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| Dacito |
DacitoDacito é uma rocha vulcânica ácida de cores cinza médio até escuro, equivalente extrusiva ao tonalito, com 63 a 68% de SiO2, plagioclásio oligoclásico a andesina predominante nos feldspatos, frequentemente porfirÃtica com feldspato e/ou piroxênio/anfibólio associados como fenocristais e na matriz.
Categoria:Geologia
Rocha
Rocha (ou popularmente pedra ou calhau para um pedaço solto de rocha) é um agregado natural composto de alguns minerais ou de um único mineral. As rochas podem ser classificadas de acordo com sua composição quÃmica, sua forma estrutural, ou sua textura, sendo mais comum classificá-las de acordo com o processos de sua origem.Pela sua origem ou maneira como foi formada as rochas são classificadas como Ãgneas, sedimentares, e rochas metamórficas.
As rochas Ãgneas foram formadas de magma, as sedimentares pela deposição de sedimentos e posterior compressão de matéria, e as rochas metamórficas por qualquer uma das primeiras duas categorias após ser modificada pelos efeitos de temperatura e pressão. Nos casos onde o material orgânico deixa uma impressão na rocha, o resultado é conhecido como fóssil.
Veja também:
- Geologia
- Lista de rochas
- Lista de minerais e tipos de pedras
- Lista de pedras
- Pedreira
Categoria:Geologia
Categoria:Materiais
ja:岩石
Vulcão
Vulcão é uma estrutura geológica criada quando magma, gases e partÃculas quentes (como cinzas) escapam para a superfÃcie terrestre. Eles injetam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cônico e montanhoso
A erupção de um vulcão é considerada um grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, são imprevisÃveis e causam danos indiscriminados. Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em reconstruções. No nosso planeta os vulcões tendem a se formar junto das margens das placas continentais. no entanto existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes).
Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de lava resfriada, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura.
A palavra "Vulcão" deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano (e, em grego, Hefestos). A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia.
Vulcões
Tipos de Vulcões
Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sÃlica (>65%) a lava é chamada de félsica ou "ácida" e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava fácilmente obstruir a chaminé vulcânica. O Monte Pelé na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.
Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sÃlica (<52%)é chamado de máfico ou "básico" e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há cerca de 8000 anos. Esta escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800 km².
Islândia
- Vulcão-escudo: O Havaà e a Islândia são exemplos de locais onde podemos encontrar vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o pefil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no HavaÃ, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpus em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.
sistema solar
- Cones de escórias: São os tipos mais simples e mais comuns de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias.
- Estratovulcões: Também designados de "compostos", são grandes edifÃcios vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos Ãngremes, construÃdos pela intercalação de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone, reconstrução e mudanças da localização das condutas. Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no Equador, o Vulcão Mayon nas Filipinas e o Monte Rainier nos EUA Por outro lado, esses edifÃcios vulcânicos são os mais mortÃferos do nosso planeta, envolvendo a perda da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.
- Caldeiras ressurgentes: São as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone (EUA) e Cerro Galan (Argentina).
- Vulcões submarinos: São bastante comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na Crista-medio-Atlântica. São responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo. Um exemplo deste tipo de vulcão é o vulcão da Serreta no Arquipélago dos Açores.
Comportamento dos vulcões
Arquipélago dos Açores.
- Erupções freáticas (vapor)
- Erupções explosivas de lava rica em sÃlica (e.g. riolito)
- Erupções efusivas de lava pobre em sÃlica (e.g. Basalto)
- Escoadas piroclásticas
- Lahars
- Emissões de dióxido de carbono
Todas estas actividades podem ser um perigo potencial para o Homem. Para além disso a actividade vulcânica é muitas vezes acompanhada por sismos, águas termais, fumarolas e gêisers, entre outros fenómenos. As erupções vulcânicas são frequentemente precedidas por sismos de magnitude pouco elevada.
Activos, dormentes ou extintos?
