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Domínio: ||
Eukaryota
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|
Reino ||
Animalia
|{Ver também{Links externos
Protista
O Reino Protista ou Protoctista é um dos
reinos biológicos comumente reconhecidos, incluindo todos os
eucariontes exceto as
plantas,
fungos, e
animais, e algumas vezes outros grupos que são tratados como reinos separados. Alguns são
organismos
unicelulares, com 0,01 a 0,5 mm de tamanho, muito pequenos para serem vistos sem um
microscópio, outros são enormes, como certas algas castanhas, com mais de 30 metros de comprimento. Protistas são omnipresentes em todos os
ambientes
aquáticos e
terrestres, comumente sobrevivendo períodos secos na forma de "
cistos"; alguns são
parasitas importantes.
Os protistas apresentam-se nas seguintes formas:
- Formas
aquáticas, anteriormente classificadas no Reino
Plantae - as
algas;
- Organismos
amebóides semelhantes aos fungos - os
mixomicetes e
oomicetes;
- Formas
unicelulares - os
protozoários, geralmente divididos pela morfologia e locomoção em:
-
Flagelados (Ex.
Euglena);
-
Amebóides (Ex.
Ameba);
-
Apicomplexa (
parasitas); e
-
Ciliados (Ex.
Paramécio)
Em sistemas de classificação mais antigos, os protozoários foram considerados um
filo do reino
Animalia - Protozoa -, e as algas unicelulares e os
mixomicetes foram colocados entre várias divisões de plantas. Muitas formas foram colocadas em ambos os reinos e pesquisadas por
zoólogos e
botânicos. Eventualmente o reino Protista foi criado para colocar estas formas, com as classes de Protozoários referidas acima sendo promovidas a filos. Exceto pelos ciliados e oomicetes todos estes grupos são
polifiléticos e frequentemente sobrepostos. Para além disso, os protistas em si aparentam ser
parafiléticos aos outros reinos
eucarióticos.
Tentativas mais recentes foram feitas para dividir os protistas em grupos mais genuínos baseados na ultraestrutura, química e características genéticas. Em novos sistemas de classificação estes são frequentemente tratados como reinos separados.
Thomas Cavalier-Smith propôs o reino
Chromista para
incluir grupos como as
algas castanhas, as
diatomáceas e os oomicetes.
Entretanto, há ainda muitas linhas diferentes de protistas cujas relações não são compreendidas. Muitos cientistas consideram agora os vários
clades de Protista como subgrupos diretos dos
Eukaryotes, com a admissão de que não conhecemos ainda o suficiente sobre eles para arranjá-los em uma hierarquia. Estes vários clades são listados em nossa
árvore evolucionária.
Recursos exteriores à Wikipédia
- [http://www.ucmp.berkeley.edu/alllife/eukaryotasy.html Univ.California, Berkeley - Museum of Palentology]
- [http://tolweb.org/tree?group=Eukaryotes&contgroup=Life_on_Earth Tree of Life]
- [http://www.brasilescola.com/biologia/protista.php Reino Protista] - www.brasilescola.com/biologia/protista.php
categoria:Biologia!
ja:原生生物
Categoria:Temp Músculo
Os músculos são órgãos responsáveis pelo movimento dos animais. O músculo funciona aproximando a origem e inserção muscular pela contração. Os músculos são constituídos por
tecido muscular e caracterizam-se pela sua contractilidade.
A
contração muscular ocorre com a saída de um
impulso elétrico do
cérebro que é conduzido até ao músculo através de um
nervo. Esse estímulo elétrico desencadeia o
potencial de ação, que resulta na entra cálcio (necessário à contracção) dentro da célula, e a saída de potássio da mesma.
Os músculos são os órgãos ativos do movimento. Eles são possuem a capacidade de contrair-se e de relaxar-se, e, em conseqüência, transmitirem movimentos aos ossos sobre os quais se inserem. O movimento de todo o corpo humano ou de algumas das suas partes -
cabeça,
pescoço,
tronco, membros inferiores e superiores deve-se aos músculos.
Os músculos, tem uma variedade grande de tamanhos e formato, de acordo com a sua disposição de local de origem e de inserção.
Temos aproximadamente 212 músculos, sendo 112 na região frontal e 100 na região dorsal. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual divide-se em várias fibras para poder controlar todas as células do músculo, através da placa motora.
O sistema muscular é capaz de efetuar imensa variedade de movimento, onde toda essas contrações musculares são controladas e coordenadas pelo cerebro.
Além disso não podemos esquecer de salientar da importância dos músculos na postura.
Tipos de músculos
Histologicamente, podemos classificar os músculos em três categorias:
# MÚSCULOS ESQUELÉTICOS, (coloração mais avermelhada), também chamados de músculos estriados, já que apresentam estriações em suas fibras. São os responsáveis pelos movimentos voluntários; estes músculos se inserem sobre os
ossos e sobre as cartilagens e contribuem, com a
pele e o
esqueleto, para formar o invólucro exterior do corpo. Constituem aquilo que vulgarmente se chama a "carne".
# MÚSCULOS VISCERAIS, (coloração esbranquiçada), também chamados de músculos lisos que entram na constituição dos órgãos profundos, ou
vísceras, para assegurar-lhes determinados movimentos (contrações). Estes músculos têm estrutura "lisa" e funcionam independentemente da nossa vontade. A maneira com que se dispõe de suas fibras é bem diferente da musculatura estriada.
# MÚSCULO CARDÍACO, o mais nobre de todos os músculos, se analisado histologicamente tem característica de músculo esquelético, mas funcionalmente tem característica de músculo liso. Assim, é formado de fibras estriadas, tem grande capacidade de contração e desenvolvimento, mas que se contrai de forma involuntária.
- http://www.geocities.com/~malaghini/musculo1.html
- http://www.corpohumano.hpg.ig.com.br/sist_muscular/sist_muscular.html
categoria:medicina
Categoria: Educação Física
Categoria:Anatomia
ja:筋肉
ko:근육
simple:Muscle
Artrópode
|-
!align="center" colspan="2" bgcolor="pink"|Subfilos e
Classes
|-
|colspan="2"|Subfilo Trilobitomorpha
Classe
Trilobita - Trilobites, extinto
Subfilo
Chelicerata
Classe
Arachnida -
aranhas,
escorpiões, etc.
Classe
Merostomata -
Límulo
Classe
Pycnogonida -
aranha-do-mar
Subfilo
Myriapoda
Classe
Chilopoda -
centopeias
Classe
Diplopoda -
mil-pés
Classe
Pauropoda
Classe
Symphyla
Subfilo
Hexapoda
Classe
Insecta - Insetos:
moscas,
borboletas, etc.
Ordem
Diplura
Ordem
Collembola - colêmbolos
Ordem
Protura
Subfilo
Crustacea ou
Crustaceomorpha
Classe
Remipedia
Classe
Cephalocarida
Classe
Branchiopoda
Classe
Ostracoda
Classe
Mystacocarida
Classe
Copepoda
Classe
Branchiura
Classe
Cirripedia -
cracas
Classe
Tantulocarida
Classe
Malacostraca -
lagostas,
caranguejos, etc.
