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Lista De Sistemas Operativos

Lista de sistemas operativos

Lista de Sistemas Operativos: = POSIX / UNIX-like =
  - AIX
  - BSD
    - 4.4BSD
    - 386BSD
    - FreeBSD
    - OpenBSD
    - NetBSD
    - NeXTSTEP
    - BSDI (BSD/OS)
    - Darwin
  - Cromix
  - GNU/Hurd
  - Minix
  - GNU/Linux (Linux)
    - Conectiva
    - Debian
    - Knoppix
    - Kurumin
    - Kalango
    - Famelix
    - Mandrake
    - RedHat
    - Fedora Core
    - Slackware
    - SuSE
    - Ubuntu Linux
    - Outras Distribuições
  - System V
    - HP-UX
    - IRIX
    - OSF/1
    - OS-9
    - POSYS
    - QNX
    - Solaris
    - SunOS
    - SCO-UNIX
    - Tropix
    - Tru64
    - Digital UNIX]
    - Ultrix
    - UniCOS
    - UNIflex
    - Xenix
    - z/OS =Microsoft Windows=
  - MS-DOS
  - Windows
    - Windows 386
    - Windows 2.x
    - Windows 3.x
    - Windows 95
    - Windows 98
    - Windows ME
  - Windows CE
  - Windows NT
    - Windows NT 3.5
    - Windows NT 4
    - Windows 2000
    - Windows XP
    - Windows Starter Edition
    - Windows Media Center
    - Windows Pc Table
    - Windows for PDA
    - Windows 2003
    - Windows Vista (Windows Longhorn) =Apple / Macintosh=
  - Apple DOS
  - Mac OS
  - Mac OS X (Darwin)
  - ProDOS =Amiga=
  - AmigaOS
  - AROS
  - MorphOS =Atari ST=
  - TOS
  - MultiTOS
  - MiNT =Be-like=
  - BeOS
  - BeIA
  - BlueEyedOS
  - OpenBeOS
  - Zeta =DOS=
  - DR-DOS
  - FreeDOS
  - MS-DOS
  - PC-DOS
  - VirtuOS
  - Sisne
  - SO16 =IBM=
  - AIX
  - OS/2
  - OS/360
  - OS/390
  - OS/400
  - VM/CMS
  - DOS/VSE
  - MFT
  - MVT
  - SVS
  - MVS
  - TPF
  - ALCS =Digital / Compaq=
  - AIS
  - OS-8
  - RSTS/E
  - RSX
  - RT-11
  - TOPS-10
  - TOPS-20
  - VMS (OpenVMS) =PDAs=
  - EPOC
  - Palm OS
  - Pocket PC
  - SymbianOS
  - Windows CE =Outros=
  - AtheOS
  - BS2000
  - CP/M
  - FLEX9
  - FLEX
  - MP/M-80
  - Mach
  - MenuetOS
  - Mini-FLEX
  - Multics
  - Native Oberon
  - NetWare
  - Plan 9
  - PrimOS
  - ReactOS
  - RiscOS
  - SkyOS
  - Syllable
  - QNX
  - SSB-DOS
  - TUNES
  - TripOS
  - UCSD P-system Categoria:Listas de informática Categoria:Sistemas operativos

Sistema Operacional

Sistema Operacional (como é conhecido no Brasil), ou sistema operativo (como é conhecido em Portugal), é um conjunto de ferramentas necessárias para que um computador possa ser utilizado de forma adequada. Consiste na camada intermediária entre o aplicativo e o hardware da máquina. Este conjunto é constituído por um Kernel, ou núcleo, e um conjunto de Software básicos, que executam operações simples, mas que juntos fazem uma grande diferença. Se não existisse sistemas desse tipo, todo software desenvolvido deveria saber se comunicar com os dispositivos do computador de que precisasse. Quando temos um Sistema Operacional, é ele quem precisa saber lidar com os dispositivos, sabendo falar com a placa de som, a internet, as disquetes... Assim, um software que seja feito para funcionar neste sistema não precisará de informações específicas do equipamento. Ao invés disso, ele chamará Função do kernel e o Sistema Operacional é que fará a comunicação, repassando os resultados. Cada Sistema Operacional pode ter uma Linguagem de máquina própria e distinta. Por isso é comum que softwares feitos para um Sistema Operacional não funcionem em outro.

Sistemas Operacionais de Hoje

No início da computação os primeiros "sistemas operacionais" eram únicos, pois cada mainframe vendido necessitava de um sistema operacional específico. Este problema era resultado de arquiteturas diferentes e da linguagem utilizada, no caso assembly (linguagem de baixo nível). Após essa fase, iniciou-se a pesquisa de sistemas operacionais que automatizassem a troca de jobs(tarefas), pois os sistemas eram mono-usuário e tinham cartões perfurados como entradas (eliminando, assim, o trabalho de pessoas que eram contratadas apenas para trocar os cartões perfurados). Um dos primeiros sistemas operacionais foi o CTSS, desenvolvido no MIT. Outro, que na época revolucionou o conceito de sistema operacional foi o Multics, desenvolvido nos laboratórios da AT&T. Os sistemas operacionais eram geralmente programandos em assembly, até o UNIX em seu início. Após poucas versões, o UNIX começou a ser desenvolvido através de uma nova linguagem (a Linguagem C) e teve em seus príncipios muitas inovações do Multics. O UNIX criou um ecosistema de versões e inovações, entre estes, destacam-se: System V e derivados - família BSD (FreeBSD, NetBSD, OpenBSD, etc..), Linux (e derivados), HP-UX, AIX, e até o Mac OS X (que é uma variante dos BSDs). Na década de 70, quando começaram a aparecer os computadores pessoais, houve a necessidade de um sistema operacional de utilização mais fácil. Em 1980, William (Bill) Gates e seu colega de faculdade, Paul Allen, fundadores da Microsoft, compram o sistema QDOS ("Quick and Dirty Operating System") de Tim Paterson por $50.000, batizam-no de DOS (Disk Operating System) e venderam licenças à IBM. O DOS vendeu muitas cópias, como o sistema operacional padrão para os computadores pessoais desenvolvidos pela IBM. No começo da década de 1990, um estudante de computação finlandês postou um comentário numa lista de discussão da Usenet dizendo que estava desenvolvendo um kernel de sistema operacional e perguntou se alguém gostaria de auxiliá-lo na tarefa. Este estudante chamava-se Linus Torvalds e o primeiro passo em direção ao tão conhecido Linux foi dado naquele momento.

Classificações

Segundo o tipo de comercialização que adotaram, os sistemas operacionais ou sistemas operativos dividem se em quatro tipos:
- Sistemas Proprietários - Aqueles que são pagos e cujo código fonte não é livremente disponibilizado. (Windows).
- Sistemas Gratuitos - Aqueles que não são pagos, mas cujo código fonte também não é de livre acesso (BeOS).
- Sistemas Open Source (Código Aberto) - Aqueles cujo código fonte é aberto (Unix).
- Sistemas Livres - Aqueles que são Open Source, e cujo código fonte pode ser livremente alterado (Linux, BSD). Em termos de funcionamento interno, os SOs podem se dividir em dois tipos principais, muito relacionados com o desenvolvimento tecnológico:
- Sistemas monotarefa (ex: DOS)
- Sistemas multitarefa (ex: Windows, Linux, Unix)
  - Os sistemas multi-tarefa podem ainda ser mono-usuário (BeOS) ou multi-usuários (Unix, Linux) Sobre a classificação de sistemas operacionais segundo o seu projeto tem-se:
- Sistemas monolíticos (ex:Windows, Linux, Unix)
- Sistemas micro-kernel (ex: GNU Hurd, Mach)


- Sistema distribuído
- Lista de sistemas operativos
- Inter-Process Communication als:Betriebssystem ja:オペレーティングシステム ko:운영 체제 ms:Sistem pengoperasian simple:Operating system th:ระบบปฏิบัติการ zh-min-nan:Chok-gia̍p hē-thóng

