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NASA
A NASA (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration) cuja tradução seria Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, é simplesmente conhecida mundialmente como a Agência Aero-Espacial Americana. É uma agência do Governo dos EUA responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.
A NASA foi responsável pelo envio do homem à Lua (veja projeto Apollo) e de diversos outros programas de pesquisa no espaço.
Atualmente ela trabalha em conjunto com a Agência Espacial Européia, com a agência espacial russa e com mais alguns países da Ásia e do mundo todo (inclusive o Brasil) para a criação da Estação Espacial Internacional.
A NASA também tem desenvolvido vários programas com satélites e com sondas de pesquisa espacial que viajaram até outros planetas e até, alguns deles, se preparam para sair do nosso sistema solar, sendo a próxima grande meta, que tem atraído a atenção de todo o mundo, uma viagem tripulada até o planeta Marte, nosso vizinho.
Veja também
- Programa espacial estadunidense
- Exploração espacial
Links externos
- [http://www.nasa.gov Nasa]
Categoria:Acrónimo
Categoria:Agências espaciais
Categoria:Exploração espacial
ja:アメリカ航空宇宙局
ko:미국항공우주국
simple:NASA
th:องค์การนาซา
Inglês
A língua inglesa é uma língua que, junto com o alemão e o neerlandês, pertence ao ramo ocidental da família germânica. É falada no Reino Unido, nos EUA, no Canadá, na Irlanda, na Austrália, na Nova Zelândia e em outros países.
História
A partir de 1500 começa o período da expansão geográfica do inglês; primeiro nas regiões vizinhas da Cornuália, Gales, Escócia e Irlanda, onde substitui quase completamente o céltico e nas ilhas Shetlands e Orcadas substitui a lingua descendente do Norueguês Antigo chamada norn.
A transição do inglês médio ao moderno foi marcada por uma rigorosa evolução fonética na pronúncia das vogais, o que ocorreu entre os séculos XV e XVI. O lingüísta dinamarquês Otto Jespersen denominou tal mudança de “grande mutação vocálica”; consistiu em alterar a articulação das vogais em relação às posições dos lábios e da língua, que no geral se elevou em um grau. Esta mudança transformou as 20 vogais que possuía o inglês médio em 18 no inglês moderno. A escrita permaneceu inalterada como conseqüência da aparição da imprensa. Até então o inglês médio possuía uma escrita mais fonética; todas as consoantes se pronunciavam, enquanto que hoje algumas são mudas como o l em walking.
Em inglês antigo e médio a sílaba tônica estava sempre na raiz silábica das palavras derivadas. No inglês moderno, a sílaba tônica pode estar em quase qualquer sílaba de uma palavra.
O ramo germânico ocidental da família indo-européia, a qual o inglês pertence, também inclui o baixo alemão (Plattdeutsch), o holandês e o frisão. O inglês deriva de três dialetos baixo alemães falados pelos anglos, saxões e jutos, que emigraram da Dinamarca e do norte da Alemanha para se estabelecer na Inglaterra a partir da metade do século V em diante. Estes dialetos estavam caracterizados pela retenção das oclusivas surdas /p, t, k/ transformadas nas fricativas correspondentes em alto alemão /f, th, x/ e das oclusivas sonoras /b, d, g/ transformadas em /p, t, k/. Essas transformações podem ser vistas no seguinte exemplo:
- Baixo alemão – dör, pad, skip, heit
- Inglês – door, path, ship, hot
- Alto alemão – Tür, Pfad, Schiff, heiss
A literatura inlgesa pode ser resumida nas seguintes etapas:
- Inglês antigo, quatro manuscritos que datam de aproximadamente 1000, contendo poesia anglo-saxônica dos séculos VIII e IX, incluindo o poema épico Beowulf e outros poemas líricos. Em prosa estão as obras de Alfredo o Grande e a Crônica Anglo-Saxônica, que cobre, ainda que com algumas lacunas, o período do reinado de Alfredo até meados do século XII.
- Inglês médio, que em seu primeiro período é anglo-latino com a Historia de Geoffrey de Monmouth. O período de transição inclui romances medievais como Sir Gawayne and tje Grene Knight e o Piers Plowman de John Langland. Este período acaba com a obra de Chaucer.
- Renascimento, com Shakespeare e outros dramaturgos (Marlowe, Webster); Spenser; lírica poética.
- No século XVII com Milton, Bunyan, Donne e os poetas metafísicos, Dryden.
- No século XVIII com Pope, Swift, os novelistas Richardson, Smollet, Sterne; William Blake.
- No século XIX com Byron e o movimento romântico.
- Século XX.
Dados
Com a ascenção da Inglaterra a potência mundial e mais tarde os Estados Unidos, a língua inglesa se difundiu por todo o mundo, com a criação de numerosas línguas crioulas. Atualmente mais de 300 milhões de pessoas têm o inglês como língua nativa e um número similar como segunda língua, além de ser usada como língua franca para a ciência, o comércio internacional e a política.
Veja Também
- English as she is spoke
Fontes
- http://www.proel.org/
- http://www.ethnologue.com/
Ingles
als:Englische Sprache
ja:英語
ko:영어
ms:Bahasa Inggeris
simple:English language
th:ภาษาอังกฤษ
zh-min-nan:Eng-gí
Lua:Nota: Este artigo se refere ao satélite natural da Terra. Para informações sobre a Linguagem de Programação Lua veja Lua (linguagem de programação)
Distância entre a terra e a lua: 340.000 km
A Lua é o único satélite natural da Terra. Vista da Terra apresenta fases e tem sempre a mesma face virada para a Terra. O período de rotação é igual ao período de translação. A Lua não tem atmosfera e apresenta, embora muito escassa água no estado sólido (em forma de cristais de gelo). Não tendo atmosfera, não há erosão e a superfície da Lua mantém-se intacta durante milhões de anos. É apenas afectada pelas colisões com meteoritos.
É a principal responsável pelos efeitos de maré que ocorrem na Terra, em seguida vem o Sol, com uma participação menor. Pode-se dizer do efeito de maré aqui na Terra como sendo a tendência de os oceanos acompanharem o movimento orbital da Lua, esse efeito causa um atrito com o fundo dos oceanos, atrasando o movimento de rotação da Terra cerca de 0,002 s por século, e como consequência, a Lua se afasta de nosso planeta em média 3 cm por ano.
A Lua é, proporcionalmente, o maior satélite natural do nosso Sistema Solar. Sua massa é tão significativa em relação à massa da Terra que o eixo de rotação do sistema Terra-Lua encontra-se fora do eixo central de rotação da Terra. Alguns astrônomos usam este argumento para afirmar que vivemos em um dos componentes de um planeta duplo. De qualquer modo, a presença da Lua atua estabilizando o movimento de rotação da Terra.
Formação da Lua
A origem da Lua é incerta, mas as similaridades no teor dos elementos encontrados tanto na Lua quanto na Terra indicam que ambos os corpos podem ter tido uma origem comum.
Nesse aspecto, alguns astrônomos e geólogos alegam que a Lua teria se desprendido de uma massa incandescente de rocha liqüefeita primordial, recém-formada, através da força centrífuga. Outra corrente supõe que o choque de um planeta entretanto desaparecido e denominado Theia ainda no princípio da formação do planeta teria forçado a expulsão de uma massa de rocha líquida, que teria sido aprisionada pelo campo gravitacional do corpo maior. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.
Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria a Lua, e o menor teria voltado a se chocar com a Terra, formando as massas continentais.
Exploração Lunar
No início da década de 60 o presidente John F. Kennedy colocou como meta para os Estados Unidos da América o envio de um Homem à Lua nos antes do fim da década. Este desafio foi concretizado no projeto Apollo. Em 20 de Julho de 1969 Neil Armstrong tornou-se o primeiro Homem a caminhar na Lua.
Existem grupos que duvidam deste evento, alegando ser a Lua transmitida pela televisão um cenário montado, e todo o evento teria sido usado como propaganda do regime estado-unidense durante a Guerra Fria.
Páginas externas
- [http://avl.astrotips.com Atlas Virtual da Lua] - Programa para sistemas operativos Microsoft Windows (ou Unix e Linux, com o Wine), disponibilizado gratuitamente para descarga na Internet e integralmente traduzido em Português. Permite visualizar o globo da Lua em três dimensões e simular o seu aspecto numa hora e data determinados, facilitando o estudo em detalhe das formações lunares com a ajuda de uma detalhada base de dados das formações, uma colecção de imagens e um glossário.
