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Cruz Machado
Cruz Machado é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2004 era de 18.231 habitantes.
categoria:Municípios do Paraná
Brasil
A República Federativa do Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total é de 8.514.200,5 km². Localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai; a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador. Bem além do território continental, o Brasil também possui alguns pequenos grupos de ilhas no Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas.
História
Para obter mais detalhes, veja História do Brasil
Originalmente habitado por ameríndios (aproximadamente de 3 a 5 milhões) o território que hoje pertence ao Brasil, além do restante da América do Sul, já estava dividido entre duas potências européias, Portugal e Espanha antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo para a definição da futura fronteira do Brasil, que dividia o continente de norte a sul, desde o atual estado do Pará até a cidade de Laguna (Santa Catarina), sendo muito alterada posteriormente, com a expansão portuguesa para o oeste.
Oficialmente, o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro (BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa. Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão, inicialmente a dos indígenas, e só a partir das últimas décadas a do africano. Ainda nesse século deve-se ressaltar as primeiras tentativas de exploração do interior, bem como as disputas com os Franceses, que procuravam aumentar sua influência na América, através da pirataria e do comércio do Pau-Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, gerando uma guerra luso-francesa na recente colônia, culminando com a expulsão do general Coligny do forte de Villegagnon e o estabelecimento definitivo da hegemonia da coroa portuguesa.
O século XVII vê um grande desenvolvimento da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente da cana-de-açúcar na Bahia, Pernambuco, e mais tardiamente no Rio de Janeiro. As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras dos paulistas, descobriram o ouro, pedras preciosas em Minas Gerais e ervas no sertão. As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses em 1624, e entre 1630 e 1654, principalmente sob o comando de Maurício de Nassau, sendo ao final expulsos na batalha de Guararapes. Nessa época foi fundado o quilombo de Palmares, por Zumbi, líder guerreiro, e que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do nordeste brasileiro e alguns brancos e índios. Este mini-reino foi finalmente destruído, não sem uma resistência heróica e violenta, pelos bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho, tendo seu líder sido morto e decapitado (segundo a tradição não-oficial, Zumbi teria conseguido fugir).
No século XVIII, ainda que a produção do açúcar não tenha perdido sua importância, as atenções da Coroa se concentravam na região das Minas gerais onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto, esgota-se antes do final do século.
Após a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente substituído pela imigração alemã, italiana e polonesa.
O surto de modernização continua com o fim da escravidão (1888), à época quase dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A República que então se instaura em 15 de novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que se sustentavam através de eleições "fraudadas", dura até 1930. Nesse ano, Getúlio Vargas comanda uma revolução que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura de inspirações fascistas desde 1937.
Após a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação de uma Constituição em 1946, o país vive a fase mais democrática que já experimentara, embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas em 1954, presidente eleito desde 1951.
Em janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia um período de industrialização do país. Em 1961 assume a presidência da república o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente João Goulart que não era do mesmo partido (havia eleições para presidente e para vice-presidente, não em uma chapa de presidente e vice-presidente). Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961 e após um período de instabilidade política e da campanha que ficou conhecida como "legalidade" patrocinada pelo cunhado de João Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, Goulart assume a presidência e propõe um conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas de base", que incluíam distribuição de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho socialista. Inicia-se um período de instabilidade política e atritos entre o governo e os militares conservadores.
Leonel Brizola
O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o general Castello Branco. Seu governo é sucedido respectivamente pelos governos militares dos generais Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.
A volta à democracia se inicia após uma maciça movimentação popular na campanha das Diretas-Já em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição de 1988, que institui uma república presidencial, confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993.
Em 1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente desconhecido no resto do país, é eleito presidente, nas primeiras eleições diretas àquele cargo desde 1960.
Após 2 anos o governo sofre com diversas denúncias e é instaurado um processo de afastamento no congresso. Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse.
O governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano econômico executado pelo então ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no mundo e que debelou décadas de inflação. Com o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita, concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo a reeleição em 1998, em aliança com forças da direita tradicional.
Após os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da República o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.
Geografia
PT
Para mais detalhes, veja Geografia do Brasil
Sua geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas.
Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada.
A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses) e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em geral.
Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.
Geologia
A estrutura geológica de um território corresponde as diversas formas de organização de suas rochas, considerando, principalmente, idade e origem das mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a Geomorfologia, consideram que a estrutura geologica é composta de três domínios estruturais: os crátons ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha; gênese= formação).O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica. São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.
