da família do
bacalhau (Gadídeos).
Escamas ou placas
A
pele dos peixes é fundamentalmente semelhante à dos outros
vertebrados, mas possui algumas características específicas dos animais aquáticos. O corpo dos peixes está normalmente coberto de
muco que, por um lado diminui a resistência da água ao movimento e, por outro, os protege dos inimigos. Embora haja muitos grupos de peixes com pele nua, como as
enguias, a maior parte dos peixes tem-na coberta de
escamas que, ao contrário dos
répteis, têm origem na própria
derme.
Os peixes apresentam quatro tipos básicos de escamas:
- ciclóides, as mais comuns, normalmente finas, sub-circulares e com a margem lisa ou finamente serrilhada;
- ctenóides, também sub-circulares, mas normalmente rugosas e com a margem serrilhada ou mesmo espinhosa;
- ganóides , de forma sub-romboidal e que podem ser bastante grossas como as dos
esturjões; e
- placóides, normalmente duras com um ou mais espinhos, de formas variadas.
Alguns grupos de peixes têm o corpo coberto de placas ou mesmo uma armadura rígida, como o
peixe-cofre e os cavalos-marinhos. Esta armadura pode estar ornamentada com cristas e espinhos e apresenta fendas por onde saem as
barbatanas.
Linha lateral
Um órgão específico dos peixes é a
linha lateral, normalmente formada por uma fiada longitudinal de escamas perfuradas através das quais corre um canal que tem ligação com o
sistema nervoso; aparentemente, este órgão tem funções relacionadas com a orientação, uma espécie de sentido do
olfacto através do qual os peixes reconhecem as características das massas de água (temperatura, salinidade e outras).
Classificação sistemática dos peixes
A classificação simplificada no topo desta página é a mais próxima da utilizada por Lineu, mas esconde algumas características importantes que fazem deste grupo dos "Peixes" um agregado de
espécies com diferentes aspectos
evolutivos. Por essa razão, as classificações mais recentes – ver o projecto Árvore da Vida [http://www.tolweb.org Tree of Life] – abandonaram alguns
taxa tradicionais:
Não restam dúvidas que TODOS os peixes pertencem ao
-
Domínio Eukariota, ao
-
Reino Animalia, aos
clades
-
Metazoa
-
Bilateria
-
-
Deuterostomia, ao
filo
-
-
Chordata e, dentro deste, ao clade
-
-
Craniata
A partir deste ponto, os estudos
evolutivos mostraram divergências:
O
taxon classe tem sido usado (e, na Wikipedia em inglês encontramos vários exemplos) para vários clades diferentes. Por essa razão e até os
taxonomistas acordarem numa forma de
classificação científica consensual, devemos abster-nos de utilizar esse taxon. Os peixes, tanto espécies existentes, como
fósseis dividem-se pelos seguintes clades:
-
Hyperotreti – as
mixinas (peixes sem coluna vertebral) e
-
Vertebrata - um clade que inclui as
lampréias e os restantes vertebrados com
maxilas;
Dentro dos vertebrados, consideram-se os clades
-
Hyperoartia - as
lampréias (que têm coluna vertebral, mas não têm maxilas);
-
Gnathostomata – todos os animais com maxilas;
e mais sete grupos fósseis.
Dentro dos Gnathostomata, são aceites os seguintes clades:
-
Teleostomi – animais com boca terminal;
-
Chondrichthyes – tubarões e raias – boca sub-terminal ou ventral;
-
Acanthodii (extintos) e
-
Placodermi (extintos).
Dentro dos Teleostomi
-
Osteichthyes – animais com
tecido ósseo endocondral e com dentes implantados nas maxilas, e
-
Acanthodi (extintos)
Dentro dos Osteichthyes
-
Sarcopterygii – um grupo que inclui os peixes com barbatanas lobadas:
-
Coelacanthimorpha – os
celacantos, os
-
Dipnoi – os peixes pulmonados ou
dipnóicos
- os
tetrápodes, ou seja, os restantes vertebrados (
batráquios,
répteis,
aves e
mamíferos; e os
-
Actinopterygii - peixes com raios ou
lepidotríquias nas barbatanas, ou seja, os "
teleósteos", que incluem a maioria das
ordens de peixes actuais e algumas outras com divergências
filogenéticas.