- [http://www.cosmobrain.com/cosmobras/res/fasesdalua.html Fases da lua]
- [http://galeria.gem51.com/main.php?g2_view=core.ShowItem&g2_itemId=266 Galeria Fotográfica da lua]
- [http://www.calendar-agenda.com/pt/ Calendario Fases da lua]
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Categoria:Satélites naturais
ja:月
ko:달
ms:Bulan (satelit)
simple:Moon
th:ดวงจันทร์
zh-min-nan:Go̍eh-niû
EspaçoA palavra espaço possui várias acepções, as duas principais são:
- Na matemática o espaço é um conjunto, geralmente com alguma estrutura adicional. O espaço também surge, na geometria, de um volume tridimensional, que pode ser limitado e definido. Na física, existem certas discordâncias a respeito da definição exata de espaço, que pode ser: uma estrutura definida por um conjunto de "relações espaciais" entre objetos; um conteúdo limitado e definido por sistemas de coordenadas onde um objecto pode ser localizado; a entidade que separa os objetos e impede que eles entrem em contato direto; ou a condição dentro do domínio da existência que permite quaisquer manifestações como o movimento e os fenômenos da dinâmica.
- Decorrente da definição matemática, a astronomia usa a palavra espaço para se referir à porção vazia do universo (espaço sideral) onde existe apenas o vácuo, além das atmosferas dos planetas. (Usa-se o termo "espaço externo" ou "espaço sideral" para distinguir-se do espaço com ar e o espaço na Terra).
O espaço tridimensional é uma matéria da arquitetura. Configurado através da construção; fruído quando a construção é penetrada, seja por habitantes ou espectadores, mas sempre como usuários da arquitetura.
Na geometria euclideana e na física clássica, o espaço euclideano é definido como o conjunto de posições que possa ser descrito atribuindo-se a cada posição três coordenadas, respeitadas duas condições: i) valha o teorema de Pitágoras e ii) respeite a norma euclideana. A física relativística considera o espaço quadridimensional (pois considera também o tempo).
Questões filosóficas envolvendo o espaço incluem: é o espaço absoluto ou relativo? O espaço tem uma geometria correcta, ou a geometria espacial é puramente convencional? Alguns teóricos se posicionaram a respeito dessas questões: para Isaac Newton o espaço é absoluto, enquanto que para Gottfried Leibniz o espaço é relativo; Henri Poincaré acredita que a geometria espacial seja apenas uma convenção.
Nos computadores o espaço de memória é definido como a quantidade de células de memória disponíveis para registro de dados. Por fim, na tipografia e na ortografia o espaço é uma área vazia que separa duas palavras.
categoria:Matemática
categoria:Astronomia
categoria:Atmosfera
ja:空間
ko:공간
simple:Space
Agência Espacial EuropéiaA Agência Espacial Europeia (ESA - European Space Agency) é uma organização inter-governamental dedicada à exploração espacial. Sediada em Paris (França), a ESA emprega 1 900 pessoas e o seu orçamento em 2003 foi de 2 700 milhões de euros.
O porto espacial da ESA (e rampa de lançamento) é o Centro Espacial de Kourou na Guiana Francesa, escolhido pela sua proximidade ao equador, que permite acessos mais fáceis (menos combustível para uma determinada massa) a orbitadores de importância comercial, como o GEO. As missões científicas da ESA Science são planeadas a partir da ESTEC em Noordwijk, nos Países Baixos, as missões Earth Observation (Observação da Terra) na ESRIN em Frascati, Itália e o Controlo de Missões da ESA (ESOC) em Darmstadt, Alemanha.
O director-geral da ESA é Jean-Jacques Dordain.
Projectos da ESA
A ESA faz parte da construção e operação da Estação Espacial Internacional (ISS), tendo construído o módulo Columbus — um laboratório de ciência que será colocado em órbita assim que forem retomados os vôos do Vaivém Espacial (Ônibus Espacial).
Também é responsável pela construção do ATV — um veículo espacial não tripulado para servir a ISS, maior que a Progress.
Outros projectos da ESA:
- Sistema de posicionamento Galileo — um Sistema de posicionamento satélite proposto;
- Mars Express — uma sonda para o planeta Marte;
- Venus Express — uma sonda para o planeta Vénus;
- A sonda Rosetta — lançada em 2004 destinada a aterrar num cometa;
- Hipparcos — uma missão de astrometria;
- Smart 1 — testes de novas tecnologias de propulsão;
- LISA Pathfinder — também conhecida por Smart-2;
- Swarm
- Darwin
- O Programa Aurora
- O satélite Planck
A ESA é um patrocinador do satélite KEO, que irá entregar mensagens dos futuros habitantes do planeta Terra, com retorno esperado em 52006.
A ESA também colaborou com a NASA em várias missões:
- Telescópio espacial Hubble
- Ulysses
- Sonda Cassini-Huygens
- Exploração espacial
- [http://www.esa.int Site oficial]
Categoria:Agências espaciais
ja:欧州宇宙機関
zh-min-nan:Europa Thài-khong Chóng-sú
Rússia
A Rússia (em Russo: Россия, transliteração: Rossiya), ou Federação Russa (em Russo: Российская Федерация, transliteração: Rossiyskaya Federatsiya), é o maior país do Mundo, estendendo-se por quase metade da Europa e por cerca de um terço da Ásia. Compreende, além da porção metropolitana continental, o enclave de Kaliningrado, no Mar Báltico, e uma série de ilhas e arquipélagos árcticos, entre os quais os mais importantes são a Terra de Francisco José, as ilhas da Novaya Zemlya (por vezes aportuguesada desastradamente como Nova Zembla), a ilha de Kolguev, o arquipélago da Terra do Norte, as ilhas da Nova Sibéria e a ilha de Wrangell. Inclui também várias ilhas e arquipélagos no Extremo Oriente, em particular a ilha Sacalina, as ilhas Curilas e as ilhas Komandorskie. A porção continental limita a norte com o Mar Branco, Mar de Kara, Mar de Laptev, Mar da Sibéria Oriental e Mar de Chukchi, a leste com o Estreito de Bering e Mar de Bering, que estabelecem comunicação com o Alasca, com o Oceano Pacífico, com o Mar de Okhotsk e com o Mar do Japão, através do qual contacta com o Japão, a sul com a Coreia do Norte, com a China, com a Mongólia, com o Cazaquistão, com o Mar Cáspio, com o Azerbaijão, com a Geórgia e com o Mar Negro, do outro lado do qual está a Turquia, e a oeste limita com o Mar de Azov, com a Ucrânia, com a Bielorrússia, com a Letónia, com a Estónia, com o Golfo da Finlândia, com a Finlândia e com a Noruega.
Capital: Moscou (bra.) ou Moscovo (por.). Em russo: Москва, lê-se Mosskvá.
História
Repetidas e devastadoras derrotas das tropas russas na Primeira Guerra Mundial levaram a motins generalizados nas principais cidades do Império Russo e à derrocada, em 1917, da dinastia dos Romanov, que reinou por 300 anos. Os socialistas, sob o comando de Vladimir Iliych Ulyanov (conhecido por Lenin) conquistaram o poder em seguida, e formaram a URSS. Sob o governo de Josef Stalin (nascido na Geórgia) o domínio russo sob a União Soviética se fortaleceu, ao custo de milhões de mortos e deportações. A economia e a sociedade soviética ficaram estagnadas em anos posteriores até que o Secretário Geral do Partido Comunista Mikhail Gorbachev introduziu a chamada glasnost (abertura, transparência) e a perestroika (reestruturação) numa tentativa de modernizar o comunismo, mas suas iniciativas, sem que o desejasse, estimularam forças que, mais tarde, até o fim de 1991, dividiram a antiga URSS em 15 repúblicas independentes. Desde então, a Rússia tem feito esforços para construir um sistema político democrático e uma economia de mercado, para substituir o rígido planejamento e controle social, político e econômico do período stalinista. Um conflito de guerrilhas forte ainda ocorre na região do Cáucaso russo, na república da Chechênia.