NOTA: Alguns sistemas de classificação agrupam Myriapoda e Hexapoda num subfilo denominado Uniramia.
|
Inseto
|-
!bgcolor="pink" colspan="2"|Sub-Classes e Ordens
|-
|Sub-classe:
Apterygota
:Ordens
:
-
Archaeognatha
:
-
Thysanura
:
-
Monura -
extinto
Sub-classe:
Pterygota
:Ordens
:
-
Ephemeroptera
:
-
Odonata (
libélula)
:
-
Diaphanopteroidea -
extinto
:
-
Palaeodictyoptera -
extinto
:
-
Megasecoptera -
extinto
:
-
Archodonata -
extinto
:
- Infra-classe:
Neoptera
::Ordens
::
-
Blattaria (
barata)
::
-
Isoptera (térmita)
::
-
Mantodea (louva-a-deus)
::
-
Dermaptera (tesourinha)
::
-
Plecoptera
::
-
Orthoptera (
gafanhotos)
::
-
Phasmatodea (insecto-pau)
::
-
Embioptera
::
-
Zoraptera
::
-
Grylloblattodea
::
-
Mantophasmatodea
:
- Super-ordem:
Exopterygota
::Ordens
::
-
Psocoptera
::
-
Thysanoptera
::
-
Phthiraptera
::
-
Hemiptera (percevejos)
:
- Super-ordem:
Endopterygota
::Ordens
::
-
Raphidioptera
::
-
Megaloptera
::
-
Neuroptera
::
-
Coleoptera (besouro)
::
-
Strepsiptera
::
-
Mecoptera
::
-
Siphonaptera
::
-
Diptera (mosca e pernilongo)
::
-
Trichoptera
::
-
Lepidoptera (borboleta e mariposa)
::
-
Hymenoptera (formiga, abelha, vespa)
::
-
Miomoptera -
extinto
::
-
Protodiptera extinto
|{
Aracnídeo
|-----
|{{|
Acarina
Amblypygi
Araneae
Opiliones
Palpigradi
Pseudoscorpionida
Ricinulei
Schizomida
Scorpiones
Solifugae
Uropygi
|{{{
Segmento
Segmentação é um termo genérico para designar a divisão de algo em partes separadas ou segmentos. Abaixo algumas das utilizações específicas deste termo:
- Na
Arquitectura de Redes de computadores,
segmentação é a divisão duma
Rede de computadores em “sub-redes” para descentralizar o tráfico.
- No
processamento de imagem,
segmentação é a divisão de uma
imagem em partes, de acordo com a necessidade.
- Em
economia e em
marketing, utiliza-se frequentemente a expressão
segmento de mercado.
- Em
biologia,
segmentação é o processo por que passa o
corpo de um
animal durante o seu
desenvolvimento.
- Ainda na área da Biologia, e mais especificamente, na zoologia, a
segmentação refere-se a uma característica distintiva de alguns grupos de animais, como os
anelídeos (
minhocas), os
insectos e os
aracnídeos que têm o corpo visivelmente dividido em segmentos.
Proteína
Proteína (do
grego πρωτεϊνη, primeiro) é uma
macromolécula cujos
monómeros são α-
aminoácidos. As proteínas são parte constituínte dos tecidos biológicos e muitas delas funcionam como
enzimas. Juntamente com os
açucares e
lipidios constituem a alimentação básica dos animais. São substâncias
sólidas, incolores,
coloidais, geralmente
insolúveis em
solventes
orgânicos. Podem possuir alguma solubilidade em
água, ou ainda em
soluções aquosas diluidas de
ácidos,
bases ou
sais.
Síntese
As proteinas são
compostos orgânicos de estrutura complexa e
massa molecular elevada ( entre 15.000 e 20.000.000
u ) e são sintetizadas pelos organismos vivos através da condensação de um grande número de moléculas de alfa-
aminoácidos, através de ligações denominadas
ligações peptídicas.
São também compostos quaternários de
carbono ( C ),
hidrogênio ( H ),
oxigênio ( O ) e
azoto ( N ) - também chamado de
nitrogênio no Brasil. São constituídas por dois
grupos funcionais: o grupo
amina ( R-NH- ) e o grupo
carboxilo ( R-CO-), derivados dos aminoácidos e que estabelecem as ligações peptídicas.
Existem 23 aminoácidos conhecidos, dos quais 8 são ditos essenciais: o nosso organismo não é capaz de produzi-los, e por isso precisamos ingeri=los através dos alimentos para evitar sua falta no nosso corpo. Uma cadeia de aminoácidos denomina-se de "
peptideo", estas podem possuir 2 aminoácidos (
dipeptídeos ), 3 aminoácidos (
tripeptídeos ), 4 aminoácidos (
tetrapeptídeos ), ou muitos aminoácidos (
polipeptídeos ). O termo proteina é dado quando na composição do polipeptídeo entram centenas, milhares ou milhões de aminoácidos.
polipeptídeo.
As ligações entre aminoácidos denominam-se por ligações peptidicas e estabelecem-se entre o grupo amina de um aminoácido e o grupo carboxilo de outro aminoácido, com a perda de uma molécula de
água.
Portanto, as proteínas são complexos constituídas por cadeias de aminoácido ligadas por ligações peptídicas. São macromoléculas com, no mínimo, centenas de aminoácidos. São
polímeros que se originam de uma
reação de polimerização de aminoácidos que são os
monômeros.
Composição:
Quanto a estrutura molecular as proteínas são classificas em:
- Proteinas simples ou homoproteínas:
:
- Proteínas constituídas somente por aminoácidos como, por exemplo, a
queratina (
cabelo ).
:
- A hidrólise completa dessas proteínas produz unicamente α-aminoácidos.
- Proteinas complexas, conjugadas ou heteroproteínas:
:
- Proteínas que apresentam a cadeia de aminoácidos ligada a um radical diferente (
grupo prostético ).
:
- Dependendo do grupo prostético, as proteinas podem se classificadas em:
::
- Glicoproteínas: o grupo é um
glicídio. Exemplos:
mucina (
saliva ) e
osteomucóide (
ossos ).
::
- Cromoproteínas: o grupo é um
pigmento. Exemplos:
clorofila ( vegetais verdes ) e
hemoglobina (
sangue ).
::
- Fosfoproteinas: o grupo é o
ácido fosfórico. Exemplos:
vitelina ( gema do
ovo ) e
caseina (
leite ).
::
- Nucleoproteínas: o grupo é um ácido heterocíclico complexo.
:
- A hidrólise completa dessas proteínas produz α-aminoácidos e grupos prostéticos.
Estrutura tridimensional:
leite
As proteinas podem ter 4 tipos de estrutura dependendo de configuração espacial da cadeia polipeptídica, do tamanho da cadeia, e do tipo de aminoácidos que possui. As estruturas são:
- Estrutura primária:
Sequência linear de aminoácidos unidos por ligações péptidicas.
- Estrutura secundária:
Constituída por uma cadeia de aminoácidos em que se estabelecem ligações por
pontes de hidrogénio entre os aminoácidos distantes da cadeia. Estas ligações conferem-lhe a forma em hélice ou folha pregueada.
- Estrutura terciária:
Resulta do enrolamento da hélice ou da folha pregueada , sendo mantido por pontes de hidrogénio e dissulfito. Esta estrutura confere a actividade biológica às proteínas.
- Estrutura quaternária:
Resulta da associação de várias subunidades com estrutura terciária, estas permanecem unidas através de ligações não covalentes.
Proteínas fibrosas e globulares:
- Proteinas fibrosas:
São aquelas que apresentam moléculas distendidas e filamentosas, semelhantes a longos fios.
colágeno e
fibrina são exemplos de proteínas fibrosas. São raras.
- Proteínas globulares:
Apresentam as moléculas enroladas como novelos ,e são solúveis em água formando
micelas. A maioria das proteínas apresentam estrutura globular como, por exemplo, as
enzimas,
anticorpos,
hemoglobina,
clorofila e proteínas estruturais.
Desnaturação:
As proteínas podem desnaturar. Isto acontece quando, por acção de substâncias químicas ou do
calor as proteínas sofrem alteração da estrutura terciária ou a quebra das ligações não covalentes da estrutura quaternária.
As proteínas perdem a sua conformação e, consequentemente, a sua funcionalidade. A desnaturação pode ser: reversível ou irreversível.
Renaturação:
Dependendo da forma pela qual a proteína foi desnaturada, sua conformação nativa pode ser recuperada (renaturação) retirando-se lentamente o agente desnaturante, como por exemplo fazer uma diálise contra água para retirar o agente desnaturante uréia.
Função biológica:
Estrutural ou plástica:
São aquelas que participam dos tecidos dando-lhes rigidez, consistência e elasticidade. São proteínas estruturais:
colágeno (constituínte das
cartilagens),
actina e
miosina (presentes na formação das
fibras musculares ),
queratina (principal proteína do
cabelo),
fibrinogênio (presente no
sangue),
albumina (encontrada em
ovos) e outras.
Hormonal:
Exercem alguma função específica sobre algum
órgão ou estrutura de um organismo como, por exemplo, a
insulina (embora tecnicamente a insulina seja considerada apenas um
polipeptídeo, devido a seu pequeno tamanho).
Defesa:
Os
Anticorpos são proteínas que realizam a defesa do organismos contra substâncias estranhas.
Energética:
Obtenção de energia a partir dos aminoácidos que compõem as proteínas.