Para a lista mais aceite das ordens dos peixes – incluíndo as que são classificadas nos diferentes clades mencionados – consultar a [http://www.fishbase.org FishBase].
Dentro desta classificação, os tradicionais taxa
Agnatha (peixes sem maxilas),
Ostracodermi (formas fósseis sem maxilas) e
Cyclostomata (peixes sem maxilas, como as
mixinas e
lampréias) não devem ser utilizados, uma vez que não são
monofiléticos.
Grande parte do material usado nesta secção foi retirado do projecto Tree of Life, especialmente das páginas com "copyright" de Philippe Janvier (1997) e de David R. Maddison.(1995)
Topo]
Páginas relacionadas na Wikipédia
Aquário
Aquacultura
Biologia Marinha
Pesca
Recursos exteriores à Wikipedia:
- [http://www.tolweb.org Tree of Life]
- [http://www.fishbase.org FishBase]
- O mundo dos peixes- [http://www.aworldoffish.com A World of Fish].
- [http://www.liverpoolmuseums.org.uk/nof/fish/ Fish Olympics] - um jogo para crianças e jovens de todas as idades!
- [http://www.calacademy.org/research/ichthyology/ California Academy of Sciences]
- [http://www.austmus.gov.au/fishes/ Australian Museum]
- [http://www.mcz.harvard.edu/Departments/Fish/ Harvard Museum of Comparative Zoology]
- [http://www.expozoo.exponor.pt/ Expozoo] - Salão Internacional de Zootecnia
categoria:vertebrados
Categoria:Animais
ja:魚類
ko:물고기
ms:Ikan
simple:Fish
th:ปลา
zh-min-nan:Hî Crustáceo
|-----
| align="center" |
250px
|-----
|
Subfilo: || Crustacea
|{{|
\|
Remipedia
Cephalocarida
Branchiopoda -
pulga da água,
Artemia
Ostracoda
Maxillopoda
Cirripedia -
cracas
Malacostraca -
lagostas,
caranguejos, etc.
|{{{{
Adulto
Na linguagem vulgar, um adulto é um ser
humano que é considerado pelos restantes como tendo atingido uma idade que lhe permite contrair
casamento e, em geral, realizar outras acções que são restritas a esses indivíduos.
Do ponto de vista da
biologia, um
organismo adulto é aquele que atingiu a capacidade
reprodutiva, ou seja, que já deixou de ser um
juvenil ou uma
larva.
= Aspecto legal =
Legalmente, significa que um indivíduo pode ser parte de um contrato. A mesma idade mínima, ou outra diferente, pode ser aplicável para, por exemplo, definir quando os pais perdem direitos parentais ou deixam de ter deveres para com a pessoa em causa, como o da responsabilidade financeira pelo menor.
Casar, votar, tornar-se militar, conduzir, viajar sozinho para o estrangeiro, consumir bebidas alcoólicas (podendo, neste caso, aplicar-se idades diferentes), fumar, ter relações sexuais, ser prostituto(a) - se for legal -, recorrer a serviços de prostituição, ser modelo ou actor (actriz) pornográfico(a), são exemplos de actividades que podem ser reservadas a adultos.
A definição legal de entrada na idade adulta varia entre os 16 e os 21 anos, dependendo da região em causa. Algumas culturas africanas consideram adultos todos os maiores de 13 anos, mas a maior parte das outras civilizações enquadram essa idade na adolescência.
Normalmente, a idade é 18 anos. Excepções:
- 19: Coreia do Sul
- 20: Japão.
- 21: EUA
= Censura =
"Adulto" ou "para adultos" também significa "não aconselhável a crianças", em particular como eufemismo para algo relacionado com comportamentos sexuais (por exemplo, entretenimento para adultos, vídeo para adultos, revista para adultos, livraria para adultos).
No entanto, educação para adultos significa apenas isso mesmo - educação para adultos. Não tem qualquer relação particular com educação sexual.