Política
Subdivisões
A Rússia é dividida em 89 subdivisões. 49 províncias, 21 repúblicas, 10 distritos autônomos, 6 territórios, 2 cidades autônomas e uma província autônoma.
Cada distrito autônomo faz parte de um território ou uma província, de que parcialmente depende. Outros tipos de subdivisões são perfeitamente independentes.
Nos últimos anos começou o processo de agregação das subdivisões. No 01 de Dezembro de 2005 a província de Perm e o distrito autônomo de Komi-Permyaki se unirão no território de Perm; no 01 de Janeiro de 2007 os distritos autônomos de Taimyr e Evenkia se aderirão ao território de Krasnoyarsk. Assim o número de subdivisões se reduzirão a 86.
Geografia
O relevo é variado: dominam planícies e vales (3/4 do território). As planícies Leste-Européia e Oeste-Siberiana, divididas pelos montes Urais, são as maiores do planeta. Ponto mais elevado: monte Elbrus (5642 m.).
Quatro zonas climatéricas - ártica, subártica, temperada e subtropical - determinam o clima da Rússia com 4 seguintes estações de ano: inverno longo e nevoso, primavera temperada, verão curto e quente e outono chuvoso. As temperaturas médias variam em todo o território: em janeiro - de -1 C a -50 C, em julho - de 1 C a 25 C. Cerca de 14 % do território (Sibéria Norte e Norte do Oriente Extremo) ficam além do círculo polar com o solo perenemente congelado. A noite lá é de 60 dias. Às paisagens severas dos desertos árticos do Norte sucede a tundra com mofo, líquen e moita. O inverno na tundra conta com 8-9 meses por ano. Mais para o Sul estão espalhadas as famosas florestas russas que ocupam por volta de 43 % do território do país. A mata densa de coníferas de difícil acesso chama-se "taigá".
Na zona central da Rússia encontram-se as florestas mais claras, mistas, dominadas por bétulas, álamos, carvalhos. As florestas das zonas centrais estão divididas por estepes - regiões parecidas com cerrado brasileiro. A maior parte de estepes é lavrada e semeada por trigo, centeio, milho, girassóis, etc. No Sul do país, principalmente na costa do Mar Negro, o clima é subtropical com o inverno curto e úmido e verão longo e quente. Praias bonitas, sol e águas cristalinas atraem turistas de todo o país.
Na Rússia há cerca de 120 mil rios. A maioria fica congelada no inverno
Economia
Demografia
Cultura
A literatura russa é muito famosa e, entre os grandes mestres da literatura universal, contam-se russos como Alexander Pushkin, Fiodor Dostoievski, Lev Tolstoi, Anton Tchekhov, etc.
- Perestroika
- União Soviética
- lista de czares Russos
- [http://www.gov.ru/ Governo da Rússia] (em russo e inglês).
- [http://port.pravda.ru/ Sítio de notícias russas em português]
- [http://www.russianet.com.br/ Rússi@Net] (Site da Comunidade Russa no Brasil).
Categoria:Países da Europa
Categoria:Países da Ásia
Categoria:Rússia
als:Russland
ja:ロシア
ko:러시아
ms:Russia
roa-rup:Rusii
simple:Russia
th:สหพันธรัฐรัสเซีย
zh-min-nan:Lō·-se-a
Ásia
Parte oriental do supercontinente Euro-Asiático. É o maior continente da Terra, estando delimitado a norte pelo Oceano Glacial Ártico, a leste pelo Oceano Pacífico e por vários dos seus mares costeiros, a sul pelo Oceano Índico e a oeste pelo Mar Vermelho, Istmo de Suez (que faz ligação com a África, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, cordilheira do Cáucaso, Mar Cáspio, Rio Ural e os montes Urais (onde faz ligação à Europa). Além da massa continental, incluem-se também na Ásia os arquipélagos siberianos, as Curilhas, Sacalina, as ilhas japonesas, a ilha Formosa, as Filipinas, as Ilhas de Sonda, Ceilão e milhares de ilhas menores.
Ceilão]
Ásia, mãe das fontes e dos rios, segundo a mitologia grega, é o nome de batismo da Ásia, e seu pai Oceano, o deus dos rios, deu origem ao nome do continente vizinho, Oceania.
Inclui os seguintes territórios:
Países independentes
Territórios não-autónomos
- Cisjordânia (sob ocupação de Israel) ()
- Chagos (dependência da colónia britânica Território Britânico do Oceano Índico)
- Cocos (dependência australiana)
- Gaza (sob ocupação de Israel) ()
- Natal (dependência australiana)
Grandes regiões da Ásia
A Ásia é muitas vezes dividida em grandes áreas geográfico-culturais:
- Ásia Central
- Cáucaso
- Extremo Oriente
- Indochina
- Médio Oriente
- Sibéria
- Subcontinente indiano (ou Indostão)
- Sueste asiático
Referências
# - Apesar de se encontrar de momento sob ocupação militar anglo-americana, o Iraque permanece formalmente independente.
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# - Parte dos territórios de Gaza e da Cisjordânia são administrados pela Autoridade Palestiniana no âmbito de um acordo que visa à instauração futura de um estado independente da Palestina nas duas áreas.
- Lista de animais que vivem na Ásia
- [http://www.thaipro.com Asia and Thailand Search Engine]
Asia
Asia
ja:アジア
ko:아시아
ms:Asia
simple:Asia
th:ทวีปเอเชีย
zh-min-nan:A-chiu
Brasil
A República Federativa do Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, e o quinto maior do mundo. Sua área total é de 8.514.200,5 km². Localiza-se na parte central e nordeste da América do Sul. Suas fronteiras ao Norte são com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; tem costas ao Nordeste, Leste e Sudeste no Oceano Atlântico. Ao Sul, faz fronteira com o Uruguai; a Sudoeste, com a Argentina e o Paraguai; a Oeste, com a Bolívia e o Peru, e a Noroeste, com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não fazem fronteira com o Brasil são o Chile e o Equador. Bem além do território continental, o Brasil também possui alguns pequenos grupos de ilhas no Oceano Atlântico: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, e Trindade e Martim Vaz. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas.
História
Para obter mais detalhes, veja História do Brasil
Originalmente habitado por ameríndios (aproximadamente de 3 a 5 milhões) o território que hoje pertence ao Brasil, além do restante da América do Sul, já estava dividido entre duas potências européias, Portugal e Espanha antes mesmo de seu descobrimento oficial. O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, foi um importante acordo para a definição da futura fronteira do Brasil, que dividia o continente de norte a sul, desde o atual estado do Pará até a cidade de Laguna (Santa Catarina), sendo muito alterada posteriormente, com a expansão portuguesa para o oeste.
Oficialmente, o descobridor foi Pedro Álvares Cabral, tendo avistado terra em 21 de abril e chegado à atual Porto Seguro (BA) em 22 de Abril de 1500. A ocupação efetiva se deu a partir de 1532, com a fundação de vila de São Vicente, por Martim Afonso de Sousa. Ao longo do século XVI, foi-se ensaiando a escravidão, inicialmente a dos indígenas, e só a partir das últimas décadas a do africano. Ainda nesse século deve-se ressaltar as primeiras tentativas de exploração do interior, bem como as disputas com os Franceses, que procuravam aumentar sua influência na América, através da pirataria e do comércio do Pau-Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, gerando uma guerra luso-francesa na recente colônia, culminando com a expulsão do general Coligny do forte de Villegagnon e o estabelecimento definitivo da hegemonia da coroa portuguesa.
O século XVII vê um grande desenvolvimento da agricultura, baseada na escravatura, do tabaco e especialmente da cana-de-açúcar na Bahia, Pernambuco, e mais tardiamente no Rio de Janeiro. As expedições chamadas de Entradas e Bandeiras dos paulistas, descobriram o ouro, pedras preciosas em Minas Gerais e ervas no sertão. As colônias nordestinas foram ocupadas pelos holandeses em 1624, e entre 1630 e 1654, principalmente sob o comando de Maurício de Nassau, sendo ao final expulsos na batalha de Guararapes. Nessa época foi fundado o quilombo de Palmares, por Zumbi, líder guerreiro, e que congregava milhares de negros fugidos dos engenhos de cana do nordeste brasileiro e alguns brancos e índios. Este mini-reino foi finalmente destruído, não sem uma resistência heróica e violenta, pelos bandeirantes portugueses comandados por Domingos Jorge Velho, tendo seu líder sido morto e decapitado (segundo a tradição não-oficial, Zumbi teria conseguido fugir).