Enzimática:
Enzimas são substâncias capazes de acelerar as reações bioquímicas como, por exemplo, as
lípases. Todas as enzimas são consideradas proteínas.
Condutoras de gases:
O transporte de gases (principalmente do
oxigênio e um pouco do
gás carbônico) é realizado por proteinas como a
hemoglobina e
hemocianina.
categoria:bioquímica
ja:蛋白質
ko:단백질
simple:Protein
th:โปรตีน
zh-min-nan:Nn̄g-pe̍h-chit Quitina
Quitina é um
polissacarídeo, insolúvel e córneo formado por unidades de N-acetilglicosamina. É o constituinte principal das carapaças (
exosqueleto) dos
artrópodes, e está presente, com menor importância, em muitas outras espécies
animais. É, também, o constituinte principal das paredes celulares nos
fungos.
Não confundir com
queratina.
No caso dos
foraminíferos e outros animais, a
concha ou carapaça, em geral é formada por uma primeira camada de quitina.
Categoria:Compostos orgânicos
ja:キチン質
Apêndice
Um apêndice pode ser:
-
apêndice - um conjunto de informações suplementares normalmente no fim de um livro ou outra publicação;
- o
apêndice vermiforme do
intestino humano e de outros
mamíferos;
-
apêndice - uma extensão do corpo de um
animal.
Arthropoda
|-
!align="center" colspan="2" bgcolor="pink"|Subfilos e
Classes
|-
|colspan="2"|Subfilo Trilobitomorpha
Classe
Trilobita - Trilobites, extinto
Subfilo
Chelicerata
Classe
Arachnida -
aranhas,
escorpiões, etc.
Classe
Merostomata -
Límulo
Classe
Pycnogonida -
aranha-do-mar
Subfilo
Myriapoda
Classe
Chilopoda -
centopeias
Classe
Diplopoda -
mil-pés
Classe
Pauropoda
Classe
Symphyla
Subfilo
Hexapoda
Classe
Insecta - Insetos:
moscas,
borboletas, etc.
Ordem
Diplura
Ordem
Collembola - colêmbolos
Ordem
Protura
Subfilo
Crustacea ou
Crustaceomorpha
Classe
Remipedia
Classe
Cephalocarida
Classe
Branchiopoda
Classe
Ostracoda
Classe
Mystacocarida
Classe
Copepoda
Classe
Branchiura
Classe
Cirripedia -
cracas
Classe
Tantulocarida
Classe
Malacostraca -
lagostas,
caranguejos, etc.
NOTA: Alguns sistemas de classificação agrupam Myriapoda e Hexapoda num subfilo denominado Uniramia.
|
Crescimento
Todos os
seres vivos aumentam de tamanho desde o seu
nascimento até atingirem as dimensões máximas características de cada
espécie, que dependem igualmente das condições
ambientais. É a esse processo de aumento natural de tamanho que se chama crescimento individual.
Em
ecologia chama-se crescimento populacional ao aumento do número de indivíduos de uma
espécie que vivem em determinado
ecótopo. Este processo é estudado pela
dinâmica das populações.
Crescimento individual
Qualquer
célula viva aumenta de tamanho, por absorção e
metabolização de
nutrientes, desde o momento em que separa da sua
célula-irmã até atingir um tamanho a partir do qual a célula, ou se divide para dar origem a duas
células-filhas (ver
ciclo celular), ou exerce a sua
função específica (no caso de ser uma célula
diferenciada) até ao momento da sua
morte.
Os
seres vivos multicelulares aumentam de tamanho por
divisão celular nos seus
tecidos e também por crescimento individual das suas células.
Crescimento das plantas
As "plantas"
multicelulares, incluindo as
plantas verdes, os
fungos e as
algas, têm a facilidade de aumentarem o volume do seu corpo ou "
cormo" por simples
divisão celular dos seus
tecidos.
Crescimento das plantas vasculares
As
plantas vasculares - plantas verdes com
órgãos
diferenciados, que incluem as
espermatófitas (as plantas que produzem
sementes) e as
pteridófitas - apresentam dois tipos de crescimento:
- crescimento primário, baseado no
meristema apical, que promove o crescimento linear do
caule e da
raiz, e na formação de
gomos, que dão origem aos
ramos e
folhas; e
- crescimento secundário, promovido pelo
câmbio vascular, que dá origem à
madeira, e pelo
câmbio cortical, que dá origem ao
córtex, ou seja, a "casca" das plantas
lenhosas.
Categoria:Biologia Organismo
Em
biologia e
ecologia, um organismo é um
ser vivo. Uma extensão polémica deste conceito afirma que a própria Terra é um organismo vivo. Chama-se a esta hipótese a
Hipótese Gaia.
A
origem da vida e as relações entre as suas maiores linhagens são controversas. Dois grandes grupos podem ser identificados, os
procariontes - que não apresentam um verdadeiro
núcleo celular - e os
eucariontes, em que o
ADN se encontra organizado em
cromossomas dentro do
núcleo celular.
Os procariontes são geralmente agrupados em dois
domínios, chamados
Bacteria e
Archaea.
De acordo com a
teoria endosimbiótica as
plantas teriam adquirido dois
organelos das suas
células, nomeadamente a
mitocôndria e os
cloroplastos, de bactérias
endosimbióticas.
Características comuns a muitos organismos incluem:
-
Movimento
-
Alimentação
-
Respiração
-
Crescimento
-
Reprodução
-
Sensação (sensibilidade a
estímulos externos)
No entanto, estes não são universais. Muitos organismos são incapazes de movimento independente, e não respondem diretamente ao seu ambiente. Os
microrganismos, como as bactérias, podem não ter respiração, usando, em vez disso, caminhos
químicos alternativos.
Organização biológica
-
Átomos
-
Molécula
-
Macromolécula
-
Organelo
-
-
Célula
-
-
Tecido
-
-
Órgão
-
-
Sistema orgânico
-
-
- Organismo
Organização ambiental
-
População
-
Comunidade
-
Ecossistema
-
Biosfera
Origem
Os
coacervados teriam se fundido e dado forma a primeira criatura Viva (mais ou menos):
O
Protobionte
Classificação
Os seguintes artigos são pontos de entrada para informação sobre a classificação de organismos:
-
Classificação científica
-
Nomenclatura binomial
-
espécie
Vida extraterrestre
Foi encontrada, no interior de um meteoro vindo de Marte, uma cadeia de pequenas formações que à primeira vista se assemelhavam a fósseis de organismos semelhantes a nanobactérias, se bem que bastante mais pequenos. A continuação das pesquisas veio a verificar-se inconclusiva, mas o surgimento de estruturas análogas em outros materiais tratados da mesma forma para exame ao microscópio electrónico, tornou mais provável que a cadeia seja apenas um artefacto de observação sem qualquer origem biológica.
Sabe-se, entretanto, que a química orgânica é um fenómeno universal, tendo sido detectadas moléculas orgânicas complexas em nuvens de material interestelar, incluindo aminoácidos.
Vírus
Os
Vírus não são tipicamente considerados como organismos porque não são capazes nem de
reprodução nem de
metabolismo independente. O que é problemático, porque alguns
parasitas e
endosimbiontes são incapazes de vida independente. Apesar dos vírus possuírem
enzimas e moléculas características de seres vivos, são incapazes de sobreviver fora da
célula hospedeira e a maioria dos seus processos metabólicos requerem um hospedeiro e a sua
máquina genética. A origem destes parasitas é incerta, mas há quem diga que evoluiram de bacterias primitivas.
Tempo de vida
Um dos parâmetros básicos de um organismo é o seu
tempo de vida. Alguns animais têm vidas tão curtas como um dia, enquanto que algumas plantas podem viver milhares de anos. O
envelhecimento é importante para determinar o tempo de vida da maioria dos organismos, bactérias, de um vírus ou até de um
prion.
Veja também
-
superorganismo
categoria:biologia
categoria:ecologia
ja:生物
ko:생물
th:สิ่งมีชีวิต
zh-min-nan:Seng-bu̍t Processo
Processo (no latim
procedere é verbo que indica a ação de avançar, ir para frente (
pro+cedere)). É conjunto sequencial e peculiar de ações que objetivam atingir uma meta. É usado para
criar,
inventar,
projetar,
transformar,
produzir,
controlar,
manter e usar produtos ou sistemas.