= Ver também =
-
Infância
-
Adolescência
Categoria:Faixas etárias
ja:大人
simple:Adult Plâncton
Em
biologia marinha e
limnologia chama-se plâncton (da palavra grega
planktos, que significa errante) ao conjunto dos
organismos que têm pouco poder de
locomoção e vivem livremente na coluna de água (
pelágicos), sendo muitas vezes arrastados pelas
correntes oceânicas.
O plâncton encontra-se na base da
cadeia alimentar dos
ecossistemas
aquáticos, uma vez que serve de
alimentação a organismos maiores.
O plâncton é geralmente subdividido em:
-
Fitoplâncton - formado principalmente por
algas
microscópicas;
-
Bacterioplâncton - formado por
bactérias; e
-
Zooplâncton - formado por
animais ou
protistas.
Em
biologia pesqueira chama-se
ictioplâncton ao conjunto dos
ovos e
larvas de organismos aquáticos que apresentam um
comportamento planctónico.
Image:Amphipodredkils.jpg
Image:Zooplankton1 300.jpg
Image:Zooplankton2_300.jpg
-
Bentos
-
Nécton
-
Séston
-
Oceanografia
Nota: as palavras bentos, nécton, plâncton,
séston e as palavras compostas destas não têm plural.
Categoria:Vida marinha
ja:プランクトン
Pelágico
Pelágico (do latim
pelagos, que significa o "mar aberto") – diz-se dos organismos aquáticos que nadam livremente na coluna de água, ao contrário dos
bentónicos e
demersais que passam a maior parte do tempo - pelo menos durante a parte do seu
ciclo de vida a que diz respeito o termo - em contacto mais ou menos permanente com o
substrato.
Fazem parte deste grupo o
plâncton, as
baleias e muitas espécies de
peixes que vivem geralmente em
cardumes, como as
sardinhas, as
anchovas, os
atuns e muitos
tubarões.
Ver também
biologia marinha.
Categoria:Biologia Substrato
Chama-se substrato ao fundo do
mar, dum
lago, ou doutro
ecossistema aquático, ou ainda qualquer superfície ali existente que possa servir de suporte a
organismos
vivos.
Existem substratos duros como uma
rocha, uma placa de
cimento, um pedaço de
coral morto, onde só se podem fixar organismos
sésseis, e substratos móveis formados por
areia,
lodo ou outro tipo de
sedimento, onde podem viver
animais com
movimentos livres, quer à sua superfície, quer enterrados, e onde podem também fixar-se
plantas com
raizes.
A
comunidade que vive no substrato chama-se
bentos e pode ser formada, tanto por formas
adultas como por
larvas ou
juvenis de organismos que, noutra fase do seu
ciclo de vida não fazem parte do bentos.
Categoria:Biologia Carnívoro
Tanto na linguagem vernácula, como nos diferentes ramos da
zoologia chamam-se carnívoros aos animais que se
alimentam exclusivamente de outros animais.
Termos relacionados:
-
predação
-
herbívoro
-
omnívoro
-
detritívoro
-
canibal
----
Do ponto de vista da
sistemática zoológica, chamam-se carnívoros os representantes da
ordem Carnivora, que inclui o
cão,
gato,
foca e outros.
categoria:biologia
ja:肉食動物
ms:Maging
simple:Carnivore Comensal
Parasita
Parasitas são
organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo
hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.
Todas as
doenças
infecciosas e as infestações dos
animais e das
plantas são causadas por seres considerados, em última análise, parasitas.
O efeito de um parasita no hospedeiro pode ser mínimo, sem lhe afectar as
funções vitais, como é o caso dos
piolhos, até poder causar a sua
morte, como é o caso de muitos
vírus e
bactérias
patogénicas. Neste caso extremo, o parasita normalmente morre com o seu hospedeiro, mas em muitos casos, o parasita pode ter-se
reproduzido e disseminado os seus
descendentes, que podem ter infestado outros hospedeiros, perpetuando assim a
espécie.
Algumas espécies são parasitas apenas durante uma fase do seu ciclo de vida: o
cuco, por exemplo, é parasita de outra
ave apenas na fase de
ovo e
juvenil, enquanto que os
adultos têm vida independente.
Classificação
Os parasitas podem classificar-se segundo a parte do corpo do hospedeiro que atacam:
-
Ectoparasitas atacam a parte exterior do corpo do hospedeiro; e
-
Endoparasitas vivem no interior do corpo do hospedeiro.