No século XVIII, ainda que a produção do açúcar não tenha perdido sua importância, as atenções da Coroa se concentravam na região das Minas gerais onde se tinha descoberto ouro. Este, entretanto, esgota-se antes do final do século.
Após a Independência (7 de setembro de 1822), o Brasil se torna uma monarquia constitucional, mantendo a base de sua economia no trabalho escravo. Este é lentamente substituído pela imigração alemã, italiana e polonesa.
O surto de modernização continua com o fim da escravidão (1888), à época quase dispensável, e da monarquia, no ano seguinte. A República que então se instaura em 15 de novembro de 1889, dominada por oligarquias estaduais que se sustentavam através de eleições "fraudadas", dura até 1930. Nesse ano, Getúlio Vargas comanda uma revolução que o coloca no poder até 1945, incluindo uma ditadura de inspirações fascistas desde 1937.
Após a derrubada de Getúlio Vargas e a promulgação de uma Constituição em 1946, o país vive a fase mais democrática que já experimentara, embora abalada por fatos como o suicídio de Vargas em 1954, presidente eleito desde 1951.
Em janeiro de 1956, tomou posse o novo presidente Juscelino Kubitschek, ex-governador de Minas Gerais, que inicia um período de industrialização do país. Em 1961 assume a presidência da república o populista Jânio Quadros, tendo como vice-presidente João Goulart que não era do mesmo partido (havia eleições para presidente e para vice-presidente, não em uma chapa de presidente e vice-presidente). Com a renúncia de Jânio Quadros em 25 de agosto de 1961 e após um período de instabilidade política e da campanha que ficou conhecida como "legalidade" patrocinada pelo cunhado de João Goulart, o governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, Goulart assume a presidência e propõe um conjunto de reformas que ficaram conhecidas como as "reformas de base", que incluíam distribuição de renda, reforma agrária e outras medidas de cunho socialista. Inicia-se um período de instabilidade política e atritos entre o governo e os militares conservadores.
Leonel Brizola
O golpe militar de 31 de Março de 1964 derruba Goulart e instaura uma ditadura que coloca no poder o general Castello Branco. Seu governo é sucedido respectivamente pelos governos militares dos generais Arthur da Costa e Silva, Emílio Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Baptista Figueiredo.
A volta à democracia se inicia após uma maciça movimentação popular na campanha das Diretas-Já em 1984. Em 1985, concorrendo com Paulo Maluf, Tancredo Neves ganha uma eleição indireta no Colégio Eleitoral. Tancredo não chega a tomar posse vindo a falecer e José Sarney toma posse em 1985. Sob o governo de José Sarney, promulga-se a Constituição de 1988, que institui uma república presidencial, confirmada em plebiscito em 21 de Abril de 1993.
Em 1989, o ex-governador das Alagoas Fernando Collor, praticamente desconhecido no resto do país, é eleito presidente, nas primeiras eleições diretas àquele cargo desde 1960.
Após 2 anos o governo sofre com diversas denúncias e é instaurado um processo de afastamento no congresso. Em uma tentativa de não sofrer o afastamento, Fernando Collor renuncia mas acaba punido com a perda de seus direitos políticos e seu vice, Itamar Franco, toma posse.
O governo de Itamar Franco introduz o Plano Real, um plano econômico executado pelo então ministro da fazenda, Fernando Henrique Cardoso, inédito no mundo e que debelou décadas de inflação. Com o sucesso do Plano Real, Fernando Henrique Cardoso, centro-direita, concorre e é eleito presidente em 1994 conseguindo a reeleição em 1998, em aliança com forças da direita tradicional.
Após os oito anos do governo considerado neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, em 2002 é eleito presidente da República o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva, do tradicionalmente esquerdista PT.
Geografia
PT
Para mais detalhes, veja Geografia do Brasil
Sua geografia é diversificada, com paisagens semi-áridas, montanhosas, de planície tropical, subtropical, com climas variando do seco sertão nordestino ao chuvoso clima tropical equatorial, ao frio da região sul, com clima subtropical e geadas.
Seu povo é o resultado da miscigenação de diferentes raças e culturas, com influências tanto dos ameríndios, moradores originais do continente, como dos europeus, e dos africanos que foram trazidos como escravos. Além destes, participam também os povos asiáticos, mas de influência mais limitada.
A imigração foi incentivada pelo governo no final do século XIX, após a abolição da escravatura, para compor a mão-de-obra que iria trabalhar nas lavouras de café e nas nascentes indústrias. Houve forte fluxo de emigrantes para a região Sudeste (Italianos, Espanhóis, Portugueses) e para a região Sul (Alemães, Poloneses, Eslavos). Outros surtos imigratórios, causados por fatores externos, trouxeram Judeus, Japoneses e Sul-Americanos em geral.
Esta miscigenação é responsável, em parte, pelo fato do Brasil ser reconhecido como um dos países mais abertos e tolerantes às diferenças culturais. Pessoas das mais diferentes origens, raças e credos convivem lado a lado, sem tensões sociais, contribuindo para uma cultura rica e diversificada.
Geologia
A estrutura geológica de um território corresponde as diversas formas de organização de suas rochas, considerando, principalmente, idade e origem das mesmas. As ciências da Terra, como a Geologia e a Geomorfologia, consideram que a estrutura geologica é composta de três domínios estruturais: os crátons ou plataformas estruturais, as bacias sedimentares e as cadeias orogênicas ou orógenos (oro= montanha; gênese= formação).O Brasil possui terrenos geológicos muito antigos e bastante diversificados, dada sua extensa área territorial. Não existem, entretanto, cadeias orogênicas modernas, datadas do Mesozóico, como os Andes, os Alpes e o Himalaia. Eis a razão pela qual a modéstia de altitudes é uma das características principais da geomorfologia brasileira. Raros são os pontos em que o relevo ultrapassa dois mil metros de altitude, sendo que as maiores altitudes isoladas encontram-se na fronteira norte do país, enquanto as maiores médias regionais estão na Região Sudeste, notadamente nas fronteiras de Minas Gerais e Rio de Janeiro. As rochas mais antigas integram áreas de escudo cristalino, representadas pelos crátons: Amazônico, Guianas, São Francisco, Luís Alves/Rio de La Plata, acompanhado por extensas faixas móveis proterozóicas. Da existência destes crátons advém outra característica geológica muito importante do território: sua estabilidade geológica. São incomuns no Brasil os grandes abalos sísmicos ou terremotos. Também não existe atividade vulcânica expressiva. As partes mais acidentadas do relevo são resultantes de dobramentos ou arqueamentos antigos da crosta, datados do proterozóico (faixas móveis). As áreas de coberturas sedimentares estão representadas por três grandes bacias sedimentares: Bacia Amazônica, Bacia do Paraná e Bacia do Parnaíba, todas apresentando rochas de idade paleozóica.
Tópicos gerais e hinos
Política
Para mais detalhes, veja Política do Brasil
De acordo com a Constituição de 1988, o Brasil é uma República Federativa Presidencialista, de inspiração estadunidense quanto à forma do Estado. No entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente, eleito quadrienalmente. Concomitantemente às eleições presidenciais, vota-se para o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, dividido em duas casas parlamentares: a Câmara dos Deputados, que têm mandato de quatro anos, e o Senado Federal, cujos membros possuem mandatos de oito anos e se elegem em um terço e dois terços alternadamente a cada quatro anos.
Embora o peso de cada voto individual seja o mesmo no sufrágio para o Executivo, o mesmo não ocorre com o Legislativo. Por um lado, há três Senadores representando cada Unidade da Federação (atualmente 27). Por outro, a se considerar o modelo federativo clássico, a representação do povo pelos Deputados deveria ser consoante à população de cada UF; seu número é, entretanto, limitado a no mínimo 8 e no máximo 70. De qualquer forma, adota-se o sistema majoritário para a eleição dos Senadores e o proporcional para os Deputados.
Finalmente, há o Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, responsável por interpretar a Constituição Federal e composto de onze Ministros indicados pelo Presidente sob referendo do Senado, dentre indíviduos de renomado saber jurídico. A composição dos ministros do STF não é completamente renovada a cada mandato presidencial: o presidente somente indica um novo ministro quando um deles se aposenta ou vem a falecer.