UNIX

UNIX é um Sistema Operativo (ou sistema operacional) portável, multitarefa e multiusuário originalmente criado por um grupo de programadores da AT&T e dos Bell Labs, que incluem Ken Thompson, Dennis Ritchie e Douglas McIlroy. Em 1969 Thomson escreveu o primeiro sistema UNIX totalmente em assembly e destinado a rodar em máquinas PDP-7, com objetivo de criar um sistema operacional , de respostas rapidas, com os mesmos conceitos do OS Multics (que ele ajudou a desenvolver) mas que pudesse ser rodado em computadores de pequeno porte como o PDP-7 . Mais tarde Ken Thompson e Dennis Ritchie reescreveram ainda em assembly o UNIX para as plataformas PDP-11 e PDP-20. Apenas no início da década de 1970 o UNIX passou a ser desenvolvido usando exclusivamente a nova linguagem C (criada também por Ritchie nessa época) e começou a tornar forma semelhante à que possui actualmente e a tornar-se portável através de várias plataformas. Finalmente, ao longo dos anos 70 e 80 foram sendo desenvolvidas as primeiras distribuições de grande dimensão como os sistemas BSD (na Universidade de Berkley na Califórnia) e os System III e System V (nos Bell Labs). Actualmente, UNIX (ou
- NIX) é o nome dado a uma grande família de Sistemas Operativos que partilham muitos dos conceitos dos Sistemas UNIX originais, sendo todos eles desenvolvidos em torno de standards como o POSIX (Portable Operating System Interface) e outros. Alguns dos Sistemas Operativos UNIX actuais são: BSD (FreeBSD, OpenBSD e NetBSD), Solaris (anteriormente conhecido por SunOS), IRIX, AIX, HP-UX, Tru64, Linux (nas suas milhares de distribuições), e até o Mac OS X (baseado num kernel Mach BSD chamado Darwin).

Particularidades do sistema UNIX

Um sistema UNIX é totalmente orientado a arquivos, tudo nele é arquivo. Seus comandos são na verdade arquivos executáveis, que são encontrados em lugares previsíveis em sua árvore de diretórios, e até mesmo a comunicação entre entidades e processos é feita por estruturas parecidas com arquivos. O acesso a arquivos é organizado através de propriedades e proteções. Toda a segurança do sistema depende, em grande parte, da combinação entre a propriedade e proteções setadas em seus arquivos e suas contas de usuários. categoria:Sistemas operativos ja:UNIX ko:유닉스 ms:UNIX simple:Unix th:ยูนิกซ์

AIX

Advanced Interactive eXecutive. Versão IBM do Unix, que é executado em PCs, estações de trabalho e computadores de grande porte. Ele baseia-se no UNIX System V e é muito utilizado em grandes corporações nos servidores da rede. Categoria:Informática ja:AIX

4.4BSD

O BSD (Berkeley Software Distribution) é um Sistema Operacional UNIX desenvolvido pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, durante os anos 70 e 80. Atualmente, o BSD não é um único Sistema Operacional mas sim uma larga família derivada do original, sendo os mais conhecidos membros da família: 4.4BSD (última versão do BSD original), 386BSD, FreeBSD, NetBSD, OpenBSD, BSDI (anteriormente BSD/OS), e Darwin (que serve como kernel ao Mac OS X). Mac OS X


- [http://www.bsd.org/ www.BSD.org]
- [http://www.freebsd.org/ FreeBSD]
- [http://www.bsdi.com/ BSDI (BSD/OS)]
- [http://www.netbsd.org/ NetBSD]
- [http://www.openbsd.org/ OpenBSD]
- [http://www.darwin.org/ Darwin] Categoria:sistemas operativos ja:BSD ko:BSD simple:Berkeley Software Distribution