Não existe um consenso entre os vulcanologistass para definir o que é um vulcão "activo". O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas actualmente não dão sinais actividade.
Alguns cientistas consideram um vulcão activo quando está em erupção ou mostra sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão activo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000 anos atrás, no PacÃfico Noroeste dos Estados Unidos vai apenas a 300 anos atrás.
Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção.
Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão está realmente exitinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar aos milhões de anos, logo é difÃcil determinar se um irá voltar ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por vários milhares de anos.
Por exemplo a caldeira de Yellowstone, nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640000 anos, apesar de ter havido alguma actividade há cerca de 70000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sÃsmica, geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona.
Alguns vulcões na Terra
Ver artigo completo Lista de Vulcões
Lista de Vulcões.
- Monte Baker (Washington, EUA)
- Vulcão de Cold Bay (Alaska, EUA)
- El Chichon (Chiapas, México)
- Pico de Orizaba (Veracruz/Puebla, México)
- Cotopaxi (Equador)
- Monte Fuji (Honshu, Japão)
- Monte Hood (Oregon, EUA)
- Monte Erebus (Ilha de Ross, Antártica)
- Etna (SicÃlia, Itália)
- Krafla (Islândia)
- Hekla (Islândia)
- Kick-'em-Jenny (Granada)
- Kilauea (Havai, EUA)
- Vulcão das Furnas (Ilha de São Miguel, Açores)
- Kluchevskaya (Kamchatka, Rússia)
- Krakatoa (Rakata, Indonésia)
- Mauna Kea (Havai, EUA)
- Mauna Loa (Havai, EUA)
- El Misti (Arequipa, Peru)
- Novarupta (Alaska, EUA)
- Pico (Ilha do Pico, Açores, Portugal)
- ParicutÃn (Michoacán, México)
- Monte Pinatubo (Flilipinas)
- Popocatépetl (Mexico-Puebla, México)
- Santorini (Santorini, Grécia)
- Vulcão de Soufriere , (Montserrat)
- Monte Rainier (Washington, EUA)
- Vulcão do Fogo (Ilha de São Miguel, Açores, Portugal)
- Vulcão da Serreta, (Açores)
- Vulcão da Urzelina, (Açores)
- Monte Shasta (California, EUA)
- Monte Santa Helena (Washington, EUA)
- Surtsey (Islândia)
- Tambora (Sumbawa, Indonésia)
- Teide (Tenerife, Ilhas Canárias, Espanha)
- White Island (BaÃa de Plenty, Nova Zelândia)
- Vesúvio (BaÃa de Nápoles, Itália)
Vulcões em outros locais do sistema solar
A Lua não possui grandes vulcões e não é geológicamente activa, mas nela existem várias estruturas vulcânicas. Por outro lado crê-se que o planeta Vénus seja geologicamente activo, sendo cerca de 90% da sua superfÃcie constituÃda por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfÃcie do planeta. As escoadas lávicas estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfÃcie de Vénus são atribuÃdas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenómenos do planeta Vénus são atribuÃdos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos.
No planeta Marte existem vários vulcões extintos, sendo quatro dos quais grandes vulcões-escudo, largamente maiores do que qualquer um existente na Terra:
- Monte Arsia
- Monte Ascraeus
- Hecates Tholus
- Monte Olimpus
- Monte Pavonis
Estes vulcões encontram-se exitintos há vários milhões de anos, mas a sonda europeia Mars Express encontrou indÃcios de que poderiam ter ocorrido erupções vulcânicas num passado recente em Marte.
Uma das luas de Júpiter, Io, é o corpo mais vulcânico de todo o sistema solar devido à interacção de forças com Júpiter. Esta lua está coberta de vulcões que expelem enxofre, dióxido de enxofre e rochas ricas em sÃlica, o que leva a que a sua superfÃcie esteja constantemente a ser renovada. As suas lavas são as mais quentes que se conhecem no sistema solar, com temperaturas que podem ultrapassar os 1500 ºC. Em Fevereiro de 2001 a maior erupção de que há registo no sistema solar ocorreu em Io.