Divisões políticas
Poder Judiciário
As 27 unidades da federação são agrupadas, para fins estatísticos e, em alguns casos, de orientação da atuação federal, em cinco grandes regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul. Cada Estado, bem como o Distrito Federal, tem seus próprios órgãos executivos (na figura do Governador), legislativos (Assembléia Legislativa unicameral) e judiciários (tribunais estaduais).
Apenas aos Estados cabe subdividir-se em Municípios, que variam em número, entre 15 (Roraima) e 853 (Minas Gerais). Como as menores unidades autônomas da Federação dispõem apenas do poder Executivo, exercido pelo Prefeito, e Legislativo, sediado na Câmara Municipal. Esta última é uma entidade com uma história secular na Península Ibérica e áreas por ela colonizadas.
Abaixo, os Estados que compõem cada região:
- Região Centro-Oeste
- Distrito Federal (DF)
- Goiás (GO)
- Mato Grosso (MT)
- Mato Grosso do Sul (MS)
- Região Nordeste
- Alagoas (AL)
- Bahia (BA)
- Ceará (CE)
- Maranhão (MA)
- Paraíba (PB)
- Pernambuco (PE)
- Piauí (PI)
- Rio Grande do Norte (RN)
- Sergipe (SE)
- Região Norte
- Acre (AC)
- Amapá (AP)
- Amazonas (AM)
- Pará (PA)
- Rondônia (RO)
- Roraima (RR)
- Tocantins (TO)
- Região Sudeste
- Espírito Santo (ES)
- Minas Gerais (MG)
- Rio de Janeiro (RJ)
- São Paulo (SP)
- Região Sul
- Paraná (PR)
- Rio Grande do Sul (RS)
- Santa Catarina (SC)
Maiores aglomerações urbanas
# Região Metropolitana de São Paulo - São Paulo - 20,5 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - 11,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - 4,6 milhões de habitantes
# Região Metropolitana de Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 3,9 milhões de habitantes
# Região Metropolitana do Recife - Pernambuco - 3,5 milhões de habitantes.
Cidades mais populosas
# São Paulo - 11,5 milhões de habitantes
# Rio de Janeiro - 6,5 milhões de habitantes
# Salvador - 2,63 milhões de habitantes
# Belo Horizonte - 2,35 milhões de habitantes
# Fortaleza - 2,33 milhões de habitantes
# Brasília - 2,28 milhões de habitantes
# Curitiba - 1,73 milhão de habitantes
# Manaus - 1,59 milhão de habitantes
# Recife - 1,49 milhão de habitantes
# Porto Alegre - 1,42 milhão de habitantes
Economia
A economia do país é bastante diversificada e abrange diversos tipos de atividade econômica e industrial, dentre as principais encontram-se:
- Indústria aeronáutica
- Agricultura e Agroindústria
- Indústria automotiva
- Divisão Geoeconômica
- Indústria de eletro-eletrônicos
- Extrativismo
- Indústria de transformação
- Indústria têxtil
- Mineração
- Indústria petroquímica
- Turismo
- Serviços
- Sistema Financeiro Brasileiro
Demografia
A base do povo brasileiro é o elemento Português, que colonizou o país após 1500. Até a independência, em 1822, Portugal foi a única nação européia que se estabeleceu com sucesso no Brasil, e grande parte da cultura brasileira tem sua raíz naquela de Portugal. Holandeses e Franceses também colonizaram o Brasil no século XVII, mas sua presença durou apenas algumas décadas.
A população Indígena do Brasil foi em grande parte exterminada ou assimilada pela população Portuguesa. Desde o início da colonização, a mistura entre Portugueses e Nativos foi comum.
O Brasil tem uma grande população Negra, descendente dos escravos Africanos trazidos para o País do século XVI ao século XIX. A população Africana no Brasil se misturou em larga escala com os Portugueses, criando uma grande população Mestiça no País.
No século XIX, o Governo Brasileiro estimulou a imigração de Europeus para substituir a mão-de-obra escrava. Os primeiros imigrantes não-Lusos a se estabelecerem no Brasil foram os Alemães, em 1824. Entretando, a vinda em massa de Europeus para o Brasil só começou na década de 1870, quando a imigração vinda da Itália cresceu. O Brasil tem a maior população de origem italiana fora da Itália, com 25 milhões de descendentes de italianos, constituindo mais de 15% da população brasileira. Um outro importante fluxo de imigrantes no Brasil veio da Espanha. Durante o século XIX e início do século XX, o Brasil recebeu imigrantes de diversos outros países da Europa, como da Polônia, Rússia, Ucrânia e Áustria. Esses imigrantes se estabeleceram sobretudo nos estados do Sul e Sudeste.
Começando no início do século XX, o Brasil também recebeu um grande número de imigrantes Japoneses, que foram principalmente para São Paulo. Constituem hoje a maior população de origem Asiática do País. Os Japoneses e descendentes residentes no Brasil (1,5 milhão) são a maior população japonesa fora do Japão. Também ocorreu uma significante imigração vinda do Oriente Médio (Líbano e Síria)
A população brasileira está concentrada sobretudo no litoral, com uma menor densidade demográfica no interior.
- Povos Ameríndios
- Imigração italiana no Brasil
- Imigração portuguesa no Brasil
- Imigração alemã no Brasil
- Imigração japonesa no Brasil
- Imigração espanhola no Brasil
- Escravidão Africana
Migrações
- Migrações internacionais recentes no Brasil
- Migrações internas no Brasil
Idiomas
O Português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente.
O português é o único idioma com total status de língua oficial do Brasil e há pequenas variantes regionais. É a única língua usada nas escolas, jornais, rádio e TV e negócios.
O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O Português do Brasil é mais arcáico que o Português de Portugal e possui algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometa seu entendimento.
Idiomas minoritários são falados no dia-a-dia no vasto território brasileiro. Parte desses idiomas são Línguas Indígenas, faladas sobretudo na Região Norte do Brasil. As línguas mais faladas são: Tupi-guarani, Kaingang, Nadëb, Carajá, Caribe, Tucano , Arára, Terêna, Borôro, Apalaí, Canela e vários outras.
Outras línguas faladas no Brasil são entre as populações de descendentes de imigrantes que preservaram seus costumes no Sul do Brasil. Essas comunidades falam alemão, italiano, polonês e japonês. A variante alemã mais falada no Brasil é o dialeto Riograndenser Hunsrückisch, que tem sua origem no dialeto alemão Hunsrückisch. A variante italiana mais falada no Brasil é o Talian, um dialeto que tem sua origem na Língua Vêneta, falada no Norte da Itália
Religião
Três em cada 4 brasileiros, ou 74% da população, são Católicos. O número de Protestantes tem crescido rapidamente, representando 15.4%. Outros grupos Cristãos compreendem por 1.3%. Seguidores de religiões de origem africana representam em torno de 0,3% da população. A comunidade Judáica tem 160 mil membros, e as religiões asiáticas são seguidas por 300 mil brasileiros. O Islamismo é seguido por 30 mil pessoas. Cerca de 10% da população não professa nenhuma religião.
O Brasil é o país com a maior população Católica do mundo. Também é o país com o maior número de seguidores de religiões Asiáticas fora da Ásia.
Cultura
Veja também:
- Lista de países
Referências externas - oficiais
- [http://www.brasil.gov.br/ Governo Federal]
- [http://www.senado.gov.br/ Senado Federal]
- [http://www.camara.gov.br/ Câmara dos Deputados]
- [http://www.mre.gov.br/ Ministério das Relações Exteriores]
- [http://www.consul.cc/brazil/ Corpo Consular do Brasil]
- [http://www.stf.gov.br/ Supremo Tribunal Federal]
- [http://www.bcb.gov.br Banco Central do Brasil]
- [http://www.mec.gov.br/seed/tvescola/historia/entrevista_1a.asp História do Brasil]
- [http://www.riodejaneiro-turismo.com.br/pt/ Riotur - orgão da Secretaria Especial de Turismo da cidade do Rio de Janeiro]
Imprensa
Agência de notícias oficial
- Agência Brasil (Radiobrás) [http://www.radiobras.gov.br/]
Jornais e Revistas
Ver artigo principal Lista de jornais e revistas brasileiros
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Estação Espacial Internacional
No seguimento das operações da Mir russa, do Skylab dos Estados Unidos, e do planeado Columbus europeu, a Estação Espacial Internacional (International Space Station, ou simplesmente ISS) representa a permanência humana no espaço: tem sido dirigida com tripulações de número não inferior a dois elementos desde 2 de Novembro de 2000. A cada rendição da tripulação, a estação recebe ambas equipas, bem como um ou mais visitantes.