FreeBSD

O projeto FreeBSD teve seu nascimento no início de 1993, em parte como uma consequência do conjunto de manutenção não-oficial do 386BSD (``Unofficial 386BSD Patchkit) pelos seus 3 últimos coordenadores : Nate Williams, Rod Grimes e Jordan Hubbard. Nosso objetivo original era produzir um snapshot intermediário do 386BSD, de forma a poder corrigir uma série de problemas com este sistema, que o mecanismo de manutenção não era capaz de resolver. Alguns se lembrarão do nome nome inicial do projeto que era ``386BSD 0.5 ou ``386BSD Interim em referência a este fato. 386BSD era o sistema operacional de Bill Jolitz, que já estava naquele instante sofrendo quase um ano de negligência. Como o mecanismo de manutenção patchkit se tornava mais e mais desconfortável a cada dia que passava, fomos unânimes em decidir que algo tinha que ser feito e decidimos ajudar Bill oferecendo a ele este snapshot ``interim. Tais planos foram bruscamente interrompidos quando Bill Jollitz repentinamento decidiu retirar sua sanção ao projeto sem nenhuma indicação clara do que deveria ser feito Não levou muito para decidirmos que o objetivo continuava a valer a pena, mesmo sem a ajuda de Bill, e então adotamos o nome ``FreeBSD, sugerido por David Greenman. Nossos objetivos iniciais foram definidos depois de consultar os usuários recentes do sistema e, uma vez estando claro que o projeto estava na estrada para, talvez, tornar-se uma realidade, entrei em contato com a Walnut Creek CDROM, com o olho aberto á possibilidade de aperfeiçoar os canais de distribuição do FreeBSD para as pessoas que não tinham acesso à Internet. Walnut Creek CDROM não apenas aprovou a idéia de distribuir o FreeBSD em CD, mas também foi mais longe, ao ponto de oferecer ao projeto uma máquina para trabalho dedicado e uma conexão rápida com a Internet. Sem esta confiança, sem precedentes, da Walnut Creek CDROM no que era, naquele momento, um projeto completamente desconhecido, é muito provável que o FreeBSD não tivesse chegado tão longe e tão rápido ao ponto em que está hoje. A primeira distribuição em CDROM (e na Internet em geral) foi o FreeBSD 1.0, lançado em Dezembro de 1993. Era baseado na fita 4.3BSD-Lite (``Net/2) da Universidade da Califórnia, Berkeley (U.C. Berkeley), com muitos componentes originados do 386BSD e da Fundação do Softare Livre (Free Software Foundation). Foi um sucesso razoávelmente grande para uma primeira aparição, e nós continuamos o ciclo com uma versão altamente bem sucedida, o FreeBSD 1.1 release de Maio de 1994. Por volta desta época, algumas núvens de tempestade inesperadas começaram a se formar no horizonte, conforme a Novell e U.C. Berkeley acertaram ao longo do processo penal entre ambas, a respeito da situação legal da fita contendo o Net/2 de Berkeley. Uma das condições do acordo eram as concessões da U.C. Berkeley que implicava que grandes trechos do Net/2 fossem códigos ``impedidos e de propriedade da Novell, que havia por sua vez adquirido-os da AT&T algum tempo antes. O que Berkeley recebeu em retribuição foi a ``benção da Novell para o lançamento da versão 4.4BSD-Lite, que quando acontecesse, seria declarado como ``impedido e todos os usuários do Net/2 seriam fortemente encorajados a mudar de sistema para a nova versão. Isso incluiu o FreeBSD, ao projeto foi dado o prazo final de Julho de 1994 para parar de distribuir seu produto baseado na versão Net/2. Sob tais termos de acordo, o projeto poderia lançar uma última versão antes do prazo em questão, o que originou o FreeBSD 1.1.5.1. O FreeBSD definiu então a árdua tarefa de literalmente se reinventar à partir de um sistema completamente novo e consideravelmente incompleto, o 4.4BSD-Lite. As versões ``Lite continham grandes blocos de código a menos, removidos pelo CSRG de Berkeley (devido a várias decisões legais), códigos necessários para a construção de um sistema inicializável e que podia ser utilizado em produção e o fato é, que a conversão do 4.4 para a plataforma Intel era altamente incompleta. O projeto levou até Novembro de 1994 para concluir esta transição, quando lançou a versão 2.0 do FreeBSD na rede mundial e em CDROM ( em Dezembro ). Apesar de um pouco bruta naquele instante, a versão teve um sucesso significante, e foi seguida pelo FreeBSD 2.0.5, mais robusto e de mais fácil instalação, em Junho de 1995. Lançamos o FreeBSD 2.1.5 em Agosto de 1996, que foi bastante popular entre os provedores de internet (ISP) e as empresas a ponto de justificar a viabilidade de outra versão no ramo 2.1-STABLE. Esta versão foi o FreeBSD 2.1.7.1, lançado em Fevereiro de 1997, que marcou o término do desenvolvimento mainstream do 2.1-STABLE. Agora em manutenção, apenas aperfeiçoamentos de segurança e outras correções críticas são realizadas neste ramo (RELENG_2_1_0). O ramo 2.2 do FreeBSD foi iniciado a partir da série parcial de desenvolvimento (``-CURRENT) em Novembro de 1996, foi intitulado ramo RELENG_2_2, e a primeira versão completa (2.2.1) foi lançada em Abril de 1997. Versões posteriores ao longo do ramo 2.2 foram criadas no verão e outono de 1998, sendo a última delas (2.2.8) lançada em Novembro de 1998, marcando o início do fim do ramo 2.2. A árvore foi ramificada mais uma vez, em 20 de Janeiro de 1999, iniciando os ramos 4.0-CURRENT e 3.X-STABLE. A partir da 3.X-STBALE, a versão 3.1 foi lançada, em 15 de Fevereiro de 1999; a versão 3.2 foi lançada em 15 de Maio de 1999; a 3.3 em 16 de Setembro de 1999; a versão 3.4 em 20 de Dezembro de 1999, e a 3.5 em 24 de Junho de 2000, que foi complementada um pouco depois com uma pequena atualização de segurança, o 3.5.1, que incorporava algumas correções de segurança de última hora para o Kerberos. Esta se tornou a versão final para o ramo 3.X. Outro ramo foi iniciado em 13 de Março de 2000, de forma emergencial na metade do ramo 4.X-STABLE, considerado agora o ``ramo -stable corrente. Posteriormente houve várias versões desta série: 4.0-RELEASE foi apresentado ao mundo em Março de 2000, e a versão mais recente, 4.10-RELEASE surgiu em May 2004. Existirão versões adicionais ao longo do ramo 4.X-STABLE (RELENG_4) ainda em 2003. A versão 5.0-RELEASE, muito aguardada, foi anunciada em 19 de Janeiro de 2003. O resultado culminante de aproximadamente três anos de trabalho, esta versão colocou o FreeBSD no caminho do suporte avançado a multiprocessamento simétrico, suporte avançado a aplicações multithread e apresentou ao público suporte às plataformas UltraSPARC® e ia64. Esta versão foi seguida pela 5.1 em Junho de 2003. Além de um número muito grande de novas funcionalidades, as versões 5.X do FreeBSD contem ainda uma série de trechos em desenvolvimento em todas as arquiteturas de sistemas relacionadas. Por tal razão, as versões 5.X são consideradas versões de ``Nova Tecnologia, enquanto a série 4.X atua como versões de ``Produção. No momento apropriado, a série 5.X será declarada estável e o trabalho mais recente será destinado ao próximo ramo de desenvolvimento, o 6.0-CURRENT. Por hora, projetos de desenvolvimento que requerem mais tempo continuam sendo realizados no ramo 5.X-CURRENT, e versões SNAPshot da série em CDROM (e lógico, na rede) estão contínuamento sendo disponibilizados à partir do servidor de snapshots e apresentado como o trabalho em progresso. O Daemon do BSD Nosso amiguinho vermelho que aparece em muitas das páginas das famílias BSD é o Daemon. Dentro do contexto de sistemas UNIX, os daemons são processos que rodam por dentro do sistema e executam várias subrotinas sem a intervenção humana. No contexto geral, daemon é a palavra antiga para demônio. No livro "Unix System Administration Handbook", de Evi Nemeth, existem algumas palavras a respeito dos daemons: "Muitas pessoas relacionam a palavra daemon com a palavra demônio, evocando algum tipo de conexão satânica entre o UNIX e o sobrenatural. Isso não passa de um grande mal entendido. Daemon é na verdade uma definição muito antiga de demônio; daemons não tem um 'lado' particular entre a bondade e a maldade, mas ainda assim ajudam a definir a personalidade ou o caráter do indivíduo. O conceito grego antigo de um daemon pessoal era similar ao conceito moderno de 'anjo da guarda' - 'eudaemonia' é o estado de ser ajudado e protegido por esse tipo de espírito. Como regra, sistemas UNIX costumam vir infestados de daemons e demônios." Categoria:Sistemas operativos Categoria:Software livre ja:FreeBSD ko:FreeBSD simple:FreeBSD

NetBSD

NetBSD é um livre, seguro, e altamente portável sistema operacional open source disponível para diversas plataformas, desde máquinas Opteron de 64 bits a sistemas desktop. Possue um design elegante, é simples e robusto. É um excelente ambiente de produção ou de pesquisa. Muitas aplicações estão disponíveis ao NetBSD através da coleção de pacotes. Site oficial: [http://www.netbsd.org www.netbsd.org]

Darwin

Darwin pode referir-se à:
- Pessoas
  - Charles Darwin, renomado naturalista e filósofo
  - Erasmus Darwin, avô de Charles
  - Leonard Darwin, filho de Charles
  - George Howard Darwin (1845-1912), filho de Charles, astrônomo e matemático.
- Lugares
  - Darwin, grande cidade da Austrália
  - Darwin, pequena cidade nas Ilhas Falkland
  - Darwin, pequena cidade do estado de Minnesota, EUA
- Coisas
  - Darwin - sistema operacional usado no Mac OS X da Apple Computer
  - Darwin - plano proposto pela Agência Espacial Européia (ESA)
  - Darwin Awards

Hurd

right GNU Hurd é o kernel oficial do sistema operacional GNU. É composto de servidores (ou daemons, no jargão de Unix) que utilizam o microkernel GNU Mach. Está em desenvolvimento desde 1990 pelo Projeto GNU e é distribuído como software livre sob a licença GPL. O Hurd almeja superar os kernels tipo Unix em termos de funcionalidade, segurança e estabilidade, e ao mesmo tempo manter uma certa compatibilidade com o Unix. O nome "Hurd" é um acrônimo indiretamente recursivo: "HIRD of Unix-Replacing Daemons", onde "HIRD" significa "HURD of Interfaces Representing Depth". Ainda em estágio de desenvolvimento, os próprios (e pouquíssimos) desenvolvedores pedem ajuda à pessoas conhecedoras da Linguagem C (tanto para o desenvolvimento do kernel, quanto para o porte de aplicativos), assim como pessoas que tenham disponibilidade para efetuar testes e reportar bugs.

Veja também


- Debian GNU/Hurd

Referências externas


- [http://www.gnu.org/software/hurd/hurd.html GNU Hurd] Categoria: Sistemas operativos Categoria: Núcleo de sistema operativo Categoria:Software livre ja:Hurd

GNU/Linux

Linux é o kernel de um sistema operacional livre e popular, sendo considerado um sistema do tipo Unix, que implementa o padrão POSIX.

Núcleo vs. Sistema operacional

Tecnicamente falando, Linux é um núcleo (ou "cerne"; em Inglês ‘kernel’) o que propriamente se refere ao sistema de software que oferece uma camada de abstração referente a equipamentos como discos, controle de sistema de arquivos, multi-tarefa, balanceamento de carga, rede e segurança. Um núcleo não é um sistema operacional completo. Sistemas completos construídos em torno do kernel do Linux usam o sistema GNU que oferece um interpretador de comandos, utilitários, bibliotecas, compiladores e ferramentas, bem como outros programas como o editor Emacs. Por essa razão, Richard M. Stallman, criador e líder do projeto GNU, pede aos usuários que se refiram ao sistema completo como GNU/Linux. A maioria dos sistemas também inclui ferramentas e utilitários com um fundo baseado no BSD e tipicamente usam XFree86 ou X.Org para oferecer a funcionalidade do sistemas de janelas X. O Linux hoje funciona em dezenas de plataformas, desde um relógio de pulso da IBM até mainframes, passando por várias arquiteturas, como strongARM, PowerPC, etc., com grande penetração também em dispositivos embarcados, como handheld, PVR, vídeo-jogos e centrais de entretenimento.