Tópicos gerais e hinos
Política
Para mais detalhes, veja Política do Brasil
De acordo com a Constituição de 1988, o Brasil é uma República Federativa Presidencialista, de inspiração estadunidense quanto à forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito quadrienalmente. Concomitantemente às eleições presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, dividido em duas casas parlamentares: a Câmara dos Deputados, que têm mandato de quatro anos, e o Senado Federal, cujos membros possuem mandatos de oito anos e se elegem em um terço e dois terços alternadamente a cada quatro anos.
Embora o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo. Por um lado, há três Senadores representando cada Unidade da Federação (atualmente 27). Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico, a representação do povo pelos Deputados deveria ser consoante à população de cada UF; seu número é, entretanto, limitado a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição dos Senadores e o proporcional para os Deputados.
Finalmente, há o Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, responsável por interpretar a Constituição Federal e composto de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo do Senado, dentre indíviduos de renomado saber jurídico. A composição dos ministros do STF não é completamente renovada a cada mandato presidencial: o presidente somente indica um novo ministro quando um deles se aposenta ou vem a falecer.
Divisões políticas
Poder Judiciário
As 27 unidades da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do Governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais).
Apenas aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). Como as menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas.
Abaixo, os Estados que compõem cada região:
- Região Centro-Oeste
- Distrito Federal (DF)
- Goiás (GO)
- Mato Grosso (MT)
- Mato Grosso do Sul (MS)
- Região Nordeste
- Alagoas (AL)
- Bahia (BA)
- Ceará (CE)
- Maranhão (MA)
- Paraíba (PB)
- Pernambuco (PE)
- Piauí (PI)
- Rio Grande do Norte (RN)
- Sergipe (SE)
- Região Norte
- Acre (AC)
- Amapá (AP)
- Amazonas (AM)
- Pará (PA)
- Rondônia (RO)
- Roraima (RR)
- Tocantins (TO)
- Região Sudeste
- Espírito Santo (ES)
- Minas Gerais (MG)
- Rio de Janeiro (RJ)
- São Paulo (SP)
- Região Sul
- Paraná (PR)
- Rio Grande do Sul (RS)
- Santa Catarina (SC)
Maiores aglomerações urbanas
# Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 4,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 3,5 milhões de habitantes.
Cidades mais populosas
# São Paulo - 11,5 milhões de habitantes
# Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes
# Salvador - 2,63 milhões de habitantes
# Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes
# Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes
# Brasília - 2,28 milhões de habitantes
# Curitiba - 1,73 milhão de habitantes
# Manaus - 1,59 milhão de habitantes
# Recife - 1,49 milhão de habitantes
# Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes
Economia
A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais encontram-se:
- Indústria aeronáutica
- Agricultura e Agroindústria
- Indústria automotiva
- Divisão Geoeconômica
- Indústria de eletro-eletrônicos
- Extrativismo
- Indústria de transformação
- Indústria têxtil
- Mineração
- Indústria petroquímica
- Turismo
- Serviços
- Sistema Financeiro Brasileiro
Demografia
A base do povo brasileiro é o elemento Português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses também colonizaram o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas.
A população Indígena do Brasil foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população Portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum.
O Brasil tem uma grande população Negra, descendente dos escravos Africanos trazidos para o País do século XVI ao século XIX. A população Africana no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses, criando uma grande população Mestiça no País.
No século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando, a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou na década de 1870, quando a imigração vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da população brasileira. Um outro importante fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o século XIX e início do século XX, o Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo nos estados do Sul e Sudeste.
Começando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes Japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem Asiática do País. Os Japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria)
A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.
- Povos Ameríndios
- Imigração italiana no Brasil
- Imigração portuguesa no Brasil
- Imigração alemã no Brasil
- Imigração japonesa no Brasil
- Imigração espanhola no Brasil
- Escravidão Africana
Migrações
- Migrações internacionais recentes no Brasil
- Migrações internas no Brasil
Idiomas
O Português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente.
O português é o único idioma com total status de língua oficial do Brasil e há pequenas variantes regionais. É a única língua usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios.
O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil é mais arcáico que o Português de Portugal e possui algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometa seu entendimento.
Idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são: Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe, Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí, Canela e vários outras.
Outras línguas faladas no Brasil são entre as populações de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão, italiano, polonês e japonês. A variante alemã mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch. A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian, um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta, falada no Norte da Itália
Religião
Três em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são Católicos. O número de Protestantes tem crescido rapidamente, representando 15.4%. Outros grupos Cristãos compreendem por 1.3%. Seguidores de religiões de origem africana representam em torno de 0,3% da população. A comunidade Judáica tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas são seguidas por 300 mil brasileiros. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas. Cerca de 10% da população não professa nenhuma religião.