A ISS é um projecto conjunto da Agência Espacial Canadiana (CSA/ASC), Agência Espacial Europeia (ESA), Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, Agência Espacial Federal Russa e NASA.
A estação espacial encontra-se em órbita em torno da Terra a uma altitude de aproximadamente 360 quilómetros, um tipo de órbita tipicamente designada de órbita terrestre baixa (na verdade, a altitude varia ao longo do tempo em vários quilómetros devido ao arrastamento atmosférico e reposição. A estação perde, em média, 100 metros de altitude por dia). A estação orbita a Terra num período de cerca de 92 minutos; a 1 de Dezembro de 2003 completou mais de 33.500 órbitas desde o seu lançamento.
A estação é servida primariamente pelo Vaivém Espacial (no Brasil: Ônibus Espacial) e pelas unidades Soyuz e Progress. Ainda se encontra em construção, embora já tenha sido palco de experiências científicas. Actualmente a estação tem capacidade para suportar tripulações de três elementos. Até 2004, todos os membros da tripulação permanente provinham dos programas espaciais russos ou norte-americanos. No entanto, a ISS já foi visitada por muitos outros astronautas, muitos deles de outros países (e, curiosamente, por dois turistas espaciais).
Montagem da ISS
A construção da ISS irá depender de mais de 50 missões de assemblagem e utilização. Destas, 39 são assistidas pelo Vaivém Espacial. Adicionalmente a estas missões, aproximadamente 30 missões Progress serão necessárias para providenciar a logística. No final, a ISS estará a operar com um volume de pressurização de 1 200 metros cúbicos, uma massa de 419 000 quilogramas, 110 kilowatts de potência, e uma estrutura de suporte de 108,4 metros de comprimento, com módulos de 74 metros e tripulações de 6 elementos.
A estação é composta por vários módulos e outros elementos:
Já lançados - (por ordem de montagem)
- Zarya (FGB)
- Módulo Unity (Nodo 1)
- ISS Zvezda (Módulo de Serviço)
- Módulo Laboratório Destiny
- ISS Quest
- ISS Pirs
Missões de logística periódicas
- Módulo de Logística Multifuncional (MPLM)
Agendadas para serem lançadas com o Vaivém Espacial assim que operacional
(listadas por ordem do lançamento previsto)
- ISS Node 2 (lançamento ~09/2006)
- Módulo do Laboratório Multifuncional baseada na FGB-2 - (lançamento ~11/06)
- Columbus (ISS) (lançamento ~03/2007)
- Módulo de Experiências Japonês (JEM), aka KIBO (lançamento ~07/2007)
- ISS Node 3 - (lançamento ~05/2008)
- Módulo CAM (ISS) (lançamento ~10/2009)
- Módulo de Investigação (ISS) reduzido para 1 (lançamento ~2009)
- Módulo SPP (lançamento ~01/2010)
- Cúpula - (lançamento ~04/2010)
Agendados para lançamento pelo foguetes Proton
- Braço Robótico Europeu (ERA) (2007),
Elementos suspendidos, em atraso ou cancelados
- Módulo de Embarque Universal - cancelada, substituída pela (MLM - FGB2)
- Módulo de Embarque e Armazenamento - cancelada
- Módulo Habitacional - cancelada
- Veículo de Evacuação de Tripulação - cancelada
- Módulo de Controlo Interno - cancelada
- Módulo de Propulsão - (ISS Propulsion Module) - cancelada
Outros subsistemas importantes incluídos
- ISS Truss Estrutura nuclear de suporte da estação
- Grelha solar da ISS
- Sistema de Serviço Móvel (Canadarm2)
- Naves Soyuz para rotação da tripulação e evacuações de emergência, substituída a cada 6 meses
- Naves Progress - veículo de reabastecimento
- Veículo de Transferência Automatizado (ATV) veículo de reabastecimento Europeu (ESA)
- Veículo de Trasnferência H-II (HTV) veículo de reabastecimento para o módulo KIBO Japonês (JAXA)
Sequência de montagem
Segundo a configuração de 2003, a estação tinha de massa 187 016 kg, 425 metros cúbicos de espaço útil, 73 metros de envergadura, 52 metros de comprimento e 27,5 metros de altura. Foram necessários 16 missões norte-americanas do Vaivém Espacial e 22 missões russas. Destas últimas, 8 foram tripuladas e 14 não tripuladas. A construção necessitou de 51 caminhadas no espaço, 25 das quais a partir do vaivém, e 26 a partir da própria ISS. No total, o tempo das caminhadas no espaço foi de 318 horas e 17 minutos.
A 1 de Dezembro de 1987 a NASA anunciou os nomes das quatro companhias norte-americanas que conseguiram contratos de cooperação na manufactura das componentes para A ISS: Boeing, General Electric's Astro-Space Division, McDonnell Douglas e a Rocketdyne Division of Rockwell.
Rockwell, Novembro de 2000]]
A primeira secção foi colocada em órbita em 1998. As duas peças seguintes foram adicionadas antes do envio da primeira tripulação, que chegou à estação a 2 de Novembro de 2000 e consistia nos astronautas William Shepherd (EUA) e dois cosmonautas russos, Yuri Gidzenko e Sergei Krikalev. Decidiram designar a estação espacial de "Alpha", embora o uso do nome estivesse restrito à missão.
A ISS tem tido uma história problemática. Inicialmente planeada como uma "Estação Espacial Livre" da NASA, assim promovida pelo Presidente Reagan, mostrou-se demasiado dispendiosa. Após a Guerra Fria, foi retomada como um projecto conjunto entre a NASA e a Rosaviakosmos russa. Desde essa altura o seu custo tem-se mostrado muito superior ao projectado inicialmente pela NASA, além de atrasado. Em 2003 ainda era incapaz de acomodar uma tripulação de sete, consequentemente limitando a quantidade de ciência passível de se realizar, o que também não beneficia as relações com os parceiros europeus no projecto. Em Julho de 2004, a NASA concordou em completar a estação até ao nível de suporte de 4 membros e ao lançamento de secções adicionais como o módulo japonês de experiências. Enquanto a NASA continuará a gerir a construção, a Rússia irá continuar o lançamento e recolha das tripulações de e para a estação.
Objectivos da ISS
Algumas críticas encaram o projecto da NASA como um desperdício de tempo e dinheiro, inibidor do progresso em outros projectos mais úteis: por exemplo, os $100 biliões USD estimados poderiam pagar dezenas de missões espaciais não tripuladas. No geral, existem muitas críticas contra a exploração espacial que defendem que essa quantia seria melhor empregue em problemas na Terra.
Os defensores da exploração espacial argumentam que tais críticas são, no mínimo, redutoras e de pouca visão, e talvez decepcionadoras. Os defensores da investigação e exploração espacial tripulada defendem que estes esforços já produziram biliões de dólares de tangíveis benefícios às pessoas na Terra. Algumas projecções apontam para um benefício económico indirecto, materializado pela comercialização das tecnologias desenvolvidas durante a exploração espacial tripulada, que já retornou mais de sete vezes o investimento inicial para a economia (algumas projecções conservadoras colocam este valor em três vezes o investimento inicial). Se a ISS, isolada do restante programa espacial, será um contribuidor considerável é, no entanto, um assunto de renhido debate.
A ISS já recebeu o primeiro turista espacial, Dennis Tito, que gastou 20 milhões USD para participar numa missão russa de reabastecimento e o primeiro casamento no espaço quando Yuri Malenchenko, na estação, se casou- com Ekaterina Dmitriev, no Texas.