Kernel Linux

O kernel do Linux foi primeiramente desenvolvido pelo estudante finlandês Linus Torvalds em uma tentativa de desenvolver seu próprio sistema operacional semelhante ao Unix (Unix-like) que rodasse em processadores Intel 80386. Linus obteve e estudou o Minix, de autoria do famoso Andrew Tanenbaum, mas não ficou satisfeito com a arquitetura deste. O projeto foi lançado em 1991 em uma famosa mensagem para a Usenet. Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome à directória de FTP onde este inicialmente estava disponível [http://liw.iki.fi/liw/texts/linux-anecdotes.html] (Linus tentou batizá-lo como "Freax", inicialmente). Desde os primeiros dias, ele recebeu ajuda de hackers do Minix, e hoje recebe contribuições de milhares de programadores.

Arquitetura

Hoje o Linux é um kernel híbrido monolítico. Drivers de dispositivo e extensões do kernel tipicamente rodam com acesso total ao hardware, embora alguns rodem em espaço de usuário. Ao contrário dos kernels monolíticos padrão, os drivers de dispositivo são facilmente configurados como módulos, e carregados e descarregados enquanto o sistema está rodando. Também ao contrário de kernels monolíticos padrão, drivers de dispositivo podem ser pré-inseridos sob certas condições. Essa última característica foi adicionada para corrigir o acesso a interrupções de hardware, e para melhorar o suporte a multiprocessamento simétrico.

Portabilidade

Embora Linus Torvalds não tenha tido como objetivo inicial tornar o Linux um sistema portável, ele evoluiu nessa direção. Linux é hoje, na verdade, um dos kernels de sistema operacional mais portados, rodando em sistemas desde o iPaq (um computador portátil) até o IBM S/390 (um massivo e altamente custoso mainframe) De qualquer modo, é importante notar que os esforços de Linus foram também dirigidos a um diferente tipo de portabilidade. Portabilidade, de acordo com Linus, era a habilidade de facilmente compilar aplicativos de uma variedade de fontes no seu sistema; portanto o Linux originalmente se tornou popular em parte devido ao esforço para que as fontes GPL ou outras favoritas de todos rodassem no Linux.

Termos de Licenciamento

Inicialmente, Torvalds lançou o Linux sob uma licença que proibia qualquer uso comercial. Isso foi logo mudado para a Licença Pública Geral GNU (versão 2 exclusivamente). Essa licença permite a distribuição e mesmo a venda de versões possivelmente modificadas do Linux mas requer que todas as cópias sejam lançadas dentro da mesma licença e acompanhadas do código fonte..

Sistema operacional GNU/Linux

Logo que Linus Torvalds passou a disponibilizar o Linux, ele apenas disponibilizava o núcleo com alguns comandos básicos. O próprio usuário devia encontrar os outros programas, compilá-los e configurá-los e, talvez por isso, o Linux tenha carregado consigo a etiqueta de sistema operativo apenas para técnicos. Foi neste ambiente que surgiu a MCC (Manchester Computer Centre), a primeira distribuição Linux, feita pela Universidade de Manchester, na tentativa de poupar algum esforço na instalação do Linux. Desde o começo, o núcleo Linux era inútil sem os utilitários GNU. De facto, o núcleo é apenas uma parte de um sistema operacional utilizável: são necessários também vários outros componentes como bibliotecas de funções, interpretadores de comandos, utilitários e mesmo, em última instância, aplicativos como compiladores e editores de texto. Todos esses já vinham sendo reunidos pelo Projeto GNU da Free Software Foundation (‘Fundação pelos Sistemas Livres’), que embarcara num subprojeto que ainda continua para obter um núcleo, o Hurd. Dada a demora no subprojeto do núcleo GNU, o Linux veio a constituir um sistema operacional completo híbrido, o GNU/Linux.

Distribuições

Actualmente, um Sistema Operacional GNU/Linux completo (uma "distribuição de GNU/Linux") é uma coleção de software livre (e por vezes não-livres) criados por indivíduos, grupos e organizações ao redor do mundo, tendo o Linux como seu núcleo. Companhias como a Red Hat, a SuSE,a Mandriva ou a Conectiva, bem como projetos de comunidades como o Debian ou o Gentoo, compilam o software e fornecem um sistema completo, pronto para instalação e uso. Patrick Volkerding também fornece uma distribuição Linux, o Slackware. As distribuições de GNU/Linux começaram a receber uma popularidade limitada desde a segunda metade dos anos 90, como uma alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de pessoas acostumadas com o Unix na escola e no trabalho. O sistema tornou-se popular no mercado de Desktops e servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados. No decorrer do tempo várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores outras menores, dependendo do número de aplicativos e sua finalidade. Algumas distribuições de tamanhos menores cabem em um disquete com 1,44 MB, outras precisam de vários CDs, existem até algumas que tem versões em DVD. Todas elas tem seu público e sua finalidade, as pequenas (que ocupam poucos disquetes) são usadas para recuperação de sistemas danificados ou em monitoramentos de redes de computadores. De entre as maiores, distribuídas em CDs, podem-se citar: Slackware, Debian, Suse e Conectiva. O que faz a diferença é como estão organizados e pré-configurados os aplicativos. Como por exemplo o Conectiva Linux, tem seus aplicativos traduzidos em português, o que facilita que usuários brasileiros tenham integração com esta distribuição. Existem distribuições com ferramentas para configuração o que facilita na administração do sistema. As principais diferenças entre as distribuições são nos seus sistemas de pacotes, nas estruturas dos diretórios e na sua biblioteca básica. Por mais que a estrutura dos diretórios siga o mesmo padrão, o FSSTND é um padrão muito relaxado, principalmente em arquivos onde as configurações são diferentes entre as distribuições. Então normalmente todos seguem o padrão FHS (File Hierarchy System), que é o mais novo padrão. Quanto à biblioteca, é usada a Biblioteca libc, contendo funções básicas para o sistema Operacional Linux. O problema está em quando é lançada uma nova versão da Biblioteca libc, algumas das distribuições logo colocam a nova versão, enquanto outras aguardam um pouco. Enquanto isso, alguns programas funcionam em uma distribuição e em outras não. Existe um movimento LSB (Linux Standard Base) que proporciona uma maior padronização. Auxilia principalmente vendedores de software que não liberam para distribuição do código fonte, sem tirar características das distribuições. O sistemas de pacotes não é padronizado. Caixa Mágica, Debian, Fedora, Kurumin, Mandriva, SuSE, Ubuntu Linux, Freedows, são algumas das distribuições mais utilizadas actualmente, listadas aqui por ordem alfabética. A distribuição de Linux portuguesa é a Caixa Mágica, estando preparada para as especificidades do país como Teclado, localização de aplicações e suporte de modems (Speedtouch, Santis,...). Um exemplo de distribuição que roda em CD é o Kurumin Linux, criado por Carlos E. Morimoto, baseada no Knoppix([http://www.knoppix.org]). De entre as distribuições consideradas mais difíceis de gerir (por preferirem assegurar a estabilidade tecnológica em detrimento da interface de utilizador), destacam-se a Debian, Gentoo e Slackware.

Distibuições de propósito geral

Alguns grupos compilam distribuições Linux para propósitos especiais como firewalls, etc...

Distribuições LiveCD

Estas distribuições correm directamente do CDROM, sem necessidade de instalação.

Distribuições de propósitos especiais


- Embedded Debian
- Bootable Business Card
- [http://www.dynebolic.org Dyne:Bolic]
- [http://geexbox.org/en/index.html GeexBox]
- Sentry Firewall
- The Linux Router Project

Base de Usuários

Usuários do Linux, que tradicionalmente têm que instalar e configurar seu próprio sistema são tecnologicamente mais orientados que aqueles que usam o Microsoft Windows ou Mac OS, geralmente sendo rotulados como "hacker" ou "geek". Com a adoção do Linux por grandes fabricantes de PCs, computadores com distribuições Linux pré-instaladas se tornaram disponíveis, e o Linux começou a fazer incursões no grande mercado de desktops.