O Brasil é o país com a maior população Católica do mundo. Também é o país com o maior número de seguidores de religiões Asiáticas fora da Ásia.
Cultura
Veja também:
- Lista de países
Referências externas - oficiais
- [http://www.brasil.gov.br/ Governo Federal]
- [http://www.senado.gov.br/ Senado Federal]
- [http://www.camara.gov.br/ Câmara dos Deputados]
- [http://www.mre.gov.br/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.consul.cc/brazil/ Corpo Consular do Brasil]
- [http://www.stf.gov.br/ Supremo Tribunal Federal]
- [http://www.bcb.gov.br Banco Central do Brasil]
- [http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/historia/entrevista_1a.asp História do Brasil]
- [http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/ Riotur - orgão da Secretaria Especial de Turismo da cidade do Rio de Janeiro]
Imprensa
Agência de notícias oficial
- Agência Brasil (Radiobrás) [http://www.radiobras.gov.br/]
Jornais e Revistas
Ver artigo principal Lista de jornais e revistas brasileiros
Categoria:Países da América do Sul
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Paraná
O Paraná é um Estado brasileiro situado na região Sul do País. Tem como limites São Paulo (a norte e nordeste), oceano Atlântico (leste), Santa Catarina (sul), Argentina (sudoeste), Paraguai (oeste) e Mato Grosso do Sul (noroeste). Ocupa uma área de 199.709 km².
Sua capital é Curitiba. Suas cidades mais populosas são Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Cascavel e Guarapuava.
Geografia do Paraná
Geologia
40% do território, no norte paranaense, está coberto pela terra roxa, o solo mais fértil do Brasil. Ela foi a responsável pela expansão da cultura do café, no Estado, a partir de 1920.
Tanto os solos das florestas como os dos campos são pobres. Nestes últimos anos, entretanto, estão sendo usadas técnicas modernas para seu melhor aproveitamento.
Relevo
Mais de 52% do território paranaense se localiza acima de 600 metros e 89% acima de 300 metros; apenas três por cento ficam de 200 metros ao nível do mar. O quadro morfológico é dominado por superfícies planas dispostas a grande altitude, compondo planaltos escarpados formando assim a Serra do Mar e a Serra Geral. No relevo paranaense distinguem-se cinco unidades que se seguem de leste para oeste de acordo com o mapa de relevo:
- Baixada Litorânea
- Serra do Mar
- Planalto de Curitiba (Planalto Cristalino)
- Planalto de Ponta Grossa (Planalto Paleozóico)
- Planalto de Guarapuava (Planalto Basáltico)
Baixada Litorânea
A Baixada Litorânea é uma estreita faixa de terra com 98 km de distância, chegando a 50km na altura da baía de Paranaguá. É composta de uma superfície baixa, formada por cordões de areia e aluviões (depósitos de material trazido pelos rios) e uma superfície mais elevada e plana. Em meio a essas áreas planas, surgem alguns morros formados por rochas antigas e cristalinas, com pouco mais de 60 metros de altura.
Serra do Mar
A Serra do Mar é a forma de relevo que separa a baixada litorânea, a leste e o Planalto de Curitiba, a oeste, no interior do Estado. É formada por blocos isolados com o aspecto de um paredão íngreme voltado para o oceano Atlântico. Aí se encontram as mais elevadas altitudes do Estado.
Planalto de Curitiba
No Primeiro Planalto ou Planalto de Curitiba, que tem uma altitude média de 900 metros e uma largura que varia de 50 km no sul a 150 km no norte, predominam as rochas, que aparentam ora oscilações, ora cristas rigorosas.
Planalto de Ponta Grossa
O Segundo Planalto ou Planalto de Ponta Grossa tem mais de 100 km de largura e a forma de uma meia-lua, com a parte saliente virada para leste. É o mais elevado na parte leste, onde atinge até 1.200 metros, e desce suavemente para oeste, com altitudes que variam de 500 até 750 metros. Apresenta um relevo típico de cuesta (forma originada pela ação dos rios em estruturas contínuas por camadas de rochas superpostas). Sua fronteira leste é um paredão, chamado Serrinha, que cai no Planalto de Curitiba. Outro paredão limita o Planalto de Curitiba a oeste. É a Serra Geral.