Ciências da computação
Nas ciências da computação, processo pode ter vários significados:
- Na
Engenharia de Software, processo é um conjunto de passos parcialmente ordenados, cujo objetivo é atingir uma meta: entregar um produto de software de maneira eficiente, previsível e que atinja as necessidades de negócio. Geralmente inclui
análise de requisitos,
programação,
testes, entre outras tarefas.
Ver também:
processos da gerência de projetos.
- Em
Sistemas Operacionais, processo é um módulo executável único, que corre concorrentemente com outros módulos executáveis. Por exemplo, em um ambiente
multi-tarefa (como o
Unix) que suporta processos, um
processador de texto, um
navegador e um
sistema de banco de dados são processos separados que podem rodar concomitantemente. Processos são módulos separados e carregáveis, ao contrário de
threads, que não podem ser carregadas. Múltiplas threads de execução podem ocorrer dentro de um mesmo processo. Além das threads, o processo também inclui certos recursos, como
arquivos e alocações dinâmicas de
memória.
- Em
Bancos de dados, processo é um conjunto de operações lógicas e matemáticas feitas em dados, de acordo com instruções programadas, com o objetivo de adquirir a informação desejada. Inclui
código,
dados e outros recursos de sistema, além de pelo menos uma
thread de execução, que faz a tarefa de processamento dos dados.
Outros campos de conhecimento
- Em
direito, processo é o conjunto de documentos que forma o caderno processual no qual se desenvolve a
ação. O processo é presidido por um juiz ou árbitro incumbido de distribuir o direito subjetivo e em tese, tornando-o concreto, segundo as normas vigentes. Começa com a iniciativa de uma pessoa (natural ou jurídica) mediante um pedido ou petição, acarreta na relação processual com o chamamento do réu (aquele a quem se acusa de causar a lesão jurídica) e de quem se pede, e se encerra com a sentença ou decisão final. É um documento impresso por uma autoridade ou lei; geralmente, compele ao comparecimento do réu em uma corte civil; a ausência do réu implica em consequências como um julgamento à revelia, em que o padrão da decisão judicial é geralmente contra o réu.
- Em
Gerência de operações, processo é a sequência de passos, tarefas e atividades que convertem entradas de fornecedores em uma saída. Exemplos de processos incluem a formação, preparação, tratamento ou melhora de materiais em suas características físicas ou químicas, resultando na sua
transformação.
- Em
anatomia, processos são saliências ou protuberâncias naturais que órgãos (como
ossos) de organismos apresentam.
- Em
psicologia, processo é o desempenho de alguma atividade cognitiva composta: uma operação que afeta o conteúdo mental: "o processo do pensamento"; "o processo cognitivo da memória".
categoria:ciência da computação
categoria:engenharia de software
categoria:gerência de projetos
categoria:administração de empresas
categoria:direito
categoria:psicologia
categoria:anatomia
ja:プロセス
Ecdise
Em
zoologia chama-se ecdise ou muda ao processo de mudança do
exosqueleto nos
animais que apresentam este modo de
crescimento e que, por esse motivo, foram agrupados num
clade denominado
Ecdysozoa.Pertencem a este grupo os
artrópodes, os
nemátodes, os
Nematomorpha, os
Tardigrada, os
Onychophora, os
Loricifera, os
Priapulida e os
Cephalorhyncha. Também se chama ecdise à mudança de pele dos
répteis.
O processo da ecdise nos Ecdysozoa é controlado por
hormonas chamadas
ecdisteróides.
A capacidade de mudar o exosqueleto é uma estratégia
evolutiva com várias vantagens, principalmente para animais pequenos que vivem na água ou que voam. Em primeiro lugar, um exosqueleto não
mineralizado é mais leve e exige menos
energia a formar-se. Por outro lado, apesar de existirem muitos ecdisiozoários que não mudam de forma ao crescerem, a possibilidade de mudar a “
pele” permite-lhes também mudarem de forma, as
metamorfoses que permitem que o animal se adapte a novos
ambientes.
A seguir à muda, o animal apresenta um exosqueleto mole durante algum tempo (que depende da
espécie e do tamanho do indivíduo). Em algumas
pescarias de crustáceos, estes animais "em muda" são descartados, uma vez que têm menor valor comercial, mas nos
Estados Unidos da América existe a tradição de comer o
soft-shelled crab, ou "caranguejo-de-casca-mole", normalmente da espécie
Callinectes sapidus.
categoria:zoologia
ja:脱皮
Metazoário
Em
zoologia, chamam-se metazoários aos
animais do sub-reino Metazoa, que incluem todas as
espécies de formas
multicelulares caracterizadas por um
sistema digestivo e camadas separadas de células que
diferenciadas em vários
tecidos.
Os únicos animais que não são considerados metazoários são as
esponjas (sub-reino
Parazoa) e três filos de posição
sistemática incerta, por vezes agrupados no sub-reino
Agnothozoa (que significa "animais desconhecidos"), os
Rhombozoa,
Orthonectida e
Placozoa.
Os metazoários mais simples apresentam
simetria radial - por esta razão, são classificados como
Radiata (em contraposição com os
Bilateria, que têm
simetria bilateral). Estes animais são
diploblásticos, isto é, possuem apenas dois folhetos
embrionários. A camada exterior (
ectoderme) corresponde à superfície da
blástula e a camada interior (
endoderme) é formada por células que migram para o interior. Ela então se
invagina para formar uma cavidade digestiva com uma única abertura, (o
arquêntero). Esta forma é chamada
gástrula (ou
plânula quando ela é livre-natante). Os
Cnidaria e os
Ctenophora (
águas vivas,
anémonas,
corais, etc) são os principais filos diploblásticos. Os
Myxozoa, um grupo de parasitas microscópicos, têm sido considerados cnidários reduzidos, porém, podem ser derivados dos Bilateria.
As formas restantes, que compreendem os chamados "animais superiores", formam um grupo chamado
Bilateria, uma vez que eles apresentam
simetria bilateral e são
triploblásticos. A
blástula invagina sem se preencher préviamente, então a endoderma é apenas seu forro interior, a parte interna é preenchida para formar o terceiro folheto embrionário, a
mesoderme. Os animais mais simples dentre estes são os
Platyhelminthes (
vermes achatados, como a
ténia).
categoria:zoologia Ecdysozoa
O
clado Ecdysozoa é um dos maiores grupos do reino
animal, que inclui os
organismos que têm de se desfazer do
exosqueleto "apertado" e formar um novo para poderem
crescer, um
processo designado
muda ou
ecdise. Pertencem a este grupo os
artrópodes, os
nemátodes, os
Nematomorpha, os
Tardigrada, os
Onychophora, os
Loricifera, os
Priapulida e os
Cephalorhyncha.
O grupo Ecdysozoa é uma das duas grandes divisões dos
Protostomia, os animais em que a
boca se forma primeiro que o
ânus no desenvolvimento
embrionário. Por sua vez, os Protostómia pertencem ao grupo dos
Bilateria, os animais com
simetria bilateral.
O processo da ecdise é controlado por
hormonas chamadas
ecdisteróide.
A capacidade de mudar o exosqueleto é uma estratégia
evolutiva com várias vantagens, principalmente para animais pequenos que vivem na água ou que voam. Em primeiro lugar, um exosqueleto não
mineralizado é mais leve e exige menos
energia para se formar. Por outro lado, apesar de existirem muitos ecdisiozoários que não mudam de forma ao crescerem, a possibilidade de mudar a “
pele” permite-lhes também mudarem de forma, as
metamorfoses que permitem que o animal se adapte a novos
ambientes.
categoria:zoologia
Mineral
Os Minerais são compostos naturais formados através de processos
geológicos. O termo "mineral" abrange não apenas a
composição química mas também as
estruturas minerais do material. Os minerais variam na composição dos elementos e dos sais simples aos
silicatos muito complexos (excluindo geralmente a maioria dos compostos orgânicos), com milhares de formas conhecidas. O estudo dos minerais é chamado
mineralogia.
Que é um mineral ?
Uma
estrutura cristalina refere-se ao arranjo espacial de longo alcance em ordem dos átomos em sua estrutura molecular. Existem 14 arranjos básicos de átomos em três dimensões, e todas as estruturas cristalinas até agora reconhecidas cabem um desses 14 arranjos espaciais.