Vulcanologia
Génese dos vulcões
Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da Terra, ainda são pouco conhecidos. No entanto é sabido que uma erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida crosta terrestre) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Eventualmente o magma armazenado na câmara magmática é forçado a subir e é extruÃdo e escorre pela superfÃcie do planeta como lava, ou o magma pode aquecer água nas zonas próximas causando descargas explosivas de vapor; pode acontecer também que os gases que se libertam do magma projectem rochas, piroclastos, obsidianas e/ou cinzas vulcânicas. Apesar de serem sempre forças muito poderosas, as erupções podem variar de efusivas a extremamente explosivas.
A maioria dos vulcões terrestres têm origem nos limites destrutivos das placas tectónicas, onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental dado que esta é menos densa do que a oceânica. A fricção e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fractura na crosta terrestre, poderá eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões. Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos EUA, que se encontra na zona interior da margem entre a Placa Juan de Fuca que é oceânica e a Placa norte-americana.
Ambientes tectónicos
Os vulcões encontram-se principalmente em três tipos principais de ambientes tectónicos:
Limites construtivos das placas tectónicas
Este é o tipo mais comum de vulcões na Terra, mas são também os observados menos frequentemente dado que a sua actividade ocorre maioritáriamente abaixo da superfÃcies dos oceanos. Ao longo do sistema de rifts oceânicos ocorrem erupções irregularmente espaçadas. A grande maioria deste tipo de vulcões são apenas conhecidos devido aos sismos associados à s suas erupções, ou ocasionalmente, se navios que passam nos locais onde existem, registam elevadas temperaturas ou precipitados quÃmicos na água do mar. Em alguns locais a actividade dos rifts oceânicos levou a que os vulcões atingissem a superfÃcie oceânica - Ilha de Santa Helena, Ilha de Tristão da Cunha no Oceano Atlântico; as Galápagos no Oceano PacÃfico, permitindo que estes vulcões sejam estudados em pormenor. A Islândia também se encontra num rift, mas possui caracterÃsticas diferentes das de um simples vulcão.
Os magmas expelidos neste tipo de vulcões são chamados de MORB (do inglês Mid-Ocean Ridge Basalt que significa: "basalto de rift oceânico") e são geralmente de natureza basáltica.
Limites destrutivos das placas tectónicas
²inglês
Estes são os tipos de vulcões mais visÃveis e bem estudados. Formam-se acima das zonas de subducção onde as placas oceânicas mergulham debaixo das placas terrestres. Os seus magmas são tipicanmente "calco-alcalinos" devido a serem originários das zonas pouco profundas das placas oceânicas e em contacto com sedimentos. Como seria de esperar a composição destes magmas é muito mais variada do que a dos magmas dos limÃtes construtivos.
Hot spots ou pontos quentes
Os vulcões de hot spots eram originalmente vulcões que não poderiam ser incluÃdos nas categorias acima referidas. Nos dias de hoje os hot spots referem-se a uma situação bastante mais especÃfica - uma pluma isolada de material quente do manto que intersepta a zona inferior da crosta terrestre (oceânica ou continental), conduzindo à formação de um centro vulcânico que não se encontra ligado a um limite de placa. O exemplo clássico é a cadeina Havaiana de vulcões e montes submarinos; o Yellowstone é também tido como outro exemplo, sendo a intercepção neste caso com uma placa continental. A Islândia e os Açores são por vezes citados como outros exemplos, mas bastante mais complexos devido à coincidência do o rift médio Atlântico com um hot spot. Não há consenso acerca do conceito de "hotspot", uma vez que os vulcanólogos não são consensuais acerca da origem das plumas "quentes do manto": se têm origem no manto superior ou no manto inferior. Estudos recentes levam a crer que vários subtipos de hot spots irão ser identificados.