Planalto de Guarapuava
O Terceiro Planalto ou Planalto de Guarapuava é o maior planalto do Paraná. É formado por uma superposição de derrames de lavas que quando solidificadas, deram origem às rochas magmáticas, ou seja, as que resultaram do resfriamento de magma. O arenito sedimentar, aparece intercalado às rochas magmáticas. O trabalho dos rios nas rochas deu origem a um relevo de cuestas. O planalto inclina-se de leste para oeste e suas altitudes localizam-se entre 300 a 1.250 metros. A Serra Geral, a leste, e o rio Paraná, a oeste, constituem as fronteiras do Planalto de Guarapuava.
Clima
O clima paranaense é de transição entre o tropical e o subtropical. O tropical aparece na bacia do rio Paraná e na Baixada Litorânea. As chuvas são bem distribuídas o ano inteiro e atingem três milímetros anuais na encosta da Serra do Mar. As médias anuais de temperatura são superiores a 20°C. No noroeste do Estado, ao norte Trópico do Capricórnio, domina o tropical de altitude. Os verões são quentes e chuvosos e os invernos secos. O índice de chuvas chega a 1.300 mm por ano e a temperatura média anual é de 20°C.
O clima subtropical apresenta duas variações. O subtropical com verões quentes, chuvas bem distribuídas, que atingem 1.500 mm por ano, e temperatura média anual de 19°C. É o clima de planalto e das áreas mais baixas. O subtropical, com verões amenos, tem chuvas bem distribuídas no ano (1.200 mm) e temperaturas médias anuais em torno dos 17°C. Ocorre nas áreas mais altas: Planalto de Curitiba e partes mais elevadas da Serra Geral, como Palmas e Guarapuava.
No inverno, ocorrem geadas em todo o Estado. Na Baixada Litorânea e no vale do rio Paraná elas são mais raras e não chegam a cinco dias por ano. No sul e nas áreas mais elevadas dos planaltos, entretanto, registram-se mais de dez dias de geadas, anualmente. Nesses locais pode até cair neve.
Vegetação
neve.]]
neve
A vegetação paranaense é de floresta e campos. A Mata de Araucária ou de pinheiro-do-paraná, é uma floresta mista onde o pinheiro aparece ao lado da imbuia, do cedro, da palmeira e da erva-mate, entre outras. Cobrindo o planalto, ela chegou a ocupar 46% da área total do Estado. Hoje está muito reduzida devido ao desmatamento para o aproveitamento de madeira ou para o aumento de campos de cultivo.
A mata úmida subtropical aparece na Baixada Litorânea, nas encostas da Serra do Mar, até a altitude de 1.200 metros. Está presente, também, no norte paranaense e nos vales dos rios Paraná, Iguaçu, Piquiri e Ivaí. Aí são encontrados os cedros, a imbuia, o ipê, a embaúba, o palmito, a mamona, a peroba, entre outras.
Nos solos de terra roxa, que resultam da decomposição de rochas vulcânicas e são muito ricos em húmus (produto da decomposição de restos vegetais e animais que se acumulam no chão florestal) e sais minerais, a mata é a mais rica em espécies, e muitas têm mais de 30 metros. À medida que a altitude aumenta, como nas encostas da Serra do Mar, a mata torna-se mais rala com árvores menores.
Os campos limpos são pastagens naturais formadas por vegetação rasteira. Aparecem nas regiões mais elevadas, onde o frio não permite que se desenvolva uma vegetação de maior porte. Formam manchas em meio a áreas florestais: campos de Curitiba, Palmas e Guarapuava.
Hidrografia
Guarapuava
Os rios paranaenses pertencem a duas bacias: a bacia do Atlântico Sul e a bacia do rio Paraná. A primeira é composta de pequenos rios que correm para o oceano Atlântico. Suas localizam-se nascentes próximas do litoral. A bacia do rio Paraná, formada pelo próprio rio e por seus afluentes Paranapanema, Ivaí, Piquiri e Iguaçu, ocupa uma área de 183.678 km². São rios tipicamente de planalto, pois deságuam no rio Paraná. Correm em terrenos acidentados e formam inúmeras cachoeiras, o que representa enorme potencial hidrelétrico.
A maior cachoeira do rio Paraná, o salto de Sete Quedas, desapareceu com a construção da usina hidrelétrica de Itaipu. A maior ilha do Estado (ilha Grande ou ilha de Sete Quedas) está localizado nesse rio, o qual, inclusive, marca a fronteira oeste do Estado; o Paranapanema separa os Estados de São Paulo e Paraná e o Iguaçu faz fronteira entre Santa Catarina e o território paranaense.