A composição química e a estrutura cristalina, juntas, definem um mineral. O fato, dois ou mais minerais podem ter a mesma composição química, mas estruturas cristalinas diferentes (são esses conhecidos como polimorfos). Por exemplo
pirita e
marcassita são ambos sulfeto de ferro. Similarmente, alguns minerais têm composições químicas diferentes, mas a mesma estrutura cristalina: por exemplo,
halita (composto de sódio e cloro),
galena (
sulfeto de chumbo - composto de chumbo e enxôfre) e
periclase (composto de magnésio e oxigênio) todos, compartilham da mesma estrutura cristalina cúbica.
As estruturas cristalinas influenciam bastante as propriedades físicas de um mineral. Por exemplo, apesar do diamante e grafite terem a mesma composição, a
grafite é muito mole, enquanto que o
diamante é o mais duro dos minerais.
Para ser classificado como um mineral "verdadeiro", uma substância deve ser um
sólido e ter uma estrutura
cristalina. Deve também ser uma substância homogênia natural com uma composição química definida. Mineral-like, substâncias que não alcançam estritamente a definição, são por vezes classificados como
mineralóides. Há atualmente mais de 4.000 minerais conhecidos, de acordo com a International Mineralogical Association, que é responsável pela aprovação e nomeação de novas espécies de mineral encontradas na natureza.
Minerais e Rochas
Deve-se distinguir minerais de rocha. Um mineral é um composto químico com uma determinada composição e uma estrutura de cristalina definida. Uma
rocha é uma mistura de um ou diversos minerais, em proporções variadas.
Os minerais específicos numa rocha variam muito. Alguns minerais, como
quartzo,
mica ou
talco apresentam uma vasta distribuição geográfica, enquanto outros ocorrem de forma muito restrita. A metade excedente da espécie mineral conhecida é tão rara que foram encontradas somente em um punhado das amostras, e muitos são conhecidos de somente uma ou dois grãos pequenos.
As propriedades físicas dos minerais resultam da sua composição química e das suas características estruturais. As propriedades físicas mais óbvias e mais facilmente comparáveis são as mais utilizadas na identificação de um mineral. Na maioria das vezes, essas propriedades são suficientes para uma correta identificação. Quando não, a identificação é realizada a partir de análises químicas e estudos de ótica ao microscópio petrográfico.
Cor: É uma característica extremamente importante dos minerais. Pode variar devido a impurezas existentes em minerais como o quartzo, corídon (corindo), fluorita, calcita, turmalina, entre outros. Em outros casos, a superfície do mineral pode estar alterada, não mostrando sua verdadeira cor. A origem da cor nos minerais está principalmente ligada à presença de íons metálicos, fenômenos de transferência de carga e efeitos de radiação ionizante.
Exemplos:
Jade: esverdeado
Augita: verde escuro a preto
Cassiterita: verde a marrom
Pirita: amarelo-ouro
Brilho: O brilho depende da absorção, refração ou reflexão da luz pelas superfícies frescas de fractura do mineral (ou as suas faces cristalográficas ou as superfícies de clivagem). É apreciado à vista desarmada e descrito em termos comparativos. Assim, o brilho de um mineral pode ser descrito como:
Acetinado: brilho vulgar
(q.v.) que faz lembrar o brilho do cetim; é característico dos minerais fibrosos.
Adamantino: brilho vulgar
(q.v.) que, pelas suas características, nomeadamente a intensidade, se assemelha ao do diamante. Ex: Pirargirite, cerussite.
Ceroso: brilho vulgar
(q.v.) que lembra o da cera. EX: Variscite.
Metálico: brilho que se assemelha ao dos metais; É característico de minerais opacos. Ex: Galena, calcopirite, pirite.
Nacarado: brilho vulgar
(q.v.) semelhante ao das pérolas. Ex: Caulinite
Resinoso: brilho vulgar
(q.v.) que lembra o observado nas superfícies de fractura da resina. Ex: Monazite
Submetálico: brilho que faz lembrar o dos metais, mas não tão intenso; é característico dos minerais quase opacos. Ex: Cromite.
Vítreo: brilho vulgar
(q.v.) que lembra o do vidro. Ex: Fluorite, halite, aragonite.
Vulgar: diz-se do brilho, quando não semelhante aos dos metais; é característico dos minerais transparentes ou translúcidos; pode ser vítreo, gorduroso, ceroso, adamantino, etc.
Traço: A cor do traço de um mineral pode ser observada quando uma louça ou porcelana é riscada. A clorita, a gipsita (gesso) e o talco deixam um traço branco, enquanto o zircão, a granada e a estaurolita deixam, comumente, um traço marrom avermelhado. O traço de um mineral é também uma importante característica para sua identificação.
Clivagem: É a forma como muitos minerais se quebram seguindo planos relacionados com a estrutura molecular interna e paralelos às possíveis faces do cristal. A clivagem é descrita em cinco modalidades: desde pobre, como na bornita, moderada, boa, perfeita e até proeminente, como nas micas. Os tipos de clivagem são descritos pelo número e direção dos planos de clivagem.
Fratura: Refere-se à maneira pela qual um mineral se rompe, exceto quando ela é controlada pelas propriedades de clivagem e partição. O estilo de fraturamento é uma observação importante a ser feita. Alguns minerais apresentam estilos de fraturamento bem característicos, que podem ser cruciais em sua identificação.
Dureza: Expressa a resistência de um mineral à abrasão ou ao risco. Ela reflete a força de ligação dos átomos, íons ou moléculas da estrutura entre si.
A escala de dureza mais comumente utilizada é a escala de mohs, que consta dos seguintes minerais (dureza crescente):
1- Talco
2- Gesso
3- Calcita
4- Fluorita
5- Apatita
6- Ortoclásio (Ortoclase)
7- Quartzo
8- Topázio
9- Coríndon (Corindo)
10- Diamante
Uma importante observação que deve ser feita é que a variação da dureza nesta escala não é gradativa ou proporcional.
Densidade: É a relação direta entre a massa e o volume de um mineral.
Tenacidade: Mede a coesão de um mineral, ou seja, sua resistência a ser quebrado, dobrado ou esmagado. A tenacidade não necessariamente guarda relações com a dureza. O diamante, por exemplo, possui dureza extremamente elevada e tenacidade relativamente baixa, se submetido a um impacto.
Termos qualitativos para expressar a tenacidade de um mineral:
Quebradiço: o mineral se rompe ou é pulverizado com facilidade.
Maleável: o mineral, por impacto, pode ser transformado em lâminas.
Séctil: o mineral pode ser cortado por uma lâmina de aço.
Dúctil: o mineral pode ser estirado para formar fios.
Flexível: o mineral pode ser curvado sem, no entanto, voltar à sua forma original.
Elástico: o mineral pode ser curvado, voltando à sua forma original, quando cessado o esforço.
Magnetismo: Ocorre em poucos minerais que são atraídos pelo imã. Os exemplos mais comuns são a magnetita, a pirrotita e outros que podem vir a ser magnéticos, como o manganês, o níquel e o titânio, quando aquecidos com um maçarico.
Peso específico: É a relação peso de um mineral quando comparado com o peso de igual volume de água. Para isto, o mineram deve ser pesado imerso e fora da água. O processo utiliza a balança de Jolly, aplicando a seguinte fórmula:
G = b-a_
b-c
onde:
b = peso do mineral fora da água
a = referência inicial da balança ou calibragem em zero
c = peso do mineral dentro da água
Assim, por exemplo, se um mineral tem densidade 3,0, significa que ele pesa três vezes mais que um igual volume de água.
Forma cristalina: A forma do cristal é muito importante na identificação do mineral. Ela reflete a estrutura das muitas moléculas dos minerais. Algumas vezes o cristal é tão simétrico e perfeito em suas faces que coloca em dúvida a sua origem natural. Na maioria das vezes, cristais perfeitos são muito raros. Em geral, eles desenvolvem apenas algumas de suas faces.
Propriedades químicas dos minerais
rafa
Os minerais podem ser classificados de acordo com sua composição química e são alistados abaixo na ordem aproximada de abundância na
crosta terrestre.