Desktops

Com ambientes gráficos como KDE e GNOME
- , Linux oferece um interface gráfica de usuário mais como Mac OS/Windows que a tradicional interface de linha de comando do Unix, e muitos pacotes de software livre (embora nem sempre open source) oferecem a funcionalidade de programas disponíveis em desktops de outros sistemas operacionais. A organização Linux Simples para o Usuário Final (SEUL), é um grupo que defende a adoção do Linux e programas de usuário final para esse sistema operacional.
- Ao contrário do que alguns pensam, gnome não é um gerenciador de janelas, apenas um ambiente gráfico.

Notas


- - As empresas Conectiva e Mandrake se uniram recentemente e deram origem à distribuição Mandriva.


- Lista de distribuições de Linux
- SELinux - Segurança para seu Linux

Recursos


- [http://www.gnu.org/gnu/why-gnu-linux.pt.html Porque "GNU/Linux"?] (www.gnu.org)
- [http://www.linuxdoc.org Projeto de documentação do Linux]
- [http://www.linux.org Linux Online]

Guia de comandos


- LINUX Guia de Comandos

Tutorial


- [http://guiabozolinux.sourceforge.net Guia Bozolinux]
- [http://focalinux.cipsga.org.br Guia Foca Linux]
- [http://www.onlinux.com.br/dicas/lnag/Linux_networking.htm newbye guide (em português)]
- [http://www.linuxhome.eti.br/ Guia do Linux Doméstico] Categoria:sistemas operativos Categoria:Linux Categoria:Software livre ja:Linux ko:리눅스 ms:Linux simple:Linux th:ลินุกซ์ . Voce pode fazer o download gratuito de imagens ISO das suas distribuições favoritas no site [http://www.linuxiso.org Linux ISO]

Conectiva

A Conectiva foi a primeira distribuidora brasileira do sistema operacional Linux. Suas distribuições são fáceis de instalar e configurar. A distribuição é direcionada a usuários brasileiros, sendo que o hardware que ela suporta é aquele mais comumente encontrado no Brasil. Essa distribuição está disponível em português, espanhol e inglês. A empresa Conectiva é integrante do "United Linux". No dia 24 de fevereiro de 2005 a MandrakeSoft, companhia número 1 em Linux na Europa, anunciou a compra da Conectiva. Adquiriu todas as ações da Conectiva por U$2,3 milhões. A MandrakeSoft é a empresa que distribui o Mandrakelinux, uma das mais populares distribuições Linux. Ainda em 2005 a empresa passará a se chamar Mandriva, junção do nome das duas empresas.

Histórico da Distribuição


- Conectiva Red Hat Linux Parolin 1.0 - Outubro/1997
- Conectiva Red Hat Linux Marumbi 2.0 - Maio/1998
- Conectiva Linux Guarani 3.0 - Dezembro/1998
- Conectiva Linux Servidor (Intel) 1.0 - Abril/1999
- Conectiva Linux Servidor (Compaq Alpha) - Maio/1999
- Conectiva Linux 4.0 - Julho/1999
- Conectiva Linux 4.2 Servidor - Outubro/1999
- Conectiva Linux 5.0 - Fevereiro/2000
- Conectiva Linux 5.1 Servidor - Junho/2000
- Conectiva Linux 6.0 Desktop - Novembro/2000
- Conectiva Linux 6.0 Servidor - Novembro/2000
- Conectiva Linux 7.0 Desktop - Julho/2001
- Conectiva Linux 7.0 Server - Julho/2001
- Conectiva Linux 8.0 Desktop - Abril/2002
- Conectiva Linux 8.0 Servidor - April/2002
- Conectiva Linux Enterprise Edition (UL) - Novembro/2002
- Conectiva Linux 9 Professional - Abril/2003
- Conectiva Linux 9 Standard - Abril/2003
- Conectiva Linux 10 Edição Desktop - Julho/2004
- Conectiva Linux 10 Professional - Julho/2004

Conectiva Linux Live CD


- Conectiva Linux Live CD 0.5 - 11 de Agosto de 2004
- Conectiva Linux Live CD 0.7 Beta 2 - 10 de Setembro de 2004


- [http://www.conectiva.com.br Página Oficial da Conectiva] Categoria:Distribuições Linux Categoria:Empresas de informática Categoria: Empresas do Brasil

Debian

Debian é simultaneamente o nome de uma distribuição não comercial de Linux (amplamente utilizada) e de um grupo de voluntários que o mantêm à volta do mundo. Uma vez que o Debian se baseia fortemente no projecto GNU (e a distribuição oficial do Projeto GNU é Debian), é usualmente chamado Debian GNU/Linux. O Debian é especialmente conhecido pelo seu sistema de gestão de pacotes, chamado APT, que permite: atualizações relativamente fáceis a partir de versões realmente antigas; instalações quase sem esforço de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos. O projecto Debian é mantido por doações através da organização sem fins lucrativos Software in the Public Interest (SPI). O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua mulher, Debra. A palavra "Debian" é pronunciada em Português como Débian. Várias distribuições comerciais baseiam-se (ou basearam-se) no Debian, incluindo: Lindows (atual Linspire), Xandros e Libranet. O Ubuntu Linux também se baseia em Debian. Está actualmente a decorrer trabalho para portar o Debian para outros kernels livres para além do Linux, incluindo o Hurd e o BSD. Para já, no entanto, ainda é muito mais preciso descrever o Debian como uma "Distribuição Linux", sem mais qualificações.

História

O Debian foi fundado em 1993 por Ian Murdock, ao tempo estudante universitário, que escreveu o Manifesto Debian que apelava à criação de uma distribuição Linux a ser mantida de uma maneira aberta, segundo o espírito do Linux e do GNU. O Projeto Debian cresceu vagarosamente e lançou suas versões 0.9x em 1994 e 1995, quando dpkg ganhou notoriedade. Os primeiros ports para outras arquiteturas iniciaram em 1995, e a primeira versão 1.x do Debian aconteceu em 1996. Bruce Perens substituiu Ian Murdock como líder do projeto. Ele iniciou a criação de vários documentos importantes (o contrato social e o free software guidelines) e a legítima umbrella organization (SPI), bem como liderou o projeto através dos lançamentos das versões da ELF/libc5 (1.1, 1.2, 1.3). Bruce Perens deixou o projeto em 1998 antes do lançamento da primeira versão Debian baseada em glibc, a 2.0. O Projeto continuou elegendo novos líderes e fazendo mais duas versões 2.x, cada qual incluindo mais ports e mais pacotes. APT foi lançada durante este tempo e o Debian GNU/Hurd também iniciou-se. O ano de 1999 trouxe as primeiras distribuições Linux baseadas em Debian, Corel Linux e Stormix's Storm Linux, hoje descontinuadas mas que iniciaram o que é hoje uma notável tendência às distribuições baseadas em Debian. Perto do ano 2000, o projeto se direcionou ao uso de repositórios de pacotes e à distribuição "testing", alcançando um marco maior no que se refere aos arquivos e o gerenciamento de lançamentos. Em 2001, os desenvolvedores iniciaram conferências anuais, Debconf, com conversas, workshops, e a recepção aos usuários técnicos. A versão 3.0 de 2002 incluiu mais do que o dobro do número de pacotes da versão anterior e estava disponível para cinco novas arquiteturas. Debian celebrou o seu décimo aniversário em 16 de Agosto de 2003, com muitas festas de aniversário em todo o mundo. : Veja [http://www.debian.org/doc/manuals/project-history/ A Brief History of Debian] para maiores detalhes.