Economia
A economia do Estado se baseia na agricultura (cana-de-açúcar, milho, soja, trigo, café, mandioca), na indústria (agroindústria, indústria automobilística, papel e celulose) e no extrativismo vegetal (madeira e erva-mate).
História do Paraná
No século 17, descobriu-se na região do Paraná uma área aurífera, anterior ao descobrimento das Minas Gerais, que provocou o povoamento tanto no litoral quanto no interior. Com o descobrimento das Minas Gerais, o ouro de Paranaguá perdeu a importância. As famílias ricas, que possuíam grandes extensões de terra, passaram a se dedicar à criação de gado, que logo abasteceria a população das Minas Gerais. Mas apenas no século 19 as terras do centro e do sul do Paraná foram definitivamente ocupadas pelos fazendeiros.
No final do século 19, a erva-mate dominou a economia e criou uma nova fonte de riqueza para os líderes que partilhavam o poder. Com o aparecimento das estradas de ferro, ligando a região da araucária aos portos e a São Paulo, já no final do século 19, ocorreu novo período de crescimento.
A partir de 1850, o governo provincial empreendeu um amplo programa de colonização, especialmente de alemães, italianos, poloneses e ucranianos, que contribuíram decisivamente para a expansão da economia paranaense e para a renovação de sua estrutura social.
Somente em 1853, criou-se a Província do Paraná, desmembrada da Província de São Paulo.
- Fonte: Site do Governo Brasileiro
Educação
Em 1912 é fundada a Universidade Federal do Paraná, a primeira universidade brasileira.
Em 2003, com a posse do Governador Roberto Requião, o Estado do Paraná iniciou o programa "Paraná Digital", que irá instalar cerca de 2.100 pontos de acesso à Internet usando Linux, atendendo a aproximadamente 80% dos estudantes estaduais do Estado.
Municípios
- Abatiá
- Adrianópolis
- Agudos do Sul
- Almirante Tamandaré
- Altamira do Paraná
- Alto Paraná
- Alto Piquiri
- Altônia
- Alvorada do Sul
- Amaporã
- Ampére
- Anahy
- Andirá
- Ângulo
- Antonina
- Antônio Olinto
- Apucarana
- Arapongas
- Arapoti
- Arapuã
- Araruna
- Araucária
- Ariranha do Ivaí
- Assaí
- Assis Chateaubriand
- Astorga
- Atalaia
- Balsa Nova
- Bandeirantes
- Barbosa Ferraz
- Barra do Jacaré
- Barracão
- Bela Vista da Caroba
- Bela Vista do Paraíso
- Bituruna
- Boa Esperança
- Boa Esperança do Iguaçu
- Boa Ventura de São Roque
- Boa Vista da Aparecida
- Bocaiúva do Sul
- Bom Jesus do Sul
- Bom Sucesso
- Bom Sucesso do Sul
- Borrazópolis
- Braganey
- Brasilândia do Sul
- Cafeara
- Cafelândia
- Cafezal do Sul
- Califórnia
- Cambará
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- [http://www3.pr.gov.br/e-parana/ Governo do Estado do Paraná] - página oficial
- [http://www.pr.gov.br/turismo/ Portal Paranaense do Turismo] - página oficial de turismo no Estado
- [http://www.webhotel.com.br Guia Oficial dos Hotéis do Paraná] - página oficial dos hotéis
- [http://www.guia-parana.com Paraná] - fotos.
- [http://www.iphan.gov.br/bens/Mundial/p7.htm Parque Nacional do Iguaçu] - um dos mais conhecidos cartões-postais do Estado. Página do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN
- [http://www.ufpr.br/ Universidade Federal do Paraná] - página oficial
categoria:Estados do Brasil
Monible
catégorie:commune du canton de Berne
Monible est une commune suisse du canton de Berne, située dans le district de Moutier. Elle fait partie de la région du Jura bernois, la partie francophone du canton de Berne.
Monible est la plus petite commune du canton de Berne
Histoire
De 1797 à 1815, Monible a fait partie de la France, au sein du département du Mont-Terrible, puis, à partir de 1800, du département du Haut-Rhin, auquel le département du Mont-Terrible fut rattaché. Par décision du congrès de Vienne, le territoire de l’ancien évêché de Bâle fut attribué au canton de Berne, en 1815.
Liens internet
- [http://www.jurabernois.ch Site officiel de l'office du tourisme du Jura bernois]
- [http://www.berneinvest.com/2167/2249.asp Site officiel de la promotion économique du Canton de Berne]
- [http://www.cep.ch Site officiel de la chambre économique du Jura bernois]
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