Outra forma de classificar os parasitas depende dos hospedeiros e da relação entre parasita e hospedeiro:
- Parasitas obrigatórios só vivem se tiverem hospedeiro, como os vírus
- Parasitas facultativos não dependem do hospedeiro para sobreviver, e sim optam por parasitá-lo.
Os parasitas obrigatórios são considerados mais
evoluídos que os facultativos, uma vez que desenvolveram adaptações para isso. Muitas vezes, um hospedeiro obrigatório desenvolve defesas contra um parasita e, se o parasita consegue desenvolver um mecanismo para ultrapassar essas defesas, pode levar a um processo chamado
co-evolução.
Adaptações do parasita
As adaptações ao parasitismo são assombrosas - desde a transformação das
peças bucais dos
mosquitos num aparelho de
sucção, até à redução ou mesmo desaparecimento de praticamente todos os
órgãos, com excepção dos órgãos da
alimentação e os
reprodutores, como acontece com as
ténias e
lombrigas.
Alguns parasitas são de tal forma modificados que se torna difícil associá-los a espécies afins que têm vida livre, como acontece com muitos
crustáceos (por exemplo, o
rizocéfalo).
Um outro caso de adaptação relaciona-se com a sua forma de disseminação: nos casos do
plasmódio da
malária ou da
bilhárzia, a reprodução
sexuada não se dá dentro do hospedeiro, mas sim dentro doutra espécie, que pode servir apenas de
vector para a
infecção de outro hospedeiro.
-
Relações ecológicas
categoria:Ecologia
ja:寄生虫
ko:기생충
Monóico
Em
biologia, chama-se
espécie monóica (do grego
oykos, que significa
casa) àquela em que cada indivíduo apresenta
órgãos
sexuais dos dois sexos, como na maior parte das
plantas verdes.
Nos
animais, como nas
minhocas e
caracóis terrestres, esta característica é conhecida como
hermafrodistismo. Nos
mamíferos, o hermafroditismo é um caso
teratológico, ou seja, uma má formação
embrionária.
Apesar do mesmo indivíduo produzir
gâmetas dos dois sexos, a
reprodução sexual exige a união de dois indivíduos diferentes, a fim de poder-se dar a troca de material
genético.
Os
organismos em que os sexos estão separados em diferentes indivíduos chamam-se
dióicos.
Categoria:Biologia Vivíparo
Em
biologia, designam-se como vivíparos os
animais cujo
embrião se desenvolve dentro do corpo da
mãe, numa
placenta que lhe fornece o
alimento e retira os produtos de
excreção.
São vivíparos a maior parte dos
mamíferos e alguns
peixes,
répteis e
anfíbios.
Ver também:
-
reprodução
-
ovíparo
-
ovovivíparo
Categoria:Biologia
ja:胎生
Ovovivíparo
Em
biologia, designam-se como ovovivíparos os
animais cujo
embrião se desenvolve dentro de um
ovo alojado dentro do corpo da
mãe. O ovo recebe assim protecção, mas desenvolve-se a partir do material
nutritivo existente dentro do ovo.
Alguns
peixes,
répteis e
invertebrados são ovovivíparos.
Ver também:
-
reprodução
-
vivíparo
-
ovíparo
Categoria:Biologia
Larva
Em
biologia chama-se larva a qualquer forma dum
animal em desenvolvimento (ou seja, que ainda não atingiu a
maturação sexual) que é diferente do estado
adulto.
A larva pode ter um aspecto semelhante ao adulto (por exemplo, nas
baratas), ou ter formas completamente diferentes, como é o caso dos estados larvares das
borboletas. Mas em qualquer caso, para além da larva não possuir capacidade
reprodutiva e não ter ainda totalmente formados todos os
órgãos que caracterizam a
espécie, pode ter órgãos que o adulto não tem.
O processo de transição dum estado larvar para outro ou para o estado adulto chama-se
metamorfose.