Silicatos
O grupo dos
silicatos é de longe o maior grupo de minerais, sendo compostos principalmente por
sílica e
oxigênio, com a adição de íons como
magnésio,
ferro e
cálcio. Alguns dos importantes silicatos formadores de rocha são:
feldspato,
quartzo,
olivinas,
piroxenas,
granadas e
micas.
Carbonatos
O grupo dos
carbonatos consiste de minerais contendo o
anion (CO
3)
2- e incluem
calcita e
aragonita (carbonato de cálcio),
dolomita (carbonato de magnésio/cálcio) e
siderita (carbonato de ferro). Os carbonatos geralmente estão depositados em ambientes marinhos pouco profundos, com águas límpidas e quentes, como por exemplo em mares tropicais e subtropicais. Os carbonatos são encontrados também em ambiente
evaporítico (por exemplo
Great Salt Lake,
Utá) e também em
karst regiões, de onde a dissolução e a precipitação dos carbonatos conduzem à formação de
cavernas,
estalactites e
estalagmites.
Sulfatos
Todos os
sulfatos contém o cátion sulfato, na forma SO
4.
Os sulfatos geralmente formam-se em ambientes
evaporíticos, onde as águas de alta salinidade evaporam lentamente, permitindo a formação de sulfatos e de halóides (q.v.) na interface água-sedimento. Os sulfatos mais comuns são:
anidrita (sulfato de cálcio),
celestita (sulfato de estrôncio) e
gesso (sulfato hidratado de cálcio).
Halóides
O grupo dos halóides é constítuído pelos minerais que formam [sais]] naturais, e incluem
fluorita, sal comum (conhecido como
halita) e
sal ammoniac (ammonium chloride). Os halóides, como os sulfatos, são encontrados geralmente em ambiente evaporítico, tais como
lagos do tipo playa e mares fechados (por exemplo
mar vermelho).
Óxidos
Os
óxidos são extremamente importantes em
mineração por formarem minérios dos quais podem ser extraídos metais valiosos. Ocorrem geralmente como precipitados próximo da superfície da Terra. Os óxidos comuns incluem
hematite (óxido de ferro),
espinela (óxido de alumínio e magnésio - um componente comum do
manto) e
gelo (óxido de hidrogênio).
Sulfetos
Muitos
Sulfetos são também economicamente importantes como minérios metálicos. Os Sulfetos comuns incluem
calcopirita (sulfeto de cobre e ferro) e
galena (sulfeto de chumbo).
Fosfatos
O grupo
fosfato inclui realmente todo o mineral com uma unidade tetrahedral AO
4 onde A pode ser
fósforo,
antimônio,
arsênico ou
vanádio. De longe, o fosfato mais comum é a
apatita que é um importante mineral
biológico encontrado nos dentes e nos ossos de muitos animais.
Elementos nativos
O grupo dos
elementos nativos inclui metais e elementos intermetallic (ouro, prata, cobre), semi-metais e não-metais (antimónio, bismuto, grafite, enxôfre). Este grupo inclui também ligas naturais, como
electrum (uma liga natural o ouro e a prata), phosphides, silicides, nitrides e carbides (que geralmente são só encontrados naturalmente em alguns meteoritos raros).
Dietary mineral
Dietary mineral refere-se aos compostos inorgánicos necessários para a vida e boa
nutrição.
Alguns destes é minerais científicos como
salt; outros são elementos, como
potássio,
cálcio,
ferro,
zinco,
magnésio,
cobre.
Estes podem ser naturais do
alimento ou adicionado na forma elemental ou mineral ao alimento, como o carbonato de cálcio, os iron fillings, etc.
Alguns destes aditivos são das fontes naturais como a terra
oyster shells para o carbonato de cálcio.
Os minerais são adicionados às vezes à dieta separada do alimento, como suplementos à vitamina e ao mineral e na sujeira que come, chamado pica ou
geofagia.
-
Lista de minerais
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Mineração
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Pedreira (geologia)
- [http://mineral.galleries.com/default.htm Mineral gallery]
- [http://www.mindat.org/index.php mindat.org mineral database]
Referências
- [http://volcanoes.usgs.gov/Products/Pglossary/mineral.html Photo glossary of volcano terms from the USGS Volcano Hazards Program]
Categoria:Mineralogia
Categoria:Geologia
ja:鉱物
simple:Mineral
th:แร่
Pele
A Pele ou Cutis é o
orgão de revestimento externo do corpo, o maior órgão do corpo humano, responsável pela proteção do organismo.
Anatomia
O nome anatómico internacional é Cutis. A pele é um dos maiores orgãos, constituindo 15% do peso corporal. Ela cobre quase todo o corpo à excepção dos orificios genitais e alimentares, olho e superficies mucosas genitais.
Histologia
A pele têm três camadas a
epiderme, a
derme e o
tecido adiposo sub-cutâneo (técnicamente externo à pele mas relacionado funcionalmente). Há ainda vários orgãos anexos, como folículos pilosos, glândulas sudoriparas e sebáceas e unhas; ou penas, escamas, cascos e cornos (nos animais).
A pele é praticamente identica em todos os grupos étnicos humanos. Nos individuos de pele escura, os melanócitos produzem mais melanina que naqueles de pele clara, mas o seu número é semelhante.
-
tecido adiposo
Epiderme
A epiderme é uma camada com profundidade diferente conforme a região do corpo. Zonas sujeitas a maior atrito como palmas das mãos e pés têm uma camada mais grossa, até 2mm de espessura.
A epiderme é constituida por um
epitélio estratificado pavimentoso (células escamosas em várias camadas). A célula principal é o
queratinócito (ou ceratinócito) que produz a
queratina. Existem também ninhos de
melanócitos (produtores de melanina, um pigmento castanho que absorve os raios UV); e células imunitárias, principalmente células de
Langerhans, gigantes e com prolongamentos membranares.
A epiderme apresenta várias camadas. A origem da multiplicação celular é a camada basal. Todas as outras são constituidas com células cada vez mais diferenciadas que com o crescimento basal vão ficando cada vez mais periféricas, acabando por descamar e cair (uma origem importante do pó que se acumula nos locais onde vivem pessoas ou animais).
#Extracto basal, é o mais profundo, em contacto com derme, constituido por células cúbicas pouco diferenciadas que se dividem continuamente dando origem a todas as outras camadas. Contém muito pouca queratina. Algumas destas células diferenciam-se e passam para as camadas mais superficiais, enquanto outras permanecem na camada basal e continuam a dividir-se.
#Extracto espinhoso: células cúbicas ou achatadas com mais queratina que as basais. Começãm a formar junções celulares umas com as outras, como
desmossomas e
tight junctions (daí o aspecto de espinhos).
#Extrato granuloso: células achatadas, com granulos de queratina prominentes e outros como substância extracelular e outras proteínas (colagénios).
#Extrato lúcido: células achatadas hialinas eosinófilas devido a grânulos muito numerosos proteicos. Estas células libertam
enzimas que as digerem. A maior parte já está morta (sem
núcleo).
#Extrato córneo: constituido de células achatadas eosinófilas sem núcleo (mortas) com grande quantidade de filamentos, principalmente queratinas.
A junção entre a epiderme e a derme tem forma de
papilas, que dão maior superficie de contacto com a derme e maior resistência ao atrito.
Orgãos Anexos da Epiderme
-
Folicúlo piloso: produz uma estrutura massiça queratinizada, o
pêlo, que é produzido por células especializadas na sua raiz, constituindo o bulbo piloso. Têm
músculo liso erector e terminações nervosas sensitivas associadas. Os folicúlos pilosos dos bigodes de alguns animais como o
gato são altamente especializados como orgãos dos sentidos.
-
Glândula Sudoripara: são glandulas tubulosas enoveladas não ramificadas, que produzem um liquido aquoso diluido o qual contém sais e detritos orgânicos. A sua principal função é a regulação da temperatura, mas também tem funções excretoras pouco significativas (resquicios de animais nossos antepassados que não possuiam rins). Há glandulas sudoriparas especializadas (apócrinas) em algumas regiões como as axilas e regiões genitais, que produzem
suor que ganha odores após metabolismo pelas [[bactérias da pele. É possivel que essas glândulas secretem no homem hormonas com funções de sinalização sexual, como em alguns animais, mas ainda não foi comprovado.