Estado actual da ISS
Após o acidente do Vaivém Espacial Columbia a 11 de Fevereiro de 2003, e a consequente suspensão das missões com estas naves, ainda permanence alguma incerteza sobre o futuro da ISS. A sua construção está praticamente suspensa dado que as componentes principais são tão pesadas que não podem ser colocadas no espaço com o auxílio das naves actualmente em serviço. Por exemplo, o módulo do laboratório da Agência Espacial Europeia, o Columbus, apesar de concluído, não pode ser lançado em órbita. Entretanto, as rendições da tripulação estão a ser efectuadas pelas naves Soyuz. A partir da Soyuz TMA-2, duas equipas de astronautas foram transportadas, no lugar das tradicionais equipas de três elementos.
Porém, a Soyuz não dispõe da capacidade do vaivém. Devido à ausência do suporte à ISS por um vaivém por um longo período de tempo, esta está a acumular grandes quantidades de lixo e desperdício, o que começa a afectar as operações.
Esta medida de contenção lançou em aberto a possibilidade do foguetão Energia (russo) ou do vaivém espacial Buran voltarem ao serviço. Contudo, apesar da hipótese do Saturno V poder voar uma vez mais, a realidade é que o equipamento destas duas naves foi recolocado ou mesmo corrompido desde a separação da União Soviética.
União Soviética no exterior da ISS em Fevereiro de 2004]]
A 27 de Fevereiro de 2004, a tripulação da ISS Michael Foale e Alexander Kalery fizeram a sua primeira caminhada no espaço, envolvendo toda a tripulação da ISS (a Soyuz 26 foi a primeira a envolver toda a tripulação de um veículo). A maioria dos objectivos desta caminhada, como a instalação de equipamento exterior, foram atingidos antes de um dos tubos no fato de Kalery ter causado um disfunção no arrefecimento e forçar a uma conclusão precoce.
A possibilidade de colisões a velocidades muito grandes de detritos espaciais é considerada uma ameaça a longo prazo para a Estação Espacial Internacional. Uma solução proposta pela NASA e outros consiste num laser. No entanto, permanece a preocupação que uma proposta deste tipo possa contrapor os tratados existentes acerca de armamento laser no espaço.
Expedições ISS
Expedições futuras
- Expedition 11: Sergei K. Krikalev, John Phillips - Agendada para Abril - Outubro de 2005
- Expedition 12: Valery Tokarev, William McArthur - Agendada para Outubro de 2005 - Abril de 2006
- Expedition 13: Pavel Vinogradov, Daniel Tani - Agendada para Abril - Outubro de 2006
- Expedition 14: Jeffery Williams CDR - E.U.A., Clayton Anderson - E.U.A., Aleksandr Lazutkin - Russia - Agendada para Outubro 2006 - Março 2007
- Expedition 15: Fyodor Yurchikin CDR - Rússia, Oleg Kotov - Rússia, John Grunsfeld - Agendada para Março 2007 - Setembro 2007.
A Estação Espacial Internacional é a segunda nave mais visitada na história da exploração espacial. A 24 de Outubro de 2004 contava com 130 visitas. A Mir tinha 137 (ver estação espacial). Quase 1/4 dos astronautas que já tinham voado para o espaço estiveram na ISS (ver a Lista de visitas da Estação Espacial Internacional).
Caminhadas no espaço
Lista de caminhadas no espaço pela ISS realizadas desde a ISS ou outros veículos.
Veículos de transporte e tripulações
Veja Lista de vôos tripulados para a ISS para uma listagem cronológica de todos os veículos espaciais tripulados que se encontraram com a ISS, incluindo as respectivas tripulações. Esta lista também inclui as tripulações referidas na secção anterior.
Veículos não tripulados
Lista de vôos não tripulados para a ISS - missões de logística da Progress e outros módulos não tripulados de acoplagem automática.
- Exploração espacial
- Estação espacial para estatísticas de estações espaciais ocupadas
- Salyut
- Skylab
- Mir
Referências
- [http://vesuvius.jsc.nasa.gov/er/seh/td9702.pdf ISS Familiarization and Training Manual - NASA July 1998 (PDF format)]
- [http://www.spaceflight.nasa.gov/station/isstodate.html Current ISS Vital Statistics]
- [http://www.energia.ru/english/energia/iss/iss.html International Space Station — Energia site]
- [http://www.esa.int/esaHS/iss.html International Space Station — ESA site]
- [http://www.jaxa.jp/missions/projects/iss_human/index_e.html International Space Station — JAXA site]
- [http://spaceflight.nasa.gov/station/ International Space Station — NASA site]
- [http://stream1.euronews.net:8080/ramgen/mag/space-issquovadis-en.rm?usehostname International Space Station — EuroNews report (Real player video stream)]
- [http://www.astronautix.com/craft/intation.htm International Space Station] da Encyclopedia Astronautica
- http://spd.nasa.gov/
- [http://spacelink.nasa.gov/NASA.Projects/Human.Exploration.and.Development.of.Space/Space.Product.Development/.index.html Spacelink — Space Product Development]
- [http://www.planetarysociety.org/ The Planetary Society]
- http://www.seds.org/pub/seds/National/misc/why-space
- [http://www.bester.com/satpasses.html#iss Siga a ISS a partir de locais nos Estados Unidos]
- [http://www.heavens-above.com/ Heavens Above] — localize a ISS, e descubra quando a pode observar a partir de qualquer ponto na Terra.
- [http://spaceflight.nasa.gov/shuttle/future/index.html NASA Human Spaceflight - página sobre Sequência de Montagem da ISS]
- [http://www.sworld.com.au/steven/space/shuttle/manifest.txt Unofficial Shuttle Launch Manifest]
- [http://gmaps.tommangan.us/spacecraft_tracking.html Acompanhar o trajeto da plataforma sobre o planeta]
ja:国際宇宙ステーション
SondaSonda espacial é uma nave espacial não tripulada utilizada para a exploração remota de outros planetas, satélites , asteróides ou cometas. Normalmente as sondas tem recursos de telemetria, que permitem estudar a distância, suas características físico-químicas, e por vezes também o seu meio ambiente. Algumas sondas pousam Landers ou Rovers, na superfície dos astros celestes, para estudos de sua geologia e do seu clima.
- Exploração espacial
- Mariner
- Venera
- Pioneer
- Voyager
- Lunik
- Viking
- Mars Pathfinder
- Mars Global Surveyor
- Mars Express
- Mars Odyssey
- Mars Exploration Rovers
- Deep Impact (sonda)
- Mars Reconnaissance Orbiter
- Deep Space 1
- Stardust
- Genesis
- Galileu
- Sonda Cassini-Huygens
- Ulysses
- Nozomi
- Chandra
- Compton
Categoria:Sondas espaciais
Sistema Solar
. Nota: os planetas não estão na mesma escala.]]
Um sistema solar ou sistema planetário consiste de pelo menos uma estrela e vários objetos orbitando em sua volta (asteróides, cometas, planetas e respectivos satélites naturais). O planeta Terra está localizado no nosso sistema solar que tem como estrela o Sol, e podemos chamá-lo simplesmente de O Sistema Solar. Os astrônomos calculam que o Sistema Solar teria se formado a cerca de 4,8 bilhões de anos.
Os planetas
Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os nove planetas principais cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e gelado Plutão, com um diâmetro de menos de um quarto do tamanho da Terra.
Próximos do Sol encontram-se os planetas telúricos que são compostos de rochas e silicatos como a Terra, são eles Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se os planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno. Por fim, nos confins do sistema solar, na cintura de Kuiper encontram-se os planetas gelados, Plutão (e o recentemente descoberto 2003 UB313).
Mercúrio é o mais próximo do Sol, do qual dista apenas 57,9 milhões de quilómetros, enquanto Plutão está a cerca de 5914 milhões de quilómetros.
Os planetas do sistema solar são os nove astros que tradicionalmente são conhecidos como tal: Mercúrio (☿), Vénus (♀), Terra (♁), Marte (♂), Júpiter (♃), Saturno (♄), Urano (♅/), Neptuno (♆) e Plutão (♇). O número poderá ser aumentado para dez em breve, devido à recente descoberta de 2003 UB313, um astro maior que Plutão. Todos os planetas têm nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.
As luas e os anéis
Objectos de dimensão considerável que orbitam os planetas são os satélites naturais ou luas. Estes compreendem pequenos astros capturados da cintura de asteróides como muitas luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.
Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de Saturno.
Planetas menores
A classes de astros chamados "planetas menores" inclui vários objectos diferenciados como são os asteróides da cintura principal e os astros da cintura de kuiper.