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Os
mamíferos,
aves e
répteis, colectivamente
classificados como
Amniota por terem à volta do embrião uma
membrana chamada
âmnion, não apresentam estados larvares, mas apenas um estado
juvenil. Quando o
ovo eclode, ou seja, quando o indivíduo
nasce, tem já todos os
órgãos que os adultos possuem, embora possam não estar totalmente formados.
A única estrutura que o juvenil dos Amniota pode possuir e que perde a seguir à eclosão é um "
dente"
córneo na extremidade da
cabeça que o auxilia a quebrar a "casca" do ovo, no caso da sua membrana exterior estar
calcificada, como é o caso das aves e alguns répteis.
Categoria:Biologia
simple:Larva
Cuidados parentais
Em
zoologia chamam-se cuidados parentais aos atos que um ou ambos os
progenitores realizam para assegurar que os seus
descendentes sobrevivam até adquirirem características que lhes permitam sobreviver por si próprios - e eventualmente produzir nova descendência, ou seja,
reproduzirem-se.
As
aves e algumas
espécies de
peixes constroem
ninhos onde depositam os
ovos, ali os
incubam e
alimentam os filhotes até eles se poderem defender ao sair do ninho e encontrar os seus próprios alimentos.
Por um lado, o ninho é uma estrutura onde, tanto as crias, como os próprios progenitores, se encontram mais protegidos dos
predadores do que no
ambiente natural. Por outro, a própria incubação dos ovos pelos pais, não só protege os ovos, como assegura que uma maior proporção deles
ecloda com sucesso.
No caso dos
mamíferos, é normalmente a
mãe que procura um lugar protegido para o
parto e para proteger os
recém-nascidos, proporcionando-lhes alimentos - primeiro o próprio
leite materno e, mais tarde, alimentos semelhantes aos que os
adultos comem. Nesta última tarefa, os
pais também podem (ou não, dependendo das espécies) participar, assim como no acompanhamento das crias para fora do "ninho" ou
toca, ensinando-os a defenderem-se ou a atacar as suas
presas.
Categoria:Zoologia Plâncton
Em
biologia marinha e
limnologia chama-se plâncton (da palavra grega
planktos, que significa errante) ao conjunto dos
organismos que têm pouco poder de
locomoção e vivem livremente na coluna de água (
pelágicos), sendo muitas vezes arrastados pelas
correntes oceânicas.
O plâncton encontra-se na base da
cadeia alimentar dos
ecossistemas
aquáticos, uma vez que serve de
alimentação a organismos maiores.
O plâncton é geralmente subdividido em:
-
Fitoplâncton - formado principalmente por
algas
microscópicas;
-
Bacterioplâncton - formado por
bactérias; e
-
Zooplâncton - formado por
animais ou
protistas.
Em
biologia pesqueira chama-se
ictioplâncton ao conjunto dos
ovos e
larvas de organismos aquáticos que apresentam um
comportamento planctónico.
Image:Amphipodredkils.jpg
Image:Zooplankton1 300.jpg
Image:Zooplankton2_300.jpg
-
Bentos
-
Nécton
-
Séston
-
Oceanografia
Nota: as palavras bentos, nécton, plâncton,
séston e as palavras compostas destas não têm plural.
Categoria:Vida marinha
ja:プランクトン
Séston
Em
biologia marinha e
limnologia, chama-se séston ao conjunto das partículas, orgânicas ou não, que se encontram dispersas na coluna de água e que, para além de poderem constituir
alimento para alguns
organismos, têm um papel importante na difusão da luz na água e, portanto, na
produção primária.
Categoria:Biologia marinha Ictioplâncton
Em
biologia pesqueira chama-se ictioplâncton ao conjunto dos
ovos e
larvas de
organismos
aquáticos que apresentam um
comportamento planctónico.
Ver também:
-
Bentos
-
Nécton
-
Séston
-
Oceanografia
-
Biologia Marinha
-
Reprodução
Categoria:Biologia Vita-Cola
Vita-Cola, tysk coladryck med rötterna i f.d.
DDR
Vita-Cola har blivit känt för sin originella colasmak. Tillverkas av
Thüringer Waldquell Mineralbrunnen GmbH. Vita-Cola säljs mest i det som tidigare var DDR men har även firat försäljningsframgångar i det som tidigare var Västtyskland.
kategori:läskedrycker
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