Versões do Debian

O ciclo de desenvolvimento das versões do Debian passa por três fases:
- "Unstable" - instável
- "Testing" - teste
- "Stable" - estável Quando as versões estão na fase "testing" elas são identificadas por codinomes tirados dos personagens do filme Toy Story. Ao se tornarem "stable" as versões recebem um número de versão (ex: 3.1). Versões, codinomes e datas em que se tornaram "stable":
- 3.1 -- Sarge, 6 de Junho de 2005
- 3.0 -- Woody, 19 de Julho de 2002
- 2.2 -- Potato, 15 de Agosto 2000
- 2.1 -- Slink, 9 de Março de 1999
- 2.0 -- Hamm, 24 de Julho 1998
- 1.3 -- Bo, 2 de Junho de 1997
- 1.2 -- Rex, 1996
- 1.1 -- Buzz, 1996 A Versão "testing" atual é a "etch". A versão "unstable" tem sempre o nome Sid (também um personagem do filme Toy Story).

Organização do Projecto

O projecto Debian é uma organização voluntária com três documentos de fundação:
- [http://www.debian.org/social_contract O contrato social Debian] que define um conjunto de princípios básicos, a partir dos quais os membros devem basear as suas actuações;
- [http://www.debian.org/social_contract#guidelines As linhas mestras do software livre Debian], que clarificam o que se quer dizer com o termo "free software", largamente referido no contracto social;
- [http://www.debian.org/devel/constitution A constituição Debian], que descreve a estrutura organizacional para tomadas de decisão formais dentro do projecto, e enumera os poderes e responsabilidades do Debian Project Leader, o Debian Project Secretary e os programadores Debian em geral. Os programadores Debian elegem um líder para o projeto entre os seus rankings todos os anos. O líder do projeto Debian tem vários poderes especiais, mas o seu poder não é absoluto. Ele pode ser contactado e a sua decisão revertida, pelo voto dos programadores de acordo com o processo de General Resolution. Na prática, isto ocorre com alguma freqüência. (Normalmente apenas a eleição do líder do projeto Debian ocorre no âmbito do General Resolution, mas já ocorreu várias vezes.) O líder do projeto Debian é empossado para delegar a sua autoridade, e a vários programadores são confiadas responsabilidades especiais delegadas pelo líder, como por exemplo a equipa Debian System Administration (que possui a password do root das máquinas do projecto), e o Release Manager, que decide os objectivos da release de distribuição, supervisiona o processo e toma a decisão final de quanto libertar uma release. Muitos dos delegados mantêm-se nas suas posições durante vários mandatos dos diferentes líderes; as posições mais importantes são mantidas por membros de grande confiança e há muito tempo activos no projecto, e existem muito poucas mudanças mesmo quando muda o líder do projeto. Uma lista das posições mais importantes no Projecto Debian está disponível em [http://www.debian.org/intro/organization the Debian organization webpage]. Muitos, mas não todas estas posições são delegadas pelo líder do projeto.

Recrutamento de Programadores, Motivação, e Demissão

O projecto Debian tem um fluxo constante de pessoas que desejam ser Programadores. Estas pessoas devem passar por um processo onde é estabelecida a sua identidade, motivação, conhecimento dos objectivos do projecto (definido no Contrato Social), e competência técnica. Está disponível mais informações sobre o processo do "New Mantainer" em [http://www.debian.org/devel/join/newmaint A página do New Mantainer do Debian]. Os Programadores Debian juntam-se ao projecto pelas mais variadas razões. No passado foram citadas várias razões, que incluem:
- o desejo de retribuir à comunidade de Software Livre (praticamente todos são utilizadores de software livre);
- o desejo de ver algumas tarefas de software realizadas (alguns vêem a comunidade dos utilizadores Debian como um sítio de valor para testar e provar a validade de novo software);
- um desejo de fazer, ou manter o Software Livre competitivo em relação a alternativas proprietárias;
- o desejo de trabalhar mais perto de pessoas que partilham as mesmas atitudes, interesses e objectivos (o sentido de partilha das pessoas da comunidade do projecto Debian normalmente não é experimentado por elas nos seus empregos pagos);
- o simples prazer do processo iterativo de desenvolvimento e manutenção de software (alguns programadores têm um nível de dedicação e refinamento do software quase obsessivo). Os Programadores Debian podem demitir-se das suas posições em qualquer altura, enviando a sua intenção à lista privada do projecto (ou apenas aos Debian System Administrators, se quiserem ser mais discretos). As suas contas serão então apagadas e as suas chaves criptográficas removidas do Project keyring (que permite o upload de pacotes assinados por eles, para que sejam aceites no arquivo).

Ciclo de vida dos pacotes Debian

Cada pacote Debian tem um mantenedor (tipicamente, apenas um, mas ocasionalmente pequenas equipas de programadores supervisionam peças de software particularmente complexas). É da responsabilidade dos mantenedores manter o ritmo de acordo com as (caso existam) versões definidas pelos autores do software (a que se chama "upstream"), garantir a portabilidade do pacote com as arquitecturas que o Debian suporta, garantir que o pacote é compatível com a política técnica do Debian, corrigir defeitos no pacote reportados pelos seus utilizadores (que também podem ser outros programadores Debian), e melhorias aos pacotes efectuados pelos seus autores que o farão mais fácil de utilizar, mais configurável, mais seguro e por aí fora. Periodicamente, um mantenedor de pacotes faz uma release de um pacote fazendo o upload para o directório "incoming" do arquivo de pacotes do Debian (ou usando uma "upload queue" que periodicamente transmite em batch os pacotes para o directório incoming). Após um intervalo (um dia actualmente), o directório incoming é verificado por um processo automático que que garante que o upload está bem formado (todos os ficheiros obrigatórios estão no sitio) e que o pacote tem a assinatura digital -- produzida por software compatível com o OpenPGP-- do programador Debian. Todos os programadores Debian têm chaves públicas. Os pacotes são assinados devido a duas razões: 1) para permitir verificar se pacotes não assinados, que podem ter sido enviados hostilmente, não serão processados no futuro; e 2) para permitir a contabilização no caso de um pacote conter um bug sério, uma violação de política ou código malicioso. Se o novo pacote é validado como: correctamente, assinado e bem formado, é instalado no arquivo, para uma área chamada "pool". Inicialmente, todos os uploads de pacotes aceitos no arquivo são apenas disponibilizados na versão "unstable", que contem a versão mais recente de cada pacote. No entanto. o novo código é também código não experimentado, por isso os pacotes são mantidos nesta área de desenvolvimento/QA durante vários dias (a duração exacta depende da urgência do upload. Para um pacote passar da área de desenvolvimento/QA para a versão "testing" -- ou seja, o grupo de pacotes que são candidatos a fazer parte da próxime release da distribuição Debian -- tem de cumprir vários critérios:
- tem de ter estado na área QA durante uma duração apropriada de tempo;
- não pode ter nenhum bug "release-critical" a ele associado (bugs tão sérios que fazem com que não possam ser libertados);
- tem de ser compilado para todas as arquitecturas planeadas para a release (noutras palavras, pacotes para arquitecturas não libertadas existem apenas na versão de desenvolvimento/QA, não na versão release-candidate);
- não pode depender de versões de nenhum pacote que não cumpra as condições anteriormente definidas Desta forma, como é de esperar, um bug release-critical num pacote de que vários pacotes dependam, como por exemplo uma shared library, pode impedir muitos pacotes de entrarem na área de testes, porque essa biblioteca é considerada deficiente. Periodicamente, o Release Manager, que é um delegado do Debian Project Leader, em concordância com as linhas mestras anunciadas aos programadores alguns meses antes, decide fazer uma release. Isto ocorre quando todo o software importante está razoávelmente up-to-date na versão "release-candidate" para todas as arquitecturas para as quais está planeada a release e quando todos os outros objectivos definidos pelo Release Manager foram atingidos. Nesta altura, todos os pacotes na "release-candidate" passam a fazer parte da "release". Não é possível a um pacote -- particularmente a um antigo, estável e alterado frequentemente -- pertencer a mais do que uma versão ao mesmo tempo. As versões são apenas colecções de apontadores para a "pool" de pacotes acima mencionada.