Os asteróides são astros menores do que os planetas e normalmente em forma de batata e a maioria encontra-se na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteróides baseados em características orbitais específicas. Note-se que existem luas de asteróides, que são asteróides que orbitam asteróides maiores, por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteróide que orbitam.
Os asteróides troianos estão localizados nos pontos de lagrange dos planetas, e orbitam o sol na mesma orbita que um planeta, à frente e atrás deste.
Os meteoróides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteróides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteróide e mínima de um planeta. Um meteoróide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteorito.
Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Neptuno.
Astros semelhantes aos centauros, são os transneptunianos que são corpos celestes gelado cuja distância média ao sol encontra-se para além da órbita de Neptuno. Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta cintura. Plutão é por vezes considerado como um objecto da Cintura de Kuiper, e os objectos desta cintura que têm órbitas semelhantes a Plutão são chamados de Plutinos. Os objectos restantes são classificados como Cubewanos (que traduzido seria cebêuns, de CB1) caso se encontrem na cintura principal e os Objectos Dispersos do Disco nas bordas externas da cintura.
Aos maiores "planetas menores" com forma redonda tem sido atribuída a designação de planetóide, de forma a distingui-los dos asteróides, normalmente vistos com forma de batata. A forma esférica deve-se a que a gravidade destes planetóides ultrapassa a força da matéria que o compõe, levando a formas esféricas. O termo "planeta menor" também tem sido removido dos asteróides da cintura para classificar estes astros intermédios entre asteróides e planetas.
As sementes dos quais os planetas se originaram são chamados de planetésimos que são corpos sub-planetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteróides e os cometas em geral ou para asteróides com menos de 10 km de diâmetro.
Cometas
Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente como um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afilio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteróides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.
De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.
O novo planetóide Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.
Principais astros do Sistema Solar
No nosso sistema solar existe uma quantidade de planetas, planetóides e luas com uma dimensão considerável.
Planetas, planetóides e principais luas:
- Mercúrio
- Vénus
- Terra
- Lua
- Marte
- Cintura de Asteróides
- Ceres
- Júpiter
- Europa
- Ganímedes
- Io
- Calisto
- Saturno
- Encélado
- Tétis
- Dione
- Reia
- Titã
- Jápeto
- Urano
- Miranda
- Ariel
- Umbriel
- Titânia
- Oberon
- Neptuno
- Tritão
- Plutão
- Caronte
- 2003 UB313 (sem nome oficial, possível novo planeta)
- Cinturão de Kuiper
- Orco
- Ixion
- 2002 UX25 (sem nome oficial)
- Varuna
- 2002 TX300 (sem nome oficial)
- 2003 EL61 (sem nome oficial)
- Quaoar
- 2005 FY9 (sem nome oficial)
- 2002 AW197 (sem nome oficial)
- Sedna
- Nuvem de Oort
Objectos hipotéticos do Sistema Solar:
- Nêmesis
- Vulcano
- Planeta X
- [http://celestia.sourceforge.net Celestia] Simulação espacial grátis em 3D em tempo real (OpenGL)
Categoria:Sistema solar
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ko:태양계
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th:ระบบสุริยะ
Marte
Marte é o quarto planeta a contar do Sol e é o último dos quatro planetas telúricos no sistema solar, situando-se entre a Terra e a cintura de asteróides a 1,5 UA do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol). De noite, aparece como uma estrela vermelha, razão por que os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe "Estrela de Fogo", baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental.
Marte é um planeta com algumas afinidades com a Terra: tem um dia com uma duração muito próxima do dia terrestre e o mesmo número de estações.
Marte tem calotas polares que contêm água e dióxido de carbono gelados, a maior montanha do sistema solar - o Olympus Mons, um desfiladeiro imenso, planícies, antigos leitos de rios secos tendo sido recentemente descoberto um lago gelado. Os primeiros observadores modernos interpretaram aspectos da morfologia superficial de Marte de forma ilusória, que contribuiram para conferir ao planeta um estatuto quase mítico : primeiro foram os canais; depois as pirâmides, o rosto humano esculpido, e a região de Hellas no sul de Marte que parecia que, sazonalmente, se enchia de vegetação, o que levou a imaginar a existência de marcianos com uma civilização desenvolvida. Hoje sabemos que poderá ter existido água abundante em Marte e que formas de vida primitiva poderão, de facto, ter surgido.
Mitologia
Marte é um planeta conhecido desde a antiguidade e na mitologia helénica representa Ares, o deus da fúria e da guerra, devido à sua coloração avermelhada . O povo romano que herdou muito da sua cultura da Grécia chamou-lhe de Marte, nome por que hoje conhecemos quer o deus quer o planeta.
Outras civilizações observavam também Marte no céu nocturno: os egípcios conheciam-no como "Her Deschel" ou "O Vermelho". Já para os babilónios, Marte era "Nirgal" ou "A Estrela da Morte".
História de observação e exploração
Marte é conhecido desde a antiguidade, e destaca-se no céu pelo seu aspecto avermelhado; devido a isso é conhecido como o "O Planeta Vermelho". Os babilónios já faziam observações cuidadosas do que eles chamavam de Nirgal (A Estrela da Morte), mas tudo o que viam tinham propósitos exclusivamente religiosos. Os gregos são os primeiros a fazer observações mais racionais e identificaram Marte como sendo uma das cinco estrelas errantes (planetas) do céu. O astrónomo grego Hiparco (160 - 125 a.C.) verificou que Marte nem sempre se movia de oeste para este. Ocasionalmente, o planeta invertia o seu caminho no céu para a direcção contrária; para depois voltar a deslocar-se normalmente; esta característica tornava a procura do planeta muito difícil e era contra-producente contra a teoria vigente de que a Terra era o centro do universo.
Em 1655, Christiaan Huygens faz experimentações com novos óculos e nesse mesmo ano constrói um bom telescópio com uma ampliação de 50x. Em 1659, quando Marte se encontrava em oposição, Huygens decide ver Marte com o seu telescópio e distingue manchas no disco do planeta e no seu esboço faz uma marca em forma de V, o que é hoje identificado como Syrtis Major. Huygens notou que a marca se movia, e assim calculou a rotação do planeta, anotando no seu diário: «A rotação de Marte, como a da Terra, parece ter um período de 24 horas.»
O ano de 1877 foi um ano-chave para os estudos do planeta, já que Marte se encontrava numa oposição muito mais próxima da Terra. E assim, o astrónomo norte-americano Asaph Hall descobre os satélites naturais de Marte: Fobos e Deimos; e o italiano Giovanni Schiaparelli dedicou-se a cartografar cuidadosamente o planeta; com efeito, ainda hoje se usa a nomenclatura criada por ele para os nomes das regiões marcianas: Syrtis Major, Noachis, Solis Lacus, entre outros nomes. Já a nomenclatura das observações de Marte na Madeira em Agosto e Setembro de 1877 por Nathaniel Green não prevaleceram. Essa nomenclatura tinha nomes mais antigos e honrava personalidades da astronomia.
Schiaparelli também acreditou que observava umas linhas finas em Marte, a que baptizou de canali (canais). Em inglês a palavra foi traduzida como canals em vez de channels, o que implicava algo de artificial, o que despertou a mente de aristocrata norte-americano Percival Lowell que se dedicou a especular sobre vida inteligente em Marte. Lowell estava tão entusiasmado que montou o seu próprio observatório. As suas observações convenceram-no que Marte era um planeta que estava a secar, e que existia uma antiga civilização marciana que construiu esses canais para drenar as calotas polares e enviar água para as cidades sedentas.
Essa ideia de uma civilização marciana passou para a imaginação popular. H.G. Wells escreve «A Guerra dos Mundos» em 1898 em que a Terra seria invadida por marcianos que usavam armas poderosas. Em 1938, Orson Welles fez uma adaptação do conto para a rádio o que causou o pânico generalizado que levou a que algumas pessoas a fugissem e outras afirmarem que sentiam o cheiro do gás venenoso lançado pelos marcianos ou que viam luzes ao longe da luta dos marcianos para se apoderarem da Terra.
Mais tarde, provou-se que a grande maioria dos canais eram apenas uma ilusão de óptica. Já na década de 1950, já quase ninguém acreditava em vida inteligente em Marte, mas muitos estavam convencidos da existência de musgos e líquenes primitivos.
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