- [[Glândula sebácea]]: são glândulas ramificadas que formam [[ácinos, que secretam substancias lípidicas dentro dos tubos dos foliculos pilosos ou directamente na pele. Não existem nas palmas das mãos e pés. Têm funções de protecção contra desidratação e no controlo da flora bacteriana da pele e do seu
pH.
- Unhas, pêlos, cornos, cascos, escamas e penas: são estruturas especializadas compostas inteiramente de queratina, produzidas como protecção por vários tipos de animais.
Derme
A derme é um tecido conjuntivo de sustentação da epiderme. É constituido por fibrilhas de
colagénio e
elastina com numerosos
fibrócitos que fabricam estas proteínas e sustentam o tecido.
Tem duas camadas, a camada papilar de contacto com a epiderme a acamada retocular mais densa. É na derme que se localizam os vasos sanguineos e linfáticos que vascularizam a epiderme e também os nervos e os orgãos sensoriais a eles associados. Estes incluem vários tipos de sensores:
#
Corpúsculo de Vater-Pacini, sensiveis à pressão.
#
Corpúsculo de Meissner com função de detecção de pressões de frequência diferente.
#
Corpúsculo de Krause
#
Orgão de Ruffini
#
Célula de Merckel
#
Folículo piloso com terminações nervosas associadas.
#
Terminação nervosa livre, com dendrites livres sensiveis à
dor e temperatura.
Hipoderme (subcutis)
Técnicamente já não faz parte da pele. É constituido por tecido adiposo que protege contra o frio.
Fisiologia (função)
A pele é um orgão muito mais complexo do que aparenta. A sua função principal é a protecção do organismo das ameaças externas físicas. No entanto ela têm também funções imunitárias, é o principal orgão da regulação do calor, protegendo contra a desidratação. Têm também funções nervosas, constituindo o sentido do [[tacto]] e metabólicas, como a produção da [[vitamina D.
Protecção Física
A epiderme secreta
proteínas e
lípidos (a principal, é a queratina]]) que protegem contra a invasão por
parasitas e a injúria mecânica e o atrito. Contra esta também é fundamental o
tecido conjuntivo da derme, na qual os fibrócito]]s depositam proteínas fibrilares com propriedades de resistência à tracção e elasticidade, como os
colagénios e a
elastina. A
melanina produzida pelos seus
melanócitos protege contra a radiação, principalmente
UV.
Protecção da Desidratação
Uma das funções vitais da pele é a protecção contra a desidratação. Os seres humanos são animais terrestres, e necessitam de proteger os seus corpos principalmente compostos de água contra a evaporação excessiva e desidratação e o subsequente
choque hipovolémico e morte, que seriam inevitáveis num meio seco e quente. É comum vítimas de
queimaduras graves morrerem de choque hipovolémico (sangue com pouco volume devido à perda de água) se perderem superficie cutânea extensamente. A pele protege da desidratação por dois mecanismos. As junções celulares como
tight junctions e
desmossomas dão coesão às células da epiderme e a sua superficie continua de membrana lipídica impede a saída de água (que não se mistura com lípidos).
Regulação da Temperatura corporal
A pele também é o principal orgão da regulação da temperatura corporal através de diversos mecanismos:
#Os vasos sanguíneos subcutâneos contraiem-se com o frio e dilatam-se com o calor, de modo a minimizar ou maximizar as perdas de calor.
#Os
folicúlos pilosos têm
músculos que produzem a sua erecção com o frio (pele de galinha), aprisionando bolhas de ar estático junto à pele que retarda as trocas de calor -um mecanismo mais eficaz nos nossos antepassados mais peludos.
#As
glândulas sudoriparas secretam liquido aquoso cuja evaporação diminui a temparatura superficial do corpo.
#A presença de tecido adiposo (gordura) subcutâneo protege contra o frio uma vez que a gordura é mau condutor do calor.
Enquanto orgão imunitário
A pele é um orgão importante do
sistema imunitário. Ela alberga diversos tipos de leucócitos. Há linfócitos que regulam a resposta imunitária e desenvlvem respostas especificas; células apresentadoras de antigénio (histiócitos ou células de Langerhans) que recolhem moléculas estranhas (possiveis invasores) que levam para os ganglios linfáticos onde as presentam aos linfócitos CD4+; mastócitos envolvidos em reacções alérgicas e luta contra parasitas.
Funções metabólicas
As funções matabólicas da pele são importantes. É lá que é fabricada, numa reacção dependente da luz solar, a
vitamina D, uma vitamina essencial para o metabolismo do
cálcio e portanto na formação/manutenção saudavel dos ossos.
Enquanto orgão dos sentidos
Finalmente a pele também é um orgão sensorial, constituindo o sentido do
tacto. Ela apresenta numerosas terminações nervosas, algumas livres, outras com comunicação com orgãos sensoriais especializados, como células de
Merckel, folicúlos pilosos. A pele têm capacidade de detectar sinais que criam as percepções da
temperatura, movimento,
pressão e
dor. É um orgão importante na função sexual.
O ciclo celular da pele
A pele normal produz cerca de 1250 células por dia para cada cm² e essas células são provenientes de 27000 células; a pele do doente de
psoríase produz 35000 nova células a cada dia para cada cm² e essas células provêm de 52000 células. A duração normal do ciclo celular da pele é de 311 horas, mas se reduz para 36 na pele psoriática.
Embriologia
A epiderme tem origem na maior parte da ectoderme, enquanto a derme e o tecido adiposo subcutâneo têm origem mesodérmica.
Patologia
A pele é um importante orgão na clínica de várias doenças ou condições benignas que a afectam principalmente ou primáriamente outros orgãos.
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Acantose nigricans -forma de hiperplasia do epitélio da pele.
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Acne -inflamação dos foliculos pilosos devido a infecção pela bactéria
Propionibacterium acnes.
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Carbúnculo -doença infecciosa causada pelo Bacillus anthracis com manifestações cutâneas importantes.
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Dermatite seborreica -doença inflamatória da pele com etiologia auto-imune.
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Efélis ou sarda é uma pigmentação fotorreactiva da pele sem importância.
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Ictiose -doença genética com formação de pseudo-escamas na pele.
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Impetigo -infecção da pele com formação de pústulas por
Staphylococcus aureus ou
Streptococcus.
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Lentigo -pigmentação da pele semelhante à efelis mas que não aparece e desaparece com as estações do ano.
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Melanoma maligno - tumor dos melanócitos da pele.
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Melasma -escurecimento da pele devido a hormonas femininas que ocorre sobretudo na gravidez.
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Molusco contagioso -pápula devido a infecção pelo virús do molusco contagioso.
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Pelagra -dermatite devido a deficiência vitaminica.
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Psoríase -doença autoimune da pele.
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Rosácea (doença)
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Penfigo -doença com formação de bolhas de causa auto-imune. Pode ser fatal.
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Queimadura
-
Tinha -infecção cutânea com fungos. A orma mais importante é o
pé de atleta.
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Tumores da pele -outras neoplasias comuns da pele, como nevos (pontos negros -benigno) e carcinomas epidermóides ou basalóides.
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Urticária,
Eczema e
Eritema multiforme -reacções alérgicas da pele.
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Verruga -lesão neopláscia benigna causada por infecção com
papilomavirus.
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Vitiligo -doença autoimune da pele com zonas esbranquiçadas.
Categoria:Anatomia
Categoria:Histologia
Categoria:Fisiologia
Categoria:Dermatologia
ja:皮膚
simple:Skin
Ambiente
Em geral, o ambiente consiste no conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objecto ou em que ocorre determinada acção.
Este termo tem significados especializados em diferentes contextos:
Em
biologia, principalmente na
ecologia, o
meio ambiente inclui tudo o que afecta directamente o
metabolismo ou o comportamento dum ser vivo ou duma
espécie, incluindo a luz, o ar, a água, o solo ou os outros seres vivos que com ele coabitam.
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Em
política e em outros contextos relacionados com a
sociedade,
natureza ou ambiente natural, muitas vezes se refere àquela parte do mundo natural que as pessoas julgam importante ou valiosa por alguma razão — econômica, estética, filosófica, sentimental , etc. A palavra ecologia é muitas vezes usada nesse sentido, principalmente por não cientistas.