Previsão de erupções
A ciência ainda não é capaz de prever com certeza absoluta quando um vulcão irá entrar em erupção, mas grades progressos têm sido feitos no cálculo das probabilidades de tal evento ter lugar ou não num espaço de tempo relativamente curto. Os seguintes factores são analisados de forma a ser possÃvel prever uma erupção:
Sismicidade
A actividade sÃsmica, nomeadamente, micro e sismos de baixa magnitude ocorrem sempre que um vulcão "acorda" e a sua entrada em erupção se aproxima no tempo. Alguns vulcões normalmente possuem actividade sÃsmica de baixo nÃvel, mas um aumento significativo desta mesma actividade poderá preceder uma erupção. Outro sinal importante é o tipo de sismos que ocorrem. A sismicidade vulcânica divide-se em três grandes tipos: tremores de curta duração, tremores de longa duração e tremores harmónicos.
- Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectónicos. São resultantes da fracturação da rocha aquando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático na próximo da superfÃcie.
- Os tremores de longa duração crê-se que indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem-se comparar ao ruÃdo e vibração que por vezes ocorre na canalização das nossas casas. Estas oscilações são o equivalente à s vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão.
- Os tremores harmónicos ocorrem devido ao movimento de magma abaixo da superfÃcie. A libertação contÃnua de energia deste tipo de sismicidade contrasta com a libertação continua de energia que ocorre num sismo associado ao movimento de falhas tectónicas.
Os padrões de sismicidade são geralmente complexos e de difÃcil interpretação. No entanto, um aumento da actividade sÃsmica num aparelho vulcânico é preocupante, especialmente se sismos de longa duração se tornam muito frequentes e se tremores harmónicos ocorrem.
Emissões gasosas
À medida que o magma se aproxima da superfÃcie a sua pressão diminui, e os gases que fazem parte da sua composição libertam-se gradualmente. Este processo pode ser comparado ao abrir de uma lata de um refrigerante com gás, quando o dióxido de carbono se escapa. O dióxido de enxofre é um dos principais componente dos gases vulcânicos, e o seu aumento precede a chegada de magma próximo da superfÃcie. Por exemplo, a 13 de Maio de 1991, 500 toneladas de dióxido de enxofre foram libertadas no Monte Pinatubo nas Filipinas. A 18 de Maio, duas semanas depois as emissões de dióxido de enxofre chegaram até à s 5 000 toneladas. O Monte Pinatubo entrou em erupção a 12 de Junho de 1991.
Deformação do terreno
A deformação do terreno na área do vulcão significa que o magma encontra-se acomulado próxima da superfÃcie. Os ciêntistas monotorizam os vulcões activos e medem frequentemente a deformação do terreno que ocorre no vulcão, tomando especial cuidado com a deformação acompanhada de emissões de dióxido de enxofre e tremores harmónicos, sinais que tornam bastante provável um evento eminente.
- [http://www.vulcanoticias.hpg.ig.com.br/tiposvulc.html VolcanotÃcias]
- [http://serreta-creminer.fc.ul.pt/ Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - Vulcão da Serreta, Açores]
- [http://www.volcano.si.edu Programa Vulcanismo Global]
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ja:火山
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Categoria:Geologia
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categoria:Ciências da terra
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Kategori:SkattKategori:Økonomi
Kategori:Politikk
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Junto
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O colocolo (Dromiciops gliroides) é um pequeno marsupial da América do Sul. É a única espécie do seu género, da famÃlia Microbiotheriidae e da ordem Microbiotheria.
O colocolo é um animal de pequeno porte, medindo apenas 13 cm de comprimento para cerca de 30 g de peso. Têm uma pelagem acastanhada e lustrosa, orelhas arredondadas e uma mancha preta em torno dos olhos. O colocolo vive exclusivamente nas florestas do Chile e
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Microbiotheria
O colocolo (Dromiciops gliroides) é um pequeno marsupial da América do Sul. É a única espécie do seu género, da famÃlia Microbiotheriidae e da ordem Microbiotheria.
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Microbiotheriidae
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