Distribuições baseadas no Debian


- Debian-BR-CDD
- Knoppix
- Kurumin
- Libranet
- Lindows
- LinEx
- Mepis
- Morphix
- Progeny Debian
- Stormix
- Ubuntu
- Xandros


- Manifesto Debian escrito por Ian Murdock em 1994.
- APT - Importante comando Debian.
- Apt-get
- Dpkg


- [http://www.debian.org Debian Project homepage]
- [http://wiki.debian.net Debian wiki]
- [http://debian-br.alioth.debian.org Debian em Português]
- [http://debian-br-cdd.alioth.debian.org/?id=Debian-BR-CDD Versão personalizada para português do Brasil] Categoria:Distribuições Linux Categoria:Debian Categoria:Software livre ja:Debian ko:데비안 simple:Debian GNU/Linux

Kurumin

O Kurumin Linux é uma distribuição GNU/Linux baseada no Knoppix, e que mantém, portanto, o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. Todavia, o Kurumin foi projetado para que fosse bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um mini-CD de 80 mm. Inicialmente o seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu inicío ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no [http://www.guiadohardware.net seu site], muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante. Segundo distrowatch.com, Kurumin é a distribuição Linux mais popular no Brasil.

Principais características


- Leveza
- Facilidade de uso
- Feito para o uso em Desktops
- Ícones mágicos para facilitar a instalação de mais programas
- Língua nativa: Português do Brasil
- Detecção otimizada para hardwares comumente usados no Brasil (a partir da versão 4.1)
- Detecção automática de softmodems.
- Pode ser executado direto do CD, sem depender do HD, com ou sem o outro sistema operacional instalado.
- Alta velocidade de desenvolvimento, os bugs são corrigidos rapidamente.

Versão atual (Estável)


- 5.0, publicada em 6 de agosto de 2005. -- Kernel: 2.6.11.1-kanotix-7 -- KDE: 3.3.2 (Debian Stable)

O Sistema

O objetivo do Kurumin é ser uma distribuição destinada ao uso em desktops, fácil de usar e instalar e que resolva problemas clássicos como a falta de suporte a softmodems e a multimídia. O Kurumin já inclui drivers para modems Lucent e Agere, suporte a vários formatos de vídeo, incluindo Divx e Windows Media e uma ferramenta para instalar suporte a Flash. Tudo isso é organizado de uma forma intuitiva, o tipo de distribuição que possa substituir diretamente o Windows na máquina de um usuário leigo. A lei é simplificar ao máximo o uso e configuração do sistema. Além de servir como uma excelente forma de apresentar o Linux para novos usuários, o Kurumin pode ser usado em conjunto com uma USB-key, ou outro sistema de armazenamento portátil, permitindo que o usuário possa usar seus programas e dados em qualquer PC. O Kurumin é capaz de detectar a USB-Key durante o boot, usando os recursos herdados do Knoppix, permitindo que o usuário trabalhe normalmente mesmo usando PCs de estranhos. Seguindo esta filosofia o Kurumin já vem em Português do Brasil e tenta incluir apenas um programa para cada tarefa, o melhor em cada categoria. Apesar disso o Kurumin é uma das distribuições mais leves disponíveis hoje em dia. Ao dar boot através do CD o sistema consome apenas 53 MB de memória RAM (versão 2.0). Um mero 233 MMX com 64 MB é suficiente para rodar o sistema aceitavelmente, enquanto com um Pentium II 266 com 128 MB você já pode assistir vídeos em divx com qualidade. Também é possível instalar o Kurumin no HD, usando o utilitário "Instalar Kurumin no HD, mantendo as configurações atuais" encontrado no iniciar. Esta é uma versão modificada do knx-hdinstall do Knoppix, afim que a instalação no HD se comporte de forma quase idêntica ao CD, ao contrário do Knoppix. A instalação no HD é muito simples, já que o Hardware é detectado automaticamente durante o boot. O instalador é gráfico e a cópia dos arquivos demora em média apenas quatro minutos num Celeron 600 com 128 MB e um CD-ROM de 40x. A instalação no HD consome apenas 1550 MB, permitindo instalar o Kurumin até mesmo em micros antigos. Mesmo com o KDE o sistema consome apenas 44 MB de RAM durante o boot (um pouco menos que ao rodar através do CD), permitindo rodá-lo aceitavelmente mesmo em máquinas relativamente antigas. A facilidade e rapidez de instalar o sistema está fazendo com que alguns integradores comecem a usar o Kurumin em PCs (sobretudo nos usados) no lugar do Windows 98 e Windows XP Home Edition/Windows XP Starter Edition. Isto permite baratear o custo dos PCs, eliminando os mais de 500 reais do custo do Windows (XP Home) e mantendo a facilidade de uso. O Kurumin é baseado no Knoppix e assim, também no Debian, e mantém compatibilidade com os pacotes .deb que podem ser encontrados no [http://www.debian.org], nos CDs do Debian ou em vários outros lugares. Também é possível instalar programas automaticamente via Internet usando o apt-get. O trabalho do desenvolvedor no Kurumin se concentra em aperfeiçoar uma plataforma que já existe (o Knoppix e o projeto Debian), melhorando o que já existe ao invés de reinventar a roda desenvolvendo um novo sistema de pacotes, novas ferramentas de configuração, etc. como em outras distribuições. O Kurumin quer ser uma opção ideal para quem está tendo seu primeiro contato com o Linux e também para usuários experientes que podem personalizar a distribuição. Assim como no Knoppix você pode montar partições existentes no HD, incluindo partições NTFS (em modo somente leitura) e acessar os arquivos armazenados.

Links externos


- [http://www.guiadohardware.net/kurumin/index.php Kurumin, página oficial] (guiadohardware.net)
- [http://www.guiadohardware.net/kurumin/index.php#download Download Kurumin 5.0] (guiadohardware.net)
- [http://www.guiadohardware.net:6969/ Download Kurumin 5.0] via Torrent (guiadohardware.net)
- [http://www.guiadohardware.net/livros/kurumin/ Manual do Kurumin Linux] (guiadohardware.net)
- [http://br.groups.yahoo.com/group/linux_kurumin/ Lista de Discussão] (yahoo.com)
- [http://www.kuruminlinux.com.br/comunidade/ Fórum Oficial] (kuruminlinux.com.br)
- [http://luciano.kurumin.com.br Wallpapers, Ksplash, Cores, Ícones e Dicas] (kurumin.com.br)
- [http://distrowatch.com/stats.php?section=countries&country=BR Estatísticas do Distrowatch para o Brasil] (distrowatch.com) O fórum de desenvolvimento foi fechado, segundo Carlos Morimoto, "Com o tempo fdev acabou tornando-se uma extensão do fórum de suporte, onde a maior parte dos tópicos são relacionados a dúvidas e poucos ao desenvolvimento do sistema." [http://www.kuruminlinux.com.br/fdev/viewtopic.php?t=391 Ler texto completo] (kuruminlinux.com.br)

Outras distribuições brasileiras baseadas no Kurumin


- [http://www.kalangolinux.org/ Kalango Linux] (Distribuição mais completa com diversos recursos adicionais).
- [http://dizinha.codigolivre.org.br/ Dizinha Linux] (Distribuição otimizada para computadores mais lentos).
- [http://kurumingames.sl.org.br/ Kurumin Games] (Distribuição voltada para jogos de linux).
- [http://kurumin-turbo.codigolivre.org.br/index.php?option=content&task=view&id=8&Itemid=27/ MPUnix] (Distribuição voltada para uso no MPU - Ministério Público da União). Categoria:Distribuições Linux Categoria:Software livre

Famelix

O Famelix é um Sistema operacional muito parecido com o Windows XP. É uma distribuição Linux baseada no Kurumin e pode ser instalado no computador ou usado direto do CD (Live CD).