Do ponto de vista dos seres humanos, um limite mínimo de salubridade e um limite máximo de conforto delimitam fisicamente um meio ambiente saudável. O limite mínimo de salubridade é aquele que permite a reprodução da espécie. O limite máximo de conforto é aquele que garante condições de salubridade para as gerações humanas futuras. Entendendo-se "meio ambiente" como significando
as condições sob as quais qualquer pessoa ou coisa vive ou se desenvolve; a soma total de influências que modificam o desenvolvimento da vida ou do caráter (TUAN, Yi-Fu, "Environment and World",
in: Professional Geographer, 17 (5), 6-7, 1965.), verifica-se que ele está composto de elementos naturais e culturais.
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Na
literatura,
história e
sociologia, significa a
cultura em que um indivíduo vive ou onde foi educado e no conjunto das pessoas e instituições com quem ele interage -- quer individual, quer como grupo; ver
ambiente social.
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Numa organização ou local de trabalho, o "ambiente" refere-se às condições sociais ou psicológicas que afectam as funções dos seus membros; ver
ambiente de trabalho.
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Na
arquitectura e
ergonomia, "ambiente" é o conjunto dos elementos duma sala ou edifício que afectam o
bem-estar ou a eficiência dos seus cocupantes, incluindo as dimensões e arranjo dos espaços,
mobília e outros objectos de uso, a iluminação, ventilação, ruído, etc.
----
Na
Termodinâmica, refere-se a todos os elementos que não fazem parte do sistema em estudo e que podem fornecer ou receber dele calor.
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Na
Química,
Bioquímica e
Microbiologia representa a natureza química duma solução ou "meio" em que determinada reacção tem lugar, como por exemplo o seu
pH (se a solução é
ácida ou
alcalina.
----
Em
metalurgia e
cerâmica, a palavra "ambiente" diz respeito às características oxidantes ou redutoras dos gases ou chama em que se dão os processos fabris em altas temperaturas; ver "ambiente do forno".
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Na
Ciência da Computação, "ambiente" refere-se geralmente aos dados, processos ou componentes que, não sendo parâmetros explícitos duma operação, podem afectar o seu resultado. Também se usa para designar o "hardware" e sistema operacional em que determinado programa pode ser executado.
Ver ainda:
Tópicos relacionados com o conceito ecológico de "Meio Ambiente"
Conservacionismo
Ecologia Humana
Engenharia ambiental
A hipótese da Gaia
Poluição
En:Environment
ja:環境
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Oesterreichische Nationalbank
Die Oesterreichische Nationalbank AG (OeNB) ist als
Zentralbank Österreichs integraler Bestandteil des Eurosystems bzw. des Europäischen Systems der Zentralbanken (
ESZB) und agiert aufgrund nationaler und internationaler Bestimmungen (z.B. des EG-Vertrag, EZB-Status, Nationalbankgesetz).
Geschichte
Die Oesterreichische Nationalbank geht auf die
1816 gegründete "Privileg. Oesterreichische National-Bank" zurück, welche zur Neuordnung des Währungswesens in Österreich als erste, österreichische
Notenbank gegründet worden war. Dazu erhielt sie das alleinige Recht zur Ausgabe von
Banknoten. 1878 wurde die National-Bank gemäß dem
Ausgleich in die "Oesterreichisch-ungarische Bank" umgewandelt, die
1923 von der "Oesterreichischen Nationalbank" abgelöst wurde.
Rechtsform und Organe
Rechtsform
Die OeNB ist eine
Aktiengesellschaft eigener Art (sui generis), das heißt die Bestimmungen des Aktiengesetzes sind nur insoweit anzuwenden, soweit durch den EG-Vertrag, das ESZB/EZB-Statut oder das Nationalbankgesetz nicht anderes bestimmt wird. Sie steht zur Hälfte im Eigentum der Republik Österreich. Die andere Hälfte ist im Eigentum von Interessenvertretungen sowie Banken und Versicherungen.
Organe der OeNB sind die Generalversammlung, der Generalrat und das Direktorium.
Generalversammlung
Die Aktionäre über ihre Rechte in der Generalversammlung aus, die über Beschluss des Generalrates in den ersten vier Monaten jedes Geschäftsjahres stattfindet. Die Generalversammlung hat insbesondere folgende Aufgaben:
- Entgegennahme des Berichtes des Generalrates über die Geschäftsführung
- Genehmigung des Jahresabschlusses und Entlastung des Generalrates und des Direktoriums
- Beschlussfassung über die Gewinnverteilung
- Zustimmung auf Aktienübertragung
- Wahl der Mitglieder des Generalrates und der Rechnungsprüfer
- Beschlussfassung über Anträge der Aktionäre
Generalrat
Dem Generalrat obliegt die Überwachung jener Geschäfte, die nicht in den Aufgabenbereich des Europäischen System des Zentralbanken (
ESZB) fallen. Der Generalrat ist somit mit dem
Aufsichtsrat einer Aktiengesellschaft vergleichbar.
Der Generalrat setzt sich aus 14 Mitgliedern zusammen. Der Präsident, der Vizepräsident und sechs weitere Mitglieder werden von der Bundesregierung ernannt. Die übrigen sechs Mitglieder werden durch die Generalversammlung gewählt. Die Funktionsdauer beträgt fünf Jahre.
Zu den Aufgaben des Generalrates zählen insbesondere:
- Zustimmung zum Erwerb und Veräußerung von Liegenschaften und Beteiligungen
- Beschlussfassung über die Genehmigung des Jahresabschlusses zwecks Vorlage an die Generalversammung
- Vorschlagsrecht an die Bundesregierung zur Ernennung der Mitglieder des Direktoriums
Direktorium
Das Direktorium führt die Geschäfte der OeNB. Bei der Verfolgung der Ziele der
ESZB ist das Direktorium an die Weisungen der
EZB gebunden.
Das Direktorium besteht aus dem Gouverneur (derzeit Dr.
Klaus Liebscher), Vize-Gouverneur und zwei weiteren Mitgliedern. Die Ernennung der Mitglieder des Direktoriums erfolgt durch den Bundespräsidenten auf Vorschlag der Bundesregierung, die wiederum einen Vorschlag des Generalrates erhält. Die Funktionsperiode beträgt fünf Jahre.
Als Mitglied des
EZB-Rates beziehungsweise des erweiterten Rates der
EZB ist der Gouverneur vollkommen weisungsfrei.
Aufgaben
Mit der Einbindung der OeNB in das System der Europäischen Zentralbanken (
ESZB) ist ein Großteil ihrer Aufgaben an die
EZB übertragen worden. Zu den Aufgaben der OeNB zählt daher insbesondere Mitwirkung an der
Geldpolitik im Rahmen des
ESZB, dessen Hauptziel die Erhaltung der Preisstabilität ist.
Weitere Aufgaben sind:
- die Sicherung der nationalen Finanzmarktstabilität (durch Mitwirkung an der Bankenaufsicht)
- Ausgabe von Banknoten (nach Maßgabe der Genehmigung der
EZB)
- Versorgung der
Geschäftsbanken mit Bargeld (insbesondere durch den Abschluss von Kreditgeschäften mit den Banken)
- Bereistellung eines
Zahlungsverkehrssystems (TARGET (grenzüberschreitend) und ARTIS (zwischen OeNB und
Geschäftsbanken))
- Einsatz geldpolitischer Instrument (sofern und soweit es der
EZB-Rat beschlossen hat)
- Erstellung von Statistiken und Analysen
Weiters ist die OeNB berechtigt Bankgeschäfte aller Art zu betreiben.
Präsidenten/Gouverneure
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Richard Reisch (1922-32)
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Viktor Kienböck (1932-38)
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Eugen Kaniak (1945)
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Hans Rizzi (1945-52)
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Eugen Margarétha (1952-60)
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Reinhard Kamitz (1960-67)
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Wolfgang Schmitz (1968-73)
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Hans Kloss (1973-78)
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Stephan Koren (1978-88)
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Hellmuth Klauhs (1988-90)
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Maria Schaumayer (1990-95)
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Klaus Liebscher (1995-98 Präsident, seit 1998 Gouverneur).
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Adolf Wala (1988-1998 Generaldirektor, 1998-2003 Präsident)
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Herbert Schimetschek (seit 2003)
Weblinks
- [http://www.oenb.at/ www.oenb.at]
Nationalbank
Oesterreich
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