- http://famelix.codigolivre.org.br/principal.htm categoria:Linux

RedHat

Red Hat Linux é uma distribuição de Linux muito conhecida, líder do mercado nos EUA. Um grupo de programadores na Carolina do Norte decidiu torná-lo mais fácil para possibilitar as pessoas uma experiência mais tranquila com o Linux. Como muitos grupos, seu objetivo era empacotar todos os bits necessários numa distribuição coerente, facilitando aos inexperientes o contato com o novo sistema operacional. Esta distribuição porém tinha uma característica distinta das demais. Em vez de ser uma cópia de um disco rígido que tivesse o Linux instalado, ou um conjunto de disquetes com partes diferentes do sistema operacional que podiam ser copiadas, esta distribuição foi baseada no conceito de pacotes. Cada pacote fornece um pedaço diferente de software, configurado, completamente testado e pronto para rodar. Quer experimentar um novo editor ? Carregar o pacote e instale-o. Em segundos, é possível estar executando o pacote instalado. Não gosta dele? Emita um único comando e o pacote será removido. Além disso o conceito de pacotes traz uma vantagem adicional: Esta distribuição do Linux podia ser atualizada facilmente. O desenvolvimento do Linux no mundo é muito rápido, provocando a geração de novas versões com freqüência. Em outras distribuições, a actualização do software tornou-se complexa � em uma atualização completa, normalmente o usuário teria que deletar tudo em seu disco rígido. Desse modo você provavelmente supõe que o grupo de programadores na Carolina do Norte é a Red Hat Software, e o pacote de distribuição é o Red Hat Linux. Desde a introdução do Red Hat Linux em 1994, o Linux e o Red Hat tiveram um crescimento extraordinário. Muito mudou: suporte para hardwares mais sofisticado, grande aumento de confiabilidade, e o crescente uso do Linux por companhias ao redor do mundo. Mas muito ainda permanece. O Linux ainda é desenvolvido por pessoas no mundo todo; o Linus ainda está envolvido. A Red Hat ainda está localizada na Carolina Norte tentando facilitar cada vez mais o uso do Linux. E o Red Hat Linux sempre foi baseado em pacotes. O Red Hat Linux é um dos sistemas mais fáceis de instalar, o programa de instalação pode ser executado em aproximadamente 15 minutos. O sistema em si é muito flexível. Com RPM, é possível instalar ou desinstalar pacotes de software com um esforço mínimo. Graças ao RPM, o Red Hat Linux é também fácil de manter: as instalações de pacotes podem ser verificadas e corrigidas, e os pacotes podem ser instalados e desinstalados confiavelmente. Além disso, o Red Hat Linux é fácil de administrar. Inclui um rico conjunto de ferramentas administrativas que reduz o trabalho cotidiano. O código fonte é fornecido para os componentes de livre distribuição do sistema.

Ligações externas


- [http://www.redhat.com Página oficial] Categoria:Distribuições Linux ja:Red Hat Linux

Fedora Core

Fedora Core é uma distribuição Linux baseada em pacotes RPM, criada pela Red Hat. Atualmente mantida pelo Projeto Fedora (Fedora Project). Sua instalação é semelhante a versão 9 do Red Hat, em computadores com mais de 1GHz de processamento e 256 de MB de memória RAM, a instalação padrão demora cerca de 30 minutos. Depois da instalação o GNOME fica como gestor de desktop padrão, podendo ser mudado para o KDE, WindowMaker, etc. Já vem com o browser Mozilla Firefox, com OpenOffice.org e suporte com idiomas, além uma diversidade de programas para servidores e desktops domésticos.

História

Os usuários da versão Red Hat 9 estavam aguardando a versão 10 ou 9.1 da distribuição. Mas na verdade a Red Hat estava com outros planos para a nova versão. Esta distribuição era comercializada em caixas e disponível nas lojas. Quem assim o adquiria, procurava por mais recursos. Esta era a versão Enterprise Linux. A Redhat decidiu então continuar apenas com a Red Hat Enterprise Linux, que era o que lhe trazia lucros significativos. Afim de proteger sua marca a Red Hat decidiu registrar sua marca como Fedora a versão normal do Linux. É necessário destacar que o Fedora Core não é um produto pertencente a Red Hat.

Projeto Fedora

O Projeto Fedora é uma comunidade independente baseada no código fonte aberto, ela é responsável por manter a distribuição Fedora Core. O objetivo desse projeto é possibilitar que desenvolvedores da equipe da Red Hat e usuários da comunidade Linux trabalhem para construir um sistema operacional completo e versátil totalmente livre, sem custos de licenças ou custo de suporte. As versões testes foram iniciadas a partir de Julho de 2003 e em Março de 2004 saiu a primeira versão do Fedora Core. A versão mais atual é Fedora Cora 4. Os usuários da comunidade linux trabalham para construir um sistema operacional completo e versátil totalmente livre sem licenças ou custos de suporte. Porque utilizar o Fedora Core? O Fedora Core é sistema voltado para uso em desktops e servidor derivado do Red Hat Linux (uma das distribuições linux mais populares) que mantém algumas de suas caracteristicas como:
- Facil utilização para usuários inesperientes em Linux
- Instalador Anaconda, que facilita a instalação
- Gestor de desktop GNOME por defeito (também inclui o KDE)
- Drivers de periféricos novos
- Sistema de actualização
- Inumeros programas divididos por temas, que podem ser selecionados na instalação

Histórico das versões estáveis

Futuras Versões de Teste

A próxima versão do Fedora Core vai ser a 5, até lá estão previstas três versões de teste:
- Novembro 21, 2005 - Fedora Core 5 Test 1
- Dezembro 23, 2005 - Fedora Core 5 Test 2
- Janeiro 23, 2006 - Fedora Core 5 Test 3 Em 27 de Fevereiro de 2006 sairá o Fedora Core 5 Final, que será a versão estável.


- [http://fedora.redhat.com/ Site Oficial] Categoria:Distribuições Linux Categoria:Software livre ja:Fedora Core ko:페도라 코어

SuSE

A SuSE, mas precisamente SUSE LINUX AG, é uma empresa alemã, que disponibiliza soluções baseadas no sistema operativo GNU/Linux, incluindo várias distribuições. Em Janeiro de 2004 a empresa foi adquirida pela Novell, uma empresa americana que na década de 1980 ficou famosa por seus roteadores. Entre as distribuições de GNU/Linux diponibilizadas pela SUSE destacam-se:
- SUSE Linux Personal
- SUSE Linux Professional
- SUSE Linux Enterprise Server (SLES)
- SUSE Linux Openexchange Server (SLOX)


- [http://www.suse.com/ Site Oficial]
- [http://www.susebr.org/ Comunidade de Usuários SUSE Linux do Brasil]
- [http://www.susept.com/ Comunidade de Usuários SUSE Linux de Portugual] Categoria:Empresas de informática Categoria: Empresas da Alemanha categoria:Distribuições Linux ja:SUSE

System V

O System V foi a primeira versão do UNIX, que padronizou muitos dos elementos do UNIX. O primeiro lançamento foi feito em 1989. ja:UNIX System V

HP-UX

HP-UX é o nome do sistema operacional lançado em 1986 pela empresa Hewlett-Packard. O HP-UX é uma variação do sistema Unix baseado no System V. Categoria:sistemas operativos ja:HP-UX

Solaris

Solaris é um Sistema Operativo UNIX desenvolvido pela Sun Microsystems. As primeiras versões do Solaris (baseadas no código do BSD) foram chamadas SunOS, tendo o seu nome sido alterado quando passou a ser usado como código base o System V no SunOS 5, então chamado Solaris 2.


- [http://www.sun.com/ Sun Microsystems]
- [http://www.sun.com/solaris/ Solaris] Categoria:Sistemas operativos ja:Solaris th:Solaris

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Localités

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Canada


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-
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Gabriel Yacoub est né à Paris, d'un père libanais et d'une mère française originaire du Loiret
Tetsuya Théodore Fujita
Tetsuya Theodore Fujita (藤田哲也 - 23 Octobre 1920 - 19 Novembre 1998) scientifique japonais du XX siècle qui contribua grandement à l'études des phénomènes météorologiques tel que les ouragans, les tempêtes et les tornades.

Voir aussi


- Échelle de Fujita Nagada, du nom d'un site de Haute-Égypte regroupe la production artistique qui a lieu entre 3800 et 3000 avant l'ère chrétienne. L'art de Nagada est principalement connu grâce aux rituels funéraires. On remarque que déjà à cette époque la croyance en l'au-delà est importante : bien que les morts ne soient pas momifiés, mais simplement déposés dans des fosses, les tombes re
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